Não se deve admitir paralisação na Justiça, diz Toffoli

31/10/2007 13:14Freire (Advogado Autônomo)Muito bem lançada a entrevista com o Ministro ...
Muito bem lançada a entrevista com o Ministro Toffoli (Advogado Geral da União). Trabalhar na iniciativa privada, em tese, é uma necessidade de cada cidadão, agora, ser servidor público, é opção, e como tal, deve ser imposta mais responsabilidade. Não tiramos, em absoluto, a legitimidade do direito de greve no serviço público, entretanto, as regras não podem ser as mesmas impostas à iniciativa privada. A uma porque o servidor , perdoem a redundância, serve ao País, logo, aos cidadãos. A duas porque, diferentemente da fabricação de veículos, nem a saúde, nem a educação e outras vertentes do serviço estatal podem esperar para o outro dia. A tres, muito menos, não há como repor os dias de greve da Justiça, da saúde (ninguém espera para morrer no outro dia), e da Educação, pois o tempo urge para se educar e instruir os brasileiros. A busca por melhores salários é legítima no serviço público, entretanto, repito, não pode ser feita da mesma forma que na iniciativa privada. Data venia.
30/10/2007 16:16Frederico Flósculo (Professor Universitário)Totalmente falho o raciocínio do Sr. Advogado G...
Totalmente falho o raciocínio do Sr. Advogado Geral da União. Falácia: não há como repor os dias de greve da Justiça e da Educação. Como não ? E na Saúde ? E no Serviço Público ? Qualquer setor ativo de trabalhadores tem em sua greve sua forma de pressão para a negociação com patrões protegidos pela Lei e por Advogados Gerais. Não existe isso de "dias irreponíveis". Existe, sim, o salário não-pago condignamente, as condições de trabalho desrespeitadas. Ou não ? É enauseante ver esse Governo Lula se conduzir como um governo sem princípios, com tal desfaçatez.
29/10/2007 09:39Paulo (Servidor)Com algumas excessões das greves da área de saú...
Com algumas excessões das greves da área de saúde por exemplo,em que médicos apenas reivindicam quando no extremo da mal remuneração pelos procedimentos médicos conjugados com a falta de pacientes particulares. Penso que alguns médicos fazem questão de atender mal os pacientes do SUS para que isso demonstre que o atendimento particular é o "melhor" (melhor para quem?)
29/10/2007 09:36Paulo (Servidor)PERAI!!! VCS ESQUECERAM PARA QUER SERVE UM G...
PERAI!!! VCS ESQUECERAM PARA QUER SERVE UM GREVE! A GREVE QUE NÃO PARALISA NÃO INCOMODA. E GREVE QUE NÃO INCOMODA NÃO É GREVE. (ATÉ PASSEATA DE PROTESTO INCOMODA) A GREVE DEVE SER UM MODO DOS TRABALHADORES DE UMA CATEGORIA SEREM OUVIDOS. PORÉM, COMO TUDO NA VIDA DEVE SER SEM EXAGEROS E COM UM MÍNIMO DE DIGNIDADE AOS USUÁRIOS DOS SERVIÇOS. AFINAL DE CONTAS QUANDO ELA ACABAR O SERVIDOR VAI TER QUE DAR DE CARA COM QUEM PAGA PELO SERVIÇO, QUE PODE SER O SEU VIZINHO, UM PARENTE PRÓXIMO OU NÃO. NÃO SE ESQUEÇAM A GREVE AFETA A TODOS INCLUSIVE OS FAMILIARES DOS GREVISTAS, SEJA DIRETA OU INDIRETAMENTE.
29/10/2007 09:10patriotabrasil (Contabilista)Bom dia amigos, Bem, a meu ver quando algo n...
Bom dia amigos, Bem, a meu ver quando algo não nos satisfaz que também não nos pertence, ou seja as vagas de trabalho governamentais não são dos cidadãos e sim daquele que bem desempenha-la. Se não está bom e nos julgamos capazes de obter algo melhor devemos galgar tais melhoras. O grande problema do Brasil de hoje é que temos alguns servidores públicos que na verdade querem estabilidade no emprego,muitas das vezes ocupam cargos que nada tem a ver com suas aptidões e ai quem sofre é o seu Patrão que não é o Presidente da República, governadores ou Prefeitos e sim o cidadão comum, aquele que paga seus tributos. Atuo nesse momento no ramo de Consultoria Cotábil Autonôma, estou vendo que pelo número de profissionais que entram no mercado e pelos riscos que corremos em relação ao quantum recebido há uma desproporcionalidade muito grande, hoje exercemos atividade de risco, pena que os nosso Conselhos ao Cotrario da OAB que está de parabens com isto já se preocupa, sendo assim, Então o que devo fazer? Greve? claro que não,meu cliente consegue outro de imediato. Tenho que buscar novos horizontes, quem sabe um retorno as origens, viver como viviam nossos antepassados que trabalhavam nos ramos de subsistência, ou seja, tudo menos greve. Ademais Esta nas Escrituras sagradas que: "O homem ganhará o pão com suor do seu rosto".
28/10/2007 21:35Urpiano (Outros)Não entendi. Na Justiça e na Educação estarão f...
Não entendi. Na Justiça e na Educação estarão fazendo por onde ficar na situação "casa de ferreiro, espeto de pau", agora os tribunais estaduais e as secretarias estduais de educação não vao pagar as horas-extras, os plantões e aumento das obrigações e de trabalho dos seus servidores? Irão continuar a não oferecer um salário digno aos OF de Justiça e ao pessoal da secretaria judiciária e nas escolas públicas ,ao mesmo tempo que a partir daí estarão justificados a não conceder os vencimentos ,proventos, licenças e autorizações que os servidores têm direito. Vilipendiar os direitos que os servidores poderiam ter, o Estado pode neh??Ninguém, na prática ganha com isso nem a sociedade nem o serviço público sucateado e desmotivado, fica claro que o objetivo dessa Lei é permitir a consolidação desse sucateamento, pois a greve é última trincheira para que o serviço público grite contra os abusos dos governos.
28/10/2007 21:34Artur (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Discordo. Servidores maltratados têm de exigir ...
Discordo. Servidores maltratados têm de exigir seus direitos e devem entrar em greve, se necessário for. Porém, em um governo de diálogo, as greves são raras. Não é nosso caso.

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