Seis conseguem inscrição na OAB sem Exame de Ordem

29/03/2008 23:58Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)Devemos analisar isso com compaixão, pois os mi...
Devemos analisar isso com compaixão, pois os milhares de bacharéis que não passam no exame são seres humanos e merecem consideração. Portanto, eu proponho: que a OAB crie uma cota para o bacharel que já prestou o exame 20 vezes e já entrou com mais de 5 MSs com pedido liminar indeferidos. Ora, depois de tanta luta, tanto estudo, tanto MS, esses bacharéis devem prestar para alguma coisa. (rs) Para argüir inconstitucionalidade, primeiro passem no exame, senão essa tese vai soar como "incompetencionalidade", o que é vergonhoso.
20/03/2008 12:03Fbb ()Este tema merece alguns questionamentos: 1) O ...
Este tema merece alguns questionamentos: 1) O Exame da OAB valoriza a profissão, já que penera os despreparados para enfrentar a causa alheia, ah, se todos as profissões tivessem o seu, seria o Brasil um país melhor? 2) Está faltando coragem de abrir o livro e estudar, se não tem agora, como terá para estudar os casos dos futuros clientes? 3) Acredito que, os que são contra o exame agora, caso logrem êxito no futuro com a devida aprovação, passarão a ser a favor do exame, dá para entender? 4) Quando se envolvem sonhos humanos, as cifras são sempre exorbitantes, será que as faculdades estão preparando verdadeiros alunos ou sonhadores em ganhar salários das carreiras de Estado?
15/03/2008 22:53Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)Quanta besteira. Tanto bacharel que alega ter v...
Quanta besteira. Tanto bacharel que alega ter várias graduações e não passam no Exame. Culpam o exame do RJ, mas e agora que unificou? Enquanto milhares em todo o país se tornam advogados a cada 4 meses, os mesmos bacharéis continuam lutando contra o óbvio. Estamos na geração "prova da OAB". Quem começou a estudar Direito há 12 anos sabia e sabe que seria avaliando no final do curso para advogar. Agora, não passam na prova e querem se rebelar? E ainda conseguem apoio parlamentar. Lógico! Que político não quer "morder" essa fatia de "dois milhões" de eleitores? Ou alguém acha que existe interesse humanístico por parte dos políticos que apóiam os bacharéis que não passam no exame? Sinceramente, boa sorte a todos, mesmo achando lamentável bacharéis se curvarem à primeira avaliação dura que precisam enfrentar, sendo que depois, na militância, é tudo bem mais dificil. Boa sorte aos senhores nessa briga. E não vou comentar a incostitucionalidade, por não acreditar nela, sendo que o salário mínimo é incostitucional, aquele "apagão" do FHC também era, enfim, e não foi dessa forma que se manifestou o STF. Percebo que muitos bacharéis querem debater "sua única causa" com advogados, mas primeiro deveriam passar na prova para depois chamarem profissionais para o debate. Fiquem com Deus.
31/01/2008 17:00Marcos (Estudante de Direito)Aquele que faltou na aula sobre Robespierre: N...
