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Novos rumos

Contraponto entrevista Nelson Calandra, presidente da Apamagis

O novo presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis), o desembargador Nelson Calandra, será o entrevista do Contraponto desta semana. Calandra fala sobre as suas principais metas na presidência da entidade da qual tomou posse no começo deste ano.

Na Rádio Bandeirantes, o desembargador é comandante do programa “Linha Direta com a Justiça”. Motivado com o seu novo desafio, Calandra revela suas principais bandeiras. Entre elas, vai falar da independência financeira do Judiciário Paulista.

O Contraponto vai ao ar nos seguintes horários: segunda-feira (25/2), às 20h na TV Justiça; terça-feira (26/2), às 9h na TV Justiça, quinta-feira (28/2), às 22h30 na TV Aberta de São Paulo e sábado (1°/3), às 12h30 na TV Justiça. O Contraponto é o programa institucional do Tribunal de Justiça de São Paulo

Calandra é membro da 2ª Câmara de Direito Público do TJ de São Paulo. Nasceu em Itaquaquecetuba (extremo leste da Grande São Paulo). Formou-se 1974 pela PUC de São Paulo. Ingressou na magistratura em 1981 e assumiu como juiz substituto na comarca de Pirassununga. Passou pelos três tribunais de alçada, extintos depois da emenda da reforma do Judiciário. Chegou ao Tribunal de Justiça em janeiro de 2005.

A Apamagis representa os interesses de 2.700 juízes estaduais, entre os que estão no batente e os aposentados. A entidade tem receita bruta anual que gira em torno de R$ 10 milhões. A quantia corresponde à arrecadação da mensalidade paga pelos associados — cada magistrado contribui com R$ 210, com exceção dos juízes substitutos, que pagam metade — e de outros rendimentos e patrocínios.

Integrante do Órgão Especial do TJ paulista, Nelson Calandra ocupava o posto de 1º vice-presidente da Apamagis. O desembargador diz que vai concentrar os esforços da sua administração no aspecto sindical e cooperativo da associação. Segundo ele, a assistência ao juiz precisa ser resgatada e o associado não pode ter encargos sociais tão altos que sejam um empecilho ao espírito associativo.

Revista Consultor Jurídico, 24 de fevereiro de 2008, 0h01

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