Como a auto-ajuda pode aprovar você no Exame da OAB

17/12/2007 10:30johnny (Estudante de Direito)Pessoal... Sugiro boicote ao exame da ordem. ...
Pessoal... Sugiro boicote ao exame da ordem. Estudo direito desde 2004, sei que qdo entrei na faculdade da Pucrs, sabia da existência de tal exame, mas isso não quer dizer que devo baixar a cabeça e ficar imóvel diante de certas inconstitucionalidades. Já li tantos absurdos em realção ao assunto, argumentos, teses, divagações, defesas, e etc...Mas só tem uma coisa a fazer, que é todos os bacharéis se unirem, e não fazer o exame, aí sim o negócio vai começar a pegar pro lado da OAB. Vejam bem, quantos de vocês navegam pela internet à procura do tema, e sempre constam nossas opiniões sem nenhum efeito sobre o assunto. Temos é que nos unir e boicotar o exame. Abraços.
19/10/2007 10:21Cissa (Bacharel - Administrativa) mais um pra ganhar dinheiro com essa prática ...
mais um pra ganhar dinheiro com essa prática vergonhosa da ordem dos advogados do brasil (propositadamente minúsculas, assim como minúsculos os são).
18/10/2007 23:16Helena Fausta (Bacharel - Civil)Que seria da OAB sem os 115,00 reais dos trouxa...
Que seria da OAB sem os 115,00 reais dos trouxas que pagam cinco (5)anos de faculdade para que passem só uns com nomes bem grandes? Ou até mesmo aqueles que fazem faculdade de boteco? Esse tutu parece até a CPMF que o governo, esse mesmo do Lulinha que vivia achincalhando a vida dos outros que govenaram por sua aprovação... Tudo como antes no quartel de abranches...
18/10/2007 23:09Cícero Souza Amorim (Bacharel)Fiz minhas,até porque já é veredicto meu, as pa...
Fiz minhas,até porque já é veredicto meu, as palavras finais do ilustre Diretor de Redação,Dr.Maurício Cardoso: "livro de auto-ajuda, só ajuda a quem o escreve". Que seja mantido o rigor das provas de exame da OAB, pois quem ganha é a sociedade brasileira, com a colocação no mercado, dos melhores acadêmicos como tem contado a história. Ninguém adquire conhecimento sem o competente estudo/esforço.
18/10/2007 21:53Habib Tamer Badião (Professor Universitário)Deveriam publicar um livro com o seguinte titul...
Deveriam publicar um livro com o seguinte titulo: advogado é aquele que nunca se submete ao imoral exame de ordem!!! "Antes leão por um dia que cordeiro por cem anos" O Exame de Ordem é um instituto paramilitar imoral e sujo!!! OAB nunca foi e nem será escola, está no momento fedendo a ditadura que tanto combateu!!!
18/10/2007 18:32Nanda (Estudante de Direito - Ambiental)Imparcialidade é utopia que a gente aprende na ...
Imparcialidade é utopia que a gente aprende na faculdade de Jornalismo. Basta ver na tv, ler em revistas, encontrar imparcialidade é raro, ou impossível. Tirando o que já tem caráter opinativo: editorial, resenha crítica, cartas... que aparecem na mídia impressa, facilmente a gente encontra crítica em qualquer nota e reportagem. Tem revista que já omite opinião na primeira linha. Muito ouvia falar de imparcialidade em jornalismo na faculdade, mas a realidade é bem diferente.
18/10/2007 12:22sergio (Advogado Autônomo - Família)Já dizia o profeta: "NASCE UM TROUXA POR MINUTO".
Já dizia o profeta: "NASCE UM TROUXA POR MINUTO".
17/10/2007 19:17LHS (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)O George e o Ronnie têm razão. A resenha é moda...
O George e o Ronnie têm razão. A resenha é modalidade de texto que tem caráter precipuamente opinativo. O resenhista discorre sobre suas próprias impressões acerca da obra, e ponto. Mas em outras circunstâncias poderíamos ter uma resenha menos ácida. Talvez se a obra fosse patrocinada, digamos, pela UNIP ou pela Facamp...
