A descordem da Ordem dos Advogados esbarrou no STJ

13/04/2008 21:18Fábio (Advogado Autônomo)Os Juízes são, em sua maioria, contra o quinto ...
Os Juízes são, em sua maioria, contra o quinto Constitucional porque defendem interesses corporativos deles próprios. Ou ninguém percebe que com advogados e membros do Ministério Público fora dos Tribunais vai sobrar mais vaguinhas nos Tribunais para os Juízes de Carreira? Agora, para que não sejam tendenciosos, façam uma pesquisa e vejam quantos advogados concordam com as férias anuais de 60 dias dos Magsitrados. Eu particularmente acho que o direito dos Magistrados de terem férias de 60 dias é um privilégio inaceitável!!! Nenhum trabalhador brasileiro tem direito a ter 60 dias de férias no ano. Os Juízes são melhores do que os outros??? Eu não acho e acho que a OAB deveria dar o Troco na AMB, fazendo uma Campanha Nacional contra o privilégio dos 60 dias de ferias anauais dos Magsitrados. A Sociedade brasileira não está em condições de arcar com esse privilégio. PELO FIM DO PRIVILÉGIO DAS FÉRIAS ANUAIS DE 60 DIAS PARA OS MAGISTRADOS JÁ!!!
23/02/2008 09:13LCQ (Advogado Sócio de Escritório)Sou leitor assíduo do Conjur, mas hoje fiquei m...
Sou leitor assíduo do Conjur, mas hoje fiquei muito entristecido com o palavreado que encontrei nos comentários deste artigo. Vejamos trecho: "No mais, como desejo que vc. seja feliz, lhe indico que faça o que gosta, junto com tua família: vá chupar uma pica porque é o que vc. está querendo." SINCERAMENTE, espero uma providência séria por parte desse meio de comunicação, sob pena de ter-se início ao descrédito com a qualidade da revista e conseqüente perda de "assinantes", como é meu caso.
21/02/2008 08:04rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sunda Fala o Rodolpho “Once upon a m...
Para o Sunda Fala o Rodolpho “Once upon a midnight dreary, while I pondered, weak and weary, Over many a quaint and curious volume of forgotten lore --- While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping, As of some one gently rapping at my chamber door. “’T’ is some visitor,” I muttered, “tapping at my chamber door --- Only this and nothing more.” (“THE RAVEN”, EDGAR ALLAN POE)
20/02/2008 19:58rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sunda Fala o Rodolpho Sundinha, você...
Para o Sunda Fala o Rodolpho Sundinha, você ridicularizou a minha lógica aristotélica. Isso me força tentar a lógica simbólica. Vejamos. Um argumento bastante conhecido é o chamado modus ponens: Se p então q, q então p Simbolizando fica: p q p q Vamos simbolizar: a letra p significa “quando Sunda pensa no Rodolpho”; a letra q significa “Sunda sente calor na rosca”; portanto, a prova do raciocínio é a seguinte: se Sunda pensa no Rodolpho, então Sunda fica com calor na rosca. Ora, Sunda está sempre pensando no Rodolpho, então Sunda está sempre com calor na rosca. Também, não é para menos, o Rodolpho é um cara forte, bonito, ultra musculoso, é claro que a rosquinha do Sunda está piscando e ardendo. Sunda, centenas de amigos meus estão rachando de dar risada, de quanto você é palhaço. QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ, QUÁ ... Por mim eu continuo nessa farra o mês inteiro, pois ter um bobo alegre como você diverte todo mundo. Espero que você tenha gostado da minha super demonstração de conhecimento da Lógica.
20/02/2008 14:14rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sundra Fala o Rodolpho Oi, Sundinha,...
