Negros querem compensação, não privilégios eternos

6/09/2007 08:27Bira (Industrial)Absurdo e delirio coletivo. O grupo politico q...
Absurdo e delirio coletivo. O grupo politico que o defende recebe votos por isso. Percebemos que diante das dificuldades da vida, um grupo tenta entrar pela porta dos fundos. A sociedade deve ficar atenta a este movimento de oportunistas e votos. Estudar e cobrar educação parece dar trabalho a alguns. Somos, para todo efeito, a raça humana, quem pensa diferente, algum interesse possui.
5/09/2007 10:05Dr. Saulo Henrique (Advogado Sócio de Escritório)“Não queremos privilégios eternos, mas política...
“Não queremos privilégios eternos, mas políticas de COMPENSAÇÃO...” - Sic. "Data vênia" ao ilustre advogado, o advento da Constituição Federal de 1988 liquidou essas questões - "desigualdade" - do ponto de vista jurídico, ao dizer da igualdade dos cidadãos diante da Lei (art. 5º, caput). Compensar, mediante o sacrifício vitorioso da atual Carta Política em tornar iguais os cidadãos, seria uma mitigação da atual regulamentação de isonomia que a Carta Política trouxe. A compensação "histórica", que se postula no artigo, a uma igualdade, pressupõe a volta á discussão histórica - e não factual concreta - que vai desde a origem dos preconceitos até suas funestas consequências. Não é bom tocar nessas feridas, mas superá-las! Para ser prático, a Constituição atual, desde 1988, possibilitou o DIREITO de "qualquer pessoa" - negra, índia, etc - a qualquer direito nela tutelado. Inclusive à educação, à livre concorrência a cargos públicos etc. Essa compensação postulada afronta a Constituição. Não é o tom da epiderme quem diz se a pessoa teve ou não acesso a uma educação digna. No Brasil, de há muito a pobreza e a discriminação não escolhe nem cor e nem sexo! Um albino, um índio, um anão, um homossexual - qualquer pessoa que fuja a padrões tidos por normais, na praxe social - sofre algum tipo de discriminação. Que fez a Constituição? Possibilitou ao deficiente físico, ao índio, ao branco pobre (eles existem também, e aos montes!), a negro, ao amarelo, ao estrangeiro etc - amplos instrumentos pelos quais podem fazer valer seus direitos, incluindo o de estudar e chegar a alcançar um cargo na vida pública. O caos no ensino público não atinge só os negros. Atinge qualque pessoa que dele necessite. E a consequência é o despreparo técnico for all
4/09/2007 12:15A.G. Moreira (Consultor)Tem gente que acha que ser negro é culpa do bra...
Tem gente que acha que ser negro é culpa do branco !!! Tem gente que acha que ser pobre é culpa do rico !!! Tem gente que acha quer ser fracassado na sua atividade é culpa de quem vence na vida !!! Tem gente que acha que ser ignorante é culpa do esclarecido !!! E tem gente que acha que ser doente é culpa do são !!! Entretanto, quando um negro se esforça, se empenha, trabalha, estuda, luta e vence na vida , chegando aos mais elevados e gloriosos níveis sociais ou profissionais, não vejo nenhum negro dizer, que foi culpa ou mérito de, algum , branco !!!!
4/09/2007 10:54Marcos (Técnico de Informática)Claro está que os brancos ricos brasileiros não...
Claro está que os brancos ricos brasileiros não estão dispostos a concorrer em situação de igualdade. Essas pessoas que falam absurdos como "negro que não tenha a sua parcela de sangue europeu e qual branco não tem o seu pé na senzala", não sabem o que é ser negro, o que é uma senzala. Não fazem idéia que para conhecer o interior de um camburão, vc não precisa cometer crime algum. Basta ser negro vc vai conhecer. Falam absurdos sobre idiotismo que separa, pois tremem de medo de concorrer com os negros em condição de igualdade. Com um sobrenome como Schoedl, Smith... fica realmente muito difícil acreditar que preconceito existe, pois nunca serão vítimas de preconceitos. Quando estou esperando meu carro no estacionamento, é comum alguém chegar e me entregar a chave para que eu manobre seu carro. Sugiro leitura do livro "A cabeça do brasileiro", de Alberto Carlos Almeida. Lá está provado empíricamente que o brasileiro é preconceituoso, conservador e racista. Embora os "Smiths" da vida ainda acreditem que eles e um jovem negro oriundo de uma favela têm as mesmas chances....
