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Força policial

Estudantes invadem reitoria e são retirados a força pela PM

Um grupo de 500 estudantes entrou em confronto com a Polícia Militar, no final da noite de quinta-feira (13/9), na reitoria do Centro Universitário Fundação Santo André, em Santo André (Grande São Paulo). Oito foram detidos suspeitos de resistência à prisão e dano ao patrimônio. Eles prestaram depoimento e foram dispensados.

Os estudantes protestavam contra o aumento nas mensalidades - de 32% a 126%. O grupo foi retirado à força por policiais militares após negociações sem sucesso. Eles pediam ainda melhorias no ensino e contratação de professores. A Corregedoria da Polícia Militar deve investigar a atuação de policiais.

Quase três horas depois da ocupação, a força tática do 10º Batalhão da PM foi acionada para expulsar o grupo. Houve confronto, e ao menos uma pessoa ficou ferida. O tumulto terminou à 0h30. Conforme balanço preliminar da própria PM, 20 salas da reitoria sofreram danos.

O ouvidor interino da Polícia, Júlio César Neves, esteve no local. “A Ouvidoria do estado deve receber vários depoimentos dos estudantes, de quem estava lá presente e nós vamos encaminhar isso para devida apuração na Corregedoria da Polícia Militar do estado de São Paulo”, afirmou.

Os alunos reclamaram da atuação da Polícia. “Entraram jogando bomba, estragando as cadeiras que tinham colocado. Eles foram tirando, arrancando, quebrando. Usaram bala de borracha”, relata Iturama Pereira, um dos alunos.

Em nota, a PM informou que “por cinco vezes houve a tentativa de convencer os alunos a saírem pacificamente, sendo que na última eles resistiram e enfrentaram os policiais”.

Revista Consultor Jurídico, 14 de setembro de 2007, 12h09

Comentários de leitores

6 comentários

Ai, ai, ai, ai. O mesmo PeTralha, fujao, b...

Richard Smith (Consultor)

Ai, ai, ai, ai. O mesmo PeTralha, fujao, borra-cuecas, mistificador, anti-clerical, mentiroso, abortista, escrot e infantil de sempre. Avante Policia Militar!!! (essa foi otima Diegosantos!)

Rodas e filhotes fascistas: as universidades nã...

Armando do Prado (Professor)

Rodas e filhotes fascistas: as universidades não são suas casas!

Existem formas pacíficas de protestar! Os u...

Pinheiro (Funcionário público)

Existem formas pacíficas de protestar! Os universitários paulistas deveriam seguir o exemplo dos secundaristas gaúchos que, de acordo com notícia publicada recentemente no Consultor Jurídico, dormiram em frente à escola para protestar contra o aumento do número de estudantes por classe de 20 para 50 (!) proposto pelo governo.

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