Aquele que faltou na aula sobre Robespierre: Na França do Velho Regime foi assim: Luiz XVI demoliu as finanças da França, ao auxiliar os revoltosos da Independência Americana e, para recuperar essas finanças, quis cobrar impostos da nobreza, o que nunca tinha ocorrido antes. Os nobres fizeram um movimentozinho social opondo-se a isso. O rei partiu para a dura repressão, conforme está acontecendo agora com a OAB. O movimento dos nobres engrossou, ganhando a adesão da alta burguesia financeira, industrial e comercial francesa, e a revolução explodiu, sob a chefia de Danton, Marat e Robespierre. E com milhares de cabeças rolando, rolando também as cabeças do próprio rei e da rainha. A repressão internacional atacou violentamente a França, e ai surgiu Napoleão Bonaparte, varrendo a Europa com milhões de soldados e espalhando a revolução em todo o continente. E foi o fim do Velho Regime!! No Brasil nós vivemos ainda no Velho Regime, e o senhor é uma personificação do mesmo, e não está enxergando o que está prestes a acontecer, com uma OAB que proíbe a própria divulgação do trabalho do advogado, fazendo com que a advocacia seja a única profissão no Brasil impedida de fazer publicidade, o que, todos nós sabemos ser um meio de reserva de mercado. Com a sua lamentável explosão emocional o senhor provou que não sabe nem ao menos quais foram as origens da OAB. A primeira tentativa de criação da OAB foi feita por Montezuma (Francisco Gê Acaiaba de Montezuma). Quem quiser saber quem foi esse representante da mais retrógrada facção da classe dominante brasileira que leia a obra “Independência, Revolução e Contra Revolução”, Ed. Livraria Francisco Alves S/A, em cinco volumes, e de autoria de José Honório Rodrigues. Ali se verá que Montezuma era um golpe
31/01/2008 15:30Marcos (Estudante de Direito)Ao Thiago, veja a opinião de um bom jurista ace...
Ao Thiago, veja a opinião de um bom jurista acerca do assunto: Hora de mudar Exame de Ordem já não atende necessidades da advocacia por Sílvio de Salvo Venosa O Exame da Ordem converteu-se em mais um vestibular para os alunos das faculdades de Direito do país. Tudo que se comenta sobre esse exame, suas dificuldades, seus índices de reprovação, a deficiência das instituições, tem criado ambiente sumamente negativo em nossas escolas de Direito sem exceção, inclusive nas mais tradicionais e que menos problemas apresentam na aprovação de seus alunos. Essa situação tem acarretado, inclusive, um desvio inaceitável no ensino jurídico: nossas faculdades e nossos professores, pressionados pelo alunato, passam a orientar os currículos e as aulas para a aprovação no decantado exame, como num inaceitável retorno aos famigerados cursinhos pré-vestibulares. Aliás, os ditos cursinhos pré-vestibulares também evoluíram para preparatórios para o Exame da OAB, além de preparar para outros concursos nas carreiras jurídicas. O que mais preocupa nesse quadro é mesmo o desvirtuamento do curso superior de Direito, que deve preparar um profissional para a vida, incluindo aí sua profissão. Nessa altura, o acadêmico passa a exigir que suas escolas e seus professores comentem os exames da OAB, tragam casos práticos, questões de algibeira que podem ser inseridas nas provas, fazendo tabula rasa dos ideais maiores dos cursos de Direito. Temos notado uma rejeição quase sistêmica às matérias fundamentais e absolutamente essenciais, que formam o pensamento do futuro profissional, como a introdução ao estudo do Direito, Direito romano, filosofia e sociologia jurídicas, antropologia, história do Direito, etc.. Na verdade, e aqueles que lecionam nas faculdades sabem bem ao que me refiro, quando o professor inicia uma alocução reportando-se à história, ao pensamento jurídico e aos fundamentos de um instituto, os alunos, com regra, perdem interesse na matéria e no mestre e dão preferência àqueles professores que, como os meros lentes do passado, se limitam a falar sobre prazos processuais e comentar questões e questiúnculas dos últimos exames. É claro que tudo é importante, esse o sentido da “universitas”, mas também é fato que essa distorção didática se faz sentir de forma patente com insistente generalização. Com isso, estamos formando, salvo as exceções de sempre, gerações de bacharéis que não conseguem pensar no Direito ou pensar o Direito. Continuam presos às famigeradas questões de múltipla escolha e às questões práticas como se fossem argüição de provas. É evidente o risco que se corre com os