Exército vai permanecer no morro da Providência, no Rio

22/06/2008 17:24Zerlottini (Outros)E, mais uma vez, mostra-se para o que é que ser...
E, mais uma vez, mostra-se para o que é que serve a justiça (???) brasileira: pra ninguém obedecer. O Exército estará querendo repetir 1964? Se for, eu quero uma passagem só de ida pro Iraque! Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.
22/06/2008 11:46OMERTÀ (Outros)Na sequência. Depois, quando um militar de car...
Na sequência. Depois, quando um militar de carreira (não temporário) faz uma besteira muito grande, ele é logo transferido para um rincão bem distante (posto no armário) e segue sua carreira quase que normalmente. Vou citar dois casos exemplares: Caso Rio Centro e a morte do cadete Marcio Lapoente em 1990 dentro dos muros da AMAN (confiram matéria no link do MP do Paraná: http://200.189.113.39/mppr/noticiamp.nsf/9401e882a180c9bc03256d790046d022/7eff39eb22af90db8325726b004cc505?OpenDocument). Em ambos os casos, os protagonistas sobreviventes foram "colocados no armário" e seguiram dentra da respectiva força armada e no caso Rio Centro, o à época capitão que estava ao lado do sargento que faleceu com a bomba no colo, recentemente foi localizado como tenente coronel em Brasília/DF e não resistindo às pressões (especialmente da ímprensa), pediu sua passagem para a reserva remunerada (ou foi aconselhado a fazer isso). No segundo caso, bem é só pesquisar e descobrirão onde está o então Ten De Pessoa, apontado como algoz do cadete Lapoente. Então, fácil deduzir que o tenente envolvido no caso do Morro da Providência e os demais sargentos (se estão estabilizados) serão logo, logo transferidos, a não ser que algo inusitado aconteça (...) Agora, quanto ao cabo e aos seis soldados, como são oriundos, muitas vezes dos próprios morros da Cidade do Rio de Janeiro, alguém tem dúvidas quanto ao destino de cada um? Infelizmente eu não tenho. Finalizando, concordo com a opinião do Sr. Antônio Madeira no sentido de que um todo não pode ser penalizado pelo comportamento de uns poucos (ainda que a ditadura militar assim não pensasse...) todavia, já é mais que hora de rever (e reverter) todo esse triste e surreal quadro.
22/06/2008 11:25OMERTÀ (Outros)Não podemos nos esquecer que a influência metod...
Não podemos nos esquecer que a influência metodológica e dogmática disseminada por essa "meia dúzia de generais que já morreram" infectou de modo até agora irreversível, tanto a formação dos militares nas escolas bélicas, quanto a lide cotidiana nos quartéis. Vejamos: Uma duas primeiras lições - ainda que subliminar e que passa despercebida pela maioria dos não militares - é a que diz ao aluno, cadete ou recruta: "você agora faz parte de uma elite que o torna superior aos demais (os civis) que são fracos, gays, politizados e o que é pior: eles não tem um fuzil, você tem!" Isso é fato e ajuda em muito a compreender os "motivos" com que certas lástimas são cometidas. Nota: Como o espaço para éssa mensagem é curto, continuo na posterior.
22/06/2008 09:13ANTONIO MADEIRA (Advogado Autônomo - Família)É um engano quando se quer julgar o comportamen...
É um engano quando se quer julgar o comportamento de toda uma instituição pela conduta inadequada de alguns de seus membros. Enquanto as Forças Armadas de outros grandes Países são homenageadas e gozam de excelente conceito junto a população, no Brasil e outros da América Latina ainda vivem sob tacão por causa de uma meia dúzia de generais que aí implantaram um regime militarista, cujo generais já morreram, escafederam-se, e a nova leva, quando muito, cumprem calendário de comemorações da atividade, não dos feitos. Certo é que, quando derem atribuições aos militares, devem fazê-lo com riqueza de detalhes para que não haja exorbitância e, se houver, possam ser responsabilizados os verdadeiros culpados.

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