Jusmari Oliveira é a única ameaçada de perder mandato

5/10/2007 14:14Zerlottini (Outros)O que me deixa "p" da vida, com nosso país - e ...
O que me deixa "p" da vida, com nosso país - e com nossa "justiça" -, é que todos são iguais perante a lei, mas "existem alguns mais iguais que os outros". Ora, pô, se estão todos na mesma situação - todos mudaram de partido - por que só uma é que vai pagar o pato? Isso me faz lembrar de quando eu era criança. Em sendo o filho mais velho, meu pai sempre me cobria de porrada, que era - segundo ele - "pra dar exemplo aos outros dois". Ora, cacilda, se vai cassar, ou se cassam todos ou não se cassa nenhum. Isso está passando para o perigoso terreno da galhofa. Ou, como dizia o Stanislau Ponte Preta: "ou todos se locupletam ou reinstaure-se a moralidade". Francisco Alexandre Zerlottini. BH / MG
5/10/2007 14:12Murassawa (Advogado Autônomo)A deputada (BA) utilizou da estrutura do PFL at...
A deputada (BA) utilizou da estrutura do PFL atual DEM e o apoio do velho Senador ACM e depois de eleite deu as costas para quem lhe deu abrigo, portanto, mesmo que tenha prova de sua desfiliação em 28/02/07, deve perder o cargo, posto que o cargo é do partido em qualquer circunstancias.
5/10/2007 10:41Embira (Advogado Autônomo - Civil)Estava certo Jânio Quadros quando dizia que os ...
Estava certo Jânio Quadros quando dizia que os partidos políticos, no Brasil, são garrafas vazias, cada qual com seu rótulo. Temos 33 dessas garrafas (nem todas vazias), registradas no TSE. Jânio mostrou que o eleitor não vota no partido, quando se elegeu presidente pelo minúsculo PTN; Collor, talvez discípulo político de Jânio, elegeu-se presidente pelo pequeno PRN. O que Jânio e Collor não consideraram é que, para manter-se no poder, é preciso estar em um partido forte e ter ampla sustentação parlamentar. Isso, talvez, explique as mudanças de partido: é preciso buscar sustentação, no caso dos cargos executivos, ou simplesmente mais verba para campanha, maior tempo na TV, etc. Antes de insistir na fidelidade partidária é preciso uma ampla reforma política. Em um harém com 33 donzelas não há como ser fiel. Essa opção do TSE a favor da fidelidade deve ser vista dentro do clima em que foi tomada: forte pressão da mídia e de partidos da oposição. Em outros tempos e, talvez, sob outras pressões, o TSE já tomou posição contra a fidelidade.
5/10/2007 00:54A.G. Moreira (Consultor)O STF julgou e decidiu, em pouco tempo, que os ...
O STF julgou e decidiu, em pouco tempo, que os "mandatos" pertencem aos partidos, que pagam todas as despesas de campanha dos candidatos !!! Entretanto, demoraram muito tempo, (quase 9 horas) , para "tentar justificar" ( o injustificável) a "ANISTIA" que deram aos que trairam e abandonaram os seus partidos, a troco de vantagens pessoais !!! Destarte, os "ladrões" (embora reconhecidos como ladrões), ficam isentos de devolver o que "roubaram", até agora !!! Apenas, deverão devolver, o que roubarem, doravante !!! Este , novo , conceito de direito e de justiça , emitido pela Suprema Corte, terá dificuldade de ter lugar honroso , nos anais do STF e nos livros de direito !!!
5/10/2007 00:13Neli (Procurador do Município)Foi uma decisão correta. Antes do TSE o deputa...
Foi uma decisão correta. Antes do TSE o deputado não sabia que poderia perder o mandato.

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