11/04/2008 20:52Nicoboco (Advogado Autônomo)Essa história de dossiê é lenda. Tudo culpa daz...
Essa história de dossiê é lenda. Tudo culpa dazelite. Intriga da oposição...
Ooooops...mas, acaso comprovado que exista, ressalta-se que ela (Dilma!) nada sabia...
Alguma semelhança com o caso do mensalão?
10/04/2008 17:25Luiz Fernando (Estudante de Direito)O problema todo está na infringência ao art. 37...
O problema todo está na infringência ao art. 37 da Constituição Federal, que diz que a administração pública será pautada por vários princípios, dentre os quais os da moralidade e da publicidade. Ou seja, nada pode ser secreto em se tratando de coisa pública, mas agora inventaram essa de que os gastos pessoais do presidente e da primeira dama (talvez compra de cueca, cachaça, sutiã, modess, etc) comprometem a segurança nacional. QUAL É O PROBLEMA DA SOCIEDADE SABER O QUE O PRESIDENTE COMPRA COM O SEU CARTÃO CORPORATIVO, OU SEJA, COM O DINHEIRO DOS IMPOSTOS ?????
9/04/2008 12:46futuka (Consultor)Comprar tapioca não vale, brincadeirinha!
Afin...
Comprar tapioca não vale, brincadeirinha!
Afinal é um ano eleitoral, ou não!
Espero poder colaboradar com o Conjur e agradecer ao senhor prof Vladimir Freitas por excelente matéria, pena que a maioria dos leitores não entende por ser assunto noticiado e viciado os ouvidos daqueles que não querem ver.
8/04/2008 21:33veritas (Outros)Sinceramente doido e quem critica esta gente po...
Sinceramente doido e quem critica esta gente pois tem todo o aparelho . Parece que as artimanhas de Stalin continuam entre nós.
8/04/2008 08:34Embira (Advogado Autônomo - Civil)O senador Álvaro Dias afirmou da tribuna, quand...
O senador Álvaro Dias afirmou da tribuna, quando se defendia da acusação de ter “vazado” o dossiê para a mídia: “Estão querendo inverter a lógica do Estado democrático de direito: importante, agora, não é o crime (de montar dossiê), mas, vazar os dados para a imprensa”. Com efeito, o “modus investigandi” da nossa mídia, no período lulo-petista, sofreu sensível inversão, ou mudança de foco. Dossiês tivemos vários, nas últimas décadas. O mais glamouroso, talvez, tenha sido a pasta cor-de-rosa, “um conjunto de documentos que mostrava uma contribuição de 2,4 milhões de dólares do Banco Econômico, para a campanha de 25 candidatos nas eleições de 1990”, entre os quais, o atual líder do DEM no Senado, José Agripino Maia. Nunca a mídia insinuou, sequer, que o banqueiro Ângelo Calmon de Sá tivesse incidido em crime ao compor o dossiê ou mesmo ao alardear sua existência. A única preocupação da mídia era com o destino dos dólares: por que foi montado esse caixa-dois e quem utilizou essa verba ilícita nas eleições de 1990. Agora, a mídia amplia o espectro da investigação: a montagem de dossiê, que seria mera “notitia criminis”, passa a constituir o mais grave dos crimes. No affair Francenildo, o caseiro de Palloci, então, o espectro restringiu-se à quebra do sigilo bancário, considerando-se a possível (e até provável) compra do depoimento uma questão de somenos. "Oh! Tempora, Oh! Mores".