reflexos que essa situação pode acarretar também nas outras carreiras jurídicas, não só no advogado, pois a formação é uma só. Após tantas décadas no exercício diuturno de carreiras jurídicas, especialmente a de professor de Direito, temos refletido já há algum tempo sobre o Exame da OAB e creio que já é mais do que tempo de ser repensado. Temos sempre repetido o fato em nossas palestras pelo Brasil. Essa prova há de persistir, é evidente, não há que se pensar em sua extinção, mas o tradicionalismo do raciocínio do jurista tem impedido de tornar a atual fórmula cansada, repetitiva e que não mais tem trazido os resultados esperados, de amoldar-se à contemporaneidade. Há que se pensar que a própria atividade da advocacia hoje é muito diversa daquela exercida poucas décadas atrás. Toda a estrutura do Exame da OAB, bem como o currículo da maioria das nossas faculdades até bem pouco tempo, sempre levaram em conta aquele advogado tradicional, estereotipado, o tribuno, o advogado de júri, o advogado litigante, que peticiona, contesta, recorre, agrava, etc. e freqüenta os tribunais. Ora, mesmo a advocacia tradicionalmente litigiosa, a solução de conflitos, tem todo um caminho prévio de conciliação, negociação e arbitragem, cada vez mais eficientes. Por outro lado, o advogado vem atuando com crescente importância na área preventiva e consultiva. Há todo um universo da advocacia que não necessita mais do advogado litigante, daquele versado nos meandros do processo, na complexidade dos prazos, dos recursos, da nova ou antiga modalidade de execução. O advogado tem sua atividade cada vez mais extensa na área societária, contratual, cartorial, registral imobiliária, etc.. Mais avulta a necessidade de advogados consultores, aconselhadores, assessores, conciliadores não só nas áreas tradicionais do Direito, como também nos novos campos abertos às novas especialidades como franquias, direito da energia, das comunicações, das agências reguladoras, do petróleo, dos novos direitos intelectuais, o vasto horizonte que se abre com a internet, etc.. Daí porque nos pequenos, médios e grandes escritórios de advocacia, a grande maioria dos seus integrantes há décadas não firma uma petição inicial ou contestação, ou nunca firmou, dedicando-se à área preventiva, à consultoria e à atividade fiscalizatória inerente à profissão e nem por isso esses profissionais são menos advogados ou menos importantes ou menos bem sucedidos profissionalmente daqueles que se dedicam ao campo litigioso, que são chamados a atuar, quando necessário. O microcosmo representado pelos maiores escritórios de advocacia do Brasil, assim como do Exterior, é exemplo cristalino do que falamos. Porque não pensar então, em dois tipos de Exame da Ordem, mantido o tradicional, para aquela advocacia referida, com ênfase no processo e nos direitos comumente versados em juízo; outro para a advocacia consultiva e preventiva, com acentuado ênfase para o direito empresarial em geral, cartorial, registral, contratual, etc.. Assim, teríamos duas categorias de advogado, abrindo-se um amplo campo e vasta oportunidade profissional a toda essa população reprimida e frustrada de bacharéis, que terá aberto um campo profissional tão essencial à sociedade quanto essencial é o advogado litigioso. Nada impediria, também, que o interessado fizesse os dois exames. É evidente que essa mudança implicaria em renovação saudável de nossos cursos jurídicos, algo que também se faz sentir com premência. Assim, já é tempo de desligarmos-nos do culto feito ao processo e à litigiosidade que refletiu nossos cursos jurídicos desde nossas origens históricas e se acentuou no século passado. É fato que aqui expomos um tema para reflexão. Trata-se de um convite a pensar e a mudar, a fim de que outras soluções possam ser aventadas. O importante é termos consciência de que a sociedade mudou, a aplicação do Direito se transformou, as nascentes especialidades jurídicas estão a desafiar novos profissionais e não podemos ficar arraigados a imobilismos. Definitivamente, a atual estrutura de Exame da OAB não atende mais plenamente as necessidades da sociedade e da advocacia. Revista Consultor Jurídico, 31 de janeiro de 2008 Sobre o autor Sílvio de Salvo Venosa: é juiz aposentado do Primeiro Tribunal de Alçada Civil, sócio de Demarest e Almeida Advogados e autor de obra completa de Direito Civil em seis volumes
31/01/2008 15:24Marcos (Estudante de Direito)Ao Thiago Gostaria de lhe agradecer pela aula ...
