MEC quer fechar faculdades fracas e manter escolas ruins

13/11/2007 01:35Paulo Jorge Andrade Trinchão (Advogado Autônomo)Em nome da parcela expressiva de colegas idôneo...
Em nome da parcela expressiva de colegas idôneos e ilibados, a OAB Federal tem a inafastável obrigação de perquirir judicialmente o falastrão Armando do Prado(se que este é o seu verdadeiro nome). À evidência, que trata-se de uma manifestação(!) contaminada pela imbecilidade de um "professorzinho" de araque, desarrazoado, medíocre e, por fim, estulta. Cidadão de juízo, pela própria sensatez, jamais adotaria a generalização, que não somente é burra, mais estupidamente apedeuta.
12/11/2007 14:00Lucas Hildebrand (Advogado Sócio de Escritório)Mais uma do Dimenstein para refletir: Infeli...
Mais uma do Dimenstein para refletir: Infelizmente não causou escândalo relatório divulgado pelo governo federal que informa que, apesar do gigantesco desemprego, sobram centenas de milhares de vagas para funções qualificadas. Daria, na minha opinião, uma CPI. O escândalo é o seguinte: gastam-se bilhões de reais, saídos dos cofres públicos, para manter programas de formação profissional de sindicatos patronais e de trabalhadores, sem contar os cursos mantidos pelos governos estaduais e municipais. A sobra de emprego revela que se deveria fazer uma profunda investigação nesses programas. Enquanto isso se estimulam, com dinheiro público, bolsas para jovens cursarem faculdade, cujos alunos, uma vez formados, ficam longe do mercado. Será que precisamos de mais alunos em direito ou administração? Ou precisamos de técnicos em informática, logística ou exploração mineral? O que o mercado está dizendo claramente é que o jovem teria mais chance de ganhar um emprego se fizesse um curso técnico ou tecnológico. Fazer um curso superior pode significar, em muitos casos, apenas o diploma de otário. * Preparei um material em meu site (www.dimenstein.com.br) sobre tendências e novos cursos profissionais. São Paulo começa a oferecer, dentro das escolas públicas, por exemplo, cursos técnicos à distância.
10/11/2007 23:55Danieli Cruz Soares (Advogado Assalariado - Civil)Quanta ignorância... Se advogados passaram por ...
Quanta ignorância... Se advogados passaram por faculdades e "continuaram analfabetos", foi por responsabilidade, principalmente, de um péssimo professor. Talvez se o professor fosse um pouco melhor...
10/11/2007 15:25Armando do Prado (Professor)Desculpem-me, mas os grandes analfabetos que co...
Desculpem-me, mas os grandes analfabetos que conheci, todos sem exceção, passaram por um curso de direito. Analfabetos e muitos estelionatários. Perguntem ao povo. Advogado é sinônimo de ladrão no imaginário do povão. Por quê?
10/11/2007 12:12fabico (Delegado de Polícia Estadual)Não, não acredito no que estou lendo!!! Uma def...
Não, não acredito no que estou lendo!!! Uma defesa aos péssimos alunos formados nas péssimas faculdades!!! Há alunos que, sem dúvida, sequer leram um livro de processo ou mesmo sabem conceitos básicos e se dizem "adevogados", mesmo sem sequer passar no exame de ordem!!! Imagine se a porteira for liberada, então, se não precisamos de profissionais bem formados, então, para que advogados, deixem todos virarem "despachantes jurídicos", já que para muitos a realidade é essa mesmo!!! Que absurdo, mas, é melhor ler isso que ser cego... Permitam reproduzir o absurdo que foi escrito, "advogando"-se a idéia de que: "necessitamos também dos maus profissionais para os pobres que não podem pagar profissionais bons", ideologias, ideologias senhores...Abaixo: "Francamente, há vários serviços advocatícios que não exigem qualificação elevada, por exemplo, a assistência a clientes em casos de separação judicial ou divórcio sem litígio. Ter só Cadillacs prestando esses serviços os encareceria desnecessariamente para a população."
10/11/2007 08:55E. COELHO (Jornalista)O MEC poderia ir com "menas" sede ao pote, afin...
O MEC poderia ir com "menas" sede ao pote, afinal, ele representa um governo que o seu representante maior afirmou nunca ter lido um livro, filho de mãe que nasceu analfabeta, etc.
9/11/2007 21:50Sê (Advogado Autônomo - Civil)Por mais que se tente elucidar o assunto entre ...
Por mais que se tente elucidar o assunto entre o "cadilac e o fusquinha" a verdade é que no começo de carreira nenhum advogado é "cadilac"! Se houver esforço e aplicação por parte do advogado recem-formado ele pode se transformar em um "cadilac", mas, OBSERVE-SE, terá que estar em companhia de bons advogados. Sozinho ele amargará anos como "fusquinha", haja vista a vastidão de conhecimento pertinente à carreira e que as faculdades não conseguem repassar face a variedade de disciplinas e o prazo de 5 anos. Logo, o advogado poderá vir a ser um "cadilac", mas vai, queira ou não, passar pelo estágio do fusquinha. Se morrer é ir para o paraiso, há que primeiro se viver. Conheço muitos "cadilacs" que já foram "fusquinhas".
9/11/2007 16:07Carlos (Advogado Sócio de Escritório)Do QUERER até o VAI, vão-se anos...
Do QUERER até o VAI, vão-se anos...
9/11/2007 14:20Lucas Hildebrand (Advogado Sócio de Escritório)Segue um recente texto de Gilberto Dimenstein q...
