Reivindicação da OAB-SP não é exorbitante, diz Aasp

7/08/2008 11:29ALVARO CARRASCO - ADVOGADO (Advogado Autônomo - Empresarial)É INCONTESTÁVEL, no entanto, a preferência da g...
É INCONTESTÁVEL, no entanto, a preferência da grande maioria das pessoas que necessitam de assistência jurídica gratuita pelo atendimento prestado pelos advogados credenciados pela OAB, para não terem que integrar a longa fila que se forma nos dias úteis a partir das 6:00 h defronte aos prédios (não ainda no interior deles) disponibilizados pela Defensoria Pública do Estado para conseguir uma das escassas ‘senhas’ e, com sorte, a almejada entrevista algumas horas depois, o que se verifica facilmente na conhecida unidade situada na Avenida Liberdade, na Capital, e se repete em todas as fases da causa (judicial ou extrajudicial) consequentemente iniciada. Creio, por isso, que, se fossem ouvidas a respeito e se pudessem optar, não apenas a maioria, mas todas as milhares de pessoas que necessitam de assistência jurídica gratuita, prefeririam comparecer a um escritório de advocacia estabelecido próximo ao local em que residem, em data e em horário designados com antecedência e de acordo com a sua disponibilidade de tempo, e serem lá recebidos dignamente em um ambiente privado e intimista e receberem água e café. É o que têm os felizardos que, após a triagem realizada nas unidades da Defensoria Pública do Estado, obtêm o ofício indicativo do advogado – credenciado pela OAB – que dará continuidade ao atendimento e, se for o caso, promoverá a ação ou a defesa buscada, o que é comum exatamente devido à precária estrutura da citada instituição pública, mas que, inegavelmente, favorece aquelas milhares de pessoas.
7/08/2008 11:27ALVARO CARRASCO - ADVOGADO (Advogado Autônomo - Empresarial)É INCONTESTÁVEL, no entanto, a preferência da g...
É INCONTESTÁVEL, no entanto, a preferência da grande maioria das pessoas que necessitam de assistência jurídica gratuita pelo atendimento prestado pelos advogados credenciados pela OAB, para não terem que integrar a longa fila que se forma nos dias úteis a partir das 6:00 h defronte aos prédios (não ainda no interior deles) disponibilizados pela Defensoria Pública do Estado para conseguir uma das escassas ‘senhas’ e, com sorte, a almejada entrevista algumas horas depois, o que se verifica facilmente na conhecida unidade situada na Avenida Liberdade, na Capital, e se repete em todas as fases da causa (judicial ou extrajudicial) consequentemente iniciada. Creio, por isso, que, se fossem ouvidas a respeito e se pudessem optar, não apenas a maioria, mas todas as milhares de pessoas que necessitam de assistência jurídica gratuita, prefeririam comparecer a um escritório de advocacia estabelecido próximo ao local em que residem, em data e em horário designados com antecedência e de acordo com a sua disponibilidade de tempo, e serem lá recebidos dignamente em um ambiente privado e intimista e receberem água e café. É o que têm os felizardos que, após a triagem realizada nas unidades da Defensoria Pública do Estado, obtêm o ofício indicativo do advogado – credenciado pela OAB – que dará continuidade ao atendimento e, se for o caso, promoverá a ação ou a defesa buscada, o que é comum exatamente devido à precária estrutura da citada instituição pública, mas que, inegavelmente, favorece aquelas milhares de pessoas.
1/08/2008 18:19analucia (Bacharel - Família)Infelizmente os pobres continuam sendo usados e...
Infelizmente os pobres continuam sendo usados em um briga por monopólio de pobre. O sistema nada muda, náo avalia a eficiëncia, nem permite ao carente escolher o seu advogado de maior confiança. O pobre deixa de ser sujeito com autonomia para virar objeto de interesses corporativos. Menos mal que o convënio tenha voltado a funcionar, mas precisa ser aperfeiçoado, como melhorar a ficha de triagem e estabelecer prioridades. Náo precisa deste sistema quem pleiteia açao por dano moral, por exemplo, a prioridade deveria ser direito de familia, previdenciário e criminal. DEvemos dizer náo ao monopólio de pobre defendido pelo Fábio.
1/08/2008 13:57Fábio (Advogado Autônomo)O ideal seria não ter o Convênio com a OAB e a ...
O ideal seria não ter o Convênio com a OAB e a defensoria pública tocar a ação dos pobres sem tal Convênio e com Defensores Públicos contratados e concursados. Mas também é necessário acabar com a vaquinha das tetas de ouro de certos advogados que vivem exclusivamente de tais Convênios, notadamente para advogados antigos na advocacia. O convênio se justifica apenas para jovens advogados.
