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Há vagas

Defensoria Pública-Geral da União abre 61 vagas em concurso

A Defensoria Pública-Geral da União abriu 61 vagas em concurso para o cargo de defensor público da União de 2ª Categoria. O salário atual é de R$ 10,4 mil. Em janeiro de 2008, será de R$ 11,2 mil.

Entre os requisitos estão: ter diploma de bacharel em Direito, inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil na data de posse, dois anos de prática forense e idade mínima de 18 anos na data de posse. Além disso, não ter antecedentes criminais nem ser investigado em inquérito policial.

A taxa de inscrição é de R$ 110. Ela deve ser feita pela internet, no site do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília www.cespe.unb.br, entre os dias 17 de setembro e 9 de outubro.

A seleção será feita em quatro etapas: prova escrita objetiva, prova escrita discursiva, prova oral e avaliação de títulos. A primeira etapa, a segunda etapa e a quarta etapa serão realizadas nas capitais dos 26 estados e em Brasília. A prova oral será aplicada somente em Brasília.

A prova escrita objetiva será no dia 18 de novembro. A prova escrita discursiva ocorrerá no dia 16 de dezembro. Os locais e os horários da prova escrita objetiva serão publicados no Diário Oficial da União e divulgados na internet, nos sites do Cespe/Unb e da Defensoria Pública, nas datas prováveis de 7 ou 8 de novembro. A data das demais etapas será divulgada posteriormente.

Revista Consultor Jurídico, 12 de setembro de 2007, 15h47

Comentários de leitores

7 comentários

Sinto que pouquíssimos dos meus colegas pretend...

Gui Rodrigues (Economista)

Sinto que pouquíssimos dos meus colegas pretendem advogar (moro em Brasília). Talvez a explicação resida mesmo na famosa "estabilidade" do servidor público, pois os salários não me parecem tão distantes (apesar do ótimo salário inicial do serviço público). Eu me sinto inclinado à advocacia privada, mas dá uma sensação de estar nadando contra a correnteza... Não duvido que a vida profissional será difícil, mas espero que o esforço seja bem recompensado, afinal, dinheiro não compra felicidade, mas é melhor ser triste e rico do que triste e pobre :o) A todos os comentadores, muito obrigado pelo diálogo. Sucesso a todos.

Caro Guilherme. Na qualidade de advogado há qua...

Freire (Advogado Autônomo)

Caro Guilherme. Na qualidade de advogado há quase 20 anos, acho possível que possa lhe esclarecer algumas coisas sobre a advocacia privada. Considero esta, a advocacia, a profissão mais bonita, esclarecedora e dinâmica que existe, claro que reservado todo o respeito pelas demais profissões. Entretanto, algumas coisas precisam ser analisadas, por exemplo: 1º defendemos direitos de terceiros; 2º nem sempre esses direitos são realmente direitos; 3º dependendo da área de atuação, criminal por exemplo, nossa posição pessoal relativa ao crime cometido, pode influenciar o nosso trabalho; 4º a remuneração nem sempre é certa, pois alguns clientes entendem que se voce não ganhar a sua causa não deve receber; 5º temos que ter autoridade, paciência e serenidade para atuar frente a alguns juizes e promotores que não respeitam a nossa classe, graças a Deus uma minoria; 6º se voce advogar numa cidade como Brasília, cuja maioria de habitantes é servidor público, sem reajuste de salário há uns 10 anos, o reajuste de honorários se torna difícil; 7º temos sido vistos por grande parte da sociedade, como uma classe desprestigiada, por força de tantos exemplos de advogados corruptos, criminosos e etc. Enfim, em que pese entender como o Dr.Genésio, no sentido de que nem tudo na vida é dinheiro e o que vale é a satisfação pessoal, esta deve ser conjugada com um bom equilíbrio financeiro. Jamais vou aconselhar um acadêmico de Direito a não advogar, até porque acho fundamental para o exercício futuro de alguma das funções de Estado, a experiência na advocacia, entretanto, por força da situação econômica porque passa a sociedade e a necessidade de se ter equilíbrio financeiro, coisa nem sempre possível na advocacia, entendo que as carreiras públicas têm sido atraentes. E.F

Caro Dr. Genésio. Ficamos animados quando lemos...

Freire (Advogado Autônomo)

Caro Dr. Genésio. Ficamos animados quando lemos comentários como o seu, imbuído de serenidade, equilíbrio, aconselhamento, e, principalmente, de idealismo, sentimento este tão raro na nossa sociedade dita pós-moderna. Tenho acompanhado o desenrolar das reinvidacações da A.G.U, bem como acompanhei o Seminário de voces, e temos visto a postura do Ministro Toffoli. Recebo em meu e-mail as publicações da UNAFE e tenho visto os esforços, bem como os compromissos que o Governo Federal tem assumido com a Instituição, apesar de ainda não cumpridos. Entendo que a Advovacia de Estado deve ser estimulada para que bons quadros não adentrem a ela apenas como meio para alcançar outros concursos, cujos cargos são melhores remunerados. Creio que essa instituição, A.G.U, tão nova, ainda adolescente, será, e já é, motivo de orgulho, de realização e de ideal para muitos operadores do direito. Parabéns por suas colocações e que Deus continue iluminando a sua mente e coração. Parabéns Guilherme, pois fostes bem aconselhado. Abraços. Eduardo Freire.

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