Esperar abastecimento dentro de avião não dá adicional

31/10/2007 00:25veritas (Outros)ETA ADORADORES DO CAPITALISMO, DO LEITE COM PER...
ETA ADORADORES DO CAPITALISMO, DO LEITE COM PERÓXIDO DE OXIGÊNIO, E DO QUEIJO VENCIDO, VIVA O CAPITALISMO !!!! O QUE IMPORTA É O $$$$$$$$$
27/10/2007 16:58allmirante (Advogado Autônomo)A rigos, esperar em uma parada de onibus tem ma...
A rigos, esperar em uma parada de onibus tem mais periculosidade. Mussolini morreu dependurado por seu prpoprios conterraneos. Do inferno, dá gargalhadas. Passado quase um século, ainda mantém um séquito!
26/10/2007 12:28veritas (Outros)http://www.oaviao.com/oaviao_novo/artigos/grill...
http://www.oaviao.com/oaviao_novo/artigos/grillo/doc_aposent_aeronauta.php
26/10/2007 12:15veritas (Outros)http://www.mtecbo.gov.br/busca/condicoes.asp?co...
http://www.mtecbo.gov.br/busca/condicoes.asp?codigo=5111
26/10/2007 12:14veritas (Outros)CBO DOS COMISSÁRIOS DE VOO 5111 :: Trabalh...
CBO DOS COMISSÁRIOS DE VOO 5111 :: Trabalhadores de segurança e atendimento aos usuários nos transportes Condições gerais de exercício Atuam em companhias de transporte aéreo, terrestre e aquaviário. São assalariados, com carteira assinada que trabalham em equipe ou de forma individual, com supervisão ocasional ou permanente, dependendo da ocupação. Trabalham em horários irregulares nos períodos diurno ou noturno em veículos, confinados ou em grandes altitudes. Podem estar expostos a ruídos, radiação, material tóxico, micro-vibrações, doenças infecto-contagiosas, baixa umidade e baixos índices de oxigênio. Permanecem em pé por longos perídos e podem estar sujeitos a situações de estresse físico e emocional. Formação e experiência Para o acesso a essas ocupações requer-se ensino médio complementado por curso básico de qualificação profissional que varia de duzentas e quatrocentas horas-aula, dependendo da ocupação exercida. Para o Taifeiro, a escolaridade mínima é de ensino fundamental. Os profissionais dessa família ocupacional são treinados para atender a situações de emergência e ou segurança, além do bem-estar dos passageiros.
26/10/2007 12:12veritas (Outros)http://www.sidneyrezende.com/sec_news_view.php?...
http://www.sidneyrezende.com/sec_news_view.php?id=4711
26/10/2007 12:11veritas (Outros)A partir daí, os aeronautas ficaram desprovidos...
A partir daí, os aeronautas ficaram desprovidos do direito, pois as empresas de aviação nunca emitiram o atestado em questão, chamado Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP), reclama Grilo. O PPP deve conter levantamentos ambientais que provam que os trabalhadores estão submetidos a condições insalubres. Ele diz que hoje, as empresas também não reconhecem as condições atípicas de trabalho dos seus funcionários. Na aposentadoria especial, os trabalhadores têm direito ao teto máximo do INSS – o que pode chegar a R$ 3.000. "É uma diferença para o aposentado de terceira idade que sofre de problemas de saúde", disse Grilo. Ele ressalta que não existem dúvidas a respeito da insalubridade do ambiente de trabalho dos aeronautas. "Em uma cabine de avião pressurizada, a umidade do ar é de 5-10%. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda, para ambientes climatizados artificialmente, um mínimo de 35%", diz. Ele lembra que problemas nos rins são recorrentes entre os pilotos. Outros fatores como exposição à radiação solar, mudanças brusca de clima e de fusos foram ressaltados pela Associação dos Comissários da Varig. "A segurança do avião está intimamente ligada à saúde do trabalhador. Uma tripulação com problemas de saúde não pode conduzir um avião com segurança. O que nós queremos, antes de receber aposentadoria de direito, é um ambiente de trabalho 100% seguro, com blindagem nos aviões. Se não é possível, queremos o que nos é de direito", disse Grilo. O ex-sindicalista diz que as empresas são as únicas que não reconhecem a insalubridade – o próprio governo dispõe de um documento que reconhece a condição, chamado Classificação Brasileira Ocupacional (CBO) dos comissários e pilotos, disponível no site do Ministério do Trabalho do "
26/10/2007 12:04veritas (Outros)Aposentadoria Especial do Aeronauta Empresas...
