Ajufe classifica de deboche crítica de Requião a juiz

9/02/2008 19:26www.eyelegal.tk (Outros)Habeas Vox! Numa decisão provisória, concedi...
Habeas Vox! Numa decisão provisória, concedida sem direito de defesa, o Ministério Público Federal obtém liminar no Tribunal Regional Federal da Quarta Região para cassar extensas garantias fundamentais do cidadão e Direitos Humanos universalmente reconhecidos à liberdade de manifestação do pensamento, calando o Governador do Estado do Paraná, Roberto Requião, que teve, injusta e sumariamente, censurada a exibição do programa "Escola de Governo", veiculado pela TV Paraná Educativa. Equipe eyeLegal Rede Global de Direitos Civis Pessoas comuns de todos os países podem ser membros. http://www.eyelegal.tk
24/01/2008 04:34Censurado (Outros)Diante do fato divulgado pelo Correio Brasilien...
Diante do fato divulgado pelo Correio Brasiliense, gostaria de ver a nota de agravo, da Ajufe, contra o juiz Lippmann. E, considerando a gravidade, não seria normal o afastamento do juiz, de suas funções? Ou, nesse caso, é permitido ter meio caráter?
17/01/2008 10:20MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Fonte da Notícia abaixo: http://www.unafisco...
Fonte da Notícia abaixo: http://www.unafisco.org.br/noticias/clipping/2004/SRF%20170704.doc
17/01/2008 10:10MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Correio Braziliense 17/07/2004 Política PF i...
Correio Braziliense 17/07/2004 Política PF investiga juiz ligado a delegado Thiago Vitale Jayme Da equipe do Correio A Polícia Federal investiga um juiz por ter ajudado um réu em julgamento. O desembargador federal Edgard Lippmann teria beneficiado um amigo próximo a adiar um julgamento na corte a qual faz parte, o Tribunal Regional Federal da 4ªRegião, em Foz do Iguaçu (PR). Em conversa telefônica gravada no dia 11 de junho de 2001, Lippmann foi flagrado conversando com o delegado da Polícia Federal Wilson Alfredo Perpétuo. O agente respondia na Justiça por crime de contrabando de uísque em ação proposta pelo Ministério Público. O processo consta no controle do TRF pelo número 1999.04.01.007301-9. A conversa é comprometedora. ''Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí'', pede Perpétuo. O desembargador federal não se incomoda com o pedido do delegado. ''O que é que vai ser julgado aí?'', pergunta. O relator do caso é o desembargador José Luiz Borges Germano, conhecido nos corredores do TRF pelo rigor. Em processo anterior, no qual Perpétuo era denunciado por crimes de peculato e concussão, o mesmo magistrado já havia votado contra ele. O medo de uma nova derrota fez Perpétuo pedir ajuda a Lippmann. Na gravação, Lippmann diz que não tem tanta intimidade com Germano, mas arruma uma estratégia para o processo mudar de mãos e ser julgado por outro desembargador. No dia 7 de junho, Germano anunciou que o julgamento do caso seria realizado no dia 18, uma segunda-feira. Seria a última semana de julgamento antes do recesso forense do mês de julho. Lippmann usa uma estratégia para alterar o relator do processo: sugere a Perpétuo que peça a seu advogado, Osmann de Oliveira, para arrumar um atestado médico. ''Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão'', diz o desembargador ao amigo delegado. Operação Lince O desembargador explica o motivo do adiamento. Estava previsto, na época, uma mudança nas sessões internas do TRF da 4ªRegião. Uma das turmas era responsável por julgar casos relativos aos casos envolvendo tributação e questões criminais. Esse grupo de trabalho seria desmembrado no segundo semestre: haveria um só para tributário e outro para crimes. E todos os processos seriam redistribuídos a novos juízes. Com essa mistura de processos, o caso de Perpétuo mudaria de mãos e seria retirada do crivo do desembargador Germano. Afastando, assim, o juiz rígido do caso do delegado. A estratégia deu certo. Consta do andamento do processo no TRF que exatamente no dia 18 de junho de 2001, o caso foi retirado da pauta de julgamentos. No dia 2 de julho, diante das mudanças internas no tribunal, o processo foi redistribuído. Caiu