Ao Thiago Gostaria de lhe agradecer pela aula de português ministrada, no que tange ao termo “data venia” e seu uso, apenas não quis ofender ou agredir as opiniões contrárias, entretanto, com certeza será de grande utilidade em meu uso diário. Já no que concerne a polêmica do referido exame, como disse, não me referi em tempo algum que deveria ser extinto, na verdade, o que defendo é que ele seja sim, reestruturado, atendendo assim a sua essência, e não servir de um mero caça-niqueis, não tão diferente de muitas faculdades e escolinhas do “professor raimundo e da OAB”, e se o sr. Leu meus outros posts, eu disse que irei estudar e muito para ser aprovado e provar ao sr. Presidente da ordem, que os bachareis não são essa escória que eles vivem insultando. Em se tratando de Robespierre, não sou partidário de sua “época de terror na França”, onde a guilhotina funcionava sem parar, ocorre que, justamente, colocá-lo como único arauto de todo esse terror não é cabível, se foi instaurado, foi pela anuência de uns e silêncio de outros, tal qual a Alemanha nazista, ditaduras de classe, enfim, o que quero dizer, como postei, é que seus ideais iniciais são válidos, e não a forma na qual ele implantou, e para melhor elucidação segue novamente o trecho para que leia: “Robespierre foi um dos raros defensores do sufrágio universal e da igualdade dos direitos, defendendo a abolição da escravidão e as associações populares. Ele defendia que "A mesma autoridade divina que ordena aos reis serem justos, proíbe aos povos serem escravos"."Liberdade e igualdade para o governo da república; indivisibilidade em sua forma; virtude como seu princípio; Ser Supremo como o seu culto. Quanto aos cidadãos, fraternidade em seus relacionamentos, probidade em sua conduta, bom senso como espírito, modéstia em suas ações públicas, que eles deveriam nortear para o bem do estado, e não para eles mesmos. Tal era o símbolo de sua democracia” . Talvez como nosso Exmo Presidente, possa ter sido corrompido pelo poder em seu caminho. Respeito a vossa opinião, entretanto, não posso deixar de opinar, e faço minhas as palavras de Martin Niemöller, autor de uma das mais célebres frases sobre o significado do Nazismo na Alemanha: "Primeiro vieram buscar os judeus e eu não me incomodei porque não era judeu. Depois levaram os comunistas e eu também não me importei pois não era comunista. Levaram os liberais e também encolhi os ombros. Nunca fui liberal. Em seguida os católicos, mas eu era protestante. Quando me vieram buscar já não havia ninguém para me defender…"
29/01/2008 16:40ANS (Advogado Autônomo - Previdenciária)MERCANTILISTAS NÃO SÃO AS FACULDADES... MERC...
MERCANTILISTAS NÃO SÃO AS FACULDADES... MERCANTILISTAS SÃO OS CURSINHOS PARA EXAME DA ORDEM.... OU SEJA.... OS MAIORES INTERESSADOS EM MANTER O EXAME DA ORDEM SÃO OS CURSINHOS QUE FAZEM FORTUNAS ENSINANDO AS BESTEIRAS QUE MUITAS VEZES COBRAM NO EXAME DA ORDEM... SOU 100% FAVORÁVEL A UM EXAME DE ORDEM, PORÉM MUITO DIFERENTE DO ATUAL... QUE MUITAS VEZES MANTÉM QUESTÕES ERRADAS COMO SE FOSSEM CERTAS... E RARAMENTE DÃO PROVIMENTO AOS RECURSOS... OU SEJA, NO DIA QUE O EXAME FOR BEM ELABORADO, VERSAR SOBRE QUESTÕES REALMENTE IMPORTANTES PARA A PRÁTICA DA ADVOCACIA, NÃO MANTIVER NO GABARITO RESPOSTAS ERRADAS APENAS PARA NÃO ACEITAR OS RECURSOS E AUMENTAR ASSIM O NÚMERO DE REPROVADOS QUE NOVAMENTE PAGARÃO SUAS TAXAS E CURSINHOS... DAÍ SIM A COISA VAI MUDAR... POR ENQUANTO TEM MUITO DONO E SÓCIO DE CURSINHO FAZENDO FORTUNA... E A CADA REPROVAÇÃO É A GARANTIA DE QUE MAIS UMA TAXA DE INSCRIÇÃO SERÁ PAGA...
