Delegado acusado de extorsão não consegue liberdade

6/11/2007 11:05Peronas (Delegado de Polícia Estadual)Inicialmente com relação ao caso do DPF e dos P...
Inicialmente com relação ao caso do DPF e dos Policiais Rodoviários ainda se encontra sub judice, sendo que os ditos Policiais Rodoviários, no caso um destes teria envolvimento em atos espúrios e tentou contra a vidas dos Policiais Federais. A respeito da Investigação efetuada pelo MP, nada existe em contrário , somente que o Poder de Investigação, Poder este não absoluto como bem determina o art. 4 do CPP pode ser efetuado por outras autoridades que a lei conferiri, portanto pode o MP investigar sim, todavia não pode efetuar alguns atos como o indiciamento, interrogatório mas as ditas cautelares sim. Além do que há o princípio do Promotor Natural que é indiscutível e este é, creio eu, o cerne da questão. Pelo princípio basilar o Promotor Natural é aquele a quem cabe o opinio delicti e com soberania e independência ofertar a denúncia criminal a quem quer que seja (penso eu), arquivar o procedimento ou peças ou seja lá o que for que exista em matéria de prova , ou solicitar maiores informações , melhor, mandar que sejam informadas de quem que for. Somente por essa questão natural do direito é que se deve discutir tal poder de investigação, no melhor prumo cultural e histórico de nosso país deveria sim existir o critério inquisitivoi nos moldes do Direito Italiano. O trato do caso deve-se aos corporativismos dos órgãos e instituições, salários, subsídios em suma o poder , e a JUSTIÇA como o justo a cada ser consciente deve ter?
6/11/2007 08:20Superzemanénanet,né! (Professor)Ao propósito: Há exatos quatro anos dois delega...
Ao propósito: Há exatos quatro anos dois delegados de polícia federal, na Dutra, em Taubaté, por motivos indescritíveis metralharam policiais federais rodoviários (até hoje o postinho da PRF está às moscas como forma de protesto). Qual o desfecho dado a este caso? Os abusos foram punidos ou achegou-se ao problema o famoso jeitinho brasileiro? Já tive a curiosidade de perguntar, algumas vezes para vários rodoviários de lá, e os que de nada 'sabem', dizem que não podem comentar, pois é caso judicial. Estive no fórum de Taubeté e disseram que, à época, ainda não havia justi9ça federal lá. Estive em sjcampos, e disseram que o caso é de taubaté. É possível ao CONJUR, ao menos nos fornecer os nomes dos envolvidos? A comunidade, sedenta de informações agradece, sensibilizada!
6/11/2007 08:14Superzemanénanet,né! (Professor)Senhores, paixão a parte, penso o seguinte: ...
Senhores, paixão a parte, penso o seguinte: 1) A CF precisa ser alterada para que o MP (e essa será, penso, a grande prova de sua integridade!), seja também o titular das investigações, extinguindo-se de vez com inquérito, hoje bem provado que isso não funciona de acordo com nossas necessidades; além do que 90% dos promotores sempre se queixaram da má qualidade desses IP's, sempre fáceis de serem manipulados e estímulo latente para a prática de crimes de parte dos agentes públicos. Todos sabemos disso. Qual o medo que opõe resistência? O medo de que o MP não permitirá que suspeitos sejam torturados para esclarecimento de crimes, geando com isso alguma impunidade? Ora, não são apenas torturados em razão do desvio e abuso das funções públicas, mas, também, o que é notório, para que autoridades e policiais tomem o que de valor têm os presos! Essa novela cansa! 2) Fica instalado o Juizado Instrutor: decide-se se há indícios ou não para a deflagração de persecução, tudo em prazos e critérios rígidos, os quais, desatendidos, relaxam a custódia acaso dada e inibem o acesso ao processo propriamente dito. Dai, convoca-se o Júri (que pode ser o pequeno juri, e ao depois, o grande júri), e assim por diante. Nos EEUU, esse sistema funciona, todos sabemos, e com níveis perfeitamente toleráveis de falhas. 4) Alguém conhece outro meio para depurar-se uma Instituição Policial tão comprometida com aspectos de todo negativos? Cremos que não! 5) Ao propósito o CONJUR não deu mais espaço para nos informar a quantas andam as investigações acerca do delegado lider de classe, filho de desembargador, preso em situação altamente comprometedora ano passado, com automóveis Jaguar, coleção de rolex, etc. Dê-nos notícias CONJUR!
6/11/2007 02:25M.P. (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Delegado, deve haver Ministros analfabetos no S...
Delegado, deve haver Ministros analfabetos no STF, porque a maioria já reconheceu este poder-dever. No STJ, então, só tem mobral, porque a decisão neste sentido é unânime.
5/11/2007 20:34MUDABRASIL (Outros)Interessante que este caso (especificamente da ...
Interessante que este caso (especificamente da prisão do delegado e de vários policiais do DENARC) tenha sido evitado no CONJUR. Pior é ver que este tipo de conduta têm se mostrado, infelizmente, mais comum do que gostaríamos. Concordo com o Parquet, isto demonstra o real motivo de se temer a investigação criminal pelo Ministério Público.
5/11/2007 20:20DPF Falcão (Delegado de Polícia Federal)Intuitivo o interesse? A que interesse se refer...
Intuitivo o interesse? A que interesse se refere o nobre membro do Parquet. Todos os policiais têm interesses escusos, ao contrário do MP vestal? Não generalize negativamente, não fica bem ao fiscal da lei. Não se trata de combater o "direito à investigação criminal do MP". O MP NÃO TEM ESSE DIREITO!!! Basta ler a CF. Está lá bem claro para quem quiser - e souber - ler. Que tal apresentar as estatísticas das "investigações" bem sucedidas do MP, informando, também, quantos membros foram "investigados" e punidos?
5/11/2007 18:42Parquet (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Intuitivo o interesse da Polícia Judiciária em ...
Intuitivo o interesse da Polícia Judiciária em combater o direito à investigação criminal do Ministério Público, cuja controvérsia, curiosamente, veio à baila apenas 13 (treze) anos após a promulgação da Constituição da República (suscitada por um Delegado de Polícia acusado de vários crimes), certamente para manter ativo os mandos e desmandos de "poderosos" e "influentes", a quem o Parquet não se curva.

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