nas mãos do desembargador Élcio de Castro. A relação entre o delegado e o desembargador foi descoberta na investigação de um outro caso investigado pela PF. Perpétuo está preso desde o dia 23 de junho, dia em que foi deflagrada a Operação Lince. A quadrilha da qual a PF suspeita da participação de Perpétuo é acusada de roubo de carga, adulteração de combustíveis e fraudes fiscais. O Correio deixou recados nos telefones celular e da casa do desembargador, mas não obteve resposta. Colaborou Leonardo Cavalcanti A gravação Os trechos das conversas entre o delegado da PF Wilson Perpétuo e o desembargador federal Edgard Lippmann: Wilson Alfredo Perpétuo - Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí. Porque p..., Lippmann, é um troço nojento. Edgard Lippmann - O que é que vai ser julgado aí? Perpétuo - É aquele negócio do uísque lá, negócio da troca lá do Carimã. Lippmann - Eu sei. Perpétuo - Você entendeu? Lippmann - Me diga uma coisa... O que eu te falei. Vai haver uma mudança. Perpétuo - Então, eu queria que esse julgamento fosse jogado para frente. O que você acha? Lippmann - Isso aí, Perpétuo. Tinha que fazer. O Osmann é que é teu advogado? Perpétuo - É. Lippmann - Ele poderia fazer o seguinte... Dá um atestado aí... Perpétuo - O quê? Lippmann - Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão. Ele tem procuração nos autos, não tem? Perpétuo - Tem. Lippmann - O que acontece é o seguinte: a partir do segundo semestre... Hoje nós temos três sessões: a primeira que é tributária e crime. E, a partir deste segundo semestre, o tributário vai ficar só no tributário e o crime só crime. E os processos deles, tanto do Amir quando do Germano, quanto os criminais, vão ser redistribuídos.
17/01/2008 09:17ca-io (Outros)Lamentavel, um governador agir como agiu o (ex)...
Lamentavel, um governador agir como agiu o (ex) tido como dos mais preparados para candidatura a presidente. Toda profissão tem canalha,os ignorantes uteis, mas quem prove alguma coisa contra Dr. Marco Aurelia de Mello, honre a calça que veste, denuncie aqui, afinal ser parente de alguem indesejado, não é crime nenhum. Faz lembrar leituras de paises que seu povo um dia acreditou em comunismo, como forma de igualdade social.
16/01/2008 22:43Galvão (Outros)Finalmente alguém resolveu reagir às arbitrarie...
Finalmente alguém resolveu reagir às arbitrariedades de juízes. Falta aparecer alguém que ponha o Marco Aurélio Mello(indicado para o STF pelo primo-ladrão)no devido lugar.
16/01/2008 21:50MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Fonte da Notícia abaixo: http://www.unafisco...
Fonte da Notícia abaixo: http://www.unafisco.org.br/noticias/clipping/2004/SRF%20170704.doc
16/01/2008 21:49MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Correio Braziliense 17/07/2004 Política PF i...
Correio Braziliense 17/07/2004 Política PF investiga juiz ligado a delegado Thiago Vitale Jayme Da equipe do Correio A Polícia Federal investiga um juiz por ter ajudado um réu em julgamento. O desembargador federal Edgard Lippmann teria beneficiado um amigo próximo a adiar um julgamento na corte a qual faz parte, o Tribunal Regional Federal da 4ªRegião, em Foz do Iguaçu (PR). Em conversa telefônica gravada no dia 11 de junho de 2001, Lippmann foi flagrado conversando com o delegado da Polícia Federal Wilson Alfredo Perpétuo. O agente respondia na Justiça por crime de contrabando de uísque em ação proposta pelo Ministério Público. O processo consta no controle do TRF pelo número 1999.04.01.007301-9. A conversa é comprometedora. ''Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí'', pede Perpétuo. O desembargador federal não se incomoda com o pedido do delegado. ''O que é que vai ser julgado aí?'', pergunta. O relator do caso é o desembargador José Luiz Borges Germano, conhecido nos corredores do TRF pelo rigor. Em processo anterior, no qual Perpétuo era denunciado por crimes de peculato e concussão, o mesmo magistrado já havia votado contra ele. O medo de uma nova derrota fez Perpétuo pedir ajuda a Lippmann. Na gravação, Lippmann diz que não tem tanta