O juiz é superior a qualquer ser material, diz juíza

26/12/2007 22:41Domingos da Paz (Jornalista)Os olhos mortos da Justiça! Estabeleceu-se ...
Os olhos mortos da Justiça! Estabeleceu-se que para ser justo é preciso ser cego. É por isso que a Justiça se apresenta de olhos vendados, como se a cegueira fosse à garantia simbólica da imparcialidade para julgar. Mas, como também consta que é preciso ver para crer, só mesmo vendo acreditamos nos monstros que a cegueira da Justiça pode, eventualmente, conceber. Você que é advogado ou jornalista, muito interessa a história a seguir narrada e pedimos aos Srs. um mínimo de atenção, pois os fatos aqui relatados, muito interessa aos causídicos, os homens do direito, para poderem entender melhor o que significa o Poder Judiciário do Brasil pós ditadura. Este site está voltado inteiramente em revelar o obscurantismo da Justiça quando se juntam para destruir um jornalista profissional comprometido com a verdade de cada reportagem e de sua própria profissão. Tomamos alguns cuidados depois do verdadeiro massacre promovido pela Justiça Paulista contra a pessoa do jornalista, por isso, os nomes dessas autoridades, serão preservados, pois não merecem um mínimo de mídia, uma vez que, a Justiça, neste caso, é exercida pelas próprias mãos, desses Juízes e Desembargadores. Com efeito, apenas uma Justiça cega até ao absurdo da razão se permite produzir sentenças por motivos meramente políticos e de ordem “superior”, ao arrepio das leis e do melhor ordenamento jurídico, cuja causa da tenebrosa perseguição contra o jornalista, se deveu unicamente porque ele se noticiou isto mesmo; reportou em seu jornal semanário, crimes e crimes, todos praticados pelas autoridades locais e devidamente acobertados por membros do “Poder Judiciário de São Paulo”. Esta “Justiça” que impera no Estado de São Paulo, afirme-se, na região mais pobre do Estado, “Vale do Ribeira”, aliás, que está abaixo, totalmente, do nível da miséria, que se explique, em todos os sentidos e literalmente, não vê e nem viu o limiar de uma Justiça no mínimo justa ao se produzir sentenças com o único objetivo de sufocar, melindrar, vilipendiar, hostilizar, desmoralizar, destruir e aniquilar a credibilidade de um profissional de imprensa que exerce a profissão há mais de 30 anos e que não deve absolutamente nada a ninguém na face da Terra. Querem ver o que significa produzir sentenças por mero sentimento de vingança, perversidade e crueldade, veja na íntegra este documentário, temos, portanto, em nome da deificação do dinheiro nesta sociedade cruel, um profissional jornalista, condenado por mãos cruéis e violentas, em nome do imperialismo de se proteger aos extremos, certas autoridades, corruptas, assassinas, mentirosas, estúpidas e reacionárias. Eis aonde pode chegar à cegueira da Justiça: racionalidade, bom senso, sensibilidade humana, tudo surge virado do avesso a esses olhos não apenas vendados, mas mortos, como o bronze ou a pedra das próprias estátuas dos Tribunais. Com efeito, nada é mais revoltante do que a injustiça da Justiça. Por isso, aquilo que poderia resumir-se a um anônimo sacrifício de homens poderosos que bem poderiam, se quisesse, por obrigação, e por dever de suas funções e cargos, ao menos apurar os fatos noticiados pelas reportagens e investigá-los, afinal, são “servidores públicos”, pagos com o dinheiro dos contribuintes, para fazerem exatamente isso, apurar a veracidade das noticias, acabaram por gerar um grande sentimento de indignação moral e de ódio por quem vive e espera no mínimo Justiça. Entretanto, uma coisa é certa: para nada contaram os direitos da informação, da liberdade da manifestação do pensamento e de uma imprensa livre, ou, ainda, as contradições de comportamento das ilustres autoridades envolvidas em diversos crimes na cidade de Registro (SP), nada disso foi relevante, apenas o sentimento de vingança e perversidade contra o jornalista, e isto está de forma contundente, provado em vários habeas