Associação nega que juíza tenha agredido professora

23/12/2007 03:42MARCELO-ADV-SE (Advogado Associado a Escritório)não conheço os fatos amiúde, mas, pelo que sei ...
não conheço os fatos amiúde, mas, pelo que sei da personalidade da magistrada envolvida, posso garantir que ela seria incapaz de praticar o gesto narrado na reportagem. o caso parece reportar uma tentativa de uma ilustre desconhecida de aparecer às custas de uma juíza que dignifica a magistratura sergipana.
21/12/2007 23:56Neli (Procurador do Município)A algema deve é meio excepcional de contenção;u...
A algema deve é meio excepcional de contenção;um acinte uma profissional ser algemada como se fosse um meliante. À professora minha solidariedade,afinal,o futuro do País está em suas mãos.
2/10/2007 10:41Regis (Professor Universitário - Dano Moral)Qualquer aluno de primeiro ano do curso de Filo...
Qualquer aluno de primeiro ano do curso de Filosofia conhece o conceito do princípio de causalidade: "todo efeito supõe uma causa". Onde há fumaça... .
27/09/2007 11:05Murassawa (Advogado Autônomo)Profissionalmente já atuei em recursos humanos,...
Profissionalmente já atuei em recursos humanos, função que tinha como uma das atividade, administrar conflitos entre empregados e patrão, onde conheci de perto comportamento humano descontrolado e mentirosos as vezes , assim como, atuei e atuo como advogado e conheço de perto comportamento de Magistrados que em sua maioria são pessoas controladas e educadas, porém, há magistrados que não respeitam o semelhante, inclusive profissional advogado, portanto, penso que neste conflito ambos os lados estão errados, primeiro a Professora que acredito tenha agido de forma destemperada para ter sido algemada e a Juíza que determinou a prisão da professora, ou seja, devolveu a suposta agressão verbal e ou insulto c/ a prisão que era desnecessário.
27/09/2007 09:19Marcelo Augusto Pedromônico (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)Sindicalistas x coorporativistas. Briga boa...
Sindicalistas x coorporativistas. Briga boa...
26/09/2007 23:45Comentarista (Outros)Vou me reservar no direito de continuar tendo v...
Vou me reservar no direito de continuar tendo vergonha de ser brasileiro... Só isso!
26/09/2007 23:30Nado (Advogado Autônomo)Não dá para saber quem fala a verdade, nem com ...
Não dá para saber quem fala a verdade, nem com reputadas testemunhas. Em Sergipe, ouvi de seu próprio povo que lá existe muita mesquinharia e muita picuinha. Uma revista local contava uma anedota que havia um vendedor sergipano com dois baldes de mesmo tamanho e com a mesma quantidade de caranguejos. Um tampado e outro sem tampa. Dizia ele que o tampado continha caranguejos de fora e todos tentavam subir para fugirem juntos e o destampado continha caranguejos sergipanos que nem sequer tentavam subir, pois era só um deles tentar que os outros o agarravam para que logo caísse. Alguns dizem que há dois tipos de pobres (e em Sergipe há muita gente rica) no sertão faminto. Um que, embora tendo pouco para matar sua própria fome, ainda procura dividir com os vizinhos e, outro, que se revolta por se acreditar superior aos outros que partilham de sua situação. Vi em Sergipe muitos que ficaram traumatizados com a fome do passado e que tinham a mania de oferecer comida, como se quisessem provar para todos que nunca foram tão pobres.
26/09/2007 21:11Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil) Bem, seria o cúmulo se a Associação da magi...
Bem, seria o cúmulo se a Associação da magistrada confirmasse a agressão !!! Ora ....
26/09/2007 18:22luca morato (Juiz Estadual de 1ª. Instância)Drº Mário Não se pode dar crédito ao ditado ...
Drº Mário Não se pode dar crédito ao ditado popular de que "onde há fumação, há fogo", pois, do contrário, teríamos que reconhecer que há fundo de verdade, por exemplo, na crença popular de que "todos os advogados são ladrões e sanguessugas", quando sabemos que tal assertiva é absolutamente falsa.
26/09/2007 15:56Mário Gonçalves Soares Júnior (Advogado Sócio de Escritório)Sinceramente, NÃO vejo qualquer "falta" de zelo...
Sinceramente, NÃO vejo qualquer "falta" de zelo e cuidado do CONJUR quando da notícia apresentada. Relata apenas que segundo testemunhas a magistrada teria agredido a professora sindicalista. Se não fosse verdade ou ao menos parte do episódio verdadeiro, a nobre juíza e sua associação teria prontamente atendido o contato do CONJUR, ao contrário de criticar a reportagem. É o velho ditado popular: "Onde há fumaça, há fogo" Parece que a arbitrariedade e o seu excesso através de alguns nobres julgadores, que deveriam servir de exemplo de conduta, está virando rotina nos meios de comunicações.

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