Nancy Andrighi libera atendimento a advogados no STJ

29/10/2008 21:54Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)O Juiz Dr Luis Guilherme tem razão. Como advoga...
O Juiz Dr Luis Guilherme tem razão. Como advogado eu nunca procurei um Desembargador para tratar de autos a ele conclusos. Mas sou advogado desde o primeiro dia de formado, não faço parte daqueles que temeram , por insegurança, optar pelas dificuldades de um iniciante escritório de advocacia, em que você paga um monte de contas no início da carreira sem nenhuma segurança de ter clientes. Os advogados criadores de problemas são aqueles que optaram logo no início da carreira pelo emprego público de Juiz de Direito, ao invés de serem profissionais liberais, sem patrão e depois de aposentados correm à OAB para pegar suas carteiras de advogado, mas pensando, ainda, que são Juizes de Direito ou até mesmo Desembargadores. O ERRO É DA OAB. Ora, se para um advogado ser Juiz tem de prestar concurso público, magistrado aposentado TEM DE PRESTAR PROVA DE ORDEM OUTRA VEZ, PORQUE NÃO É ADVOGADO HÁ MUITO TEMPO. Essa assincronia é que gera essas aberrações. E te, muito desses aposentados que não passaria na prova de ordem da OAB de São Paulo, até mesmo Ministros do Supremo. Agora, me desculpe o Desembargador em tela, uma vez que comparar a área do Gabinete que lhe é cedido pelo Estado com o seu automóvel funcional é uma comparação mentecapta.
19/12/2007 18:19Valdemiro Ferreira da Silva (Advogado Autônomo)A intenção pode ser boa, mas a Lei tem que ser ...
A intenção pode ser boa, mas a Lei tem que ser respeitada no tocante as prerrogativas dos advogados. Se a digna magistrada deseja conciliação entre as partes, deve primeiro consultar os advogados patrocinadores das causas, e depois aproximá-los numa reunião. Eu, não abro mão das prerrogativas que me é conferida pela Lei, já representei juizes por negá-la e farei quantas vezes forem necessário. Quanto ao comentária da Funcionária pública, que falou um bocado de besteira e por esse motivo perdeu uma excelente oportunidade de ficar calada, só tenho a dizer que eu não faço parte daqueles que se sentem inferiores, mas muito pelo contrário.
17/09/2007 09:34Bob Esponja (Funcionário público)Francamente o problema neste pais é que todos q...
Francamente o problema neste pais é que todos querem ser "otoridades", neste caso os advogados estão sofrendo de sindrome de inferioridades. O problema não é de hoje. Alguns advogados se sentes inferiores diante o magistrado porque este tem algumas prerrogativas, como se os proprios advogados não tivessem as suas, e por isto procuram chifre em cabeça de cavalo. Pelo amor de deus, qual é o problema de agendar encontros. Quando o advogado vai no dentista, marca horario, vai no barbeiro, marca horario, vai no boteco com os amigos, marca horario, vai no futebol, marca horario. Imaginem se todos se sentissem no direito de querer se atendidos pelos advogados a qualquer hora. O cara tá la escrevendo sua peça ai parece fulano, siclano, querendo discutir isso ou aquilo. Marcar horario, como a magistrada fez, é sinal de civilidade.
16/09/2007 22:40MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Desculpe colega juiz Luis Guilherme, mas nem to...
Desculpe colega juiz Luis Guilherme, mas nem todos o que são Ministros nos Tribunais Superiores o são por terem inteligência privilegiada. Mas e sim, por pura política. Basta ver o currículo do Nilson Naves(foi do MP de SP, mas nucna trabalhou como Promotor), do Félix Fischer(também foi Promotor e depois Procurador de Justiça no PR - teve uma carreira meteórica-, mas ao que todos sabem, como ele era e é de família riquíssima no RJ, pagou passagem de avião para vários Procuradores de Justiça logo que entrou no MP do PR para um churrasco em sua casa no RJ e, com isso, foi de Promotor Substituto em Londrina direto para ser Promotor Titular Curitiba(entrância final), nunca passou em nenhuma Comarca de primeira entrância). Então imagina, se eles tiveram inteligência privilegiada para serem Ministros do STJ? *rs Pois bem colega Luiz Guilherme, é assim que as coisas funcionam neste país de quinta categoria. E não vamos tapar o sol com a peneira, querer "rasgar seda" onde você tanto quanto eu sabe que tudo é uma hipocrisia. Tem juiz que só dá aula, tem juiz que vive sendo assessor no TJ para não exercer suas funções jurisdicionais. Assim também no MP. Então vamos ser honestos, dentro de nossas Instituições há castas, e quem não faz parte delas, só é prejudicado. O povo brasileiro precisa saber disso!