corpus conquistados no Superior Tribunal de Justiça. Pelo contrário, este aparece quase santificado como herói de telenovela em alguns melodramáticos excertos dos Acórdãos do Tribunal que fariam chorar as pedras da calçada se, pura e simplesmente, não deixassem a imagem da Justiça pelas ruas da amargura e do ridículo, uma Justiça que não se presta para nada, a não ser para desgraçar a vida de homens honrados e honestos, como é este caso específico. Assim, entre outras pérolas reproduzidas em diversos habeas corpus impetrados no Tribunal de Justiça de São Paulo, aliás, todos, meramente negados, sem fundamento legal, sem o mínimo de respeito ao direito e as leis, pode ler-se, sobre os direitos de um jornalista profissional, que até então "sonhava com a liberdade de imprensa há mais de 30 anos de profissão e com uma Justiça totalmente justa, mas isto é mera utopia de pessoas sonhadoras e sem defeitos...". No entanto, sentimentos tão nobres e comoventes não impedem contrapartidas bem mais prosaicas que os Acórdãos que consagraram nestes termos de antologia: "Embora vigore a regra da prioridade da restauração natural, tem-se entendido que o lesado pode optar pela indenização em dinheiro (...) uma satisfação concedida ao lesado para minorar o seu sofrimento, paliativo que numa sociedade que deifica o dinheiro e os ilustres Juízes e Desembargadores, membros da “santa magistratura brasileira” assumem então, naturalmente esta feição." Na verdade, depois de 20 meses de prisão, perambulando de uma Cadeia para outra, sem condenação, apenas por capricho e vingança de seres inescrupulosos que utilizam o “Poder” para promoverem perversidades, e sendo processado por Tribunal totalmente incompetente, por fim, os Srs. Ministros do Superior Tribunal de Justiça – STJ, (DF), através dos Habeas Corpus nº 65.678/SP, 69.196/SP e 69.201/SP, revogam-se a nefasta prisão preventiva e determina-se que as sinistras ações penais, todas prescritas, fossem remetidas aos Juízos competentes: Sorocaba (SP) ou São Vicente (SP). (arts. 66 e 42 da Lei de Imprensa, 5250/67). Um fato inusitado de muita perversidade, crueldade e vingança de mãos poderosas que utilizam a caneta para assinarem nefastas sentenças no uso e atribuição de um cargo público, de uma Justiça cega porque querem e porque gostam, afinal, para eles, é conveniente ficarem com os olhos vendados, é mais fácil para agredir e destruir pessoas de bem como neste caso específico e de muitos outros que sequer sonhamos que já aconteceu com outras pessoas... Para que se compreenda melhor essa história macabra de muito horror e monstruosidade, vamos apresentar capítulos em forma de artigos, com fatos e documentos importantes que poderão ser baixados, em forma de “download”, no site: www.tvimprensalivre.com
4/12/2007 16:47Domingos da Paz (Jornalista)Errar é humano para quem é humano, entretanto, ...
Errar é humano para quem é humano, entretanto, para alguém que se julga acima do bem e do mal, um verdadeiro ser inefável ou divino por assim dizer, certamente, não poderá ser perdoado, porque afinal é assim mesmo que pensam e agem essa casta fedorenta do judiciário. E isto é o que acontece do Oiapoque ao Chuí, excetos os ministros que compoem o Supremo Tribunal Federal, pois volta e meia vimos causos que são criticados por membros fedorentos do Poder Judiciário. Na verdade. a população, os cidadãos de um modo geral devem mesmo é ter muito cuidado com essa casta fedorenta que compoem o fedorento judiciário do Brasil, porque a MM. Juíza ao proferir tais sentimentos, é porque, pensa, age e se sente com tal, superiores sim e não adiante vir com desculpas esfarrapadas, porque palavras nascem do coração, a boca é simplesmente o canal da expressão e do sentimento, poderia, se fosse o caso, ter usado outro oríficio para defecar esse tipo de ofensa contra o povo que são os seus legítimos e verdadeiros patrões, e tenho dito.
28/11/2007 13:48CHORBA (Bancário)Lamentável. A Doutora se desculpou e isto devem...
