Judicialização, ativismo e legitimidade democrática

24/12/2008 18:03toron (Advogado Sócio de Escritório)O trabalho publicado pelo Conjur é desses que v...
O trabalho publicado pelo Conjur é desses que vão marcar época. Denso sem ser chato e preciso como a mão de um cirurgião. Lê-lo, mais que ampliar os conhecimentos, foi fonte de enorme prazer. Parabéns ao Conjur e ao eminente jurista professor Luis Roberto Barroso. Toron
22/12/2008 17:59fernandojr (Advogado Autônomo - Civil)A cada dia que passa o STF deixa de ser um trib...
A cada dia que passa o STF deixa de ser um tribunal de direito e justiça para transformar-se num tribunal político. Foi contaminado pelo vírus americano (ativismo judicial). E se as coisas estão assim, urge o estebelecimento de mandato para os ministros. Quem faz política deve submeter seu cargo às vicissitudes da política.
22/12/2008 17:30daniel (Outros - Administrativa)Ativo demais, por isso precisamos de um mandato...
Ativo demais, por isso precisamos de um mandato limite de doze anos para Ministro do STF, além de ampliar o número para no minimo 50 Ministros e dar mais transparencia à forma de escolha.
22/12/2008 16:18Armando do Prado (Professor)"Atividade política intensa" é saudável e preci...
"Atividade política intensa" é saudável e preciso num orgão superior como o STF, já atividade político partidária é nociva e perigosa, como vem acontecendo.
22/12/2008 15:53Flavio Correa Tiburcio (Advogado Sócio de Escritório)Parabenizo o Prof. Luís Roberto Barroso pela ca...
Parabenizo o Prof. Luís Roberto Barroso pela capacidade de sintetizar, em algumas poucas páginas, o profícuo ano judiciário do STF, há pouco encerrado. A par dessas decisões, de fato relevantes, espera-se para 2009 o desate de inúmeras outras questões que interessam a sociedade brasileira. O STF vem cumprindo satisfatoriamente seu papel de defensor da Carta da República.
22/12/2008 15:46Polly (Estudante de Direito)Penso que se o STF não colocar freios jurídicos...
Penso que se o STF não colocar freios jurídicos na instituição, delimitando o que pode ou não pode fazer, vai acabar perdendo todo o prestígio de Suprema Corte, pois o poder do MP está cada vez mais em ascensão, vejam a entrevista do Procurador do MP de São Paulo sobre a posse de arma de calibres ilimitados pela instituição. Protestaram frente ao CONJUR que a entrevista não foi bem assim, mas para quem sabe realmente ler, a intenção é, sim, poder de utilizar a arma que bem entender. Daqui a pouco, não vão precisar mais do Judiciário. Está faltando pouco para que isso aconteça. É o perigo da democracia que tem os seus dois lados da moeda.
22/12/2008 14:04Republicano (Professor)O STF peca ao não analisar logo a proibição do ...
O STF peca ao não analisar logo a proibição do MP continuar a fazer investigação seletiva. Ora, se querem investigar, que investigue desde o ladrão de bicicleta até aqueles crimes que dão IBOPE.

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