Ministra vota pela redução da pena de Pimenta Neves

7/08/2008 16:57Victor (Estudante de Direito - Criminal)É. Solta logo. Vai ver a culpa foi da vítima...
É. Solta logo. Vai ver a culpa foi da vítima, que estava no lugar errado e na hora errada. Esse é o nosso Brasil! Mas não fiquemos tristes, vamos ser ouro em Pequim!
6/08/2008 21:12Zito (Consultor)É melhor soltar o Réu e prender. morto. Oh. ...
É melhor soltar o Réu e prender. morto. Oh. Ele já esta preso. Só a Justiça de Deus, libertará das Trevas.
6/08/2008 17:22Auditor (Advogado Autônomo)Digo, surrealismo...
Digo, surrealismo...
6/08/2008 17:21Auditor (Advogado Autônomo)É verdade, nossa justiça é de um surrelismo ind...
É verdade, nossa justiça é de um surrelismo indecente!
6/08/2008 13:30Roland Freisler (Advogado Autônomo)Endosso tudo o que já foi escrito. Eta justiça ...
Endosso tudo o que já foi escrito. Eta justiça vagabunda essa nossa!
6/08/2008 10:59Landel (Outro)De forma dolorosa mas ao mesmo tempo necessária...
De forma dolorosa mas ao mesmo tempo necessária, esse é o ponto a que se rebaixou o que se convenciona chamar de justiça brasileira. Assassino confesso, julgado, condenado, mas sendo um jornalista influente e podendo pagar caríssimos advogados ou em outras palavras, seleto membro do clube dos amigos, fica assim: solto, tranqüilo, enquanto os familiares da vítima vêem sim, que existe insegurança jurídica nesse país, mas justamente para os que precisam da justiça como entendemos da melhor forma possível. Grandes empresas estrangeiras, bancos, políticos envolvidos com o crime, banqueiros, magistrados corruptos e eventualmente um ou outro matador de uma tarde de verão, desde que seja membro do clube dos amigos terminam assim: impunes. Até os jornalistas, capazes de descobrirem informações em outros países, de se enfiarem no meio de uma operação da Polícia Federal, se mostram agora temerosos, cautelosos, arredios e sobre Pimenta Neves nada descobrem, nada sabem e tudo ignoram, a não ser o que já é de conhecimento público. Tudo se resume ao verdadeiro estelionato jurídico que a assembléia prostituinte de 1988 trouxe à luz: somente depois de sentença definitiva é que o sujeito é considerado culpado. Claro que pode se levar uma vida inteira para os juízes chegarem a essa conclusão. Pena que para a vítima a morte pelas costas e sem chance de defesa já transitou em julgado no momento em que o assassino apertou o gatilho. E ele disparou porque tinha duas armas na mão. Uma se chamava revólver. A outra se chamava justiça brasileira. Vellker http://vellker.blog.terra.com.br
5/08/2008 23:20Neli (Procurador do Município)Um absurdo esse senhor condenado e estar cumpri...
Um absurdo esse senhor condenado e estar cumprindo pena em casa;um absurdo os irmãos cravinhos e suzane richtofen estarem presos. Um absurdo o casal Nardoni estar preso. Por mais que eu seja uma estudiosa do direito penal/processual não consigo compreender esses casos.

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