RSS Feed
Adicione o feed em seus favoritos.
Acompanhe o lançamento de cada notícia.
http://conjur.com.br/rss.xml
Colunistas
Domingo
Arnaldo Sampaio de Moraes Godoy
Vladimir Passos de FreitasSegunda-feira
Robson Pereira
Raul Haidar
Marília ScriboniTerça-feira
Pierpaolo Bottini
Aline Pinheiro
Marília ScriboniQuarta-feira
Roberto Duque Estrada, Igor Mauler Santiago, Gustavo Brigagão, Heleno Torres
Carlos CostaQuinta-feira
Luiz Flávio Gomes
Antenor Madruga
Alexandre Atheniense
Senso IncomumSexta-feira
Direito & Literatura
Ideias do MilênioSábado
Marília Scriboni
Justiça rejeita denúncia de desvio de recursos contra ex-reitor da UnB
Caro Professor, aceito que fui obscuro, mas com muito cuidado li a decisão da Desembargadora Cecília Mello no caso Camargo Correia, e à expressa referência da Excelentíssima Magistrada que não é se achando por conta de suas convicções que há crime financeiro, mas sim consultando os técnicos especialistas em Mercado Financeiro para eles sim, no Brasil seria o BACEN e a CVM, afirmarem que há crime ou não, é que poderia, só após ouvir os técnicos, falar em crime financeiro.
No entanto há o caso Nagi Nahas. Diante de um parecer de especialistas de Wall Street, que se debruçaram sobre o caso, afirmando que não havia qualquer prova material de manipulação dos mercados, arranjaram especialistas tupiniquins que afirmaram que se por um lado não havia prova matemática, exata, havia por outro lado intuição, forte intuição de manipulação de mercados. E foi aquele circo até a absolvição do investidor nos Tribunais Superiores, e infelizmente talvez ele não viva o suficiente para receber indenização cabível.
O que quis deixar claramente demonstrado é que em se tratando de crime financeiro, deixemos aos especialistas apontar os indícios.
Quando suscito a existência da www.sec.gov nos EUA, é uma Instituição de especialistas que vão dizer ao Judiciário e a Promotoria, em cima de bases técnicas, o que é indício de crime financeiro e o que não é indício de crime financeiro.
E quis deixar claro, para especialistas crime financeiro se resolvem com métodos modernos de investigação e não com "achômetro e pau".
No mais pessoalmente senti na própria pele sofrer uma acusação que nunca, absolutamente nunca existiu, e foi mantida pelo máximo de tempo por alta autoridade do MPF.
Na contrapartida, me deram a maravilhosa oportunidade de trabalhar com processos criminais reais, da dupla PF e MPF, valha-nos Deus, mas não há de se comentar que o REsp subiu e está aguardando julgamento.
O que desejo sempre postar em comentários que faço é que temos uma persecução criminal digna da Baixa Idade Média, coisa de inquisição ibérica...
A doutrina dos frutos da árvore envenenada finalmente positivada, substituindo a medieva teoria da incomunicabilidade das provas, estamos avançando. Quando quis me referir a especialistas em sistema financeiro ganharem altas remunerações, reconheço, fui obscuro.
Precisamos ter um sistema onde especialistas, em cima de dados técnicos, cheguem aos MPs e aos Tribunais e apontem se há indícios de crimes financeiros reais, e não fictos. Precisamos de gente que saiba como a escrituração contábil funciona, e que tenha coragem de dizer que quando a transação pode ser, eventualmente, até imoral, mas não é ilegal, não há crime.
Dinheiro é como energia, não aparece do nada e não desaparece sem deixar rastros. Dinheiro apenas se transforma, de moeda de pagamento em moeda escritural, que pode ser pulverizada em títulos, em ouro, em outros valores, mas sempre vai deixar um rastro contábil. Tudo bem, agora como denunciar peculato em condições complexas se não souber a diferença entre um livro caixa e um livro razão?
Sou um curioso por natureza, e me interessei em saber como foi o famoso caso Eron, quem começou a desconfiar e quem fez os levantamentos contábeis, e chega-se a uma agência governamental dos EUA, que digamos não tem espelho aqui em Pindorama
http://www.sec.gov/
De
Os que queriam o impeachment de Gilmar Mendes podem gritar alto como bugios roncadores, o que até suscita perguntar se tal gritaria não é coisa de macacos do rabo preso, todos sabendo que não podem balançar muito o galho, por que caindo um, puxa o rabo de outro, que puxa o rabo de outro... Mais uma inépcia do MPF...
Um dia todos aprendemos alguma coisa. Principalmente que Banco Central em todo lugar do mundo parece mais preocupado em defender os bancos dos cidadãos, e que precisamos de uma agência oficial eficiente na área de crimes financeiros,onde se remunere PhDs e D.Sc. em Economia e Contabilidade tão bem quanto os juristas do MPF, então podemos pensar em ter denúncias detalhadas, indicando onde, quando, de que modo, quanto...
Comentários encerrados em 24/04/2009
A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.