Sem acordo, OAB-SP cancela assistência judiciária

31/07/2008 10:02Ramos Jr. (Advogado Autônomo)Por várias vezes comentei neste mesmo espaço qu...
Por várias vezes comentei neste mesmo espaço que os maiorais da OAB/SP em época de eleição tinham como bandeira o Convênio da OAB c/ PGE tentavam convencer o eleitorado que lutavam por melhores honorários, pq advogados sobreviviam unicamente dos valores recebidos do Convênio. Ora, por ano, com a quantidade de advogados inscritos, milhares e milhares, cada um recebe menos que meio salário mínimo por mês. A coisa funciona mais ou menos como uma empresa que vende plano de saúde. Admite por semana 50 vendedores, que durante um mês conseguem vender apenas um plano, recebendo uma ninharia que mal dá p/ o café. Para a empresa é ótimo negócio, pq vendeu 50 planos. Não se iludam advogados; tenho visto cada coisa em torno desse assunto. Vejam. Num único processo foram nomeados cerca de 4 advogados do Convênio, pq não contestaram o feito por negação geral. Ai o Juiz na quinta nomeação inseriu no despacho que o advogado nomeado deveria contestar o feito p/ negação geral e nada mais. RsRsRsRsRs
31/07/2008 09:39Ramos Jr. (Advogado Autônomo)Acredito que não vai fazer falta alguma p/ advo...
Acredito que não vai fazer falta alguma p/ advogados inscritos no Convênio. Vejam, em um ano fui nomeado 3 vezes obtendo como ressarcimento a vultuosa importância de pouco menos de R$ 1.000,00 que dividos por 12 meses dá menos que R$ 100,00 por mês. Quem lucra é a OAB/SP com a pem propaganda que faz em torno do Convênio e o Estado que paga uma ninharia. Obs. Quem ganha um pouquinho a mais são aqueles advogados batalhadores que devoram processos para defender o réu no Tribunal do Juri. Coitados.
29/07/2008 10:13analucia (Bacharel - Família)Até agora ninguém preocupou-se em ouvir o usuár...
Até agora ninguém preocupou-se em ouvir o usuário do serviço. Náo há nenhum cadastro para comprovar estatisticamente a eficiëncia do atendimento. Nem mesmo informam a renda mensal dos clientes. Apenas dizem genericamente que é pobre. Em geral, o que se disputa é o monopólio de pobre. O Magistrato manifestou no sentido de estatizar o serviço, seguindo o modelo inconsciente brasileiro de que até as padarias tëm que ser estatizadas e a iniciativa privada é ruim. Em lugar de se preocuparem em dar autonomia aos carentes para escolherem o advogado de confiança, acabam por violarem a ampla defesa ao impor um advogado do Estado ou do Convënio e quererem autonomia financeira para os Defensores que integram uma elite. Isso é o mesmo que criar uma Delegacia de Ricos para "defender" os pobres. Se criar cargos de Defensores fosse a soluçao, o Rio de Janeiro deveria estar bem melhor do que Santa Catarina, mas náo está. Com esse modelo continuaráo sempre pobres e mantendo uma elite para dominá-los, mas com o argumento de protegë-los. O Brasil precisa adotar é o modelo europeu e norte-americano de assistëncia jurídica em que o cidadáo carente aprovado pela triagem recebe um documento do EStado e escolhe o advogado de sua confiança, o qual será devidamente remunerado. O caminho é a Descentralizaçao da assistëncia jurídica, cujo debate já iniciou em alguns setores.
14/07/2008 23:06Alochio (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)ROSE: 1. Eu não desrespeito em nada os advog...