Lamentável. A Doutora se desculpou e isto devemos aceitar, pois errar é Humano. O que não podemos aceitar são ações da Polícia Federal, Promotores e Juízes, que não tem clareza para investigar, analisar e por fim Julgar. Muitas famílias destruidas devido a Pirotecnia da PF, em investigações falhas, que para não ficar evidente as falhas o MPF fecha os olhos e os Juízes, sim aos Juízes cabe corrigir todas estas falhas. Que Deus os Ilumine e tenham a clareza de fazer JUSTIÇA, sim a verdadeira JUSTIÇA.
27/11/2007 11:47Adriano (Estudante de Direito)É lamentável que ainda tenhamos dentro do Poder...
É lamentável que ainda tenhamos dentro do Poder Judiciário brasileiro, magistrado(a)s com esse tipo de pensamento, ou melhor, com essa postura arrogante. Fatos deste tipo ou semelhantes, mas que causam indignação à nação ocorrem quase que corriqueiramente. Quem ainda não se recorda daquele "magistrado" mineiro que prolatva sentenças sobre a Lei Maria da Penha de forma absurda, imoral e preconceituosa ferindo generalizadamente a imagem da mulher? O papel e dever do juiz como órgão do Poder Judiciário não é se sentir um ser imaculado, superior, mas sim de resguardar os direitos à quem os possuem. É zelar pelo cumprimento das leis do nosso ordenamento jurídico. Infelizmente o despreparo emocional leva muitas vezes à esses absurdos. O simples fato desta magistrada ter retificado o que disse, ao meu ver, não altera o seu verdadeiro pensamento, mas sim apenas uma forma de se desculpar publicamente diante da repercussão dos absurdos ditos pela mesma. Ademais o(a)s juíze(a)s que pensam dessa forma deveriam ter em mente que a Constituição Federal confere em seu art. 5° a igualdade de todos e o(a)s juíze(a)s estão enquadrados dentro deste princípio constitucional, a não ser que alguma emenda constituição elevou a categoria dos magistrados à deuses da corte.
26/11/2007 22:19Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)Meus parabéns, Rivadávia. Já pensaram uma súmul...
Meus parabéns, Rivadávia. Já pensaram uma súmula vinculante do Supremo determinando qu o Juiz é o mais sublime dos seres materiais?
26/11/2007 22:14Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)Caro Jacques, Eu falei que vivemos no Capitali...
Caro Jacques, Eu falei que vivemos no Capitalismo, esta é uma realidade que pode ser dura mas é a realidade. Você é criminalista e sabe muito bem que os ricos podem contratar bons advogados como você neste País e não conhecem a prisão. O Pimenta Neves, CONDENADO , está rindo de todos nós em bons restaurantes de São Paulo. E VIVA A JUIZA PARAIBANA, deusa do agreste, ser supremo e superior. Aliás, ela não devia ter se retratado.
26/11/2007 22:07Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)Caro Felipe, não há nenhum ressentimento, porqu...
Caro Felipe, não há nenhum ressentimento, porque eu sou rico.
26/11/2007 18:12Luis Felipe Macedo (Estudante de Direito)Sinto uma incipiente demonstração de ressentime...
Sinto uma incipiente demonstração de ressentimento no comentário, infeliz, do Sr. Eduardo Peres F Câmara.
24/11/2007 23:22Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)É verdade. Jesus veio em jatinho Legacy, andava...
É verdade. Jesus veio em jatinho Legacy, andava de Ferrari e passou bem longe da Paraíba. Garanto que nenhum juiz está passando fome ou está em fila quilométrica em busca de emprego como têm muitos advogados. Aprender ler é essencial. Alguém pode se dizer melhor do que outra pessoa por diversas razões, e na passagem infeliz da sentença da magistrada, o dinheiro não foi uma delas.
24/11/2007 23:13Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)Caro Eduardo, muito embora existam profissionai...
