18/09/2008 12:57José Inácio de Freitas Filho. Advogado. OAB-CE 13.376. (Advogado Autônomo)Cônscio da vênia cortês do autor do trabalho, t...
Cônscio da vênia cortês do autor do trabalho, tenho que o discurso exposado por ele, no "opus ut supra" já se provou insubsistente, à luz de sadias análises sociológica e política abrangentes.
A uma, porque a "mão invisível" de Adam Smith não passa de ilusão teórica sem efetividade nem substrato. E não foi o Professor J. Nashling o ganhador do Nobel de Economia por demonstrar que a principal lei de A. Smith não produzia os resultados esperados?
A duas porquanto mesmo o Estado pós-social não abre mão da regualação do mercado e da intervenção, quando se trata de efetivar os direitos constitucionais de segunda e terceira dimensões.
A ficção "mercado" se ampara em operadores bem reais e quase nada motivados por preceitos de solidariedade mas sim pelo afã do lucro [e não poderia ser diferente, numa ambiência capitalista].
De tudo, em que pese o valor do trabalho [inquestionável] julgo-o falho neste ângulo: dizer que o mercado deve ser deixado a si mesmo, sem intervenção do Estado.
Uma temeridade...
__________________
José INÁCIO de FREIATS Filho
*Advogado [OAB/CE 13.376]
*Diretor-Presidente do Instituto de Ciências Jurídicas, Cidadania & Direitos Humanos/ICDH
*1º Presidente da Comissão de Direito Internacional & Relações Exteriores da OAB/CE
8/06/2008 02:21Gê (Outros)Parece que não há outro modelo além da meritocr...
Parece que não há outro modelo além da meritocracia, seja qual for a forma de aplicação.
10/03/2008 10:12ANSELMO (Bacharel)Ninguém quer concorrência.
Isso é evidente.
A...
Ninguém quer concorrência.
Isso é evidente.
A OAB, defensora de muitas boas causas (fim da ditadura militar, direitos humanos, movimento contra a corrupção), poderia defender mais uma: deixar os melhores do mercado mostrarem o seu valor.
Quem for bom, fica no mercado.
A OAB está perdendo credibilidade todos os dias com essa mania de reserva de mercado.
Só uma questão: quem dá aulas de Direito nessas escolas de última categoria não são advogados que passaram no teste da OAB?
Ou as escolas trazem professores que passaram no teste da OAB de Marte?
Será que a OAB também não tem culpa na formação desses péssimos operadores do Direito?
Uma boa questão para a OAB responder.
A OAB só conquistará o que perdeu quando deixar de ser Sindicato disfarçado. E lembre que nenhuma Sindicalizado pode ser obrigado a sindicalizar-se. Na OAB e Conselhos a filiação é obrigatória.
Longos anos para a gloriosa OAB e deixem os piores morrerem no mercado.
Os melhores sempre terão a sua vez
8/03/2008 22:01Rubão o semeador de Justiça (Advogado Autônomo)Não há como o mercado internacional sem frontei...
Não há como o mercado internacional sem fronteiras aumentar suas taxas de produtIvidade e rentabilidade ás custas de exploração de trabalhadores do mundo! Acordem, um dia a coisa explode!
8/03/2008 21:59Rubão o semeador de Justiça (Advogado Autônomo)Eu só gostaria de entender por que é que esses ...
Eu só gostaria de entender por que é que esses neoliberais tão ciosos e ardorosos defensores da mão invisível (do escocês contador de histórias) do mercado, quando prorrompe quebradeiras em seus bancos e nessas chamadas trans, vão ao ESTADO PEDIR PARA PASSAR O BONÉ? Enfim, querem o merCado livre e uma polícia e um judiciário ferrenho para defender os interesses dessassúcias de investidores, ou eu estou incorreto???
6/03/2008 20:56LAWYER (Advogado Autônomo - Previdenciária)Excelente o artigo. Lúcido, pragmático e livre ...
Excelente o artigo. Lúcido, pragmático e livre de amarras ideológicas, o articulista escancara a evolução por que está passando o mundo dito globalizado e as inúmeras oportunidades de desenvolvimento que este momento propicia aos países que conseguem consensuar um programa mínimo assentado sobre pilares que nem deveriam mais estar na pauta, como a responsabilidade fiscal e a busca da excelência na atuação estatal em poucas - pouquíssimas - áreas, porém vitais, como educação, saúde e segurança, estimulando o empreendedorismo para todo o resto. O Estado não tem que ser mínimo nem máximo. Tem que funcionar nas áreas fundamentais e fomentar a iniciativa privada nas demais, fiscalizando-a rigorosamente. Isso tudo era para estar mais do que sedimentado neste País. Infelizmente, porém, ainda há os que, por saudosismo de uma ideologia sepultada nos escombros do muro de berlim, teimam em remar contra a História. Se é verdade que temos uma dívida social quanto ao passado, não menos certo é que se o Brasil não aproveitar esta oportunidade histórica, promovendo as reformas urgentes de que necessita, esta dívida será estendida para o futuro, isto é, estaremos hoje condenando nossos filhos e netos a viverem em um país atrasado, pouco competitivo, e que lamentavelmente desperdiça suas oportunidades por birra ideológica. Acordemos!!!