ROSE: 1. Eu não desrespeito em nada os advogados e advogadas. Ocorre, tão somente que ADVOCACIA PÚBLICA é para quem se submeteu a CONCURSO. 2. Todo tipo de "terceirização", que em geral vem como as melhores "intenções" NÃO SERVE PARA RESOLVER O PROBLEMA ... só serve para sacrificar as prerrogativas dos Advogados Públicos de Carreira. 2.1. Sou PROCURADOR MUNICIPAL e sempre vem um gênio defender a "terceirização" de serviços jurídicos, antes de EQUIPAR dignamente as procuradorias. Estes "contratos" ou "convênios", em geral, FICAM MAIS CAROS do que ter servidores e orgãos bems estruturados. 3. Por isso, quem precisa ser HOMENAGEADO são os DEFENSORES E DEFENSORAS, em primeiro lugar. Depois que a Defensoria estiver estruturada, bem remunerada inclusive, falamos em CONVÊNIOS. Mas, com uma defensoria forte, tais convênios sequer seriam necessários. 4. Opa ... e aí chegamos à questão fundamental: o POVO estaria atendido!! 5. Volto à tônica da primeira mensagem: não podemos TOLERAR que a advocacia pública seja tida como um "apêndice temporário", que pode ser substituído por "terceirizações". 6. É uma questão de RESPEITO, em primeiro lugar, ao Primado da Constituição, que outorgou à DEFENSORIA as funções hoje assumidas por advogados(as) conveniados(as), por mais merecedores de respeito que eles(as) sejam.
14/07/2008 11:42Roselane (Advogado Autônomo - Família)Dr Alochio, infelizmente muitos defensores pe...
Dr Alochio, infelizmente muitos defensores pensam que não são advogados, inclusive, nos tratam como adversários. Quanto a assistência é de suma importância e necessária a presença do advogado conveniado, que até então sequer era valorizado. Somente para frisar , o advogado conveniado arca com aluguel, telefone, materiais de escritório, OAB, AASP, luz, água, condomínio, gasolina etc, ajuiza a ação, demora até quatro anos para receber os honorários. PAra mim, esses ADVOGADOS e ADVOGADAS são heróis e heroínas e merecedores do mais digno respeito. Roselane
13/07/2008 20:10Fernanda (Estudante de Direito)Sr. Alochio O senhor esta correto em tudo, inc...
Sr. Alochio O senhor esta correto em tudo, inclusive quanto ao trato dado ao advogado público. Porém sabemos que resultado do pedido de aumento é mais imediato do que a melhora da defensoria. A melhora da defensoria anda a passos lentos, infelizmente.
13/07/2008 19:18Alochio (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)FERNANDA: Concordamos todos que a corda vai ...
FERNANDA: Concordamos todos que a corda vai arrebentar do lado mais fraco. Para evitar isso, a OAB poderia REVINDICAR ... mas não AUMENTO DO CONVÊNIO mas ... o correto: MELHORIAS NA DEFENSORIA PÚBLICA, sua ampliação a todas as Comarcas, aumento do número de defensores, melhores condições de trabalho, etc... . Afinal, NÃO PODEMOS ESQUECER, o ADVOGADO PÚBLICO (onde está classificado o DEFENSOR) também é filiado à OAB!! E por ela deve ser PROTEGIDO EM SUAS PRERROGATIVAS. Mas ... o advogado público tem sido retumbantemente preterido, esquecido, e quase tratado como um advogado de segunda categoria.
13/07/2008 19:06Fernanda (Estudante de Direito)A corda vai arrebentar mais uma vez do lado mai...
A corda vai arrebentar mais uma vez do lado mais fraco... Não me oponho ao pedido de aumento, que aliás, considero justo, mas o Sr. Presidente da OAB-SP deveria fazer sua reivindicação sem prejudicar os que necessitam dos serviços prestados pela assistência. E a garantia dada pela Constituição, onde fica senhores?
13/07/2008 10:31Alochio (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)ESTA MATÉRIA É APENAS O REFLEXO DO DESCASO HIST...
ESTA MATÉRIA É APENAS O REFLEXO DO DESCASO HISTÓRICO DA OAB PARA COM A ADVOCACIA PÚBLICA. 1. Ao invés de falar em CONVÊNIIO (não agora, mas desde sempre), por que a OAB não buscou mobilizar o ESTADO para a implantação (há mais tempo) da DEFENSORIA? Por que, ao invés de CONVÊNIO não luta pelo aumento de números de defensores? Por melhor remuneração aos defensores, e por melhores condições de trabalho? 2. Se a OAB-SP já praticou estas outras lutas, peço desde já desculpas. Porém, onde há tais CONVÊNIOS ou coisas semelhantes, o que vemos é a DEFESA DOS CONVÊNIOS para que advogados privados façam uma verdadeira "terceirização" da função da DEFENSORIA. Função esta que, a meu sentir, DEVERIA CONTAR COM IRRESTRITA LUTA da OAB em seu favor, antes de se falar em convenios e outros instrumentos. 3. O problema é que a ADVOCACIA PÚBLICA como um todo parece ser vista como um MAL TEMPORÁRIO, uma PRAGA MOMENTÃNEA. Pasmem os senhores que até 2007 a OAB tratava a COMISSÃO DE ADVOCACIA PÚBLICA com uma comissão "temporária" ... sequer era permanente!! 4. Esse debate é bom. QUE A OAB, NO TRATO DE QUESTÕES DA ADVOCACIA PÚBLICA, PARTA EM DEFESA DOS ADVOGADOS PÚBLICOS pois, estes sim, corporificam a VONTADE CONSTITUCIONAL para a defesa de certos interesses.
