Farah tenta convencer da tese de legítima defesa

23/04/2008 17:58Meire (Estudante de Direito - Tributária)Interessante que o réu foi visto como semi-impu...
Interessante que o réu foi visto como semi-imputável quando esquartejou a vítima, mas está em plenas faculdades mentais pra cursar Direito _ embora talvez uma coisa nada tenha a ver com outra. Aliás, na qualidade de advogada, fico me questionando o porquê de pessoas formadas ou cursando Direito, ultimamente estarem envolvidas em crimes tão brutais (no caso de Guilherme de Pádua, por exemplo, me parece que ele cursou Direito; Farah Jorge Farah, que agora cursa Direito; e, mais recentemente, o caso dos Nardoni _ Anna Carolina é estudante de Direito e Alexandre é bacharel). Só a título de curiosidade, será que estas pessoas, condenadas com trânsito em julgado, ou se eventualmente vierem a sofrer condenação judicial, poderão exercer a advocacia?
22/04/2008 08:56MFG (Engenheiro)Concordo plenamente com "lu (Estudante de Direi...
Concordo plenamente com "lu (Estudante de Direito" Não há marketong apenas comentários da jornalista sobre as ocorrências. Vejo a crítica como indevida.
20/04/2008 13:58Júnior Brasil (Advogado Autônomo - Consumidor)Direitos e garantias individuais insculpidos na...
Direitos e garantias individuais insculpidos na CF em 1988 sob a síndrome do "preso político". Ora, numa Constituição Cidadã? Um paradoxo! E por isso temos garantias "à todos" sendo utilizadas por psicopatas, delinqüentes contumazes, corruptos, corruptores, e ninguém vai preso ou se permanece preso. Digo isso como advogado criminalista que faço muito bem o meu trabalho, mas entendo que esses tais "direitos fundamentais" deveriam ser revistos, pois nós, trabalhadores, é que estamos sendo condenados.
18/04/2008 16:39lu (Estudante de Direito)Como jornalista, discordo dos comentários do pr...
Como jornalista, discordo dos comentários do procurador Vladimir e do Carlos. Em primeiro lugar, a repórter não escreveu um artigo e sim uma matéria jornalística. A repórter coloca a opinião das fontes, dos entrevistados, narra fatos ocorridos e não emite sua própria opinião. Qual é o problema? A matéria está corretíssima!
17/04/2008 23:11Vladimir Aras (Procurador da República de 1ª. Instância)Tive a mesma má impressão quando li esse «artig...
Tive a mesma má impressão quando li esse «artigo», Carlos. Não dá para levar a sério uma repórter tão enviesada. De jornalismo, vi pouco aqui. Mas para uma aluna de marketing a moça vai bem. Quanto ao resultado condenatório, era de se esperar. Quanto ao mau jornalismo do Conjur, também...
17/04/2008 22:46RBS (Advogado Autônomo)Honestamente...Legitima Defesa ? Bom...cada um ...
Honestamente...Legitima Defesa ? Bom...cada um pensa de um jeito...mas ainda acredito em senso comum..
17/04/2008 21:09MUDABRASIL (Outros)Fiquei emocionado com a descrição da psiquiatra...
Fiquei emocionado com a descrição da psiquiatra Hilda: 'um descontroladinho para questões emocionais'. Descontroladinho ele esquartejou a vítima, imagine o que ele faria se fosse 'descontroladão'. Como um profissional, em sã consciência, pode emitir um juízo deste? E a repórter do Conjur? Quanta imparcialidade na análise... O Promotor tinha a tese baseada no 'senso comum'. Já o advogado foi 'ousado', tanto que os jurados 'se inclinaram' para ouvir. OUVIRAM COM ATENÇÃO MAS NÃO GOSTARAM, SETE A ZERO PELA PROCEDÊNCIA DAS ACUSAÇÕES. Estou ansioso pela análise do resultado pela repórter Priscyla.

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