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Luto na magistratura

Desembargador do TRF-3 morre em acidente na Via Dutra

O desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, Jediael Galvão Miranda, morreu na noite de quinta-feira (24/7), em um acidente de carro na Via Dutra, que liga os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Ele tinha 45 anos e será velado e enterrado em São José dos Campos, onde morava com a família.

O carro em que Miranda viajava bateu em um caminhão que estava parado por problemas mecânicos no lado esquerdo da pista, no quilômetro 225 do sentido São Paulo-Rio da estrada. O trecho fica na altura da cidade de Guarulhos.

Em 2007, o desembargador lançou o livro Direito de Seguridade Social. A obra tratou didaticamente do Direito Previdenciário (financiamento e benefícios), assistência social e saúde, entre outros temas.

Revista Consultor Jurídico, 25 de julho de 2008, 10h34

Comentários de leitores

14 comentários

Este é um momento de reflexão e não de jurispru...

Dr. Marcelo Galvão SJCampos/SP - www.marcelogalvao.com.br (Advogado Sócio de Escritório)

Este é um momento de reflexão e não de jurisprudenciar sobre isto ou aquilo. Caro colega Jediael, esteja onde estiver, que Deus acompanhe sua alma e conforte os familiares, que aqui na terra ficaram inconformados com sua triste partida.

Resido em São José dos Campos e estou retornand...

VanderlanCarvalho (Advogado Autônomo - Civil)

Resido em São José dos Campos e estou retornando do sepultamento deste “justo juiz”, após um solene e edificante culto na Primeira Igreja Batista, onde os muitos presentes fomos premiados com quase uma dezena de comoventes testemunhos, inclusive da ilustre presidente do E. TRF3, Desª. Marli Ferreira e também do Des. Carlos Muta. Falar do bom juiz, do bom Cristão, do bom homem família Jediael é muito fácil, e o espelho da bondade, honradez e dignidade foi visto naquela espaçosa Igreja, pela quantidade e qualidade dos presentes, desde que seu corpo lá chegou, até o momento da retirada para o sepultamento. E sua tão precoce partida nos leva a tangenciar as raias da indignação, pela ausência de tão honrado ser humano e capacitado magistrado, vitimado por acidente rodoviário, que praticamente é recordista na matança no país. A lacuna deixada por julgador de tantos bons predicados, representará verdadeiro “abismo”, que tão cedo não será “aterrado”. Outro exemplo digno de reparo e perpetuar na lembrança dos muitos que tiveram a honra de compartilhar com momento de rara dor, foi a fé demonstrada pelos familiares, digna de registro. Oportuno para mim, que também tive o irmão caçula ceifado em trágico acidente na Via Dutra, bisar o tema que meus aqui antecessores relevaram a lembrança, de que a bem-vinda “lei seca” que muito já diminuiu iguais trágicos episódios, esteja sendo repelida por colegas do já saudoso Jediael, por isso, colho desta triste manifestação, a oportunidade de concitar os cidadãos de bem - operadores ou não do direito - para que nos unamos na defesa da permanência incólume desta lei “anti-etílica”, que entendo “já pegou”, e que tenha “vindo para ficar”. Que Deus console e conforte os familiares do eminente desembargador Jedial.

Sem dúvida o luto é geral. Apesar de não ter co...

Professor da Universidade Federal Fluminense (Professor Universitário - Internet e Tecnologia)

Sem dúvida o luto é geral. Apesar de não ter conhecido o Ilustre Juiz, pelas colocações, até o presente momento, tenho a certeza de sua conduta. E o alerta do nosso Promotor Artur deveria ser levada em consideração: trafega-se sem segurança. Ainda assim defendem a inconstitucionalidade da Lei Seca. E, mais, acabaram com nossos trens...

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