16/09/2007 19:29Luiz Guilherme Marques (Juiz Estadual de 1ª. Instância)O que mais me chamou a atenção no esclareciment...
O que mais me chamou a atenção no esclarecimento feito pela grande magistrada foi a motivação da sua idéia de agendamento, ou seja, oportunizar a presença dos procuradores das partes e das próprias, visando dialogar com todos e tentar sua conciliação. Idéia mais útil que essa desconheço. No entanto, infelizmente, foi tida como ofensiva aos advogados, que pretendem ser recebidos pela ministra, talvez desinteressados em resolver os problemas dos seus clientes (pelo menos de forma conciliatória...) sem atinar para a idéia mais importante, que é a da conciliação, objetivo da ministra em todos os processos, visando a verdadeira paz social. A incompreensão ainda prolifera, gerando problemas sérios. Continue, nobre ministra, porém, no seu afã de fazer justiça com o coração. Idealize outras formas nobres que sua inteligência privilegiada e seu coração imenso irão ditar, para o bem da nossa Justiça. Vários são seus admiradores e seguidores por este Brasil afora.
16/09/2007 19:24genesio(procurador federal) (Procurador Autárquico)Apesar de bom senso não ser artigo de Lei - o q...
Apesar de bom senso não ser artigo de Lei - o que é uma pena - existe ocasiões em que é indispensável ao Advogado conversar com o Juiz. Por obvio, não vamos ao gabinete para falar do último jogo do flamengo, ou dos milagres de Fátima. O Magistrado se quizer, não precisa nem oferecer café. O que não pode é a instituição de regramentos que impeçam tal mister. Quando digo falar como o magistrado, é com o magistrado mesmo já que também, está virando moda mandar o pessoal do gabinete atender isso, quando não vai o estagiário. Não é para rir, não, dúvido que os que advogam já não tenham vivido situação semelhante. Alías, a Ordem deveria liderar uma campanha de valorização do judiciário brasileiro, incentivando aos juizes que voltem a ser juízes e passarem a dar, novamente, as setenças, tirando esta responsabilidade dos estagiários como se vê em vários ambientes forenses. Fica aqui a sugestão. abraços a todos , especialmente a Ministra por voltar a receber os sofridos colegas sem opor obstaculos.
16/09/2007 18:22Mário de Oliveira Filho (Advogado Sócio de Escritório)A questão é simples: basta a leitura e a aplic...
A questão é simples: basta a leitura e a aplicação dos artigos 6 e 7 da Lei 8.906-94, a "lei Orgânica da Advocacia", e a dúvida está resolvida, seja magistrado de 1a. ou de 2a. Instância.
16/09/2007 18:05MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Não entendi a da Ministra dizer: "querem compar...
Não entendi a da Ministra dizer: "querem comparar um Ministro a um juiz de primeiro grau?". Será que ela se acha superiora? Se acha "deusa"? Os subsídios dela vêm de onde, por acaso?
16/09/2007 13:44Sê (Advogado Autônomo - Civil)Parabéns à Ministra por sua sensatez e desprend...
Parabéns à Ministra por sua sensatez e desprendimento! Precisamos de mais pessoas no Brasil e no nosso Judiciário com esse grau de evolução, entendimento e essa mostra de ressonância humana.
16/09/2007 09:16Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil) Acho que a AASP tem que encarar com seri...
Acho que a AASP tem que encarar com seriedade a delação da Ministra, no sentido de que a maioria dos Ministros age como ela vinha agindo,exigindo agendamento dos Advogados. Ela tem razão num ponto : porquê mandado de segurança só contra ela ?!!
16/09/2007 09:04Paulo (Outros - Civil)Francamente, eu acho que a ministra está certa.
Francamente, eu acho que a ministra está certa.

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