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27 janeiro 2008

Voz feminina

Ministra do STM fala de Forças Armadas no Contraponto

A ministra Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha, primeira mulher a ocupar uma cadeira no Superior Tribunal Militar, é a entrevistada do programa Contraponto desta semana. Durante a entrevista, fala sobre corrupção, divórcio, aborto, bandeiras cívicas e direitos humanos.

Sem utilizar “meias-palavras”, a ministra também opina sobre temas polêmicos como Forças Armadas e votos secretos, sem esquecer de considerar o real papel da mulher no século 21.

O Contraponto irá ao nos seguintes horários: segunda-feira (28/1), às 20h na TV Justiça; terça-feira (29/1), às 9h na TV Justiça, quinta-feira (31/1), às 22h30 na TV Aberta de São Paulo e sábado (2/1), às 12h30 na TV Justiça. O Contraponto é um programa institucional do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

Revista Consultor Jurídico, 27 de janeiro de 2008

Comentários

Comentários de leitores: 3 comentários

27/01/2008 14:21 A.G. Moreira (Consultor)
Com a ascensão dos "esquerdistas moderados e ra...
Com a ascensão dos "esquerdistas moderados e radicais" ao governo, as Instituições Militares foram destruidas, desmoralizadas e ridicularizadas" ! ! ! O que o Ministro disse, se fosse pronunciado por um Militar, seria "digno" de PUINIÇÃO , exemplar, com perda de patente ! ! ! Porque será que a "imprensa" , regiamente, paga (com o dinheiro do povo) pelo governo de esquerda radical , não entrevista, mais, militares ? ? ?
27/01/2008 14:19 A.G. Moreira (Consultor)
Com a ascensão dos "esquerdistas moderados e ra...
Com a ascensão dos "esquerdistas moderados e radicais" ao governo, as Instituições Militares foram destruidas, desmoralizadas e ridicularizadas" ! ! ! O que o Ministro disse, se fosse pronunciado por um Militar, seria "digno" de PUINIÇÃO , exemplar, com perda de patente ! ! !
27/01/2008 02:36 Armando do Prado (Professor)
O que precisa ser discutido, com a sociedade ci...
O que precisa ser discutido, com a sociedade civil, é a própria existência de Forças Armadas, no modelo existente. Precisamos de Polícia nos moldes da PF. E só.

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