Juiz já foi sacerdote e rei; agora, é escravo da máquina

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24/04/2008 08:34Isaias (Advogado Autônomo)Concordo com o dr. Carlos Rodrigues , quando co...
Concordo com o dr. Carlos Rodrigues , quando coloca certa timidez dos magistrados em coibir condutas lesivas ao meio de forma coercitiva e eficaz, limitando-se a somente impor penalidades tímidas e superficiais, cujo e efeito social é quase invisível. Qual seria a explicação? não sei dizer.
14/04/2008 11:21José Inácio de Freitas Filho. Advogado. OAB-CE 13.376. (Advogado Autônomo)Vejamos o assunto por partes? 1. A postura dos...
Vejamos o assunto por partes? 1. A postura dos magistrados - A vaidade/empáfia/arrogância é do ser humano; não é privilégio do juiz. Advogados, promotores, servidores, todos temos a nossa cota. Quantos advogados [meus colegas de ofício] cruzam os corredores do fórum recusando um simples "bom dia" de um colega? Parecem até príncipes... 2. Judiciário e tecnologia - De fato, a tecnologia é a solução para a morosidade do judiciário, juntamente com a redução do rol de recursos. A outra opção [inconstitucional...] seria a supressão de instâncias; um absurdo, sob o ponto de vista geral. 3. Tecnologia e justiça - Mas quanto à possibilidade de a máquina substituir o magistrado, uma única pergunta opõe-se a esta aparente maravilha: onde ficará a sensibilidade do julgador? A máquina, por acaso, será capaz de encontrar a verdade e a justiça, por trás dos documentos digitalizados?... Claro que não e o polígrafo [o dito "detector de mentiras"] está aí, para prová-lo. José Inácio de Freitas Filho {Advogado - OAB/CE n. 13.376}
14/04/2008 00:13Carlos (Advogado Sócio de Escritório)Hoje me pergunto: qual o papel do juiz? Ele ...
Hoje me pergunto: qual o papel do juiz? Ele não tem cumprido seu papel, que é, dentre outras coisas, pacificar as relações entre as pessoas, físicas ou jurídicas. A maioria dos juízes trabalha na base do enxuga gêlo. Condena em valores pífios GRANDES CONGLOMERADOS EMPRESARIAIS, fazendo crer que: ou não está preocupado com as relações sociais ou está trabalhando na base do enxuga gêlo, ou seja, sabe que virá milhares de ações iguais aquela que ele não conseguiu coibir a reincidência de determinado ato ilícito. Na prática, sinceramente, não vejo progresso a curto nem médio prazo. Tese ultrapassadas e pensamentos contrários a verdadeira aplicação direito. Parece que fica muito mais no achismo do juiz do que na aplicação efetiva da lei (a fundamentação é a parte mais fácil.Pois o "quintal" dá de tudo) Digo isso sem levar em consideração o volume de ações que existem (culpa em parte pela indústria de lesar os cidadãos, com o "incentivo" DE PARTE DO JUDICIÁRIO). Não, a questão não se finaliza apenas na falta ou desvio de verba ou excesso de processos. Há uma mentalidade, retrógada em parte do Judiciário que engessa, emperra e não consegue evitar que ações IDÊNTICAS, COM A MESMA CAUSA DE PEDIR LOTEM O JUDICIÁRIO DIARIAMENTE, SENDO QUE AS RÉS SÃO SEMPRE AS MESMAS. Se o remédio não está acabando com a doença, porque parte do Judiciário continua aplicando as mesmas regras nas condenações cíveis? Algum juiz para explicar? Carlos Rodrigues berodriguess@yahoo.com.br
13/04/2008 23:57veritas (Outros)quem dera se clamor público funcionasse aqui !!...
quem dera se clamor público funcionasse aqui !!!! seríamos outro país.
13/04/2008 11:25olhovivo (Outros)Ainda hoje alguns juízes pensam que são reis e ...
Ainda hoje alguns juízes pensam que são reis e rainhas. Não é raro encontrar, entre eles, faraós e deuses. Mas na hora de julgar casos polêmicos, viram escravos do "clamor público".
13/04/2008 10:51veritas (Outros)Realmente enquanto dar direito ao cidadão conti...
Realmente enquanto dar direito ao cidadão continuar sendo tão raro que vira notícias dos tribunais, existe muito caminho pela frente .
13/04/2008 02:35Carlos (Outros)Os juízes deveriam ser escravos dos direitos fu...
Os juízes deveriam ser escravos dos direitos fundamentais. E isso implica efetiva tutela dos débeis; prestação jurisdicional em tempo razoável; respeito para com todos quanto buscam a prestação da Justiça. Os computadores devem ajudar - e podem, de fato, ajudar e muito - nesse mister. Não podem condicionar a Justiça (como que querendo tornar o 'círculo um quadrado' para adequá-lo ao software).

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