intimidade com Germano, mas arruma uma estratégia para o processo mudar de mãos e ser julgado por outro desembargador. No dia 7 de junho, Germano anunciou que o julgamento do caso seria realizado no dia 18, uma segunda-feira. Seria a última semana de julgamento antes do recesso forense do mês de julho. Lippmann usa uma estratégia para alterar o relator do processo: sugere a Perpétuo que peça a seu advogado, Osmann de Oliveira, para arrumar um atestado médico. ''Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão'', diz o desembargador ao amigo delegado. Operação Lince O desembargador explica o motivo do adiamento. Estava previsto, na época, uma mudança nas sessões internas do TRF da 4ªRegião. Uma das turmas era responsável por julgar casos relativos aos casos envolvendo tributação e questões criminais. Esse grupo de trabalho seria desmembrado no segundo semestre: haveria um só para tributário e outro para crimes. E todos os processos seriam redistribuídos a novos juízes. Com essa mistura de processos, o caso de Perpétuo mudaria de mãos e seria retirada do crivo do desembargador Germano. Afastando, assim, o juiz rígido do caso do delegado. A estratégia deu certo. Consta do andamento do processo no TRF que exatamente no dia 18 de junho de 2001, o caso foi retirado da pauta de julgamentos. No dia 2 de julho, diante das mudanças internas no tribunal, o processo foi redistribuído. Caiu nas mãos do desembargador Élcio de Castro. A relação entre o delegado e o desembargador foi descoberta na investigação de um outro caso investigado pela PF. Perpétuo está preso desde o dia 23 de junho, dia em que foi deflagrada a Operação Lince. A quadrilha da qual a PF suspeita da participação de Perpétuo é acusada de roubo de carga, adulteração de combustíveis e fraudes fiscais. O Correio deixou recados nos telefones celular e da casa do desembargador, mas não obteve resposta. Colaborou Leonardo Cavalcanti A gravação Os trechos das conversas entre o delegado da PF Wilson Perpétuo e o desembargador federal Edgard Lippmann: Wilson Alfredo Perpétuo - Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí. Porque p..., Lippmann, é um troço nojento. Edgard Lippmann - O que é que vai ser julgado aí? Perpétuo - É aquele negócio do uísque lá, negócio da troca lá do Carimã. Lippmann - Eu sei. Perpétuo - Você entendeu? Lippmann - Me diga uma coisa... O que eu te falei. Vai haver uma mudança. Perpétuo - Então, eu queria que esse julgamento fosse jogado para frente. O que você acha? Lippmann - Isso aí, Perpétuo. Tinha que fazer. O Osmann é que é teu advogado? Perpétuo - É. Lippmann - Ele poderia fazer o seguinte... Dá um atestado aí... Perpétuo - O quê? Lippmann - Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão. Ele tem procuração nos autos, não tem? Perpétuo - Tem. Lippmann - O que acontece é o seguinte: a partir do segundo semestre... Hoje nós temos três sessões: a primeira que é tributária e crime. E, a partir deste segundo semestre, o tributário vai ficar só no tributário e o crime só crime. E os processos deles, tanto do Amir quando do Germano, quanto os criminais, vão ser redistribuídos.
16/01/2008 21:41EduardoMartins (Outros)50 mil ??? O Requião é rico??? Quando o judi...
50 mil ??? O Requião é rico??? Quando o judiciário vai parar com essas indenizações absurdamente altas? O salário mínimo nesse país é de 380 reais!!!
16/01/2008 21:36MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Agora fico a pensar com meus botões, quem tem t...
Agora fico a pensar com meus botões, quem tem telhado de vidro não atira pedra no do vizinho. Atira? he he he he
16/01/2008 21:10MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Correção leia-se notícia abaixo
Correção leia-se notícia abaixo
16/01/2008 21:07MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Quem quiser conferir a fonte da notícia acima é...
Quem quiser conferir a fonte da notícia acima é só ir em: http://www.unafisco.org.br/noticias/clipping/2004/SRF%20170704.doc
16/01/2008 20:55MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Olha o que achei na Web e referente a uma notí...
