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Conciliação abalada

Audiência no TST não consegue dar fim à greve dos Correios

Não houve progressos consideráveis na audiência de conciliação proposta pelo Tribunal Superior do Trabalho para negociar o fim da greve dos Correios. Na reunião desta segunda-feira (7/7), o presidente do TST, ministro Rider Nogueira de Brito, propôs que a paralisação fosse encerrada até o final deste mês. Mas os representantes dos trabalhadores dos Correios e dirigentes da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos não chegaram a um acordo.

A audiência foi interrompida para que os representantes dos servidores dos Correios decidam se vão aceitar a proposta. A resposta virá em nova audiência marcada para o dia 15 de julho. A greve dos Correios começou no dia 1º de junho.


Revista Consultor Jurídico, 7 de julho de 2008, 15h51

Comentários de leitores

1 comentário

Insensata e irresponsável e desrespeitosa: Assi...

Chiquinho (Estudante de Direito)

Insensata e irresponsável e desrespeitosa: Assim é que deve se definir a greve dos "Correios", esse tiranossauro rex, criado através de Decreto à época da ditadura. As mais de 100 milhões de cartas e pacotes de empresas encalhados nos corredores desse fósseo fétrico, só vem reforçar uma assertiva: Se o presidente Lula quer mesmo passar para a história como um estadista, pensando o Brasil futuro, tem de privatizar esse verme chamado "Correios" e outros genêricos, tais como o "Banco do Brasil", "Caixa Econômica Federal", "Petrobras", e outros estupradores do progresso hodierno. É ilusória a idéia imprícita na mente dos saudosistas de que esses cancros servem à sociedade produtiva brasileira. Na verdade, seus verdadeiros donos são seus "funcionários", que impedem, de forma ditatorial, suas pretensões contemporâneas: liberdade e competição sadias com aqueles que prestam os melhores serviços à população. Por que é que os "Correios" não fazem uma greve moralizadora em todo o Brasil para proibir a permanência daqueles "servidores" antigos que se aposentam e ainda ficam "trabalhando" nos mesmos setores, com as mesmas regalias e vícios setoriais, impedindo, assim, que os "Correio" abram concurso para o preenchimento dessas vagas ocupadas por "funcionários" viciosos e caquéticos? Chegou a hora de o Ministério Público Federal e o Ministério Público do Trabalho fazerem uma assépcia nesse "caixa-preta" protegido a sete chave pelo "Sindicanto! Ou eu tô errado?! Cícero Tavares de Melo (chiquinhoolem@yahoo.com.br).

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