Caro Eduardo, muito embora existam profissionais ricos como advogados, empresários, dentre outros, isso não vem ao caso. A magistrada em momento algum se referiu ao dinheiro, e todos sabemos o teto do funcionalismo público. Acho que o seu comentário conseguiu ser pior do que o comentário dela, pois motivado pela discriminação. Embora eu não seje da Paraíba, que mal tem nisso? Embora o salário de juiz não seje o que talvez 0,5% da classe dos advogados receba, que mal tem nisso? Continua sendo um dos salários mais altos do funcionalismo público no País, e num País como o nosso ontem tem muita pobreza, realmente é um salário muito bom. Sinceramente, discriminação econômica, por ser paraíbano ou seja de onde for, ou qualquer discriminação é algo que me dá nojo. Melhor me sentiria se eu não tivesse lido seu comentário.
24/11/2007 21:58Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)Ah ia me esquecendo!!!! A "magistrada" in casu ...
Ah ia me esquecendo!!!! A "magistrada" in casu vive rodeada de beneficiários do BOLSA FAMÍLIA, o que a coloca, de fato numa situação material divina. Em São Paulo ela seria uma BACTÉRIA
24/11/2007 21:53Contribuinte Indignado (Advogado Autônomo - Civil)Vivemos no regime CAPITALISTA. Uma das máximas ...
Vivemos no regime CAPITALISTA. Uma das máximas do regime capitalista reza que no Capitalismo não há almoço grátis. TUDO tem um substrato econômico.TUDO TEM UM PREÇO. Um Ministro do Supremo, balizador dos salários do funcionalismo público, ganha R$ 25 mil por mês. Um advogado de ponta cobra R$ 800 mil por um habeas corpus. Um empresário brasileiro muito conhecido de ponta, paga R$ 250 mil por mês de pensão à ex-mulher e tira para " despesas pessoais" R$ 500 mil por mês e comprou um jatinho Legacy em março dete ano por US$ 25 milhões e pagando à vista. Observem os colegas e leitores, portanto, que esses "deuses" pobres, ou melhor , paupérrimos, dentro de uma realidade macro do Brasil, ESTÃO PRECISANDO URGENTEMENTE DE UM EXAME DE SANIDADE MENTAL E DE UM PSICOTÉCNICO, porque Deus pobre é até ridiculo. O que nos alenta é que a Juiza é da Paraiba, o que já explica, por sí só, MUITA COISA
23/11/2007 19:03Vicente (Oficial de Justiça)Pensamentos hilariantes A Douta Juíza disse...
Pensamentos hilariantes A Douta Juíza disse: "A liberdade de decisão e a consciência interior situam o juiz dentro do mundo, em um lugar especial que o converte em um ser absoluto e incomparavelmente superior a qualquer outro ser material. A autonomia de que goza, quanto à formação de seu pensamento e de suas decisões, lhe confere, ademais, uma dignidade especialíssima. Ele é alguém em frente aos demais e em frente à natureza; é, portanto, um sujeito capaz, por si mesmo, de perceber, julgar e resolver acerca de si em relação com tudo o que o rodeia." Pensamentos meus: Ora, como se trata de uma magistrada vem logo o pensamento psíquico-médico-povão: “deve ser uma esquizofrênia aguda com prolápso cardíaco, retal e mental da têmpora direita, mas se fosse uma pobre na forma da Lei, seria outro nome que não convém ao caso.” Como diz o “velho deitado” pensador pensante: se pensas bostas e escreves merdas, defecarás cloriformes fecais, tal qual qualquer outro ser material, ou estou errado? Conclui-se que. Pensamentos profanos todos nós temos, alguns mais outros menos, mas chamais ousaremos dizer a estranhos, talvez a um amigo muito íntimo. Portanto, tal Sentença foi a meu ver uma grande cagada (desculpem o termo, é que não encontrei outro), mas daquelas bem feitas, que faz bosta de urubu parecer pudim. Demonstra tão somente o que alguns (pois não se pode generalizar) Desembargadores, Juízes e até servidores, pensam de si como meio de se chegar e fazer Justiça, pensam, mas até agora nunca tiveram a coragem de transformar seus devaneios em palavras, até agora. Como esta, Juíza labuta (não confundam) em uma Cidade do interior da Paraíba, veio em mente o que cantou em prosa e verso o Poeta Jessier Quirino em: Isso é cagado e cuspido paissagem de interior. (alterações minhas) Três moleques fedorentos morcegando (se pendurar) um caminhão, Chapéu de coro, gibão (roupa de vaqueiro, toda de couro), Bodega com surtimento, poeira no pé de vento, tabulêiro de cocada, Banguela dando risada da “cagada do doutor.” “Juíza sentindo dor com o pensamento quase parindo” Isso é cagado e cuspido paissagem do interior. Um forró de pé de serra, fogueira, milho e balão Um tum-tum-tum de pilão, um cabritinho que berra Uma manteiga da terra, zoada no mêi da feira Facada na gafieira, matuto respeitador Padre, “Juiz” e doutor Os home mais entendido Isso é cagado e cuspido paisagem de interior.