29/01/2008 15:19Themis Aninha (Prestador de Serviço)Diga se os nossos mestres que não fizeram o exa...
Diga se os nossos mestres que não fizeram o exame de ordem estão aptos para fazê-lo e se dispõem a ser submetidos ao exame junto com nós pupilos.
28/01/2008 16:42ARI (Estudante de Direito)Prezado Régis C. Ares Muito difícil esse t...
Prezado Régis C. Ares Muito difícil esse tal exame!!! Depois de mais de 5 anos fora do País, venho, presto e acerto aproximadamente 75 questões... muito difícil mesmo hein!!! Avalia muito.... Fala sério....
27/01/2008 10:13Thiago Pellegrini (Professor Universitário)Ao Marcos: Quero lhe dar um conselho: vocês ...
Ao Marcos: Quero lhe dar um conselho: vocês não vão conseguir mudar algo que é necessário ao país. Diante disso, você deveria se preocupar mais com seus conhecimentos. Primeiramente deveria estudar mais história, para saber que foi com Robespierre que se inaugurou a época do "terror" na França, onde a guilhotina funcionava sem parar. Ademais, utilizar o termo "DATA VENIA DEVIDA" está TOTALMENTE errado. "Data venia" é expressão do latim, que significa "com a devida licença", e com a devida licença para discordar. Se você colocar o verbo "devida" logo após, você está repetindo termos, está se utilizando de redundância indevida. Marcos, seja inteligente e prepare-se para não fazer com a vida dos outros o que Robespierre fez com a própria (pois ele não foi nenhum santo).
26/01/2008 18:11Victor (Estudante de Direito - Criminal)Essa decisão precisa ser reformada urgentemente...
Essa decisão precisa ser reformada urgentemente. Quem não passa no exame de ordem não está minimamente preparado para exercer a profissão. Suprimi-lo causará o descrédito completo da classe dos advogados, já povoada de pessoas que carecem do mais elementar conhecimento técnico. As provas objetivas demonstram muito bem o grau de dificuldade que se exige do concludente. Se ele não é capaz de satisfazer 50% dos pontos, deve fazer uma reflexão e, acima de tudo, lamentar-se pelo terrível e sofrível aproveitamento no curso de Direito. Esse filtro, a prova de admissão na carreira de advogado, deveria ser implementada periodicamente, para evitar a mediocrização e estimular os estudos e atualizações técnicas contínuas.
25/01/2008 10:27Thiago Pellegrini (Professor Universitário)Comentário do Nogueira: "A LDB COMO LEI NOVA...
Comentário do Nogueira: "A LDB COMO LEI NOVA REVOGOU OU NÃO A LEI ANTERIOR, POIS, NÃO FOI RECEPCIONADA?" Que coisa hein Nogueira... A LDB cuida de diretrizes e bases da educação nacional, não de qualificações profissionais que a lei dispõe, conforme art. 5, XIII da CF. Acredito que o senhor tenha se referido a LDB revogando, tacitamente, o Estatuto da OAB... se foi isso, o senhor está redondamente enganado. Uma não possui liame com a outra. Ademais, só se fala em recepcção ou não de lei em face da CF, e mesmo assim de lei anterior a atual Constituição. Para leis posteriores a atual CF, os termos corretos são constitucionalidade ou inconstitucionalidade. Desculpe. Mas os seus argumentos, assim como os dos demais bacharéis são fracos, sem possibilidade de vitória nas Instâncias Superiores. No primeiro grau pode até passar, mas no Tribunal não passa nunca. Veja, inconstitucionalidade formal, como o próprio nome diz, é inconstitucionalidade de forma, de procedimento. O trâmite legislativo foi atropelado. Isso não ocorreu com o Estatuto da OAB. A OAB é Autarquia Especial, não é pessoa privada. A OAB pode elaborar lei, assim como qualquer associação ou pessoa física, porém um legislador agasalha o texto e pede sua inclusão na pauta de votação do Congresso. Foi o que ocorreu com o Estatuto, bastando, para tanto, reconhecer que o ex-presidente da OAB, Dr. Battocchio, foi deputado federal, sendo de sua autoria o Estatuto. Logo, seus argumentos são inconsistentes. Acho que vocês poderíam sim, lutar pela diminuição no valor das inscrições do exame. Agora, falar que o exame é inconstitucional não. Arrolar casos de advogados corruptos não desqualifica o exame também, pois nenhum deles deixa de ser humano, logo falível.
