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Vaga de oficial

Defensoria de SP abre inscrições para contratar 120 oficiais

Estão abertas as inscrições para concurso de ingresso na carreira de Oficial da Defensoria Pública do Estado de São Paulo. O prazo para se inscrever vai até 23 de setembro. As inscrições podem ser feitas pela internet.

Os candidatos devem ter idade mínima de 18 anos, estar em dia com as obrigações eleitorais e militares e ter concluído o ensino médio. Serão oferecidas 120 vagas.

O concurso será composto de uma prova com 25 questões de Português, 10 de Matemática, 10 de Informática e 25 de conhecimentos básicos jurídicos e institucionais. A prova escrita está prevista para o dia 30 de novembro e será realizada na capital paulista e em cidades do interior.

A jornada de trabalho é de 40 horas semanais e o salário inicial, de R$ 1.160,00. Clique aqui para acessar o edital do concurso.

Revista Consultor Jurídico, 10 de setembro de 2008, 18h29

Comentários de leitores

4 comentários

Analucia, que odio é esse pela DPE?? Muitos c...

ronlima (Outro)

Analucia, que odio é esse pela DPE?? Muitos clientes seus tornaram-se assistidos da Defensoria? Que logica é essa a sua? Por acaso,há alguma vinculação entre o que um juiz deve ganhar e o oficial de justiça??? O que tem haver os vencimentos do Defensor com o do vigia, por exemplo???? Desde quando Defensor faz parte da elite?? Vc já comparou os vencimentos do Defensor com o de um juiz ou de promotor?? Na sua logica, sempre ilógica, um médico deve estar sempre doente para poder atender seus pacientes. O Defensor público que presta regularmente concurso para exercer tal cargo, tanto quanto um juiz, promotor e delegado, por atender pessoas necessitadas é obrigado a receber venciementos inferiores a outras carreiras??? Mais uma pergunta para vc, minha cara, somente o Defensor atua com os necessitados?? Quem julga as ações, quem defende interesses metaindividuais dessas pessoas também deveria receber vencimentos inferiores, tudo pelo bem da defesa da desigualdade??? A igualdade segundo Rui Barbosa , como vc bem sabe como advogada que diz ser,assim deve ser entendida: "A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho, ou da loucura. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real. Os apetites humanos conceberam inverter a norma universal da criação, pretendendo, não dar a cada um, na razão do que vale, mas atribuir o mesmo a todos, como se todos se eqüivalessem." (trecho de Oração aos Moços) Seu discurso é tão vazio que beira o absurdo.

Basta o Governo ampliar os convênios com a rede...

analucia (Bacharel - Família)

Basta o Governo ampliar os convênios com a rede privada e permitir que a classe média abata as despesas com advogado no Imposto de renda para resolver a questão do atendimento jurĩdico. O cargo de Oficial no concurso é de segundo grau e tem a perspectiva de gratificações. Pelo menos define a Lei a carga horária do Oficial, mas o Defensor não tem carga horária definida. Considerando que o discurso da Defensoria é redução da desigualdade social, basta dizer que o Defensor recebe oito vezes mais que o Oficial e isso aumenta a desigualdade social e interna, pois o Servidor nem tem também direito a votar ou concorrer para Defensor Geral. Portanto, a renda per capita nacional mensal é de R$ 1300,00, logo o Oficial está próximo da renda, o problema é que para reduzir a desigualdade social é preciso reduzir a renda da elite, inclusive o salãrio do Defensor e outros servidores pũblicos. O concurso da Defensoria deveria ter cotas para pobres e isenção total da inscrição para pobres (não apenas a metade). E limita o edital do concurso a dois salários mínimos, critério que a Defensoria não usa na hora de atender às pessoas que podem pagar um advogado.

Francamente, com um salário de R$ 1.160,00 e co...

Antônio dos Anjos (Procurador Autárquico)

Francamente, com um salário de R$ 1.160,00 e considerando o custo de vida para se sobreviver em São Paulo, o governo do Estado não deve estar querendo que a Defensoria vá para frente...

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