MPF pede mais rigor na entrada de espanhóis no país

19/03/2008 18:08Richard Smith (Consultor) Ridículo! Vão cuidar da vida do vulgo que ...
Ridículo! Vão cuidar da vida do vulgo que paga os seu salários, inclusive e principalmente talvez, das gangues que aliciam mariposas doidivanas para irem "fazer a vida" na Espanha.
19/03/2008 13:46futuka (Consultor) eu acredito que a medida é acertada e DEMO...
eu acredito que a medida é acertada e DEMORÔ!!!
19/03/2008 08:26Comentarista (Outros)É o MPF, mais uma vez, se arvorando em invadir ...
É o MPF, mais uma vez, se arvorando em invadir a competência alheia...
19/03/2008 08:11olhovivo (Outros)A ação deve ser rejeitada de plano. A questão é...
A ação deve ser rejeitada de plano. A questão é diplomática, em que prepondera o princípio da discricionariedade.
18/03/2008 23:35José (Outro)Faltou ainda o MPF pedir mais uma exigência par...
Faltou ainda o MPF pedir mais uma exigência para que a reciprocidade seja perfeita: que os espanhóis, antes de serem expulsos, fiquem pelo menos 72 horas confinados em alguma salinha dos aeroportos brasileiros, sem direito a banho, telefone etc...
18/03/2008 16:44DPF Falcão (Delegado de Polícia Federal)Choveu no molhado... O GLOBO ONLINE, 11/03/200...
Choveu no molhado... O GLOBO ONLINE, 11/03/2007 Sete espanhóis foram mandados de volta a seu país de origem na segunda-feira à noite, poucas horas depois de desembarcarem no Rio, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, informa a edição desta quarta-feira do jornal O Globo. Entre eles havia uma mulher de 27 anos, que estava sem dinheiro e não soube informar o endereço onde ficaria hospedada. Os outros eram homens, com idades entre 38 e 46 anos, que viriam prestar serviço temporário numa empresa, mas não tinham visto de trabalho. Segundo a Polícia Federal brasileira, o repatriamento foi um procedimento de rotina [...] , além dos espanhóis que desembarcaram no Rio vindos de Madri num vôo da Iberia, outras três pessoas foram repatriadas na segunda-feira, ao chegarem ao Tom Jobim: dois americanos, um deles com o visto vencido e o outro sem passaporte, que estavam em vôos da Delta e da Continental; e uma portuguesa que viajava pela TAP e teve que voltar para casa porque estava com o visto de trabalho vencido. De acordo com o delegado Paulo Falcão, chefe da delegacia do aeroporto, quem chega à cidade e não cumpre as exigências da legislação é automaticamente expulso (inadmitido), geralmente no mesmo vôo em que chegou: não se trata de retaliação. Aqui não temos salinhas onde os estrangeiros ficam confinados. Eles chegam e, se não cumprirem as exigências, voltam no mesmo vôo em que vieram. Geralmente o avião volta para seu local de origem. Segundo o delegado, entre os problemas que podem levar à deportação estão a não apresentação do bilhete de volta ao país de origem, a indefinição quanto ao local de hospedagem, a falta de dinheiro para cobrir as despesas da viagem e a falta de visto, no caso de quem pretende trabalhar na cidade.

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