23/11/2007 11:33Mizael de Menezes (Estudante de Direito)Estamos diante de um caso de "juizite"? Acho qu...
Estamos diante de um caso de "juizite"? Acho que sim. É frustrante ler uma decisão em que o magistrado manifesta opiniões arrogantes e que desqualificam os demais cidadãos. O juiz é um elemento importante no cenário social, sem dúvida, mas ele não deve se valer do seu cargo para listar "ataques" de superioridade.
22/11/2007 17:40L_Granado (Advogado Associado a Escritório)Por essas e outras que a Justiça do Trabalho se...
Por essas e outras que a Justiça do Trabalho se tranformou num balcão de negócios. O juiz não acha, nem entende, o juiz deve saber o direito e entregar a prestação jurisdicional. Por muitas vezes alguns membros da magistratura se esquecem que o povo tem no juiz a figura de uma pessoa justa, competente, compreensiva, tolerante, sem se descuidar da austeridade que a liturgia do cargo exige. Em suma: do magistrado, espera-se razoabilidade. O ato de julgar (proferindo uma sentença) traduz ato de inteligência, embora isso nem sempre aconteça, a exemplo da decisão proferida pela Exma. Dra. Adriana Sette da Rocha Raposo. É a República do pão(?) e circo(!).
22/11/2007 12:40Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)Sem dúvida a juíza exagerou. Mas cá para nós, p...
Sem dúvida a juíza exagerou. Mas cá para nós, pelos comentários percebe-se mais inveja do que indignação, sobretudo de alguns que querem ensinar a língua portuguesa, mas não percebem os seus próprios erros de português. Se ela é "juizinha", "ser insignificante", ou outros adjetivos dos quais foi chamada, acho que os comentaristas não deveriam nem se dá o trabalho de comentar essa reportagem.
22/11/2007 12:40Amigo da Justiça (Advogado Autônomo)Sem dúvida a juíza exagerou. Mas cá para nós, p...
Sem dúvida a juíza exagerou. Mas cá para nós, pelos comentários percebe-se mais inveja do que indignação, sobretudo de alguns que querem ensinar a língua portuguesa, mas não percebem os seus próprios erros de português. Se ela é "juizinha", "ser insignificante", ou outros adjetivos dos quais foi chamada, acho que os comentaristas não deveriam nem se dá o trabalho de comentar essa reportagem.
22/11/2007 11:47Carlos Romeiro (Advogado Autônomo - Civil)Relato muito infeliz, demonstrando que a magist...
Relato muito infeliz, demonstrando que a magistrada sofre de "Juizite crônica e aguda", que não merece atenção da sociedade!
22/11/2007 09:26Frederico Flósculo (Professor Universitário)A Merítíssima expõe a magistratura ao ridículo....
A Merítíssima expõe a magistratura ao ridículo. Faltam-lhe noções básicas da Constituição Federal e a leitura de um certo Hegel, ou Arendt, ou...
21/11/2007 21:39Tadu (Auditor Fiscal)Também! Em país onde o 'prizidente' um dia se c...
Também! Em país onde o 'prizidente' um dia se compara a Jesus Cristo e em outro diz que tem “duas oreias; uma para ‘olvi’ vaia e outra pra ‘olvi’ elogio” o que mais podemos esperar a não ser estes fatos relatados neste artigo? Brasilsislsilsilsil!

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