4/09/2007 10:53Giovannetti (Advogado Autônomo)O que eu tenho visto é o negro se tornar famoso...
O que eu tenho visto é o negro se tornar famoso e se casar com mulher loira. Não seria ele o maior preconceituoso com a sua raça? E nas peneiras das escolinhas de futebol? Vão ser reservadas 30% das vagas para o branco?
4/09/2007 10:47Murassawa (Advogado Autônomo)Tenho respeito muito grande pelos negros e sou ...
Tenho respeito muito grande pelos negros e sou fã da sua cultura, porém, tudo que é exigido e ou requerido passa a ser discriminatório, pois, entendo que o ditado de todos são iguais perante a lei é correto e deveria ser observado por todos sem qualquer diferença, porém, o que se vê na prática não é bem assim, quer seja, contra ou a favor dos negros, brancos, mulatos, índios ou amarelos, razão porque, somente com o tempo essa ferida vai cicatrizar.
4/09/2007 10:14Reinaldo (Contabilista)A quota ou compensação é sim discriminatória, e...
A quota ou compensação é sim discriminatória, exacerbou os conflitos raciais como se viu na UNB o problema brasileiro sempre foi social, temos uma discriminação social muito forte, porem a racial limita-se a uns poucos idiotas, somos essencialmente um pais de mestiços, a grande maioria pobre, discriminada, sem oportunidades, ignorar isso é uma desfaçatez ao direito, principalmente vindo da OAB, mas esta entidade é paladina das lutas no minimo imorais
3/09/2007 23:58Richard Smith (Consultor) Que "trouxice" medonha! Quotas para os "...
Que "trouxice" medonha! Quotas para os "negros"? Hum! Primeiramente: quem decide quem é negro?! Vamos passar a ter aqueles testezinhos típicos do "apartheid" sul-africano, como colocar um lápis no cabelo do caboclo para ver se prende?! Mas e se o camarada usar Henê Marú, ou o alisante Alisabel?! Depois, quotas para "negros"?! E para mulatos escuros? Para cafuzos? Para índios? Para seringueiros, retirantes, jangadeiros, catadores de papel, bolivianos, orientais...? E dos lourinhos ramelentos moradores das favelas da periferia de Curitiba ou de Florianópolis, nada? Então aonde a igualdade preceituada pela Magna Carta? Os próceres do petismo e do PeTralhismo querem se aproveitar dos "negros" (na realidade, POBRES) para instilar uma artificial divisão e antagonismo com os "brancos" (quem é BRANCO, afinal?!) nos moldes da LUTA DE CLASSES hoje francamente superada. E os trouxas debatendo as safadezas e mistificações PeTralhas, como se algo muito digno e de valor o fossem! E em se falando de "negros", suscito novamente o "paradoxo japonês": Os japonese aqui pricipiaram a chegar, há menos de cem anos, com a família e umas poucas tralhas numa malinha. Vieram para um páis do qual conheciam nada, iludidos por agências de colonização - que chegavam a dizer que haviam pepitas de ouro nas calçadas ! - e presos a contratos que os tornavam pouco menos do que escravos. Em menos de 10 anos já cultivavam as suas próprias terras, constituiam revolucionárias comunidades em regime de cooperativa, inclusive com auxílios mútuos (o Tanomoshi, por exemplo). Em 20 anos já tinham a primeira geração de nisseis cursando univerisdades e ocupando cargos públicos. Ou seja, chegaram "com uma mão na frente e outra atrás" e hoje são identificados com os conceitos de afinco, de dedicação ao trabalho e de inovação tecnológica. Me lembro que nos meus tempos de colegial no Colégio Objetivo havia um gracejo que dizia: "mate um japonês e garanta a sua vaga na faculdade!" E a comunidade negra em comparação? Considerando-se que, por ocasião da proclamação da Abolição, a grande maioria dos negros no País era composta por LIBERTOS (manumissos, alforriados, fugitivos etc.) e que nos grandes centros, principalmente no Rio de Janeiro, haviam os chamados "escravos de ganho" - que saíam pelas ruas ofertando mercadorias, quitutes ou serviços, com a possibilidade de reservar parte dos ganhos para si e com isso, comprar a liberdade - pergunto: por que não houve maior ascensão social nestes quase 150 anos? Digo e repito: o problema no Brasil nunca foi RACIAL, mas sim SOCIAL. Negros ou pardos são identificados como POBRES e como tais, marginalizados. No Brasil, e ao contrário da maioria dos outros países, negros famosos (artistas, intelectuais, atletas) recebem a mais ampla aceitação social. Em que pese a existência de alguns indivíduos com mesquinhas atitudes racistas, o racismo e a discriminação nunca foram características do brasileiro. Dessa forma, não podemos correr o risco de trazer para o nosso País, chagas sociais que não nos pertencem, pela graça de Deus! E as quotas e outros comportamentos de "coitadismo", vitimização e antagonismo em nada contribuem para a elevação do nível sócio-economico das classes desfavorecidas. Quem é "negro" que não tenha a sua parcela de sangue europeu e qual "branco" não tem o seu pé "na senzala"?! Sejamos atentos e rechacemos os "idiotismo" que separa!
