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Contrabando de diamantes

Justiça condena policial federal de São Paulo

O policial federal de São Paulo, Marcos Aurélio Soares, foi condenado a 13 anos de prisão pela Justiça Federal de Rondônia. Ele é acusado de ser um dos líderes do contrabando de diamantes da Reserva Indígena Roosevelt. Pesa contra ele a acusação de crimes de corrupção ativa, contrabando, formação de quadrilha e crime contra a ordem econômica.

Nas as investigações da Operação Kimberly, iniciada pela Polícia Federal em 2003, de acordo com a sentença, “descobriu-se que ele liderava uma organização criminosa com ramificações na cidade de São Paulo e também em Rondônia”. A denúncia do MPF apontou que o grupo era composto por 20 pessoas. Entre elas, “servidores públicos federais da Fundação Nacional do Índio (Funai), policiais civis, empresários, advogados e índios”. E, segundo o MPF, eles faziam “contrabando de diamantes da Terra Indígena ao exterior”.

A Operação Kimberly foi deflagrada em março de 2004. Nela, foram apreendidas mais de cem pedras de diamante extraídas ilegalmente e que seriam contrabandeadas para Israel. De acordo com a Justiça, “a ação da Polícia Federal baseou-se em investigações prévias por interceptação telefônica e, além dos diálogos gravados, o inquérito policial também relatou que Marcos Aurélio Soares Bonfim morou durante um ano – de outubro de 2002 ao mesmo mês do ano seguinte - em Espigão D'Oeste, cidade onde está localizada a Reserva Indígena Roosevelt”. Durante este período, ele montou uma empresa de mineração, a Arco Iris Ltda, de acordo com os autos. *Com informações da Assessoria de Imprensa da Justiça Federal de Rondônia

Revista Consultor Jurídico, 3 de abril de 2009, 7h30

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