13/07/2008 06:36Edna (Advogado Sócio de Escritório)SE o D'Urso não aprovar esse convênio, ele pode...
SE o D'Urso não aprovar esse convênio, ele pode se retirar para o pólo sul porque aqui.....
13/07/2008 02:15Juliano Modesto de Araujo (Advogado Autônomo)Em suma, era o que tínhamos, neste momento, a c...
Em suma, era o que tínhamos, neste momento, a considerar, colocando-nos a inteira disposição de sua excelência para contribuirmos no que for preciso e possível na formatação de projetos, na área de Terceiro Setor, para solução do inconveniente apresentado. Destacando ainda que, doravante, perante a douta comissão, sustentaremos, em nosso voto e smj, fazer tabula rasa às orientações do senhor Presidente da Seccional e, em caso de refratariedade dos conveniados, oficiar ao Ministério Público do Estado de São Paulo para que apure as condutas lesivas ao patrimônio público e aos direitos difusos ou coletivos, tidos por violados por aqueles que assim se enveredarem em tão árida seara. Cordialmente, Juliano Modesto de Araujo – OAB/SP 178.709. – Especialista em Direito Processual Civil – Pós Graduado pela UNITAU – Universidade de Taubaté – com Curso de Extensão em Terceiro Setor pela Escola Superior da Advocacia – OAB/SP - 12 36453869 - 91670600
13/07/2008 02:14Juliano Modesto de Araujo (Advogado Autônomo)constante em nossos Tribunais. Desta forma, alé...
constante em nossos Tribunais. Desta forma, além de economia, acreditamos que o princípio da eficiência restaria assegurado, posto que, da prática, antevê-se que muitas ações, como, a princípio, nos parecem desnecessárias, não abarrotariam os escaninhos das serventias judiciais. E isto a uma só razão, a receita seria diluída não mais em parcos honorários, mas sobretudo em sua estrutura profissional, do que, felizmente, apenas alguns poucos até hoje não se aperceberam pela escassez de recursos, já que dinheiro público é dinheiro do povo. Neste caso, é o cuidado com o dinheiro público que impera. É a nobreza da ação. O objetivo alcançado. Excelência no tratamento, qualidade do serviço a baixo custo e sem tornar um verdadeiro cabide de empregos, sem jamais olvidarmos, tivessem 190 vagas para concurso, sem demérito algum, sobrariam vagas pelo baixo índice de aprovação.
13/07/2008 02:13Juliano Modesto de Araujo (Advogado Autônomo)quem colhe o ônus há de suportar o ônus. E na a...
