STF volta a analisar direito de greve dos servidores

16/10/2007 07:16massantino (Servidor da Secretaria de Segurança Pública)A população não pode ficar jogada as traças, el...
A população não pode ficar jogada as traças, ela prescisa de atendimento. Mais se olharmos o outro lado da moeda, a greve e a nossa unica arma contra a suceção de governantes que só sabem e encher o bolso e para o funcionalismo nada, só o grande nada, de reposição de apoio de incentivo.Não transformem em mordaça a unica coisa que o mal governante reconhece.
16/10/2007 07:12massantino (Servidor da Secretaria de Segurança Pública)È, isso e muito facil, fazer discusão em cima d...
È, isso e muito facil, fazer discusão em cima de assuntos que eles nada sabem. Desculpe mais nós funcionarios publicos com estas gestões estamaos sim e sem quem nos ajude. O direito a greve e a unica coisa que nos resta, pois o prefeito ou o governados só entendem este argumento, não há uma politica de reposição de perdas. O governo federal não esta nem ai conosco.
15/10/2007 09:06Daniel P. Almeida (Bacharel)Cuidado para o STF não amadurecer demais, cair ...
Cuidado para o STF não amadurecer demais, cair de madura e ficar podre para se colhido.
13/10/2007 19:19Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil) Ramiro, obrigado. De há muito que tenho la...
Ramiro, obrigado. De há muito que tenho lançado minhas críticas contra este estado de coisas. Fiquei feliz ao tomar conhecimento, agora, que tenho adeptos, inteligentes e responsáveis como você. Obrigado mesmo.
13/10/2007 16:18Ramiro. (Advogado Autônomo)Dr. Djalma Lacerda A informação que coloco aqu...
Dr. Djalma Lacerda A informação que coloco aqui me foi passada há alguns anos por um pesquisador D.Sc. em Saúde Pública. O encontrei a última vez há dois anos ou mais, no entanto ele falava de um paradoxo. Nas greves dos hospitais da rede pública o número de óbitos cai significativamente em relação ao período de atividade normal. Por que os médicos só atendem as emergências, estão menos sobrecarregados e cometem menos erros, cirurgiais eletivas em situações toscas deixam de ser realizadas, etc... Isso sem falar que a imensa maioria dos bons médicos já pediu ou pedirá demissão da rede pública, pois afirmam que estudaram não foi para escolher quem vai morrer por falta de UTI, qual paciente dentre três terá a vaga única disponível na UTI, e essa falta de UTI é razão por que na rede pública praticamente não há doações de órgãos, o paciente de morte encefálica tem de ser mantido numa UTI com respiração artificial e reposição de vasopressina continua. Não tem nem UTI para os vivos. O outro lado da situação. Estava em 2005 tentando atendimento na DPU, a que não funciona, uma mãe e filha desesperadas, o paciente com degenaração hepática terminal, hepatite C adquirida em transplante, não havia vaga no Hospital Público, o Plano de Saúde alegava doença pré-existente. Na minha modesta opinião é mais urgente o Parquet Federal se peocupar com essa questão, como Custus Legis e Fiscal da Lei e da Constituição. O destino da CPMF. Estive ontem numa UTI de um grande hospital privado, não faltam leitos. Nos hospitais públicos, inclusive os universitários, os grandes pesquisadores da medicina acabam saindo por que o psicológico não suporta. Em 1993 estava em Ribeirão Preto, todos os anestesiologistas do HC da FMPR-USP pediram demissão...
13/10/2007 12:38Dijalma Lacerda (Advogado Sócio de Escritório - Civil) É o cúmulo: o cidadão paga todo o que é ti...
É o cúmulo: o cidadão paga todo o que é tipo de imposto, mantém todo o "custo Brasil" elevadíssimo, e bem, muito bem, seu funcionalismo, e num belo dia dá entrada num hospital público e lhe colocam no corredor, no chão, e lhe informam, e à sua família, que ali não há médico e nem pessoal suficiente para atendê-lo, já que os funcionários estão em greve. Bem, na verdade não sobra dinheiro mesmo para a saúde (aliás a CPMF foi criada para atender a saúde, e depois desvirtuaram-na) já que precisa de grana para "bolsa família", "gás para todos", "luz para todos", "merenda escolar mal fornecida", "SUS mal prestado", "auxílio educação", "auxílio natalidade", "licença maternidade inclusive para o marido", etc. etc. Aliás, é isso que dá voto ! Pode? Aqui no Brasil pode ! Leiam o discurso de posse do atual Presidente da França.

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