Notícias

19 outubro 2008

Prisão temporária

Marcos Valério deve ser libertado nesta segunda-feira

O empresário Marcos Valério, considerado o operador do mensalão e preso pela Polícia Federal durante a Operação Avalanche, no dia 10 de outubro, deve ser libertado na madrugada dessa segunda-feira (20/10) da carceragem da corporação, em São Paulo. É quando expira sua ordem de prisão temporária, decretada na última terça-feira pela Justiça Federal.

Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, assinada por Roberto Almeida, a medida, tomada pela juíza Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Criminal Federal, tinha validade de cinco dias. Até esse sábado (18/10) pela manhã, a prisão preventiva do empresário não havia sido pedida.

O advogado empresário, Marcelo Leonardo, disse à Folha que assim que for solto Valério deve viajar para Belo Horizonte. Ele não concederá entrevistas. O empresário é acusado de articular um esquema de corrupção e quadrilha para forjar inquérito contra fiscais da Fazenda, que autuaram em R$ 104,54 milhões a Cervejaria Petrópolis, de seu amigo, Walter Farias. Valério foi monitorado pela PF durante três meses. Seus telefonemas foram interceptados e seus movimentos, filmados.

Revista Consultor Jurídico, 19 de outubro de 2008

Comentários

Comentários de leitores: 7 comentários

21/10/2008 13:16 futuka (Consultor)
"D E M O R Ô ..pt
"D E M O R Ô ..pt
21/10/2008 13:01 Zerlottini (Outros)
E quando é que começam os pedidos de desculpas?...
E quando é que começam os pedidos de desculpas? É só o que falta: a "justiça" mandar a polícia pedir desculpas aos vagabundos e safados que ela prende. Não demora muito e botam o Cacciolla na rua, de novo. Eu acho que tá chegando na hora prevista pelo Ruy Barbosa, quando ele diz que "há de chegar um tempo em que o homem terá vergonha de se dizer honesto". Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.
20/10/2008 18:21 Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante)
O Globo 24.07.2005 – On Line. A Linha Amarela ...
O Globo 24.07.2005 – On Line. A Linha Amarela pertence em 49% a PREVI-Banco do Brasil, fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, com ativos que superam R$ 70 bilhões, o presidente do conselho deliberativo, que decide os investimentos, era Henrique Pizzolato (PT), petista que era também diretor de marketing do BB. Ele recebeu R$ 326 mil da DNA em janeiro de 2004. A DNA tinha contas de publicidade do BB.

Ver todos comentários

A seção de comentários deste texto foi encerrada em 27/10/2008.