quem colhe o ônus há de suportar o ônus. E na advocacia não poderia ser diferente. Contudo, a única solução que nos parece próxima, e isto já divisávamos em curso recente ministrado por professores habilitados pela ESA, sob a temática Terceiro Setor, seria celebrar termos de parceria entre a Defensoria Pública do Estado, autorizados por lei, com associações qualificadas como OSCIP em substituição ao arcaico, considerando que a OAB, reiteradas vezes, deu prova de ser, o sistema empregado; ao menos nas cidades que se afastam do vasto contorno da capital do Estado de São Paulo, onde a defensoria não esteja presente. Para tanto, basta notarmos, por exemplo, que, em Pindamonhangaba, somos 190 conveniados para um rol de cerca de 450 advogados inscritos na subsecção. Orçado, em média, R$ 500,00/mês, para cada um desses advogados, quase a metade dos inscritos, tem-se cerca de R$ 95.000,00 mês com gastos com uma assistência que viciou o velho sistema, fazendo com que os advogados acabassem pichados por serem chamados “advogados da OAB”. E quem não queria fosse ele um particular? Por estas razões, temos de concordar plenamente com a interrupção do contrato firmado, sem deixarmos de fazer coro com as vozes que se levantam nesse discurso. No entanto, não da forma em que vazada a atual proposição. Mais é possível ser feito. É preciso mudar. Mudar a mentalidade dos conveniados. Tratar os desiguais na medida de suas desigualdades. Isto significa dizermos, tratar o hipossuficiente como hipossuficiente que é, não esperando dele o mesmo discernimento que possuem os clientes de condições mais abastadas. Gastar em tempo. Em dinheiro. Redigir verdadeiras peças de combate e de defesa, não mera repetição de peças já apresentadas, com o famoso recurso do ctrl c ctrl v,
13/07/2008 02:11Juliano Modesto de Araujo (Advogado Autônomo)sociais que somos, não em nome dessa covardia, ...
sociais que somos, não em nome dessa covardia, sem igual, e jamais imaginável partida de quem se dispôs a fazê-lo. O advogado é indispensável à administração da justiça, já dizia a constituição pátria. Mas, previu-se, igualmente, que aos necessitados dar-se-ia assistência judiciária gratuita, nela compreendida, por óbvio, a assistência judiciária em sua plenitude para o exercício da defesa dos necessitados. Sabedores das dificuldades enfrentadas pela gestão do erário, não se preocuparam os administradores em fechar suas torneiras, na medida em que a vazão dos recursos públicos muitas vezes é maior que o abastecimento deles próprios. Assim, percebe-se a bancarrota do Estado em detrimento de um sem número de jurisdicionados o que, em certa medida, vem resvalar na míope, por que não dizer, esdrúxula, proposição do nosso também eminente presidente, a quem muito admiramos, pela sua devotada atuação em prol do social. Contudo, não é social que assim se realiza, senhor Presidente, e o senhor o sabe muito bem. O serviço público jamais poderá sofrer solução de continuidade. Regramentos existem a serem aplicados, por analogia, ao direito de greve. O cidadão, seja ele pobre, rico, deficitário ou abastado em sua condição econômico-financeiro, não pode ficar a mercê da sorte, ou de devaneios indisculpáveis sob pena de vivenciar o império da sorte – ou agora, diante das situações fáticas e jurídicas subjacentes, da própria morte. Aí, sim, agora falamos também em nome do pobre advogado, porquanto iniciado o círculo vicioso. Em que nada se renova, mas deixa a míngua aqueles cuja atuação se restringe exclusivamente ao nascedouro deste litígio, os famigerados honorários que, sendo bom ou ruim, ninguém se arrefece em desprezá-lo. Porque, diria mais, na vida da gente,
13/07/2008 02:07Juliano Modesto de Araujo (Advogado Autônomo)Excelentíssima Senhora Dra Cristina Guelfi Gonç...
Excelentíssima Senhora Dra Cristina Guelfi Gonçalves Eminente Defensora Pública Geral do Estado de São Paulo. É com profundo pesar que externamos publicamente nosso descontentamento, verdadeiro misto de indignação e surpresa, diante do golpe perpetrado, antes de ontem, dia 13 de julho, véspera de final de semana, pela seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil. Lembrava-nos, na ocasião, do confisco realizado no governo Collor, quando sorrateiramente saldos de caderneta de poupanças de milhares de brasileiros, simplesmente, foram apropriados ao calar da noite. Dizia-se que alguns beneficiários da medida foram informados a tempo para sacar ditas importâncias. Aos outros, apenas o descortino da sorte. Neste caso, nem isso seria possível e também nem esperávamos que fosse. Ao menos, gostaríamos de tomar partido em qualquer discussão que envolvesse uma classe da qual somos parte. Dizemos isto, com segurança, pois membro ativo da comissão de assistência judiciária da subsecção de Pindamonhangaba, da qual não falamos em seu nome, pudemos perceber ao longo deste último tempo, de lembrança nada remota, que avulta, em muito, número significativo de inscritos que só servem para engrossar as fileiras dos beneficiários, não da assistência, como cediço, mas dos recursos que lhes são direcionados ao final de cada mês. Na verdade, com o perdão dos ausentes, a “assistência” virou um bom negócio para aqueles que nela se enveredaram. O que, a princípio, não deveria sê-lo, ao menos para os advogados, quando sua tônica tem mote relacionado à defesa do necessitado, não do advogado que se diz, dela, necessitado. O que nos permite reportar a sua excelência apenas, e tão somente, como defensor das caus
12/07/2008 13:50Émerson Fernandes (Advogado Autônomo - Civil)Infelizmente a assistência judiciária no país é...
