Quando imprensa, polícia e MP extrapolam seus poderes

5/03/2008 16:02Maura Marques (Advogado Autônomo)PARABÉNS VC È D+, é uma vergonha o Judiciario a...
PARABÉNS VC È D+, é uma vergonha o Judiciario acatar somente a palavra de policiais em flagrante de trafico de entorpecentes, e dar credibilidade de fé publica sem o cunho do contraditório. Maura Marques
7/02/2008 21:58Richard Smith (Consultor)Bad boy, bad boy...
Bad boy, bad boy...
7/02/2008 16:37Mauro (Professor)Só mesmo o gringo Richard (o consultor cujos ho...
Só mesmo o gringo Richard (o consultor cujos honorários são os mais altos de todos os tempos e nenhum de nós aqui do Conjur tem condições de pagá-los) fica sempre do lado de jornalistas como Reinaldo Azevedo. Esse texto de Américo Correa é um dos mais contundentes que já vi aqui no Conjur e mesmo assim o gringo ainda fica do lado da Veja. Gringo, acorde, entre políticos e jornalistas não há diferença alguma, ou melhor, há sim, é que os políticos corrompem o poder e os jornalistas corrompem a informação.
7/02/2008 14:05REGINACOELI (Juiz Federal de 1ª. Instância)PARABÉNS AMÉRICO. SOMENTE QUEM PASSOU POR UM LI...
PARABÉNS AMÉRICO. SOMENTE QUEM PASSOU POR UM LINCHAMENTO MORAL NA MÍDIA, APÓS ANOS E ANOS DE TRABALHO E DEDICAÇÃO, COM ESTATÍSTICAS ALTÍSSIMAS, É QUE SABE A DOR DE UMA NOTÍCIA MENTIROSA, CALCADA NUMA DENUNCIA IRRESPONSÁVEL E TENDENCIOSA. UMA AÇÃO DE DANOS MORAIS JAMAIS COMPENSARÁ O SOFRIMENTO DE UMA FAMÍLIA INTEIRA VENDO O SEU NOME SER MANCHADO POR MOTIVAÇÕES TORPES E INCONFESSÁVEIS. UM GRANDE ABRAÇO E FIQUE COM DEUS.
7/02/2008 13:40Émerson Fernandes (Advogado Autônomo - Civil)Há muito tempo disse aqui mesmo no Conjur, que ...
Há muito tempo disse aqui mesmo no Conjur, que denegrir a imegem dos outros estava se tornando um esporte nacional. Qualquer alegação, partisse de onde partisse e por mais absurda e despudorada que fosse, era divulgado com ares de verdade absoluta, em completo desrespeito ao direito de defesa. O artigo acima, que é muito correto e sincero em seu conteúdo, só surpreende por ter rompido com o silêncio imposto aos que denunciam a sistemática atual, que preserva apenas "os amigos do rei", como, p. ex., nos casos que envolveram Gugu Liberato, que morbidamente se aproveitou dos atentados do PCC em 2006, para forjar matérias terroristas, em que atores se passando por bandidos ameaçavam a paz e as autoridades públicas. Parabéns ao Conjur pela iniciativa!!!
7/02/2008 11:44pietro (Outros - Criminal)Sou testemunha na procura por parte da imprensa...
Sou testemunha na procura por parte da imprensa do negativo, do ruim, do que deturpar e provocar tumulto. Concordo com o autor da matéria, mas deixou claro que parte da imprensa procura e se não acha inventa.
7/02/2008 11:16gilberto (Oficial de Justiça)Esse artigo foi um verdadeiro "tapa na cara"! N...
Esse artigo foi um verdadeiro "tapa na cara"! Nunca li algo tão sincero, principalmente vindo de um jornalista, pois os mesmos são corporativistas!!! Todo mundo sabe do gosto que delegado e promotor têm por estar na frente de uma câmera de TV ou de um repórter de rádio AM. Suspeitos são aprensentados aos holofotes como se já fossem culpados e, ali mesmo, nos seus gabinetes, recebem a sentença de condenação, às vezes sem a presença de um advogado. Em operações midiáticas com nomes esquisitos, a polícia chama logo a imprensa, de preferência aquelas que dão maior audiência!! Nas entrevistas que dão, colocam um óculos escuro, ajeitam o paletó e se metem a dar palpites e condenar o suspeito sem o devido processo legal, sem respeitar os direitos constitucionais que qualquer pessoa tem. Já cai na armadilha de achar que MP e polícia têm que agir com todo rigor, bater, quebrar, aparecer e excrachar as pessoas na imprensa, mas acho que isso é tolice, pois são duas instituições que não julgam ninguém, porém, se arvoram de autoridades judiciais!!! Essa farra tem que acabar! A Justiça não pode permitir a divulgação na mídia de trechos de conversas e, ao final do prazo das escutas telefônicas, um cópia tem que ser repassada aos advogados e só, nada de dar trechos ao jornalista, pois, como fica o princípio constitucional da ampla defesa! Em operações não precisa estar lá também o repórter, principalmente daqueles emissoras poderosas e das grandes revistas! Na minha humilde opinião, se a constituição for respeitada, MP e polícia cumprindo o seu papel direitinho, sem extrapolar, a Justiça já está sendo feita!