22/01/2008 09:02Marcos (Estudante de Direito)Caros doutores, data venia devida, gostaria de ...
Caros doutores, data venia devida, gostaria de deixar minha opinião registrada, de acordo com um pensador francês,Robespierre foi um dos raros defensores do sufrágio universal e da igualdade dos direitos, defendendo a abolição da escravidão e as associações populares. Ele defendia que "A mesma autoridade divina que ordena aos reis serem justos, proíbe aos povos serem escravos"."Liberdade e igualdade para o governo da república; indivisibilidade em sua forma; virtude como seu princípio; Ser Supremo como o seu culto. Quanto aos cidadãos, fraternidade em seus relacionamentos, probidade em sua conduta, bom senso como espírito, modéstia em suas ações públicas, que eles deveriam nortear para o bem do estado, e não para eles mesmos. Tal era o símbolo de sua democracia." Ora, creio que independente das opiniões, deve-se sim, ser reestruturado esse exame,n abolido, para que realmente alcançe a sua essencia essencia, e não continue sendo uma fabica de niqueis. Parabenizo o colega Rodolpho pelo brilhante comentario, mencionando tbm Robespierre, há muito não lia algo bem estrurado e com clareza, tbm parabenizo o MNBD, independente de estarem com a razão ou não, mas pela coragem com que lutam por direitos seus e alheios, gostaria de um e-mail para ter contato com o MNDB, tbm parabenizo o Professor Fernando Lima, pela ética que luta pelo ideal dos bacharéis, e ao colegas favoráveis ao exame tbm, aqueles que civilmente exercem a arte da retórica, ao defender o exame sem humilhar aqueles que são contra ele. Mas infelizmente aqueles que deveriam ouvir, preferem tapar os ouvidos e se fazerem de cegos. Pois é isso, lutemos, chega de assistirmos a esse pais afundar, sentados, e reclamarmos somente qdo a agua bate em nossa bunda!!
21/01/2008 12:38SMarques (Advogado Sócio de Escritório - Tributária)Prezados (as) Amigos (as) e Colegas de Profissã...
Prezados (as) Amigos (as) e Colegas de Profissão. Sou advogado atuante na Capital - SP e estou a disposição, para ingressar com qualquer ação ou remédio contitucional face a verdadeira "caça-níqueis" em questão. Precisamos nos unir, perder qualquer tipo de medo ou receio e honrar nossa profissão dando exemplo de luta por nossos direitos!
21/01/2008 01:23rosenthal (Bacharel)ENQUANTO SE DISCUTE SE BACHAREL É ISSO, SE É AQ...