Aposentadoria Especial do Aeronauta Empresas aéreas serão fiscalizadas pela Delegacia do Trabalho O esgotamento profissional e o ambiente altamente insalubre em que atuam pilotos, comissários e mecânicos de vôo são dois dos itens analisados pela Comissão de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social da Assembléia Legislativa do Rio. O assunto foi tratado em audiência pública, realizada dia 11/09 para ouvir as queixas dos funcionários de companhias aéreas. O presidente da comissão, deputado Paulo Ramos (PDT), irá pedir à Delegacia Regional do Trabalho (DRT-RJ) uma fiscalização nas empresas de aviação para verificar as denúncias feitas no encontro. “Vamos oficiar à delegacia, pedindo a inspeção. Constatamos, na audiência, que existem a insalubridade e o estresse dos aeronautas. Vamos ajudar na caracterização das denúncias”, afirmou Ramos. Segundo o parlamentar, o interesse pelo assunto surgiu durante as reuniões da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a venda da Varig, na Alerj. “Os desdobramentos estão começando a aparecer. Na próxima quinta-feira (13/9), irei à CPI do Apagão Aéreo, na Câmara Federal, levar o relatório da CPI estadual. Essa questão de esgotamento profissional dos aeronautas tem de ser olhada com muito cuidado”, alertou. A representante da DRT-RJ, Elisabeth Cavalcante, colocou-se à disposição e afirmou que o órgão fará a fiscalização nas empresas aéreas em data a ser confirmada. “Já realizamos inspeções nas oficinas, mas nunca fizemos uma vistoria dentro do avião. Será uma oportunidade de verificarmos os níveis de umidade e de ruídos, dentre outras avaliações. É importante recebermos denúncias como esta. Após as fiscalizações, poderá ser feito um relatório da situação encontrada pela DRT-RJ. Esse relatório será entregue à Comissão de Trabalho da Alerj”, explicou Cavalcante. Após a avaliação pelos deputados, o relatório da Delegacia do Trabalho será enviado ao Ministério Público Federal (MPF), que também deverá verificar as aposentadorias dos aeronautas. Os aeronautas presentes à audiência relataram que vários deles continuam sofrendo os efeitos das condições insalubres do serviço, mesmo após se aposentarem. Segundo o ex-comissário da Varig Silva Filho (Grilo), os empregadores não cumprem as determinações das leis. “Existe uma tremenda má vontade, por parte dos patrões, em conceder os benefícios a que todos temos direito, mesmo após a aposentadoria. Trabalhamos nossa vida inteira em condições insalubres e parece que não temos nenhum direito de querer reverter isso”, comentou. O presidente da Associação de Pilotos da Varig, Élnio Borges Malheiros, disse que os funcionários precisam se conscientizar e denunciar os abusos cometidos pelas empresas aéreas. “O ideal seria que as empresas publicassem, em algum órgão específico, as jornadas de trabalho dos seus pilotos. Essas jornadas estão muito acima do que é definido. Há excesso e ninguém toma providência porque ninguém tem acesso aos números corretos”, salientou. A TAM Linhas Aéreas foi a única empresa a enviar representantes à audiência. A engenheira de segurança da empresa, Gleici Santos, afirmou que as leis em vigor protegem os funcionários e que a DRT-RJ e o MPF têm de se entender. “O que falta é a aplicação dessas leis e, como bem sabemos, algumas são da alçada estadual e outras, federal. A engrenagem precisa se encaixar. A nossa empresa está aberta para passar por qualquer tipo de fiscalização, seja de um ou de outro órgão”, garantiu.
26/10/2007 11:59veritas (Outros)Não nos admira poucos respeitarem a clt o dir...
Não nos admira poucos respeitarem a clt o direito do trabalho e o trabalhador . Se o próprio trabalhador não consegue convencer a própria justiça especializada quanto mais outros poderes... vide recuperação judicial de empresas de aviação onde a clt e os art 7 e 8º da cf foram jogados no lixo.

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