7/02/2008 10:10Fernanda (Estudante de Direito)Sr. Américo Corrêa Parabéns pelo texto. Infe...
Sr. Américo Corrêa Parabéns pelo texto. Infelizmente, poucos tem esse 'olhar' sobre a verdadeira função da mídia. Hoje, bom é aquele que aparece mais, e não importa de que lado esteja. Dr. Ségio Sua ideía de imp]odir para reconstruir é bem apropriada neste momento; talvez, a única saída.
7/02/2008 08:05Luiz P. Carlos (((ô''ô))) (Comerciante) Detalhe esquecido! O problema não é 'Qua...
Detalhe esquecido! O problema não é 'Quando imprensa, polícia e MP extrapolam seus poderes ', é quando ambos estão formando uma quadrilha se locupletando, prevaricando de mau carater e inexcrupulosamente. Transformando o interesse cívico pela luta contra o Estado Paralelo, estes que tem todos os direitos e não cumpre com seus deveres, se afigura extorsivo contumaz, mantendo o cidadão moderno sob regime tributário de trabalho escravo, se locupletando com pedagios urbanos inconstitucionais, multas eletronicas, vistorias veicular anual, usando e abusando do poder de policia que lhes é por prerrogativas legais para circunstanciar o terror em troca de votos e outrs chantagens politiqueiras. Nesse sentido só ha uma defesa... O Grito na Midia !!!
6/02/2008 23:55Richard Smith (Consultor) Do "blog" de REINALDO AZEVEDO do dia de hoje:...
Do "blog" de REINALDO AZEVEDO do dia de hoje: A corrupção do caráter É bom que vocês saibam: qualquer governo atua para desviar jornalistas da rota se percebe que eles estão no caminho certo e, ao fim da trajetória, acabarão batendo em algum figurão. Pode fazê-lo por meios lícitos ou ilícitos, e cumpre ao profissional se esforçar para não cair em armadilhas. No caso da ex-ministra Matilde Ribeiro, essa armadilha consistia justamente em oferecê-la às piranhas, para que o resto da manada governista passasse incólume. Em nenhum momento, houve esforço oficial para preservá-la da acusação de uso irregular do cartão corporativo. Ao contrário até. Havia um discreto incentivo para torná-la um exemplo negativo num ambiente de suposta correção no uso dos cartões. Sim, ela foi oferecida como o famoso boi de piranha. As coisas começaram a se complicar para o governo quando reportagem da VEJA demonstrou que três funcionários da Presidência da República gastaram, no cartão, R$ 205 mil em 2007. A conta maior foi feita num supermercado. Nota: tudo o que Lula come e bebe no Brasil deve ser comprado por meio de licitação pública. O uso do cartão para isso é irregular. E, então, o tal Portal da Transparência passou a ser uma verdadeira cornucópia de irregularidades. A ponto de o general Jorge Felix, da Segurança Institucional, querer tirar de lá os gastos relacionados à família presidencial. Parecem dizer: “Pô, já fizemos demais em dar transparência a algumas lambanças; só falta agora essa gente da imprensa cobrar também a punição”. O lulo-petismo é expressão de uma nova visão de mundo e da política: “Mostrar a irregularidade, vá lá; querer corrigi-la já é excesso de moralismo”. Trata-se de uma grande contribuição à degradação da vida pública. O larápio que nega a ilegalidade de pés juntos continua bandido, mas não corrompe o princípio. Os tempos são outros: estamos falando da corrupção da convicção, da vontade, da verdade e das instituições. Querem que aceitemos a falcatrua com um fato normal da vida e uma característica intrínseca à política.
6/02/2008 21:37Sérgio Niemeyer (Advogado Autônomo)O artigo é totalmente pertinente. Dá gosto de l...