ENQUANTO SE DISCUTE SE BACHAREL É ISSO, SE É AQUILO..OS ADVOGADOS ESTÃO DANDO TRABALHO, HEHEHEHE, VEJAM SÓ: O advogado Cláudio Dochi Junior , acusado de crime de pedofilia, teve pedido de liminar em Habeas Corpus negado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Raphael de Barros Monteiro Filho. Ele foi condenado a 22 anos e seis meses de prisão, em regime integralmente fechado, por atentado violento ao pudor. A defesa entrou com HC no STJ contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo. A Justiça paulista manteve a prisão decretada contra ele. A defesa sustenta que o réu sofre constrangimento ilegal, pois, apesar de ter respondido ao processo em liberdade, ele teve prisão decretada pelo juiz da 14ª Vara. Assim, pediram o reconhecimento do seu direito de apelar da sentença condenatória em liberdade. Liminarmente, requereram a expedição de contra mandado de prisão e, no mérito, a revogação do decreto de prisão preventiva. O presidente do STJ não reconheceu ilegalidade na decisão do TJ-SP e manteve a prisão preventiva, fundamentada na “garantia da ordem pública”. O mérito do HC será julgado pela 6ª Turma, após o recesso forense. O relator é o ministro Nilson Naves. Segundo denúncia do Ministério Público, os fatos ocorreram entre maio e dezembro de 2001. O réu era companheiro da mãe do menor e atuava enquanto todos estavam dormindo. HC 97.728
20/01/2008 10:03Alochio (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)Caro Nogueira: 1. Segundo seu raciocínio, TO...
Caro Nogueira: 1. Segundo seu raciocínio, TODO JULGADOR QUE SEJA ORIUNDO DOS "QUINTOS" deverá ser SUSPEITO em casos nos quais atuem suas Categorias de Origem (Advocacia ou M.P.)? 2. Perdão: as coisas não se confundem. 3. De toda sorte, melhor sorte ao MNBD. Talvez sejam melhorando a TESE que consigam a vitória. Mas ... trazendo argumentos vãos ... vai ser difícil.
19/01/2008 14:09nogueira (Bacharel)A SOCIEDADE, ADVOGADOS, BACHARÉIS, ESTUDANTES e...
A SOCIEDADE, ADVOGADOS, BACHARÉIS, ESTUDANTES e SIMPATIZANTES. VEJAM O QUE ESTÁ NO MNBD DO RIO GRANDE DO SUL "A MÁSCARA DA OAB VAI CAIR" VEJAM O CURRÍCULO DO DESEMBARGADOR QUE CASSOU A LIMINAR DO RIO DE JANEIRO SUSPEIÇÃO! "SE A JUÍZA É SUSPEITA PARA A OAB, POR QUE O DESEMBARGADOR NÃO SERÁ SUSPEITO PARA O MNBD??? ATUOU COMO JUIZ DO TRIBUNAL DE ÉTICA PROFISSIONAL DO CONSELHO DA OAB RJ; DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE CURSOS JURÍDICOS DA OAB RJ; VICE-PRESIDENTE DA 16ª SUBSEÇÃO DA OAB RJ; MEMBRO DO CONSELHO DA OAB RJ; MEMBRO EFETIVO DO INSTITUTO DOS ADVOGADOS DO BRASIL.
19/01/2008 09:59nogueira (Bacharel)SENHORES ADVOGADOS,BACHARÉIS E SOCIEDADE QUE ES...