Segue um recente texto de Gilberto Dimenstein que deve significar uma heresia para os donos das faculdades particulares: Pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), divulgada ontem, informa que inúmeros setores da economia estão desesperados à procura de mão-de-obra qualificada. Não estamos falando aqui de doutores, mas de qualificações simples. A burrice ocorre, entre outros motivos, porque se dá mais atenção aos cursos superiores tradicionais, os quais, muitas vezes, são de péssima qualidade e cuja empregabilidade é baixíssima. Isso com estímulo oficial que dá bolsas a alunos mais pobres cursarem faculdades medíocres. Para reduzir esse problema, bastaria conhecer as vocações econômicas locais e preparar mão-de-obra para elas, acrescentando ensino profissionalizante ao ensino regular. Tudo isso pode ser feito com a ajuda dos recursos de educação à distância. Nada disso é novidade e já temos, no Brasil, vários casos de sucesso. É muito mais barato um curso superior para tecnólogo do que a graduação normal. Mas muitos jovens não sabem disso na hora de prestar o vestibular. O melhor que se pode fazer pela inclusão de verdade dos jovens é ampliar a oferta de ensino profissionalizante, transformando as escolas de ensino médio numa porta de saída para o mercado de trabalho. Coloquei no meu site algumas experiências de ensino profissionalizante que merecem ser acompanhadas. Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às terças-feiras.
9/11/2007 14:09Lucas Hildebrand (Advogado Sócio de Escritório)Mais um artigo que, à base de muita retórica, t...
Mais um artigo que, à base de muita retórica, tenta justificar a máquina de ganhar dinheiro que se tornou o ensino superior privado. Premissas são propositalmente manipuladas para se tirar conclusões arbitrárias e falsas. É verdade que existem causas complexas e causas mais simples. Ocorre que os fusquinhas que têm saído dessas linhas de montagem não dão conta nem das causas simples, isso é patente. Qualquer bacharel minimamente letrado sabe que o Exame da OAB exige o conhecimento mínimo necessário, e mesmo assim há faculdades que não são capazes de aprovar sequer 20% de seus alunos. Devem permanecer abertas? Obviamente não. Quem é aprovado na OAB não se torna automaticamente um Cadillac. O critério de utilização do Exame para fins meramente informativos é balela. A informação é imperfeita, especialmente para os mais pobres (que nem sempre buscam a advocacia pública, sabidamente insuficiente), até porque bem se sabe o quanto as faculdades mercantilistas gastam com propaganda. A suposta "reserva de mercado" na verdade significa uma só coisa: qualidade do profissional: o advogado é parte indispensável na Administração da Justiça. Não pode haver fusquinhas desempenhando esse papel. Para finalizar, uma pergunta que já foi feita: o articulista gostaria de se separar, ainda que amigavelmente, com o auxílio de um advogado "fusquinha"? Acho que não. Ah, mas o pobre sim, esse pode ter a "escolha".
9/11/2007 13:26Walker (Advogado Assalariado - Tributária)O comentário do professor Armando é daquele tip...
O comentário do professor Armando é daquele tipo que não merece apreço. Seria o mesmo que eu dissesse que todo professor só sabe reclamar de salário e dar aulas de uma imbecilidade sonolenta. Por certo estaria errado, pois que generalizei. Assim como, data maxima venia, está errado o ilustre mestre ao generalizar sobre advogados.
9/11/2007 13:21Walker (Advogado Assalariado - Tributária)Interessante o argumento. Porém, permita-me, Do...
Interessante o argumento. Porém, permita-me, Doutor, discodar de Vossa conclusão. Faça um pequeno exercício hipotético: a sua esposa, após receber uma carta anônima, colocou vossas malas porta afora sob o argumento de que és um traidor. A carta o acusara de ter três amantes! Aos gritos, ela não permite qualquer justificativa, qualquer contra argumentação razoável. Disse que não interessa ouvi-lo. Acharias justo ser acusado sem poder, minimamente, argumentar contra? Pois bem, se qualquer dia Vossa Senhoria precisar de ajuda para argumentar em vosso favor (seja num trabalho ordinário como essa separação extrajudicial ou num intricado processo criminal) encontrarás alguém para falar em vosso nome: um advogado. Rogo que encontres um cadillac. Esse é objetivo da Ordem dos Advogados. Já temos mais de 500.000! advogados no país. Número, per capta superior aos dos Estados Unidos. Assim, não procede a conclusão (que se pode inferir do brilhante texto) de que não há concorrência suficiente para permitir prática de preços justos.
9/11/2007 13:20Walker (Advogado Assalariado - Tributária)Interessante o argumento. Porém, permita-me, Do...
Interessante o argumento. Porém, permita-me, Doutor, discodar de Vossa conclusão. Faça um pequeno exercício hipotético: a sua esposa, após receber uma carta anônima, colocou vossas malas porta afora sob o argumento de que és um traidor. A carta o acusara de ter três amantes! Aos gritos, ela não permite qualquer justificativa, qualquer contra argumentação razoável. Disse que não intessa ouvi-lo. Acharias justo ser acusado sem poder, minimamente, argumentar contra? Pois bem, se qualquer dia Vossa Senhoria precisar de ajuda para argumentar em vosso favor (seja num trabalho ordinário como essa separação extrajudicial ou num intricado processo criminal) encontrarás alguém para falar em vosso nome: um advogado. Rogo que encontres um cadillac. Esse é objetivo da Ordem dos Advogados. Já temos mais de 500.000! advogados no país. Número, per capta superior aos dos Estados Unidos. Assim, não procede a conclusão (que se pode inferir do brilhante texto) de que não há concorrência suficiente para permitir prática de preços justos.
9/11/2007 13:01Armando do Prado (Professor)Cadillcs e fusquinhas? Creio que a conversa est...
Cadillcs e fusquinhas? Creio que a conversa está mais para estelionatários travestidos de Cadillacs e analfabetos funcionais com diplomas de bacharéis...

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