Vida não pode ser eliminada em nenhuma etapa do ciclo

9/05/2008 01:25Sergio Cemin (Estagiário - Civil)... A razão pela qual estou comentando sobre es...
... A razão pela qual estou comentando sobre esse específico assunto, é que sou totalmente contra a fecundação de embriões desnecessários, posto que, as famílias interessadas nessa tecnologia devem estar cientes dos riscos e das perdas, inclusive financeiras, não devendo a ciência, fecundar embriões “reservas” e congelá-los para futuros resultados negativos. Portanto, resta evidente que se não existissem embriões “reservas”, não presenciaríamos, com toda certeza, uma discussão pertinente “ao que fazer com eles”. Sendo assim, para realizarmos as pesquisas embrionárias in vitro, devemos deixar de fecundar embriões desnecessários, e procurar outras alternativas de pesquisar as células-tronco, aduzindo até, a minha proposta, que parte do pressuposto do voluntariado. Ante o exposto, concluo, que se a presente ADIN for julgada procedente, estaremos resguardando o nosso direito maior, ou seja, o direito a vida, em qualquer fase que for. Sergio Antonio Cemin Filho, 18 anos, Estagiário de Direito.
9/05/2008 01:03Sergio Cemin (Estagiário - Civil) Diante da presente Ação de Inconstituci...
Diante da presente Ação de Inconstitucionalidade, adiciono, pelo gosto ao debate, que o resultado onde irá chegar a presente discussão está de certa forma confuso e incerto, vez que, os defensores das pesquisas estão encarando a utilização das "sobras" de embriões como a única solução de salvar as vidas das pessoas que necessitam dos resultados adquiridos em pesquisas embrionária. Nesse diapasão, cabe transcrever alguns trechos falados por Mayana Zatz, em entrevista com o Dr. Drauzio Varella: "Acho que é uma coisa do outro mundo e que existe muito desentendimento e desinformação, porque a proposta é usar os embriões que sobram nas clínicas de fertilização e vão para o lixo." "Quem proíbe esse tipo de pesquisa é contra a vida. Eu queria ver se alguém com o filho na cadeira de rodas, sabendo que ele está condenado, teria a coragem de olhar nos olhos dessa criança e dizer: 'Olha, o embrião congelado é mais importante do que a tua vida'." "O drama maior enfrentam as crianças e jovens que estão morrendo e das quais se está tirando a única esperança de tratamento." "Na verdade, se há alguma destruição é a das pessoas com doenças letais que estão perdendo a possibilidade de serem tratadas a partir de células-tronco embrionárias. Embora não se possa afirmar ainda que esse tratamento exista, segundo tudo indica, é enorme potencial que elas oferecem para consegui-lo." Ora, caros estudiosos, tais colocações são, pelo menos a meu ver, um insulto ao avanço da tecnologia, uma vez que, a ADIN proposta significa cessar uma única linha de pesquisa, propiciando permaneça presente amplo leque de pesquisas. Continua..
2/03/2008 07:49Daniel P. Almeida (Bacharel) Essa ADI deve ser improcedente. ...explica q...
Essa ADI deve ser improcedente. ...explica que a Lei de Biossegurança permite apenas a realização de pesquisas com embriões inviáveis. “Um embrião que não será implantado em um útero materno não constitui vida potencial”,.... Para Luís Roberto Barroso, o entendimento de que o uso de célula-tronco é inconstitucional pode acarretar a impossibilidade de utilizar a fertilização in vitro como alternativa de reprodução, já que não é viável implantar todos os embriões necessários. “Não existe uma disciplina legal acerca do que fazer com os embriões congelados”, afirmou Barroso. Segundo o advogado, com o tempo de congelamento, os embriões passam a ficar inviáveis. “Na prática, descartar ou mantê-los perenemente congelados são alternativas que produzem resultados semelhantes”, explicou. ........... Segundo Barroso, a lei protege o “nascituro”, ou seja, aquele que já tem como certo o nascimento. O advogado explica que embrião resultante da fertilização in vitro não é um nascituro, pois sequer está no útero da mãe. Ele também explica que a retirada das células-tronco ocorre antes da formação do sistema nervoso e antes mesmo de o embrião se fixar ao útero. ...........
1/03/2008 14:20Richard Smith (Consultor) Caro Luismar (bacharel): A vida e a dignid...
Caro Luismar (bacharel): A vida e a dignidade humanas são "bens" e direitos indisponíveis, que merecem a maor de todas as proteções. Senão, descambamos para situações como na Holanda, aonde velhinhos fogem do país para evitar a situação de, em caindo doentes com uma simples gripe ou pneumonia, serem "eutanasiados" por parentes afoitos, sem paciência para determinados cuidados ou ávidos pelos bens do proximamente futuro "de cujus". Ora, se a morte, fim da vida material, possui término definido, ou seja, quando cessam as funções cerebrais, insusceptíveis de recuperação, por que é tão "duvidoso" o início da vida e por que não se aplicar o princípio da proteção à vida aos embriões? Embriões estes, diga-se de passagem, que nunca deveriam ter sido concebidos. Sim, porque o casal que procura as clínicas de fertilização permitem a fecundação de vários e vários embriões para a implantação de alguns poucos apenas, gerando a existência daqueles "excedentes" que por lá ficam. E que geram cuidados dispendiosíssimos para as tais clínicas (e que são, no fundo, a razão de tanto esfôrço no sentido de "utilizá-los"). Tudo em nome da quimérica cura de todas as doenças! O que não se menciona para o povão e para os pobres portadores de deficiências é que NÃO EXISTE até o momento, nenhum caso de encaminhamento para a cura de qualquer tipo de doença com o uso das taiscélulas-tronco embrionárias! Mais ainda: que o número de embriões depositados nestas tais clínicas é ABSOLUTAMENTE INSUFICIENTE para a pesquisa da cura de qualquer doença! Seria necessário o uso de um número centenas ou milahres de vezes maior do que os atualmente existentes! Isso, ninguém menciona. Um abraço.
1/03/2008 14:05Richard Smith (Consultor) Caro Zé Elias: Examinando bem a sua declar...
Caro Zé Elias: Examinando bem a sua declaração abaixo, é até possível a gente começar a acreditar que não existem diferenças entre certas pessoas e animais irracionais! Passar bem.
1/03/2008 12:46Luismar (Bacharel)Certo o argumento da Mayana Zatz: A vida termi...
Certo o argumento da Mayana Zatz: A vida termina com a morte cerebral: órgãos são retirados para transplante, aparelhos são desligados - e ainda existe vida! O Dr. Fontelles é contra isso? Com o embrião o que ocorre é que até certa fase de desenvolvimento não há sequer início de formação do SNC, não há cérebro. Logo, poderiam esses embriões ser pesquisados.
1/03/2008 09:37ZÉ ELIAS (Advogado Autônomo)Esse deve ser o posicionamento da Igreja Católi...
Esse deve ser o posicionamento da Igreja Católica, sempre avessa ao progresso.Sem sistema nervoso e sem respiração, o embrião humano em nada difere do embrião animal.Ainda bem que a ciência abriu os túmulos, para garantir o aprimoramento da vida que um dia se esgotará.E que não venha a inquisição!

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