Infelizmente a assistência judiciária no país é tratada como algo de nenhuma importância, razão pela qual o pobre não pode receber do Estado a prestação jurisdicional para a pacificação da sociedade. Espero que a OAB/SP obtenha o aumento necessário para a manutenção da dignidade da categoria, ou, que os Administradores públicos garantam a realização de concursos e investimentos em estrutura material para que possa ser oferecido um serviço jurídico de qualidade ao necessitado. Não bastam magistrados e promotores bem remunerados se não existem advogados desempenhando bem suas funções. Como já foi dito anteriormente: vira tudo uma fantasia...
12/07/2008 12:16Cícero José da Silva (Advogado Autônomo - Criminal)Faço parte do convenio desde os tempos em que o...
Faço parte do convenio desde os tempos em que o mesmo era entre a OABSP/PGE, somente perante o Tribunal do Júri, porque tenho paixão pela defesa em plenário. Ao longo destes anos em incontáveis oportunidades fui nomeado diretamente pelos Juízes, não apenas para o plenário, mas até mesmo para fazer sustentações orais perante o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Da mesma forma sem receber um centavo por isso, impetrei e continuo impetrando incontáveis habeas corpus, no TJ, STJ e STF, pagando com meus recursos, o papel, o toner da impressora, o transporte, estacionamento e o SEDEX 10, além é claro de atender a todos os necessitados no meu escritório, onde sem exceção são muito bem recebidos, da mesma forma que os clientes que me contratam, sem contar os inúmeros telefonemas a cobrar, pois o necessitado nem ao menos possui condições de efetuar uma ligação telefônica. Entendo que realmente há necessidade de um reajuste nos valores que são pagos, além de se melhorar a forma de pagamento, pois hoje se uma virgula está fora de lugar meses após a certidão é devolvida sem o pagamento. Por outro lado, observo em algumas Varas Criminais um clima hostil, que beira a arrogância e a prepotência por parte de alguns defensores públicos, que esquecem que também são Advogados inscritos na OAB, e sujeitos as mesmas regras por conta da Lei. 8.906/94, e que por isso deveriam ser mais humildes e tratar os Advogados com respeito. No tocante a interrupção dos serviços, por parte dos Advogados conveniados, entendo que não é o caminho, pois acima de tudo está a população carente do Estado de São Paulo, que não deve ser mais humilhada do que está sendo.
12/07/2008 12:14Cícero José da Silva (Advogado Autônomo - Criminal)Faço parte do convenio desde os tempos em que o...
Faço parte do convenio desde os tempos em que o mesmo era entre a OABSP/PGE, somente perante o Tribunal do Júri, porque tenho paixão pela defesa em plenário. Ao longo destes anos em incontáveis oportunidades fui nomeado diretamente pelos Juízes, não apenas para o plenário, mas até mesmo para fazer sustentações orais perante o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Da mesma forma sem receber um centavo por isso, impetrei e continuo impetrando incontáveis habeas corpus, no TJ, STJ e STF, pagando com meus recursos, o papel, o toner da impressora, o transporte, estacionamento e o SEDEX 10, além é claro de atender a todos os necessitados no meu escritório, onde sem exceção são muito bem recebidos, da mesma foram que os clientes que me contratam, sem contar os inúmeros telefonemas a cobrar, pois o necessitado nem ao menos possui condições de efetuar uma ligação telefônica. Entendo que realmente há necessidade de um reajuste nos valores que são pagos, além de se melhorar a forma de pagamento, pois hoje se uma virgula está fora de lugar meses após a certidão é devolvida sem o pagamento. Por outro lado, observo em algumas Varas Criminais um clima hostil, que beira a arrogância e a prepotência por parte de alguns defensores públicos, que esquecem que também são Advogados inscritos na OAB, e sujeitos as mesmas regras por conta da Lei. 8.906/94, e que por isso deveriam ser mais humildes e tratar os Advogados com respeito. No tocante a interrupção dos serviços, por parte dos Advogados conveniados, entendo que não é o caminho, pois acima de tudo está a população carente do Estado de São Paulo, que não deve ser mais humilhada do que está sendo.