31/07/2008 18:21analucia (Bacharel - Família)Caro Armando, e porque náo defender que o Pobre...
Caro Armando, e porque náo defender que o Pobre tenha liberdade de escolher o seu advogado de confiança ?? Pobre com autonomia para decidir se vai para a iniciativa privada ou estatal, e o Estado pagando. Isso é ampla defesa, pois esta depende da relaçao de confiança com o Advogado e náo com o Estado. Por que náo defender a exigëncia da ficha de triagem e juntada no processo para publicidade da mesma ??
31/07/2008 15:05Armando do Prado (Professor)Menos OAB, mais direitos ao povo. Defensoria co...
Menos OAB, mais direitos ao povo. Defensoria com liberdade para atender quem precisa.
31/07/2008 08:41analucia (Bacharel - Família)J., provavelmente deve ser Defensor Público e l...
J., provavelmente deve ser Defensor Público e lógico quer ter monopólio de pobre. Respeito seu desejo, embore discorde do mesmo. Portugal dominou o Brasil por séculos. Esse discurso de vocaçao humanista só engana quem náo sabe o desejo de monopólio de pobre e exclusáo de outros setores para atender aos carentes. A máscara está caindo, mas ainda vai um tempo. E a queda será livre ou por elevador. Nenhum país do mundo existe monopólio, e até agora a Defensoria náo informou dados como renda mensal de seus clientes, grau de estudo e profissáo, resultados obtidos. Prefere procurar mídia para atender a pessoas que andam de aviáo, médicos, dentistas, em questóes patrimoniais. Em Brasilia até pessoas que fazem cirurgia plástica estética estáo sendo atendidas juridicamente pela Defensoria. O Estado deve investir na Defensoria, mas deve haver descentralizaçao. E o cliente escolhe. Por que há medo de o cliente escolher ?? O foco deve ser o usuário do serviço. Conheço a Constituiçao náo só do Brasil, mas de outros países. A verdade náo agrada a vc J., mas o tempo é o Sr. da razáo. BAsta ver o seu comportamente que náo está nenhum pouco preocupado com o usuário do seu serviço e está deslumbrado com a DPE achando que a soluçao para o pobre é aumentar o salário dos Defensores (outra classe social)
31/07/2008 08:36analucia (Bacharel - Família)J., provavelmente deve ser Defensor Público e l...
J., provavelmente deve ser Defensor Público e lógico quer ter monopólio de pobre. Respeito seu desejo, embore discorde do mesmo. Portugal dominou o Brasil por séculos. Esse discurso de vocaçao humanista só engana quem náo sabe o desejo de monopólio de pobre e exclusáo de outros setores para atender aos carentes. A máscara está caindo, mas ainda vai um tempo. E a queda será livre ou por elevador. Nenhum país do mundo existe monopólio, e até agora a Defensoria náo informou dados como renda mensal de seus clientes, grau de estudo e profissáo, resultados obtidos. Prefere procurar mídia para atender a pessoas que andam de aviáo, médicos, dentistas, em questóes patrimoniais. Em Brasilia até pessoas que fazem cirurgia plástica estética estáo sendo atendidas juridicamente pela Defensoria. O Estado deve investir na Defensoria, mas deve haver descentralizaçao. E o cliente escolhe. Por que há medo de o cliente escolher ?? O foco deve ser o usuário do serviço. Conheço a Constituiçao náo só do Brasil, mas de outros países. A verdade náo agrada a vc J., mas o tempo é o Sr. da razáo.
30/07/2008 23:56Observador ()Cara sra. analucia Perdoe-me se não pela antip...
Cara sra. analucia Perdoe-me se não pela antipatia, mas faça um favor para os leitores deste espaço jornalistico: muda o discurso! A sra. diz a mesma coisa o tempo todo. Leia mais a Constituição Federal, a legislação e as decisões do STF referentes as Defensorias Públicas. Se informe mais sobre o perfil constitucional e a vocação humanista das atribuições das Defensorias. À evidência de que o "falar é prata e o ouvir (conhecer) é ouro", concluo porque a Sra. nada conhece da DPE, seus membros certamente dispensam suas infundadas considerações pessoais e seu julgamento despropositado.
30/07/2008 22:00analucia (Bacharel - Família)O momento é oportuno para discutir novos critér...
O momento é oportuno para discutir novos critérios para o convënio como exigir uma ficha de triagem em que o cliente assine informando dados sociais, além de prever uma diferença ao advogado que for vencedor da acáo. A questáo náo é apenas de valores, mas de paradigmas. A defensoria náo pode ter monopólio de verbas ou de pobre.

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