Para o Sundra Fala o Rodolpho Oi, Sundinha, você tem razão. Eu sou um brutamonte mesmo. Tenho um metro e noventa de altura, e sou só músculos. Faço supino com 160 quilos, em dez séries de vinte levantamentos por dia. Mas não é só isso, pois faço caminhadas com saco de areia na cabeça, 120 quilos, dois quilômetros todos os dias. Com essa musculatura toda, as mulheres enlouquecem, dizem que morrem de tesão por mim, gemem, suspiram. Eu não sou violento, só me defendo. Por ser grandão e musculoso, os baixinhos sempre me odiaram, por eu ter tanto cartaz com mulher. Mulher adora cara grandão e bonito, que nem eu, e sempre vem dois ou três baixinhos para me dar porrada. Eu nunca machuquei nenhum deles. Só dei uns corretivos. Como eu já disse, eu sempre vivi em fazenda, e sempre gostei de serviço pesado. Por causa das pegadas de carregar saco na tulha, eu fiquei com dedos grossos e uma força medonha na mão. Se eu segurar na cara de um sujeito e apertar, eu quebro todos os ossos da cara dele. Só com um apertão. Desse modo, se eu segurar dois baixinhos pelo braço, um com a mão esquerda e outro com a direita, com um apertão eu parto os ossos dos braços deles. Além disso, na lida com a boiada, sempre participei de torneios de derrubar touro, pulando no meio dos chifres, e torcendo o pescoço dele.
20/02/2008 14:13rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sundra Fala o Rodolpho - continuação 1...
Para o Sundra Fala o Rodolpho - continuação 1 – A culpa disso, conforme você disse, é dos meus pais. Eles me fizeram muito forte. E eles fizeram também os meus outros quatro irmãos. Todos maiores e mais fortes do que eu. Uma vez, eu e mais dois irmãos, fomos passar uma noite de carnaval num clube do Rio de Janeiro, e entramos numa fria, pois estávamos os três de calça branca e camisa vermelha, que era o uniforme dos seguranças do clube, e fomos confundidos com eles. Saiu uma briga, um monte de mulheres pensou que a gente fosse segurança, e correu para pedir proteção para a gente. Vieram os arruaceiros e partiram para cima da gente. Nós três ficamos de costa com costa, e descemos o pau. Nós três tínhamos a técnica de, com nossas mãozonas musculosas e calosas, grudar dois caras de uma vez só, pelo saco. Grudava e dava uma torção. Os caras caíam urrando. Vinham uns carinhas lá, metidos a faixa preta de caratê, e o escambau, e fazendo os “catás” deles. Eu acho que eles gostam é de “ficar de cata”. Enfim, eu e meus dois irmãos, finalizamos uns quarenta desses merdas, e ganhamos entrada de graça no clube para todas as outras noites de carnaval. Sem falar que as mulheres que nós salvamos ficaram todas apaixonadas. Você disse que o Sérgio ia me dar uma surra. Achei isso esquisito, pois, conforme você pode ler nos comentários do Sérgio, ele está cagando de medo, apavorado. Amarelou completo, pois disse que vai acompanhado de testemunhas, árbitros, autoridades. Ora, se ele é campeão estadual de caratê, e outras lutas marciais, eu não sei por que ele precisa vir acompanhado de uma quadrilha. Por que é que ele não vem sozinho?
20/02/2008 14:11rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sundra Fala o Rodolpho - continuação 2...
Para o Sundra Fala o Rodolpho - continuação 2 – E você, você não se garante? Não vai querer brigar, não? Só fica pedindo socorro ao Sérgio? O Sérgio já se acovardou! Eu falei para ele que briga é na rua, no asfalto, sem essa de testemunhas, árbitro e o cacete. Ele que venha com caratê, jiu-jitsu, e o raio que o parta. Em briga, a gente não fala, a gente desce o pau! Você falou até em dar tiro em mim. Só se for tiro de feijão, com o seu rabo. É isso ai, Sundinha, eu nasci grandão e sou bonito, musculoso e gostoso, e a mulherada é louca por mim. Você tem razão, a culpa é dos meus pais. Os meus irmãos também são como eu, todos grandalhões e musculosos. Somos todos matutos, gostamos de carregar sacaria na tulha da fazenda, e estamos acostumados com serviço pesado. Se você e o seu Serginho carateista quiserem partir para o pau, vamos partir para o pau. Mas é na rua, no meio da rua. Para finalizar, Sunda, eu e meus irmãos sempre fomos vítimas de inveja. Todo Zé Mané, que nem você, só sabe guinchar de inveja. As mulheres gemem de desejo cada vez que eu e meus irmãos passamos, e é claro que nós nunca deixamos essas mulheres sem assistência, pois os brutos também amam. Não adianta você pedir socorro para o Sérgio, porque ele está escondido embaixo da cama, com medo de mim. É um covardão que precisa de árbitros. Encerro dizendo que você é o bobo da corte. Aqui, neste espaço, todos estão rindo de você e dizendo que você é o palhaço deste ambiente.