17/10/2007 18:12Ronnie Vitorino (Outros)Caro Felipe, Acho que você não entendeu o qu...
Caro Felipe, Acho que você não entendeu o que o George quis dizer mas, como bom samaritano que sou, explico: a matéria do Maurício é uma resenha, entende? Eu disse R E S E N H A, não é uma matéria, uma nota jornalística. E, como resenha, ele pode tecer críticas favoráveis ou desfavoráveis à obra, não tendo a necessidade da imparcialidade, meu caro. Nos jornais impressos de domingo (Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo etc) há muitas RESENHAS de livros. Dá uma olhada lá. O que muito me preocupa é que, daqui a pouco, vão querer imparcialidade em crônicas.
17/10/2007 17:48Felipe A. Boaventura (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)Desculpem-me, referia-me ao colega George e não...
Desculpem-me, referia-me ao colega George e não ao Márcio.
17/10/2007 17:47Felipe A. Boaventura (Advogado Associado a Escritório - Empresarial)Colega Márcio, A imprensa é por muitas vezes...
Colega Márcio, A imprensa é por muitas vezes o único meio pelo qual tomamos conhecimento dos fatos, todavia, por questões lógicas, a mesma jamais é capaz de retratar o exato contexto em que os mesmos se passam. Se não clamarmos por imparcialidade nos meios de comunicação, seremos eternamente manipulados por intenções nem sempre claras. E nossas opiniões serão sempre motivadas por propósitos que eventualmente nem coadunamos. Na minha acepção a imparcialidade não deve ser uma obrigação como você asseverou, mas sim um atributo de qualidade dos jornais, das revistas e dos sites que por isto prezarem. Um verdadeiro meio de dar boa credibilidade à mídia e valorizar seu leitor. Em relação ao caso em específico, reitero, o ConJur como revista especializada que é, destinada a um público especializado, treinado por ofício a identificar falácias e falhas de construção lógica, deve ter mais comedimento em seus comentários que o editor de um jornal popular. Como bem assentou Márcio, o autor, que para minha infelicidade é o Diretor de Edição da mídia, foi desrespeitoso, foi despropositadamente crítico; ora, se a obra é de tão baixa qualidade como o mesmo assevera, que simplesmente a ignore como certamente faz com dezenas de outras que devem ser diariamente submetidas ao seu crivo na esperança de conquistar espaço no site. Volto a clamar por imparcialidade nas matérias, os comentários e as posições pessoais devem ser reservados aos leitores ou ao entrevistado, quando assim for apropriado.
17/10/2007 15:33Marcio (Estudante de Direito)Achei o tom da matéria um tanto quanto desrespe...
Achei o tom da matéria um tanto quanto desrespeitoso. Fazer chacota de um autor só porquê ele escreve livros de auto-ajuda não tem o menor sentido, mesmo que os livros não sejam bons. A crítica poderia ter sido mais construtiva e menos desabonadora.
17/10/2007 13:51gsantos (Serventuário)Lembro-me desse comentarista e de suas indagaçõ...
Lembro-me desse comentarista e de suas indagações. Eu próprio questionei também, em comentário, o bloqueio do Conjur em outra ocasião. Foi excluído por isso? Estranho. Que os editores do site solucionem rapidamente esse problema, e retornem ao vigor da principal característica desse canal, que é o debate plural sobre os temas jurídicos que se apresentam.
17/10/2007 13:47gsantos (Serventuário)Não procede a crítica do comentarista Felipe Bo...
Não procede a crítica do comentarista Felipe Boaventura, infra. A matéria do ConJur é uma crítica à obra do Lair Ribeiro, não tem NENHUM dever de imparcialidade. Se, como disse, os leitores do Conjur têm senso crítico, deduz-se que sabem avaliar uma crítica com sua opinião pessoal. Parabéns ao Maurício Cardoso, que teve coragem de mostrar a picaretagem em que consiste esse tipo de "literatura". Agora, pretender vender isso para universitários e bacharéis já é pretensão demais, não? Bem, nunca se sabe...