O artigo é totalmente pertinente. Dá gosto de ler. Bem escrito, perspicaz, sério, bem fundamentado. Faltou, talvez, como lembrou em seu comentário o Olhovivo, mencionar os juízes chanceladores, também os juízes mais burocratas do que magistrado, os juízos lerdos, os juízes engavetadores de processos, os juízes farejadores e caçadores de filigranas para inadmissibilidade de recursos especial e extraordinário. Porém, se o articulista fosse esgotar o tema, dada sua argúcia e capacidade discursiva, o sistema judiciário, penitenciário, policial e o Ministérios Público brasileiros sairiam completamente destruidos, não sobraria pedra sobre pedra. Pensando sobre essas coisas, às vezes chego a concluir que só implodindo tudo para reconstruir é que se conseguiria uma verdadeira mudança, capaz de quebrar paradigmas, enterrar velhas tradições (com licença do pleonasmo reforçativo, pois o tradicional caracteriza-se pela diuturnidade), para em seu lugar erigir um novo sistema, que dê certo, pelo menos mais certo do que este que está aí, em que se verifica um nojento jogo de empurra que visa transferir responsabilidades para o primeiro que aparecer. Como franco atirador, atiramse a esmo as próprias responsabilidades sobre qualquer outra pessoa, desde que isso seja capaz de criar confusão e dúvida sobre o verdadeiro responsável. Juiz nunca erra, pois suas decisões são jurisdicionais e delas cabe recurso, os mesmos que atacam como vilões da celeridade processual. O MP pode atuar como parte e, ao mesmo tempo como fiscal da lei, como se num passe de mágica fosse possível sustentar uma posição como parte e outra como fiscal da lei. Mágicas interpretativas que superam qualquer presdigitação conhecida, deixando o coelho que sai da cartola acanhado pela singelaz do seu truque. O articulista tocou na ferida aberta e latejante, a grande fogueira das vaidades da atualidade, pois todos invocam a falta de ética nos outros, nas demais classes, deixando-se de fora. O articulista, diferentemente, com elegância singular, cobra o compromisso ético sem distinção, incluindo-se no rol dos cobrados, fazendo uma auto-reflexão que não só não exclui a categoria profissional a que pertence, mas antes coloca-a em primeira lugar na fila dos reivindicados a adimplir o compromisso ético saudável e necessário ao exercíco de qualquer profissão. Essa súplica plangente por um pacto com a decência deve obter a adesão de todos os que pensam racionalmente em contribuir para que as gerações futuras recebam um legado melhor, já que para a nossa geração isso, infelizmente, não será possível vivenciar. (a) Sérgio Niemeyer Advogado – Diretor do Depto. de Prerrogativas da FADESP - Federação das Associações dos Advogados do Estado de São Paulo – Mestre em Direito pela USP – Professor de Direito – Palestrante – Parecerista sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br ou sergioniemeyer@ig.com.br
6/02/2008 21:08Mauro (Professor)Pontual, contundente e objetivo. Essas são pala...
Pontual, contundente e objetivo. Essas são palavras que vieram à minha mente enquanto lia este excelente texto. Parabéns!! Parabéns!! Parabéns!! A imprensa brasileira é um fato social digno de muito estudo. Quem diria que um dia a imprensa fosse se tornar a principal inimiga não-declarada e muito bem camuflada da liberdade de expressão? É um fato históricamente surpreendente. A verdade é que a Polícia e o MP são joguetes na mão da imprensa. Promotores, investigadores, delegados e demais integrantes agem como atores de novela com notável retórica e palavreado rebuscado quanto sabem que se trata de algum caso que tem cobertura da imprensa. Não obstante, são também promovidos a ossos, conforme o autor, e não apenas os objetos-vítimas das notícias, e depois largados pelo caminho. E asim caminha a nossa ridícula democracia. Enquanto houver gente que se considera culta e bem informada dando ibope para esses parasitas sociais, tais como Globo e Veja, o nosso amado Brasil amargará essa mediocridade intelectual, social, economica e política.
6/02/2008 20:16olhovivo (Outros)Faltou citar o personagem mais abjeto desse "re...
Faltou citar o personagem mais abjeto desse "reality show": o juiz chancelador. Aquele que, embora tenha passado vários anos na faculdade, não raro pós-graduado, e que se limita a ser induzido pelo policial, MP e jornalista condenadores. Normalmente, um jornalista que sequer sabe manusear o CP ou CPP. Essa postura foi identificada por um ministro do STF, salvo engano, Gilmar Mendes, e cunhada com a célebre frase "covardia institucional". Não fosse isso, o "reality show" daquelas três instituições não prosperaria, cairia no ridículo. Mas, de covardia em covardia, o show não deve, tão cedo, parar.
6/02/2008 19:23Mauricio_ (Outros)Meus parabéns ao jornalista Américo Corrêa! ...
Meus parabéns ao jornalista Américo Corrêa! Que bom seria se tivéssemos muitos "Américos" nas redações de todos os jornais brasileiros!
6/02/2008 19:07Carlos Augusto (Outros)Américo Corrêa, meu parabéns! O Sr. pode osten...
Américo Corrêa, meu parabéns! O Sr. pode ostentar, com orgulho, a designação de jornalista profissional. Quiçá todos que são e pretendem ser jornalistas possam contar com tamanha lucidez em seu exercício profissional.
6/02/2008 18:55Michael Crichton (Médico)Uau!!!! Esse artigo deveria ser leitura obriga...
Uau!!!! Esse artigo deveria ser leitura obrigatória para jornalistas e estudantes de jornalismo. É isso aí.
6/02/2008 17:50Armando do Prado (Professor)Certa mídia, vive de factóides que, infelizment...
Certa mídia, vive de factóides que, infelizmente, POR VEZES, é alimentada por policiais e agentes políticos.
6/02/2008 17:31jose brasileiro (Outros)O brasil não tem bandidos.....
O brasil não tem bandidos.....

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