20/02/2008 10:28breva (Advogado Autônomo - Dano Moral)PARABÉNS, O SENHOR DEFINIU EXATAMENTE O QUE EU ...
PARABÉNS, O SENHOR DEFINIU EXATAMENTE O QUE EU PENSO DESTA INSTITUIÇÃO ATUALMENTE, VISTO QUE, SINCERAMENTE, APESAR DE TER OUVIDO VÁRIAS ESPLANAÇÕES SOBRE O ASSUNTO, EU NUNCA ACEITEI CURSAR DIREITO DURANTE 05 ANOS, PASSAR POR TODAS AS INTEMPÉRIES QUE O CURSO PROPORCIONA, ENTRE OUTROS A MONOGRAFIA, TER AINDA QUE PRESTAR UM NOVO VESTIBULAR PARA O EXERCÍCIO DA MINHA PROFISSÃO. CONCORDO COM UMA FORMA MAIS JUSTA E MENOS SACRIFICANTE PARA O BACHAREL. DÁ-SE A MATÉRIA E O MEU COMENTÁRIO, PELO MENOS UM AR DE SE PENSAR. NOVAMENTE PARABÉNS PELA CORAGEM E DETERMINAÇÃO.
20/02/2008 08:50rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho Prim...
Para o Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho Primeira pergunta: Por que é que você nunca responde às perguntas que eu faço? Você é o “grande lógico”, o “gênio da filosofia”, mas nunca demonstra coisa alguma daquilo que afirma. Você afirmou que eu trabalhava de empregado, como Professor de ensino básico, sendo que eu nunca fui empregado de ninguém na minha vida. Questionado sobre isso, você não respondeu coisa alguma, o que prova que a única coisa que você entende de Lógica é que “o rabo da capivara fica atrás, e o focinho fica na frente”. Segunda pergunta: Por que é que você é tão vaidoso desse jeito? A sua vaidade causa ânsia de vômito. Nunca vi um sujeito tão narcisista como você. Você já se transformou num verdadeiro palhaço neste espaço. Terceira pergunta: Por que é que você só sabe agir em bando, e nunca enfrenta nada sozinho? Está sempre com o Sunda, com o João Bosco, mas nunca sozinho. Eu, durante todo o tempo em que aqui estive, enfrentei vocês três, você, Sunda e João Bosco, sozinho. Você não se garante não, hem, cara, para enfrentar, sozinho, uma situação? Quarta pergunta: Por que foi que você não respondeu às perguntas sobre as monstruosas ofensas que você fez contra todos os Professores de ensino básico deste país? Jamais, neste espaço, eu fiz uma única alusão a quem quer que seja que não fosse você, o Sunda e o João Bosco. O João Bosco chegou a injuriar barbaramente todo o povo gaúcho, e todo o povo da cidade de Pelotas, mas você nunca responde a essa barbaridades, e continua com seu narcisismo e vaidade. Não me venha com Nietzshe, que agora a questão é entre você e eu.
20/02/2008 08:49rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho - cont...
Para o Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho - continuação – Quinta pergunta: Que história é essa de confronto físico com árbitros e até autoridades, hem, cara? Você não se garante, não? Sozinho você não encara mesmo? Tem que ser sempre em bando? Bando por bando, eu posso mobilizar três mil Professores (dos trezentos mil que você ofendeu), para um confronto desse tipo. Você, ao invés de se desculpar, conforme eu fiz ontem, perante os leitores deste espaço, você vem com essa história de vale-tudo? O que é isso, cara? Você está me tomando por quem? Você não é campeão estadual de caratê, luta artes marciais, jiu-jitsu, e coisa que tal? Por que é que está com tanto medo? Não se garante mesmo? Sozinho você não enfrenta nada? Chama o Sunda, chama o João Bosco também, para engrossar o bando! Aqui é a rua, cara, aqui não tem regra não, não tem sun-sei, não tem árbitro. Está apavorado de medo? Faça o seguinte: se você está tão apavorado assim, está tremendo, que nem vara verde, fazendo cocô nas calças, então peça desculpas aos trezentos mil Professores que você ofendeu. Não peça desculpas a mim, que estou me lixando para suas desculpas; peça desculpas a eles, a todas as Associações de Professores, de todos os Estados, que já estão sabendo do acontecido. Peça desculpas a eles, e o caso está encerrado.
20/02/2008 08:24rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sunda Hufufuur Fala o Rodolpho Prime...
