Juiz cassa mandato de vereador infiel em Itajá

2/10/2007 12:30Enos Nogueira (Advogado Autônomo - Civil)É um bom começo para moralizar determinados "po...
É um bom começo para moralizar determinados "políticos", entretanto, cabe a nós eleitores fazer uma limpeza geral. Vejamos quem está vendendo o seu apoio ao governo em troca de cargos públicos ou da liberação de verbas parlamentares. Se fosse um simples servidor que fizesse isso provavelmente seria denominado de corrupto e com certeza punido. Acredito que o Princípio da Moralidade, esculpido no artigo 37 da Constituição Federal , não foi feito para determinados "políticos".
1/10/2007 09:18Dyogo (Advogado Associado a Escritório - Administrativa)Apenas uma correção: Itajá fica no Estado de Go...
Apenas uma correção: Itajá fica no Estado de Goiás e não no Rio Grande do Norte.
30/09/2007 15:34Miguel Godinho Bastida (Estudante de Direito)Louvável a iniciativa e a coragem do Meritíssim...
Louvável a iniciativa e a coragem do Meritíssimo Juiz Adenito Francisco Mariano Júnior, que concedeu liminar, cassando o mandato de um vereador, a pedido do partido que elegeu tal edil, beneficiado pela famigerada sub-legenda. Isto acontecendo na cidade de Itajá, no Rio Grande do Norte. As mudanças de legenda após as eleições formam um quadro de descaso com toda a ordem política, ou seja, os eleitos apoderam-se dos mandatos e tratam-no como propriedade deles, sem levar em consideração a ideologia partidária, se é que isso existe de fato no nosso país. Temos que politizar nosso povo para que consigam entender e apoiar decisões como esta, tomada pela Sua Meritíssima potiguar.
29/09/2007 09:41Embira (Advogado Autônomo - Civil)País: Brasil; forma de governo: república feder...
País: Brasil; forma de governo: república federativa; número de partidos políticos registrados no TSE: 33. Ministros do STF, antes do julgamento, já declaram à mídia o seu entendimento: a fidelidade partidária é indeclinável. Fidelidade a que? Qual a ideologia, quais os princípios políticos desses 33 partidos? Acho que o eleitor não sabe; ninguém sabe. Antes de uma reforma política, portanto, falar em fidelidade partidária só pode ser brincadeira. Se decretarem, de fato, a fidelidade, essa estranha engrenagem de 33 partidos enguiça de vez. Os políticos não conseguirão ficar estancados nesses 33 diques: terão de saltar daqui para lá em busca de estrutura partidária em nível nacional, dinheiro para a campanha, maior tempo na TV, etc. Enquanto não vier uma profunda reforma política, teremos de nos habituar ao vaivém dos políticos: é Gabeira que pula do PV para o PT e volta para o PV; é Fogaça que salta do PMDB para PPS e volta para o PMDB. Uma constante piracema política.

Comentários encerrados em 6/10/2007

A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.