Prisões pela PF reabrem a discussão sobre a execração

17/07/2008 21:17Roger (Bacharel)SOU A FAVOR DA EXECRAÇÃO PÚBLICA. AFINAL, O EST...
SOU A FAVOR DA EXECRAÇÃO PÚBLICA. AFINAL, O ESTADO É RICO E PODE PAGAR POLPUDAS INDENIZAÇÕES NOS DANOS MORAIS.
15/07/2008 03:21Neyrton (Funcionário público)É no mínimo engraçado, quando as algemas são us...
É no mínimo engraçado, quando as algemas são usadas em pessoas ditas "importantes" pelo fato de serem abastardas. Surgem vários defensores dizendo "que o uso de algemas é indevido!" "Abusivo!" "Humilhante!" E etc. Deve-se fazer uso de algemas sim! Pois algemas não foram feitas só para pobre não! Toda pessoa presa tem que ser conduzida a delegacia com a algema. Neste caso do Daniel Dantas, deveriam terem usado até algema para os pés. Algema para todo mundo! Rico, pobre, branco ou negro!
11/07/2008 18:54Comentarista (Outros)É impressionante constatar, mas basta a PF come...
É impressionante constatar, mas basta a PF começar a prender figurões outrora "intocáveis" e que aparece um monte de gente acusando o Estado de ser "policial", truculento, ditatorial, blá, blá, blá... Mas não adianta lamentarem o fim da era da impunidade, que assolou esse país por centenas de anos e teve um de seus mais gloriosos momentos durante o (des)governo do falastrão FFHH. A era da impunidade acabou, queiram alguns ou não... E o povo, ao dar aprovação recorde ao lulinha, parece ter gostado da idéia. Portanto, que chorem as viuvinhas da impunidade, pois isso não vai passar de diversão para quem trabalha e quer um país diferente do que foi até poucos anos atrás.
11/07/2008 17:49Paulo Francis (Advogado Autônomo - Civil)Meu Caro Presidente, O espírito repubicano n...
Meu Caro Presidente, O espírito repubicano não baixou no Brasil. De há muito não sabemos conviver com as instituições republicanas. Estamos podres. Palavras duras para expressar meu sentimento. E a geração de 68, na qual me incluo, não conseguir fazer deste país um país sério. Enquanto assim for, vale mais quem tiver poder. Nós advogados temos de fazer como as mães.Padecer, padecer....vez que quase ninguém mais nos respeita. Porque? Espero que o amanhã possa nos surpreender. Boa sorte Brasil
11/07/2008 16:50Radar (Bacharel)Também acho que é oportunismo e diversionsimo e...
Também acho que é oportunismo e diversionsimo explorar, à exaustão, o argumento do uso imoderado de algemas, se todos se calam quando o alvo é um pacífico subtraidor de galináceas. Este, muita vez, é apresentado já sem camisa, descalço e, não raro, com hematomas nos olhos (que talvez surjam naturalmente, por disposição genética do infeliz). Se surgir nova regulamentação restritiva das "pulseiras", nesse momento, certamente será apelidada de "Lei Daniel Dantas", e o Brasil será novamente alvo de chacota mundial.
11/07/2008 16:46Armando do Prado (Professor)Mero expediente de desviar o foco da discussão,...
Mero expediente de desviar o foco da discussão, do substantivo, do conteúdo, para a mera adjetivação. Gatuno, de qualquer coloração, merece cadeia. Simples assim.
11/07/2008 16:06Paulo (Servidor)Que estado democrático sem isonomia é este? Até...
Que estado democrático sem isonomia é este? Até nos EUA se ve prisões com algemas de fraudadores etc. Lembram o caso da Enron, entre outros.
11/07/2008 15:53Paulo (Servidor)Apontem uma investigação que ocorreu execração ...
Apontem uma investigação que ocorreu execração pública sem haver indícios fortes de relação promíscua ou sem embasamento penal. É claro que o discurso é válido, só que até agora não se viu abuso de fato, apenas mostrou que deveria ser mostrado. Vivemos uma época de transição entre o excesso de corrupção e sua tolerância para um futuro em que as pessoas, espero eu, que pensem duas vezes antes de roubar dinheiro público. Uma nova era em que se tira o sono não só do pobre que tem sua casa invadida de madrugada, mas também do rico, Porque não?!
11/07/2008 15:33Mauricio_ (Outros)Vitor M., Não discordo também de sua opinião...
Vitor M., Não discordo também de sua opinião. Só discordo do momento para essa discussão. Discutir agora sobre o simples uso de um par de algemas é, na minha opinião, desviar o foco do principal, que são os crimes que estão sendo combatidos pela PF, para discutir o acessório.
