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Cadeira eleitoral

Eliana Calmon toma posse como ministra substituta do TSE

A ministra do Superior Tribunal de Justiça Eliana Calmon tomou posse, nesta terça-feira (16/9), como ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral. O presidente do TSE, ministro Carlos Britto, disse que Eliana vem para se somar aos ministros da casa e para “emprestar aos trabalhos do TSE o brilho do seu reconhecido talento, da sua vasta cultura, da sua vocação firme e forte para com a judicatura”.

Ele destacou, entre as virtudes da ministra, o equilíbrio, a coragem pessoal, a independência política e o compromisso irrestrito com a ética. “Onde a ética na vida pública não é tudo, a vida pública não é nada”, refletiu o ministro.

A ministra dispensou as formalidades e, num gesto simbólico, colocou o broche do TSE e disse que espera honrar o novo cargo. Ela é baiana de Salvador, formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia em 1968 e ingressou na Justiça Federal como juíza da Seção Judiciária do Estado em 1979. Dez anos depois, tomou posse no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Chegou ao Superior Tribunal de Justiça em junho de 1999. É membro da 1ª Seção, 2ª Turma e da Corte Especial do STJ.

Estiveram presentes à cerimônia de posse os ministros integrantes do TSE Fernando Gonçalves, Felix Fischer, Caputo Bastos e Marcelo Ribeiro. Os colegas da ministra no STJ Herman Benjamin e Mauro Campbell também compareceram à posse.

Revista Consultor Jurídico, 16 de setembro de 2008, 21h41

Comentários de leitores

1 comentário

Para que serve um vereador? Contemplado pela CF...

Chiquinho (Estudante de Direito)

Para que serve um vereador? Contemplado pela CF/88 no seu art. 29, com todos os subsídios, comissões, remunerações, jetons, verbas de gabinetes, e demais regalias que o cargo lhes mamateia por quatro anos de legislaturas ou mais, a figura do vereador, hoje, no Brasil, é um mal que tem der ser extirpado da sociedade democrática o mais rápido possível. Perdeu o sentido. É muito dinheiro usurpado da saúde, da segurança, da educação, com um ônus enorme aos cofres públicos de todos os municípios para contemplar uma classe cuja função é fazer nada. O Orçamento Participativo, hoje discutido com todas as Comunidades e Associações dos bairros sobre sua melhor aplicabilidade do dinheiro do Erário, mostra que a figura do vereador, criado com o Pacote de Abril - conjunto de leis outorgado pelo presidente-general Ernesto Geisel e mantido, infelizmente, pela Constituição-materna de 1988, é uma figura perduralíssima ao Erário Público. Para que Câmara Municipal se os Conselhos de Moradores dos Bairros hoje é que sabem decidir o melhor para sua Comunidade, quais são seus reais interesses e necessidades? Será que o Brasil vai ficar sempre à frente dos países desenvolvidos que não contam com essa figura excrescente, contaminada por uma patologia congestiva que só lhe fazem mal a saúde financeira? Vide os EUA, a França, Canadá, Portugal,Inglaterra... Por que não seguir-lhes o exemplo? Cícero Tavares de Melo. (chiquinhoolem@yahoo.com.br "

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