12/07/2008 12:07Cícero José da Silva (Advogado Autônomo - Criminal)Faço parte do convenio desde os tempos em que o...
Faço parte do convenio desde os tempos em que o mesmo era entre a OABSP/PGE, somente perante o Tribunal do Júri, porque tenho paixão pela defesa em plenário. Ao longo destes anos em incontáveis oportunidades fui nomeado diretamente pelos Juízes, não apenas para o plenário, mas até mesmo para fazer sustentações orais perante o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Da mesma forma sem receber um centavo por isso impetrei e continuo impetrando incontáveis habeas corpus, no TJ, STJ e STF, pagando com meus recursos, o papel, o toner da impressora, o transporte, estacionamento e o SEDEX 10. Entendo que realmente há necessidade de um reajuste nos valores que são pagos, além de se melhorar a forma de pagamento, pois hoje se uma virgula está fora de lugar meses após a certidão é devolvida sem o pagamento. Por outro lado, observo em algumas Varas Criminais um clima hostil, que beira a arrogância e a prepotência por parte de alguns defensores públicos, que esquecem que também são Advogados inscritos na OAB, e sujeitos as mesmas regras por conta da Lei. 8.906/94, e que por isso deveriam ser mais humildes e tratar os Advogados com respeito. No tocante a interrupção dos serviços, por parte dos Advogados conveniados, entendo que não é o caminho, pois acima de tudo está a população carente do Estado de São Paulo, que não deve ser mais humilhada do que está sendo.
12/07/2008 11:46Carlos (Advogado Sócio de Escritório)Caro J... Pelo visto o senhor não é da áre...
Caro J... Pelo visto o senhor não é da área jurídica. Não sabe o que é precisar de um atendimento gratuito e não ter. Na verdade, NÃO TEM NEM BOM NEM RUIM. O Estado de SP anda SEMPRE na rabeira dos outros Estados. Salvo engano foi o ÚLTIMO Estado a ter Defensoria Pública. Como disse o Dr. D'Urso, do jeito que está HOJE a Defensoria Pública de SP, só ela (sem o auxílio dos advogados) não dará conta em hipótese alguma. Então esta histórioa que o senhor disse: "Sem a OAB, estaremos diante dos efeitos princípio da "reserva do possível" e aguardando a estruturação da Defensoria Paulista.ponto. Abs a todos e a todas." é bom para quem não precisa de uma defesa perante o Poder Judiciário. Eu particularmente acho que nem como a OAB o serviço é de qualidade. NÃO É. Mas é melhor do que o nada. É, pq 400 Defensores não darão conta de tanto trabalho. IMPOSSÍVEL. Disse péssima qualidade pq acontece assim (exemplo). O sujeito entra com uma ação no cível ou é denunciado do criminal. EM REGRA, fica de plantão nos fóruns de SP, um advogado que faça parte deste convênio. Quando o juiz percebe que o cidadão, no crime ou no cível, NÃO TEM ADVOGADO/DEFENSOR. Nomeia o que está alí, na sala ao lado. Então o advogado é nomeado e chamado para participar da audiência. ELE, O ADVOGADO NUNCA VIU A CARA DO AUTOR (CÍVEL), RÉU (CRIMINAL). Também não teve acesso PRÉVIO aos autos para fazer uma boa defesa. ENFIM UMA BAGUNÇA E UM FAZ DE CONTAS. Essa é a verdade. Ampla defesa técnica DE QUALIDADE, só no papel. Mas com o fim desse convênio, o CAOS, QUE JÁ É GRANDE, VAI SER IMENSO. E a população é que vai sofrer com isso. Os defensores? Eles vão muito bem. rs FERNANDO LIMA, O senhor fala sem base nenhuma Carlos Rodrigues berodriguess@yahoo.com.br

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