11/07/2008 15:29Mauricio_ (Outros)olhovivo, Os delegados de polícia (estaduais...
olhovivo, Os delegados de polícia (estaduais e federais) são operadores do Direito que possuem complexas responsabilidades. Diariamente, são cobrados por por tudo e por todos. Mas, em comparação com as demais carreiras jurídicas, são os que possuem as menores garantias funcionais. Trabalham vinculados a uma hierarquia funcional totalmente incompatível com a função de presidentes da primeira fase da persecução penal. Enquanto até mesmo defensores públicos, que não investigam ninguém, nem contrariam interesses de poderosos, possuem inamovibilidade e autonomia funcional, os delegados de polícia, que sustentam toda a investigação criminal do país, não gozam de nenhuma garantia funcional para desempenhar em sua plenitude as funções de polícia judiciária. Todavia, basta falar em garantias para os delegados, para que vozes se levantem a condenar isso ou aquilo, a dizer que querem ser "delegados-juízes", como se existissem "promotores-juízes" ou "defensores-juízes" pelo simples fato de possuírem as mínimas garantias para trabalhar. Então, a sociedade tem a polícia judiciária que quer ter, com limitações. Se a sociedade fornece instrumentos para que o delegado trabalhe com independência e ele não o faz, é uma coisa. Mas, se essa mesma sociedade não fornece aos delegados instrumentos que garantam sua independência, não pode depois cobrá-los por conta disso. Não sou delegado federal e não conheço os meandros dessa função, nem sei se essa é a causa que reflete seus questionamentos, mas acredito que a discussão sobre a questão que você propôs deve começar por aí e não com cobranças às autoridades policiais federais, que, pelas garantias que possuem (ou melhor, que não possuem), fazem até demais.
11/07/2008 14:53Vitor M. (Advogado Associado a Escritório)Prezado Dr. Delpol, não venho discordar de seu ...
Prezado Dr. Delpol, não venho discordar de seu cometário, mas talvez o Sr. não tenha dado a interpretação que eu efetuei sobre o artigo do renomado advogado. Veja bem, por motivos de segurança para todos, o uso da algema deve ser feito, mas o que se condena é a exploração pública disso e de vários outros fatores ligados às ações da polícia. Não posso concordar que um ou outro repórter misteriosamente apereça para acompanhar as ações da polícia e, pior, muitas vezes se utilizando de disfarces e do maquinário público para trazer audiência para sua emissora de TV. Um outro ponto importante foi o tocado pelo colega olhovivo. Porque a desigualdade no tratamento? Porque vemos apenas os empresários e nunca a classe política usando algemas? Outro ponto: A violação do segredo de justiça (conforme se fez reiterada e escancaradamente no caso dos Nardoni, p.ex.) é injustificável. Como pode o Jornal Nacional veicular cópias do IP, como depoimentos, laudos e etc? Outra preocupação: Vejo uma tendência radical, feroz até, de atribuir aos opositores desse abuso a denominação de "comprometidos", "defensores de bandidos" e etc. e tal, quando, na verdade, não é o caso. Nunca tive relação com nenhum dos acusados do tão comentado caso e nem por isso posso concordo com o que se faz. Nãos e pode confundir discussões jurídicas com opiniões comprometidas. Por último, acho que os direitos fundamentais devem ser observados. A negativa descarada e injustificada de acesso dos advogados dos acusados aos autos do Inquérito Policial, por exemplo, não pode ser encarada com normalidade, pelo contrário, atribui um cunho abusivo a uma operação que, em sua gênese, seria resultado de um trabalho exemplar. Apoio o trabalho policial, mas que seja feito de forma igualitária e sem sho.
11/07/2008 14:42olhovivo (Outros)Tudo bem Delpol, mas quando é que os caras dos ...
Tudo bem Delpol, mas quando é que os caras dos cuecões sujos vão receber tratamento igual (algemas e holofotes)? O risco é voar dejetos para todo lado?
11/07/2008 14:30Ampueiro Potiguar (Advogado Sócio de Escritório)Execração pública e fortalecimento do Estado De...
Execração pública e fortalecimento do Estado Democrático de Direito. Ótimo. Desde que a maioria do povo brasileiro não continue vítima dos escrachadores do dinheiro público.A execração desaparecerá, pois não?
11/07/2008 13:38Mauricio_ (Outros)O Dr. Luiz Flávio Borges D´Urso é um dos advoga...
O Dr. Luiz Flávio Borges D´Urso é um dos advogados mais respeitados e preparados na atualidade. Aliás, um dos grandes defensores das prerrogativas dos delegados de polícia, a quem tenho profundo respeito. Só entendo que essa discussão não é oportuna. Não devemos desviar o foco da atuação da Polícia Judiciária Federal, que é o combate hercúleo que vem realizando contra a corrupção e contra os crimes do colarinho branco. O uso de algemas não deve ser confundido com emprego da força, pois se trata de mero instrumento de restrição da liberdade daquele que está submetido a uma prisão. Se a Polícia não pode usar algemas em indivíduos presos, por não representarem, em tese, perigo em potencial, não deveria também custodiá-los em celas, com grades de metal, mas em salas com portas e janelas abertas, já que dali não irão fugir. A prisão é um dos momentos de maior stress que um indivíduo pode passar. Nenhum delegado, nem agente, poderá antever as reações de um indivíduo submetido à prisão, que pode variar da passividade a atos extremos de desvario. Em qualquer país civilizado do mundo, o uso de algemas constitui decorrência lógica de uma ordem de prisão, disso não escapando pobres ou ricos. Só no Brasil que o foco das discussões de grandes criminosos do colarinho branco se desviam do principal, que são as infrações penais por eles cometidas, para o mero uso algemas pela Polícia.
11/07/2008 13:04jose brasileiro (Outros)Imprensa livre e o oxigenio da democracia
Imprensa livre e o oxigenio da democracia

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