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5 setembro 2007
Novo na casa
Novo ministro toma posse no STF com três poderes reunidos
O ministro Carlos Alberto Menezes Direito foi empossado, nesta quarta-feira (5/9), no cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal. A solenidade foi conduzida pelo vice-presidente da Corte, ministro Gilmar Mendes. Há 16 anos, o Superior Tribunal de Justiça não tinha um ministro indicado para o Supremo.
Indicado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que compareceu à posse, o ministro Carlos Alberto Direito foi aprovado pelo Plenário do Senado Federal e sua nomeação foi publicada no Diário Oficial da União, no último dia 30 de agosto. O ministro passa ocupar a vaga decorrente da aposentadoria do ministro Sepúlveda Pertence.
O ministro Carlos Alberto Direito foi conduzido ao Plenário do Supremo pelo ministro mais antigo e a ministra mais nova da Corte, Celso de Mello e Carmem Lúcia. Logo depois, o ministro Gilmar Mendes o declarou empossado e o convidou para ocupar a sua cadeira.
Três poderes reunidos
Além do presidente Lula, compareceram à cerimônia o procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza; o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Arlindo Chinaglia (PT/SP); a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff; o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB/RJ), presidentes e ministros de tribunais superiores, entre outras autoridades dos três Poderes.
O presidente do STJ, ministro Raphael de Barros Monteiro Filho, e quase todos os ministros da corte também compareceram ao evento. Para Barros Monteiro, a posse do ministro Carlos Alberto Direito é o reconhecimento de suas qualidades intelectuais e morais.
A opinião de Barros Monteiro também é compartilhada pelo ministro Luiz Fux. Ele disse que tanto o STF quanto a sociedade brasileira estão ganhando com a ida do ministro Carlos Alberto Direito para o Supremo.
Perfil
Bacharel em Direito pela PUC do Rio de Janeiro, Menezes Direito já foi secretário de Educação do estado (1987 a 1888), presidente da Casa da Moeda (1985 a 1987), chefe de gabinete do prefeito do Rio (1979 a 1980) e chefe de gabinete do ministro de Estado de Educação e Cultura (1975 a 1978).
Ingressou na magistratura em 1988, como desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. É autor de vários livros como Estudo de Direito Público e Privado, Comentários ao Novo Código Civil, Manual do Mandado de Segurança e A Democracia Nossa de Cada Dia. O ministro nasceu, em Belém (PA), no dia 8 de setembro de 1942. É casado e tem três filhos.
Revista Consultor Jurídico, 5 de setembro de 2007
Arquivo
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Comentários
Comentários de leitores: 4 comentários
É, CONJUR, voces insistem em que, por força do ...
Não pretendo entrar no mérito da nomeação de M...
Ue (leia-se ueh), e o Renan?!
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