Para o Sunda Hufufuur Fala o Rodolpho Primeira pergunta: Sunda, você teve algum trauma na infância? E se sente tão desprotegido e amedrontado que, até para os comentários aqui neste espaço, você vive pedindo socorro ao Sérgio? É o Sérgio para cá, é o Sérgio para lá ... Qual é, cara, você não se garante sozinho? Deixe o Sérgio em paz!! Ele tem uma tamanha sobrecarga de atividades, que você não pode ficar pedindo socorro a ele, a cada vez que comparece neste espaço. Ele é Matemático, Engenheiro, Filósofo, Tradutor, Lutador de Caratê, Conferencista, Parecerista e Psicanalista, já que manda para consulta psicanalítica todos aqueles que não concordam com ele. Ah! Eu ia me esquecendo: ele também é gênio, o sujeito mais sábio, mais inteligente, mais culto do mundo! Segunda pergunta: Se o Sérgio é seu guarda-costa, seu “leão-de-chácara”, sua babá, por que é que você odeia tanto o Sérgio? É claro, pois a ofensa que você dirigiu a ele foi terrível !! Você disse o seguinte: “Mostre-nos o conteúdo meritório de um bestalhão que sabe dar porrada”. E, sobre o Sérgio, você disse: “Bem, Sérgio é campeão estadual de caratê, RJ em 1981. Lutou outras artes marciais.”
20/02/2008 08:23rodolpho (Advogado Autônomo)Para o Sunda Hufufuur Fala o Rodolpho - conti...
Para o Sunda Hufufuur Fala o Rodolpho - continuação - Portanto, com base nas duas premissas anteriores, você considera o Sérgio um “bestalhão que só sabe dar porrada”. Acho que temos que melhorar esse silogismo. Fica assim: “Todo cara que só sabe dar porrada é um bestalhão”. “O Sérgio só sabe dar porrada, logo, o Sérgio é um bestalhão”. Esse é um silogismo categórico da primeira figura: M - P S - M S - P Terceira pergunta: Com base na pergunta dois, eu pergunto: É você que quer me dar aula de Lógica? Você pede socorro ao Sérgio e depois chama o cara de “bestalhão que só sabe dar porrada”? CONCLUSÃO Você, realmente, se transformou num motivo de galhofas, de risos e de piadas, neste espaço.
19/02/2008 18:43Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)“Nietzche distingue entre o sofrimento e a inte...
“Nietzche distingue entre o sofrimento e a interpretação do sofrimento. Há uma dor que é própria da condição humana, da qual não escapa homem algum, seja ele atingido por maiores ou menores reveses nesta vida. Esse sofrimento pode resultar do infortúnio, do acaso ou das limitações que a realidade impõe a qualquer ser humano. Contudo, não significa uma imperfeição, mas parte constituinte da experiência humana, que em nada lhe retira o valor. Há, no entanto, um segundo sofrimento, a dor auto-infligida. Nasce da interpretação que fazemos de nosso sofrimento primário ao tratá-lo como algo injusto e imerecido, como um sinal de desvalor ou culpa. Ao proceder assim, atribuímos a nós mesmos a responsabilidade por dores inevitáveis, como se fôssemos causadores das infelicidades ‘naturais’ que sobre nós se abatem. Para Nietzche, o que torna o sofrimento insuportável, doentio e apequenador não é a dor e as perdas que contém, mas a interpretação que fazemos dessa dor e dessas perdas. Do sofrimento enquanto parcela da vida não nos podemos ‘curar’, mas podemos libertar-nos de crenças doentias sobre o sofrimento, do sofrimento como má consciência, como sublimação, como desvalorização da experiência humana.” (segue complemento abaixo)
19/02/2008 18:42Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)(continuação do comentário acima) Não fui eu qu...