17/10/2007 13:47gsantos (Serventuário)Não procede a crítica do comentarista Felipe Bo...
Não procede a crítica do comentarista Felipe Boaventura, infra. A matéria do ConJur é uma crítica à obra do Lair Ribeiro, não tem NENHUM dever de imparcialidade. Se, como disse, os leitores do Conjur têm senso crítico, deduz-se que sabem avaliar uma crítica com sua opinião pessoal. Parabéns ao Maurício Cardoso, que teve coragem de mostrar a picaretagem em que consiste esse tipo de "literatura". Agora, pretender vender isso para universitários e bacharéis já é pretensão demais, não? Bem, nunca se sabe...
17/10/2007 13:36Ampueiro Potiguar (Advogado Sócio de Escritório)Parabéns a todos. Ainda há gente inteligente. A...
Parabéns a todos. Ainda há gente inteligente. Acrescento: Com Lair Ribeiro,é aprovado no exama da Ordem; com Santo Ivo; chega-se à advocacia; com uma sessão de "descarrego" faz-se concurso para juíz.BAH.
17/10/2007 12:07Leonardo (Procurador Autárquico)Infelizmente, vivemos a era das facilidades, on...
Infelizmente, vivemos a era das facilidades, onde o ser humano que buscar fórmulas pré-concebidas de sucesso, sem ter que se esforçar para alcançá-lo por seu próprio mérito. Não só no concurso público e no mercado de trabalho, mas em quase todas as áreas, o brasileiro acostumou-se muito mal a querer que alguém resolva para ele, eximindo-se de suas responsabilidades, apresentando-lhe o resultado final, sem ter que sacrificar-se para alcançá-lo. Está na hora do povo acordar e recuperar seu brio, sua dignidade. Se pararmos para estudar a matéria ao invés de ficar lendo livros de auto-ajuda, a chance de sucesso em uma prova é muito maior. E fica a indagação final: Em qual exame de ordem ou concurso que cai auto-ajuda?
17/10/2007 11:57Felipe Boaventura (Estagiário)Observada a influência da matéria, devo concord...
Observada a influência da matéria, devo concordar que os autores excederam na exploração de idéias comuns, nada magníficas, surpreendentes ou inovadoras; Todavia, o que me obrigou a comentar a matéria é a excessiva imparcialidade do autor da matéria. Não vejo com bons olhos, os leitores deste espaço têm senso crítico suficiente para tirar as próprias conclusões. As matérias deveriam ser neutras e a imparcialidade reservada ao espaço de comentários. Cuidado com a qualidade ConJur!
17/10/2007 10:45Ivan Dario (Advogado Sócio de Escritório) Não sou guru da auto-ajuda, mas, para quem int...
Não sou guru da auto-ajuda, mas, para quem interessar, tenho um método ortodoxo e eficaz de preparação para o exame da OAB. Consiste no seguinte: Estudar, para aprender de verdade, durante os cinco anos do curso. Método valioso. E revelado de graça.
17/10/2007 10:27Ronnie Vitorino (Outros)Simplesmente, risível. Só faltou mesmo o tal La...
Simplesmente, risível. Só faltou mesmo o tal Lair Ribeiro colocar no livro algo do gênero: "Antes da prova, rezem um terço e peçam a Santo Expedito que sejam aprovados. Depois, caso consigam aprovação, não se esqueçam de colar cartazes nos postes com os dizeres - Agradeço a Santo Expedito pela graça alcançada". Não sei o que é pior: quem escreve ou quem compra um livro desses. Mas, num país em que consomem Paulo Coelho, Zíbia Gasparetto e acreditam no Jucelino da Luz, o que se pode esperar?

Comentários encerrados em 25/10/2007

A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.