3/09/2007 21:54allmirante (Advogado Autônomo)O simples fato de requerer "compensação" é prec...
O simples fato de requerer "compensação" é preconceito racial, ainda que invertido!
3/09/2007 20:33Francisco Lobo da Costa Ruiz - advocacia criminal (Advogado Autônomo - Criminal)Olá, Zito, estou aqui com o De Franco dando boa...
Olá, Zito, estou aqui com o De Franco dando boas gargalhadas, e ele lembrou que foi amamentado por uma pessoa muito querida sua. No mais, deixa alguma loira (ou loura) para nós, a nossa "cota" minguou.
3/09/2007 13:50veritas (Outros)Imparciais no presente, ha ha ha ha ha ha ha ha...
Imparciais no presente, ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha ha !!!!!! Me divirto navegando neste Conjur. Quanto as cotas !!! Chegaram para ficar, participamos apenas pelo amor ao debate. Essa democracia morena é divertida. Duas coisas interessantes aprendemos; que o Brasil é extremamente racista , e utiliza o pior tipo deles o racismo velado. E que a união faz a força ,avante com as cotas ,agora no serviço público. O valor da fatura é bem grande o preço que estão cobrando bem pequeno,( cotas ) salvo para os escravocratas que querem o calote total, mas isso não vai acontecer.
3/09/2007 13:32Pinguim (Outro)Parabéns ao nobre advogado, sinal que o blá-blá...
Parabéns ao nobre advogado, sinal que o blá-blá-blá de nossos amigos preconceituosos, que desconhecem que os erros do passado influem e muito em nossa sociedade de hoje, e para exemplificar isto é só adentrarmos em uma favela no Rio de Janeiro e em um bairro de classe média alta e veremos a proporção de negros e brancos com certeza veremos que alguma coisa de errada existe, ou se então atentarmnos para uma sala de medicina e analisarmos quantos negros estão estudando, garanto que se houver um é muito, então parabéns ao sistema de cotas, não resolve muita coisa, mas já é um elento àqueles que foram e são deixados de lado por essa sociedade tão racista!!!
3/09/2007 11:34Sê (Advogado Autônomo - Civil)Chega dessa história de se pagar por erros do p...
Chega dessa história de se pagar por erros do passado! O que aconteceu, aconteceu. Será que vamos ter que pagar eternamente pela crucificação de Jesus? Temos que procurar ser imparciais no presente, e agir com honestidade e senso de irmandade agora. O que aconteceu, no antanho, foi coisa de uma sociedade bárbara, homens duros e ignorantes, guerreiros que eram; necessários à epoca. E, por isso, vamos ter de arcar com as consequências até quando??? Basta de idiotices e, que cada um, com todas as condições que são dadas nos dias de hoje que as aproveite e estude e trabalhe. É muito blá, blá, blá!!!
3/09/2007 11:15Gilberto Aparecido Americo (Advogado Autônomo - Criminal)É blá-blá-blá prá lá e pra cá e quem se dá bem ...
É blá-blá-blá prá lá e pra cá e quem se dá bem é sempre a minoria das minorias. A maioria, como sempre, somente se rala. O advogado Zito Alvarenga é parente do Pitta ou o caricaturista está de sacanagem?
3/09/2007 10:16A.G. Moreira (Consultor)Hoje nem todos conhecem e entendem essa realida...
Hoje nem todos conhecem e entendem essa realidade, ou o papel que muçulmanos e negros de tribos guerreiras desempenharam na venda e compra de escravos. A maioria dos grupos muçulmanos e grupos negros de pressão política que utilizam certas situações do passado para reivindicar certos direitos demonstram desconhecimento da história da escravidão. O fato é que os cristãos brancos compravam escravos negros vendidos por mercadores muçulmanos africanos, que os adquiriam de tribos africanas que travavam guerras contra outras tribos, matando, estuprando, saqueando e capturando os sobreviventes para vendê-los como escravos.