Olha o que achei na Web e referente a uma notícia do Correio Braziliense de 17/07/2004 e referente ao Desembargador Edgard Lippman Junior: Correio Braziliense 17/07/2004 Política PF investiga juiz ligado a delegado Thiago Vitale Jayme Da equipe do Correio A Polícia Federal investiga um juiz por ter ajudado um réu em julgamento. O desembargador federal Edgard Lippmann teria beneficiado um amigo próximo a adiar um julgamento na corte a qual faz parte, o Tribunal Regional Federal da 4ªRegião, em Foz do Iguaçu (PR). Em conversa telefônica gravada no dia 11 de junho de 2001, Lippmann foi flagrado conversando com o delegado da Polícia Federal Wilson Alfredo Perpétuo. O agente respondia na Justiça por crime de contrabando de uísque em ação proposta pelo Ministério Público. O processo consta no controle do TRF pelo número 1999.04.01.007301-9. A conversa é comprometedora. ''Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí'', pede Perpétuo. O desembargador federal não se incomoda com o pedido do delegado. ''O que é que vai ser julgado aí?'', pergunta. O relator do caso é o desembargador José Luiz Borges Germano, conhecido nos corredores do TRF pelo rigor. Em processo anterior, no qual Perpétuo era denunciado por crimes de peculato e concussão, o mesmo magistrado já havia votado contra ele. O medo de uma nova derrota fez Perpétuo pedir ajuda a Lippmann. Na gravação, Lippmann diz que não tem tanta intimidade com Germano, mas arruma uma estratégia para o processo mudar de mãos e ser julgado por outro desembargador. No dia 7 de junho, Germano anunciou que o julgamento do caso seria realizado no dia 18, uma segunda-feira. Seria a última semana de julgamento antes do recesso forense do mês de julho. Lippmann usa uma estratégia para alterar o relator do processo: sugere a Perpétuo que peça a seu advogado, Osmann de Oliveira, para arrumar um atestado médico. ''Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão'', diz o desembargador ao amigo delegado. Operação Lince O desembargador explica o motivo do adiamento. Estava previsto, na época, uma mudança nas sessões internas do TRF da 4ªRegião. Uma das turmas era responsável por julgar casos relativos aos casos envolvendo tributação e questões criminais. Esse grupo de trabalho seria desmembrado no segundo semestre: haveria um só para tributário e outro para crimes. E todos os processos seriam redistribuídos a novos juízes. Com essa mistura de processos, o caso de Perpétuo mudaria de mãos e seria retirada do crivo do desembargador Germano. Afastando, assim, o juiz rígido do caso do delegado. A estratégia deu certo. Consta do andamento do processo no TRF que exatamente no dia 18 de junho de 2001, o caso foi retirado da pauta de julgamentos. No dia 2 de julho, diante das mudanças internas no tribunal, o processo foi redistribuído. Caiu nas mãos do desembargador Élcio de Castro. A relação entre o delegado e o desembargador foi descoberta na investigação de um outro caso investigado pela PF. Perpétuo está preso desde o dia 23 de junho, dia em que foi deflagrada a Operação Lince. A quadrilha da qual a PF suspeita da participação de Perpétuo é acusada de roubo de carga, adulteração de combustíveis e fraudes fiscais. O Correio deixou recados nos telefones celular e da casa do desembargador, mas não obteve resposta. Colaborou Leonardo Cavalcanti A gravação Os trechos das conversas entre o delegado da PF Wilson Perpétuo e o desembargador federal Edgard Lippmann: Wilson Alfredo Perpétuo - Eu tô te pedindo como amigo. Se você me ajuda nesse negócio aí. Porque p..., Lippmann, é um troço nojento. Edgard Lippmann - O que é que vai ser julgado aí? Perpétuo - É aquele negócio do uísque lá, negócio da troca lá do Carimã. Lippmann - Eu sei. Perpétuo - Você entendeu? Lippmann - Me diga uma coisa... O que eu te falei. Vai haver uma mudança. Perpétuo - Então, eu queria que esse julgamento fosse jogado para frente. O que você acha? Lippmann - Isso aí, Perpétuo. Tinha que fazer. O Osmann é que é teu advogado? Perpétuo - É. Lippmann - Ele poderia fazer o seguinte... Dá um atestado aí... Perpétuo - O quê? Lippmann - Dá um atestado. Dizendo que ele não poder vir à sessão. Ele tem procuração nos autos, não tem? Perpétuo - Tem. Lippmann - O que acontece é o seguinte: a partir do segundo semestre... Hoje nós temos três sessões: a primeira que é tributária e crime. E, a partir deste segundo semestre, o tributário vai ficar só no tributário e o crime só crime. E os processos deles, tanto do Amir quando do Germano, quanto os criminais, vão ser redistribuídos.

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