Projeto permite avanço ainda maior do Estado Policial

9/09/2008 13:49futuka (Consultor)Erra-se aqui apara-se ali, devagarzinho colocam...
Erra-se aqui apara-se ali, devagarzinho colocam-se todas as 'coisas' no seu devido lugar! Vamos ter um pouco de paciencia, não é de hoje que se grampeia nem será o amanhã que se irá parar de grampear. Reitero que enquanto nós seres humanos nos comunicarmos alguma interceptação haverá, seja ela telefônica ou não irá existir sempre na comunicação em geral.
7/09/2008 17:35pietro (Outros - Criminal)Já que uma Lei resolve tudo, vamos criar uma qu...
Já que uma Lei resolve tudo, vamos criar uma que regulamente a corrupção. Vamos controlar a Grampolândia e a Corruptolândia. Quem se candidata a ser o autor do projeto de Lei?
7/09/2008 08:32Reinhardt (Consultor)Só haverá "Estado Policial" , se o Judiciário, ...
Só haverá "Estado Policial" , se o Judiciário, especialmente, a Corte Constitucional colocar-se em decubito ventral . Fora disso, os abusos de ativistas judiciários e deleruskas em busca de 15 minutos de fama, serão podados pela ação firme da Advocacia e da verdadeira Magistratura. Lembrem-se dos exemplos da Alvaro Ribeiro da Costa, Bilac Pinto , Evandro Lins ,Laudo de Camargo ,Oscar Dias Correa e Prado Kelly. Com Homens como estes só havia submissão à Constituição e às Leis da República,mesmo durante o getulismo e o consulado militar.
6/09/2008 17:24Victor (Estudante de Direito - Criminal)A imprensa irresponsável e sádica está consegui...
A imprensa irresponsável e sádica está conseguindo o que quer. Abalar as estruturas da republiqueta. Para isso, não é preciso muita coisa. Basta uma acusação sem provas para que as instituições balancem. De qualquer forma, é uma boa oportunidade para reflexão. É importante que nós paremos e avaliemos o país frágil em que vivemos. Só um detalhe. Toda a discussão nasceu de uma investigação formal, um inquérito instaurado pela PF para descobrir os crimes praticados por um banqueiro. É de se perguntar cadê o banqueiro. A operação abafa está dando resultados.
6/09/2008 13:56jose brasileiro (Outros)Acho que a OAB, deveria fazer uma pesquisa sobr...
Acho que a OAB, deveria fazer uma pesquisa sobre o que a sociedade quer um estado policial ou estado de advogados, judicial ou legislativo. Cada uma que inventam, consorcio, estado policial, daqui a pouco estaremos vivendo uma ditadura. Com a tecnologia hoje existente, e impossivel o controle sobre grampo e não sera todo poderoso congresso nacional ou todo poderoso supremo tribunal federal emitido lei ou sumulas, que vai deixar de ter grampo. Sobre tecnologia nao existe controle. Como a veja ficou sabendo que existia um grampo no ministro do supremo. Porque um "inocente espião da abin", iria abrir a boca para a revista.
6/09/2008 11:42Luismar (Bacharel)IstoÉ: espião da Abin coordenou na PF todas as ...
IstoÉ: espião da Abin coordenou na PF todas as escutas AE - Agencia Estado SÃO PAULO - Reportagem publicada na edição desta semana na revista "IstoÉ" identifica no agente Francisco Ambrósio do Nascimento, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o espião que coordenou na Polícia Federal uma equipe que fez a escuta de 18 senadores, 26 deputados, de ministros do Judiciário, da ministra Dilma Rousseff e do secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Conforme a reportagem, Nascimento, ex-agente do extinto Serviço Nacional de Inteligência (SNI), foi uma espécie de braço direito do delegado Protógenes Queiroz na Operação Satiagraha, "funcionando com elo entre Protógenes e agentes da Abin" cedidos à operação.
6/09/2008 11:22Mauri (Funcionário público)Agora basta a Veja colocar na conta da PF um gr...
Agora basta a Veja colocar na conta da PF um grampo apócrifo qualquer que derruba o Diretor Geral. Essa babaquice que "estado policial" está fazendo a alegria da bandidagem, em especial do DD.
6/09/2008 10:36DPF Falcão (Delegado de Polícia Federal)corrigindo: mandado
corrigindo: mandado
6/09/2008 10:35DPF Falcão (Delegado de Polícia Federal)Estado "Policial" versus Estado Marginal, Corru...
Estado "Policial" versus Estado Marginal, Corrupto(r)... Curioso, bastou algemar "cidadãos" calçando sapatos de cromo e não chinelos; "invadir com nandado judicial" escritórios de luxo e mansões e não mais apenas barracos, para que o Brasil se transmudasse de Estado de Direito em Estado Policial. É... só mesmo o Eremildo (o idiota, personagem Elis Gaspari) para acreditar nisso.
6/09/2008 08:06Crítico (Jornalista)Os defensores do crime e dos criminosos estão f...
Os defensores do crime e dos criminosos estão ficando repetitivos no uso da expressão "estado policial". Em nenhum momento demonstram preocupação com o "estado criminal" que já se instalou há muito tempo. Não entendem que não existe "proliferação abusiva de interceptações telefônicas", e sim proliferação abusiva de prática de crime. Essas pessoas pensam que a interceptação constitucionalmente prevista é imoral e indesejável, enquanto que o aumento da criminalidade é tolerável. Talvez haja realmente algum motivo vantajo$o para os que pensam assim. "Nesses casos, em geral, será concedido ao acusado o benefício da suspensão condicional do processo. Ou seja, é um verdadeiro contra-senso utilizar a interceptação telefônica em casos que nem irão a julgamento". Aqui, o infeliz autor esquece-se de que o objetivo primeiro do Estado, nestes casos, deve ser esclarecer o crime, sendo a aplicação da pena (ou providência correspondente) uma segunda etapa. Esquece-se ele de que existem crimes punidos com detenção que são praticados corriqueiramente através de telefone, tais como os crimes contra a honra e a ameaça. Esquece-se ele de que nestas hipóteses não existe outro meio investigativo mais eficiente do que o grampo. Esquece-se, sobretudo, que até para eventual reparação do dano na área cível é necessária a identificação do autor.
6/09/2008 08:03Crítico (Jornalista)Contra-senso inaceitável e absurdo é existir um...
Contra-senso inaceitável e absurdo é existir um profissional do Direito com essa visão dos fatos. Sob a égide da lei em vigor, o infrator pode ameaçar a quem quiser com a covarde proteção de um sistema jurídico que permite a conduta delituosa e restringe o combate a ela. É grande o número de pessoas que tiveram problemas de toda ordem, como depressão e outros, ameaçadas e atingidas por contatos telefônicos com número privado. Hoje, não é possível interceptar tais ligações pelo fato de que esses crimes são punidos com pena de detenção. A lei a ser aprovada é um avanço claro, mas o "doutor" parece preferir enxergar por outro plano, deixando o campo livre para a continuidade dessa odiosa prática.

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