Aluno brasileiro é muito avaliado e pouco preparado

7/07/2008 16:36SCARPITTI (Bacharel)A questão não do aluno ter desinteresse ou da e...
A questão não do aluno ter desinteresse ou da escola que não é bem preparada para receber o aluno. O problema reside no subjetivismo do Poder Soberano (Governo) que tolda o ensino de seus representados, malbaratando-o. Enquanto for adotada a forma hitleriana de se queimar livros em praças públicas, por outras palavras, resuzir o ensino a 0, a fim facilitar o poderio dos governantes, outro não será caminho senão o do fim do ensino.
28/01/2008 17:57Mauro (Professor)Achei este texto muito fraco e superficial. A t...
Achei este texto muito fraco e superficial. A temática do autor é relevante para a educação, pois é notório o descompasso entre o preparo e as avaliações que os estudantes brasileiros recebem. Mas, deveria, na minha opinião, ter se aprofundado bem mais. É o típico texto cuja chamada é atraente, mas o conteúdo uma droga. Coisas da nossa imprensa.
28/01/2008 13:08Ramiro. (Advogado Autônomo)Há muitos mitos nesta questão de educação, prin...
Há muitos mitos nesta questão de educação, principalmente universitária. 1º Mito - A única diferença entre universidade privada e pública é que uma é paga e outra é gratuita. A verdade é que há universidades onde se faz pesquisa, as públicas, não todas, e as principais PUCs, algumas operando no vermelho por gastarem com pesquisa, e universidades que arrecadam e não fazem pesquisa séria nenhuma, no que pesquisa é medida não por publicações locais, mas por presença em publicações internacionais indexadas, encontradas em mecanismos de busca de periódicos internacionais, ou no sistema qualis, A, da CAPES. O segundo mito - o sistema de quotas pode diminuir a desigualdade. Só vai gerar ódios e rancores ampliados. Principalmente em cursos como medicina e engenharia. Temos exemplos no Rio de dois colégios que dão certo e são públicos, o Colégio de Aplicação da UFRJ e o da UERJ. No entanto, como bem dizia Tom Jobim, no Brasil sucesso é ofensa pessoal, e modelos que dão certo são alvo de propostas de demolição. Vamos pegar universidades que dão certo, Harvard, 70% de bolsistas, Yale, mais ou menos mesmo percentual, Caltech, MIT. Lá o talento é premiado, no Brasil é punido. E outro rombo do sistema é exigir licenciatura para lecionar no segundo grau, quando há contigente de mestres e doutores desempregados que não podem lecionar no segundo grau e universidade privada não se interessa por cursos caros de manter como física, química, geologia, alguns como biomedicina e fisioterapia cobram caro para esquema "cuspe e giz". Infelizmente grande parte das Federais adentra pelo mesmo caminho. E aa USP, a que mais produz ciência séria neste país, é tratada como "reduto da elite econômica". Quem pode vai querer aprender com quem pesquisa e publica.
28/01/2008 00:07Armando do Prado (Professor)O "x" da questão está nas causas que se evitam....
O "x" da questão está nas causas que se evitam. Desinteresse do aluno, interesse da escola em ganhar muito (no caso das privadas, que são maioria) e professores que fingem que educam, por falta de vontade ou por falta de condições (maioria). É o "pacto de mediocridade".

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