SENHORES ADVOGADOS,BACHARÉIS E SOCIEDADE QUE ESTÃO NA EXPECTATIVA DO DESENROLAR DO IMPASSE COM AS LIMINARES CONCEDIDAS. ESTAREMOS ENTRANDO COM SUSPEIÇÃO SOBRE A CASSAÇÃO, PORQUE ACHAMOS QUE O EXMO. SR. DESEMBARGADOR DEVERIA SE DAR COMO IMPEDIDO PELA SUA FOLHA DE SERVIÇOS PRESTADOS POR LONGOS ANOS NA OAB RJ. ACREDITAMOS NA JUSTIÇA. NÃO ACREDITO, QUE DEIXEM CONTINUAR, ESTA INCONSTITUCIONALIDADE. PORQUE AONDE ESTÁ A ISONOMIA? A LDB COMO LEI NOVA REVOGOU OU NÃO A LEI ANTERIOR, POIS, NÃO FOI RECEPCIONADA? A FACULDADE QUALIFICA E HABILITA OS FORMANDOS PARA O EXERCÍCIO DA PROFISSÃO OU NÃO? SE FOR CRIADA UMA NOVA LEI QUE SUBMETAM TODOS OS CURSOS UNIVERSITÁRIOS A EXAME, ESTAREMOS LÁ PARA SERMOS SUBMETIDOS, SEM RECLAMOS. MAS, TAMBÉM, DESDE QUE SEJA DE AUTORIA DO MEC, E NÃO, DE SINDICATOS OU CONSELHOS, POIS, NÃO SÃO COMPETENTES. TODA A SOCIEDADE, SABE QUE OS SINDICATOS E CONSELHOS NÃO PODEM COIBIR O INGRESSO NO MERCADO DO TRABALHO. TEMOS HOJE, UMA SOCIEDADE MAIS ESCLARECIDA. GOSTARIA QUE AS AUTORIDADES COMPETENTES, TOMASSEM UMA PROVIDÊNCIA SOBRE AS INFÂMIAS QUE ESTÃO FALANDO DE TODOS OS BACHARÉIS DO BRASIL. "QUE SÃO ANALFABETOS E IGNORANTES JURÍDICOS, FORMADOS EM FACULDADES EM BEIRAS DE ESTRADAS". ENTRE OS BACHARÉIS,HÁ MÉDICOS, ENGENHEIROS, PROFESSORES, PSICÓLOGOS, ETC. ISTO É UMA OFENSA GRAVE E DEIXA OS BACHARÉIS CONSTRANGIDOS E ENVERGONHADOS, PERANTE A FAMÍLIA, SEUS AMIGOS E A SOCIEDADE. O PRESIDENTE DA OAB SR DAMOUS, FALTA A ÉTICA E A EDUCAÇÃO QUE É PECULIAR AOS NOBRES ADVOGADOS,E, PRINCIPALMENTE PELO CARGO REPRESENTATIVO QUE ELE OCUPA. AUTORIDADES, ELE CALADO, AGUARDANDO A DECISÃO FINAL DO PROCESSO JUDICIAL, NÃO DEIXARÁ AFETADA A IMAGEM DA OAB QUE DEVE SER RESPEITADA E PRESERVADA.
19/01/2008 05:53Fernando Lima (Professor Universitário)Prezado futuro colega Marcos, O meu E.MAIL é ...
Prezado futuro colega Marcos, O meu E.MAIL é PROFPITO@YAHOO.COM Um abraço do Fernando Lima
18/01/2008 20:21nogueira (Bacharel)Bacharéis em Direito de todo o Brasil. Vamos pr...
Bacharéis em Direito de todo o Brasil. Vamos procurar nossos direitos. Estamos exercendo um direito constitucional que é o direito de ação. De forma conveniente e educada. Buscamos o judiciário. Mas, o Presidente da OAB RJ, ofende a todos os bacharéis, ao conceder reportagens para toda a sociedade de que os bacharéis que não passam no concurso da OAB, porque agora não é mais exame. são ignorante e analfabetos jurídicos, entre outras ofensas que temos catalogadas. Isto, não é comportamento de quem está a frente de uma Instituição que sempre foi respeitada, a OAB. Não deve fazer isto, pois há bacharéis de todos os níveis e estado civil. São idosos, senhoras casadas, mães, pais, avós, filhos,militares reformados, professores, enfim, os bacharéis atingem todas classes e categorias.Para ter um exemplo. Minha filha também bacharel em direito, um vizinho entregou o jornal para ela ler onde consta o seu nome, e como Damous/OAB RJ, se dirige a estes. E, me pede que faça alguma coisa. O que eu devo fazer Sr Damous? Me diga o que eu devo fazer? Humilha minha filha, humilha o pai. aonde está a sua educação, moral e ética. Não teria sido melhor se deixássemos a Justiça resolver? Me diga o que eu faço agora. Exijo desculpas pela sua inconveniência? Lhe cobrarei.

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