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Legítima defesa

Luiza Nagib Eluf lança livro sobre morte de Euclides da Cunha

A procuradora de Justiça, Luiza Nagib Eluf, lança na próxima terça-feira (23/9) o livro Matar ou Morrer, que tem como pano de fundo a morte do jornalista e escritor Euclides da Cunha.

Luiza Eluf, que também é autora de A paixão no banco dos réus, aborda na nova obra o aspecto jurídico do duelo travado entre Euclides da Cunha e Dilermando de Assis, o amante de sua mulher, em 1909, no Rio de Janeiro. O duelo resultou na morte do autor de Os Sertões.

“O livro consiste na versão feminina da história da morte de Euclides da Cunha. Minha conclusão é a de que Euclides foi o grande culpado de sua própria morte. Com isso, ‘absolvo’ Ana e Dilermando de Assis, ao contrário de tudo o que se falou até hoje. Na parte técnica, há tudo sobre legítima defesa - doutrina, jurisprudência, legislação”, assinala a autora.

O lançamento da obra acontecerá na Livraria Saraiva, localizada no térreo do Shopping Eldorado, a partir das 19h na próxima terça. O shopping fica na Avenida Rebouças, 3.970, no bairro de Pinheiros, na capital paulista.

A obra, editada pela Saraiva, possui 168 páginas e será vendida por R$ 49.

Revista Consultor Jurídico, 16 de setembro de 2008, 12h06

Comentários de leitores

1 comentário

Contradigo: é precios se olhar com olhos da épo...

Armando do Prado (Professor)

Contradigo: é precios se olhar com olhos da época e não com os valores do século XXI. Mal havíamos saido do século XIX e o RJ, apesar de capital, era pequena e provinciana, como o próprio país. E mais: Euclides apenas fez o que qualquer cidadão de então faria, foi tirar satisfação com um oportunista e bon vivant que era o aspirante Dilermando Assis. Euclides, tal como seu filho Quidinho, fizeram o que se esperava de qualquer um que tivesse honra e vergonha. Dilermando de Assis foi covarde e canalha, não porque reagiu, mas porque atirou até descarregar a arma em alguém que estava caído e indefeso. O mesmo o assassino fez com Quidinho. Portanto, o covarde assassinou Euclides. A história já o julgou faz muito tempo. Julgar com olhos de hoje, é o mesmo que "descobrir" nossos problemas históricos olhando pelo "retrovisor".

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