(continuação do comentário acima) Não fui eu quem começou os ataques debochados e ofensivos. Apenas, em retorsão, os devolvi a quem mos fez. Cheguei mesmo a adotar a mesma técnica utilizada pelo meu opositor, o qual, “ab initio”, demonstrou não ter nenhum pudor em desferir ofensas aos que se lhe opunham qualquer argumento, como se sentisse diminuído diante dos argumentos por mim apresentados. Quem se sente menor em vista de causas tão mesquinhas, deve procurar apoio em outras frentes, como uma psicanálise, por exemplo, para melhorar sua própria auto-estima. Quanto aos demais, não posso falar por eles. Eu mesmo, apesar das injúrias que me fora lançadas, encarei-as com serenidade e espírito lúdico. Devolvi-as no mesmo nível que as recebi. O resto, é da interpretação de cada um. Mas afirmo uma coisa: quem diz o que quer, ouve o que não quer, ou o que não está preparado para ouvir, por não ter equilíbrio emocional para tanto. Esta conversa para mim está encerrada. Todos os que nele intervieram, segundo o meu juízo naquele momento, o fizeram movidos mais por um espírito de brincadeira do que propriamente desejando ofender quem quer que seja. Não obstante, os longos comentários do Sr. Rodolpho, parecem demonstrar que ele, sim, está motivado, pelo menos agora, por um “animus injuriandi”, e embora as ofensas irrogadas me dêem o direito de retorsão, recuso-me a entrar nessa atmosfera improdutiva e totalmente imbecil. (segue complemento abaixo)
19/02/2008 18:41Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)(continuação do comentário acima) Finalmente, n...
(continuação do comentário acima) Finalmente, não temo os desafios que me foram feitos. Nem para resolver problemas de matemática nem para qualquer conflagração física corporal. A propósito desta, informo que moro em São Paulo, e se realmente for do desejo do Sr. Rodolpho uma conflagração física comigo, isso pode ser arranjado adequadamente, com a presença de árbitros, testemunhas e até mesmo algumas autoridades, um verdadeiro vale-tudo, sem regras, e que só cessa quando um cair desacordado ou o outro pedir para parar assumindo a derrota. (a) Sérgio Niemeyer
19/02/2008 12:23rodolpho (Advogado Autônomo)Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho O presen...
Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho O presente comentário não existiria se não fossem as pesadas ofensas que você dirigiu contra centenas de milhares de Professores do ensino básico e do ensino fundamental, porque usou a “lógica” para “deduzir” que eu sou Professor de ensino fundamental e médio, e que ganho 9 reais por aula. Isso prova que você talvez conheça lógica, mas não sabe aplicá-la. Eu nunca faço esse tipo de deduções, pois o que eu fiz foi: perguntar de que você vive, no que é que você ganha dinheiro, em que você trabalha. Eu, da minha parte, nunca fui empregado de ninguém. Sou de família de agricultores e pecuaristas; a maior parte da minha vida se passou no campo, e quando digo que sou Professor, não é porque eu seja empregado, mas porque sou empresário da área de ensino. Na matemática, comecei pela Geometria e dediquei alguns anos a Geometrias Não-Euclidianas. Depois passei para Teoria dos Números, depois para Equações Diferenciais. Eu disse que sou Professor de Matemática, e não Matemático, pois Matemático é o que cria, e não o que ensina, e nem o que traduz livros, como você. Eu sou apenas um operário da Matemática, e, por ser operário, é que resolvi absolutamente todos os problemas do “Problem Solvers – Differential Equations”, da REA’s.
19/02/2008 12:21rodolpho (Advogado Autônomo)Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho (continuaç...
Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho (continuação – 1) Você me perguntou se eu enfrentaria você em Álgebra Linear. Isso me faz rir, pois atualmente trabalho com Modelagem Matemática, onde “Operations Research”, de Wayne L. Winston, “Game Theory”, de Drew Fudenberg e Jean Tirole, usam a Álgebra Linear vinte e quatro horas por dia. Quanto ao Cálculo Vetorial e Tensorial, por coincidência, eu dei aula dessa matéria para um sobrinho meu, e, por sinal, emprestei a ele o livro “Tensor Analysis On Manifolds”, de Richard L Bischop e Samuel I.Goldberg.
19/02/2008 12:20rodolpho (Advogado Autônomo)Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho (continuaç...
Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho (continuação – 2) Quanto à Topologia, eu fiz sim curso especializado da mesma. Vá anotando as obras: em francês, « Notions de Topologie: Introduction aux Espaces Fonctionnels », de Claude Tisseron – em inglês, « Topology », de John G.Hocking e « Experiments in Topology », de Stephen Barr. E como não acredito em teoria, sem prática e sem exercícios, resolvi todos os exercícios do “Problem Solvers – Topology”, da REA’s. Por coincidência, há alguns meses, eu dei aulas para um grupo que estava fazendo doutoramento em Psicanálise, com a especialidade em Lacan, pois Lacan usa a Topologia em suas teorias. Desse modo, aceito sim o seu desafio para, onde você quiser, discutirmos Matemática Superiores: cem questões para você, cem para mim, perante as câmeras de televisão. Conforme eu disse, o meu trabalho atual é Modelagem Matemática, notadamente em Teoria dos Jogos Estratégicos, aplicada em campanhas políticas, aplicada na arte militar, nas grandes concorrências empresariais, e por ai a fora. Ora, além de John Nash e seus confrades, é claro que eu tenho que navegar na Estatística, vinte e quatro horas por dia, para desempenhar essa atividade. Sendo assim, levantei estatísticas sobre os mestrados e doutoramentos brasileiros e constatei que, os da área da Matemática, Lógica, etc., estudam para passar e não para saber. Ora, você não se apresentou neste espaço nem como Professor Titular de Matemática de nenhuma Universidade prestigiada, e nem como operador da Matemática na área de modelagem. Sendo assim, entendi que seria covardia desafiar você para resolver problemas de Matemáticas Superiores, pois a Matemática é a única área do conhecimento que não existe o “bem bom”, “o tal”, “o super”.
19/02/2008 12:18rodolpho (Advogado Autônomo)Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho (continuaç...
Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho (continuação – 3) Eu não sou absolutamente nada na Matemática. Nunca criei teoria alguma. Sou apenas um operário, e mais erro do que acerto, motivos pelos quais, além de estudar diariamente, consulto diariamente uma legião de Mestres para que eles iluminem a minha ignorância. Conforme disse, encontrei muitos Doutores e Mestres em Matemática que nunca ouviram falar em História da Matemática, nunca souberam que Pierre Fermat e Leibniz, eram Advogados, e que, diante de transformações geométricas planas básicas, com régua e compasso, não conseguiam resolver um único problema. Mas se você prefere o confronto em Matemática Superior, vamos lá. Para encerrar esse primeiro segmento, afirmo que o seu conhecimento de Lógica falhou redondamente, pois você afirmou que eu era empregado, quando eu nunca fui empregado de ninguém. Sou empresário, assim como meus pais, meus avós, meus bisavós. Qualquer pessoa que lide profissionalmente com a Matemática, sabe como distinguir quem sabe e quem não sabe Matemática. Ninguém que sabe Matemática faz pose de “sabe tudo”, como você, pois, na Matemática, é impossível esconder a ignorância. Por isso, todos aqueles que são operários dessa disciplina, são cautelosos, cuidadosos, e afirmam, no máximo, que tentarão resolver um problema, mas não que resolverão. Por esse motivo é que eu digo que tentarei resolver os cem problemas que você me propuser, mas pode ser que não consiga resolver nenhum.
19/02/2008 12:17rodolpho (Advogado Autônomo)Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho (continuaç...
Ao Sérgio Niemeyer Fala o Rodolpho (continuação – 4) Quanto a você, não vi nenhuma dessas preocupações e desses cuidados em você, tal é a confiança absoluta que você ostenta publicamente quanto aos seus dotes matemáticos. Se eles forem como a sua Lógica, que afirmou, por meio de dedução, que eu sou empregado do Estado e trabalho como Professor de ensino básico, então, por certo, o seu conhecimento de Lógica, é nenhum. Passamos agora ao segundo segmento. A “Estética”, de Hegel; “O Ser e o Tempo”, de Heiddeger; “Os Caminhos da Liberdade”, de Sartre; levaram-me aos estudos literários como um meio de busca do entendimento da Verdade, conforme propõe Gadamer. Com base nesses estudos, cheguei a elogiar o aspecto literário das 12 proposições satíricas do Sunda Hufufuur. Porém, ao ler nesse espaço os ataques pessoais que o referido Sunda fez contra o jornalista Elio Gaspari, eu entendi necessário alertar o referido comentarista de que não cabe neste espaço nenhum ataque pessoal. Atacam-se obras, idéias, decisões, sentenças, acórdãos, mas não a pessoa que produziu essas peças. O Sunda investiu violentamente contra a pessoa do renomado e conceituado jornalista Elio Gaspari, fazendo quatro ataques violentíssimos contra ele. Se o Sunda tivesse feito quarenta ataques contra o artigo, eu jamais teria me imiscuído no debate. Porém, ele atacou a pessoa do Elio Gaspari, reduzindo-o a nada, a um leigo, incapaz de entender uma linha sequer do Direito.

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