3/09/2007 10:09A.G. Moreira (Consultor) O Professor Robert Davis, da Universidade d...
O Professor Robert Davis, da Universidade de Ohio, escreveu que mais de um milhão de europeus foram levados à força para a África. O Mediterrâneo veio a se tornar um “mar de medo” para os europeus que viviam perto dos litorais, principalmente camponeses, trabalhadores de fazendas e pescadores. Até mesmo grandes cidades como Barcelona, Genova e Nápoles não estavam a salvo de invasões e ataques de corsários muçulmanos. Esses piratas caçadores de escravos chegaram até mesmo a atingir regiões litorâneas do oceano Atlântico: Em 1627, quatrocentos habitantes da Islândia (país europeu com população evangélica branca de cabelo loiro e olhos azuis) foram aprisionados e transportados como escravos para a África, para nunca mais voltarem. Em 1631, os habitantes de uma vila inteira na Irlanda foram atacados de surpresa e capturados pelos africanos. De acordo com o jornal inglês Guardian Unlimited: “Milhares de cristãos brancos eram seqüestrados anualmente para trabalhar como escravos remadores de galeras, trabalhadores braçais e amantes dos senhores muçulmanos no que é hoje o Marrocos, Tunísia, Argélia e Líbia”. A vida dos escravos brancos na África não era melhor do que a vida dos negros africanos no continente americano: eles eram obrigados a trabalhar em casas, fazendas, pedreiras, minas de sal e construção de estradas, ficando reservado às jovens brancas o “trabalho” de servir sexualmente os africanos. Todos sofriam torturas para se converter ao islamismo e estima-se que metade deles morria no cativeiro devido a rações de péssima qualidade, trabalhos pesados, surras e pragas. No século XVIII algumas nações européias começaram a pagar resgate para libertar alguns europeus escravizados na África. Os países europeus que não queriam ser alvo de ataques de piratas muçulmanos africanos eram obrigados a pagar uma pesada taxa anual. Até mesmo o Império Britânico, com sua grande marinha, não se aventurava a enfrentá-los militarmente, talvez também por causa de suas amargas experiências do passado.
3/09/2007 09:31Roland Freisler (Advogado Autônomo)Como disse o A.G. Moreira, os negros brasileiro...
Como disse o A.G. Moreira, os negros brasileiros estão bem melhor que seus parentes que ficaram na África. À quem interessa toda essa discórdia depois de tanto tempo?
3/09/2007 09:00Bob Esponja (Funcionário público)Ridícula esta entrevista. Comissão do Negro da ...
Ridícula esta entrevista. Comissão do Negro da OAB-SP? que tipo de organização racial é esta? vergonhoso a oab incentivar este tipo de propaganda racista. nosso país demorou muito tempo para acabar, pelo menos na constituição, com este papo de branco, preto, amarelo, vermelho; agora surge estas criaturas querendo se dá bem, fazer política com questões que já foram superadas.
3/09/2007 08:32Orlando Maluf (Advogado Sócio de Escritório)Todo movimento e ação pela igualdade completa d...
Todo movimento e ação pela igualdade completa do ser humano é legítimo. Nós, brasileiros, devemos reconhecer sempre os crimes praticados na escravidão, que muito tardiamente foi abolida em 1888. Assim como os negros merecem o respeito e admiração da sociedade brasileira em geral, os imigrantes que aqui chegaram no final do sec. XIX e início do sec. XX também foram impiedosamente discriminados até (como os negros) se imporem por suas próprias qualidades e atributos. Machado de Assis, símbolo de nossa melhor literatura e cadeira nº 1 da Academia Brasileira de Letras, não precisou de cotas, assim como Ademar Ferreira da Silva, Pelé, Cesarino Júnior, Joaquim Barbosa etc. etc. etc. As cotas é que discriminam as etnias aparentemente beneficiadas, pois sua existência pressupõe privilégios outorgados a seres de notória inferioridade cultural, social e econômica.
3/09/2007 01:21Luiz Augusto Mendes (Delegado de Polícia Estadual)Joaquim Barbosa. Um dos oito filhos de um pedre...
Joaquim Barbosa. Um dos oito filhos de um pedreiro com uma dona de casa. Chegou a sustentar a família aos 16 anos de idade, quando os pais se separaram. Hoje é ministro do Supremo. Precisa dizer mais?

Comentários encerrados em 10/09/2007

A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.