Irmãos têm o mesmo direito de concorrer por cota de negros

21/01/2008 22:38Guadalupe (Estudante de Direito - Civil)Filhos de branco e mulata podem ser mulatos ou ...
Filhos de branco e mulata podem ser mulatos ou brancos. É possível o filho nascer sem qualquer traço negróide, a depender da miscigenação. Afinal, a mulata já é filha de negro e branco. A afirmação da juíza não tem procedência, a partir dos estudos da biologia. Daí, existiria o impasse. Se o irmão, branco, pode ingressar, porque é irmão, porque o primo, não? O Brasil é um país mestiço. A aplicabilidade do sistema importado não funciona, porque nos Estados Unidos não há - nem houve - a miscigenação, e aqui, historicamente, sempre houve.
1/06/2007 18:26aluf (Advogado Autônomo)O PRINCÍPIO BÁSICO DA NOSSA CF/88- TODOS SÃO IG...
O PRINCÍPIO BÁSICO DA NOSSA CF/88- TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI, SEM NENHUMA DISTINÇÃO. PORTANTO DELEGACIA DA MULHER, DELEGACIA DO IDOSO E OUTROS...INCLUSIVE COTA PREFERENCIAL, DEMONSTRA DESIGUALDADE AUMENTANDO A DESCRIMINAÇÃO. TODOS SÃO IGUAIS PORTANTO NÃO PODE EXISTIR PREFERÊNCIAS, BASTA O BOM SENDO EDUCAÇÃO E CONCIÊNCIA.
1/06/2007 11:12Gilson Tadeu de Lima (Estudante de Direito)Nossa constituição, não aceita os fatos, a quem...
Nossa constituição, não aceita os fatos, a quem interessa.
1/06/2007 00:11Marcos Zamikhowsky (Advogado Autônomo)Esse programa de cotas é racista e inconstituci...
Esse programa de cotas é racista e inconstitucional, afrontando o Artigo 3°, inciso IV, da Constituição Federal.
31/05/2007 16:47Richard Smith (Consultor) Para a informação e meditação dos amigos leit...
Para a informação e meditação dos amigos leitores e comentadores: "A FARSA NEO-RACISTA EM TRÊS NOTINHAS A) UNIVITELINOS: MAS UM É NEGRO; OUTRO NÃO É. Do Portal G1 Filhos de pai negro e de mãe branca, os irmãos gêmeos univitelinos (idênticos) Alex e Alan Teixeira da Cunha, de 18 anos, não tiveram a mesma sorte ao se inscrever no sistema de cotas para o vestibular do meio do ano da Universidade de Brasília (UnB): Alan foi aceito pelos critérios da universidade e Alex não. Ao contrário da maioria das universidades que possuem cotas, a seleção de alunos para o sistema de cotas na UnB não leva em conta o critério socioeconômico e sim a cor do vestibulando. Para concorrer, os candidatos obrigatoriamente se dirigem até um posto de atendimento da universidade e tiram fotos no Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (Cespe/UnB), responsável pela aplicação da prova. Essas fotos são anexadas na ficha de inscrição e passam pela avaliação de uma banca, que vai decidir quem é e quem não é negro. Caso o vestibulando não seja aceito para concorrer no sistema de cotas do vestibular, ele automaticamente é transferido para a concorrência universal do processo seletivo. Esta é a terceira vez que os irmãos Alan e Alex se inscrevem para o vestibular da UnB, mas é a primeira vez que eles optaram pelo sistema de cotas. Alan, que é contrário ao uso das cotas raciais, quer estudar educação física. Alex, que afirmou não ter uma posição definida sobre o assunto, pretende cursar nutrição. 'Resolvemos nos inscrever pelas cotas porque elas existem e têm que ser usadas. Além disso, a nota de corte para os candidatos cotistas é mais baixa que a nota de corte dos candidatos do sistema universal. Já que posso usar esse recurso, resolvi aproveitar', disse Alex, que entrou com um recurso na UnB para que a universidade reavalie a sua condição de negro. b) NEGUINHO DA BEIJA-FLOR: 67,10% EUROPEU Por Reinaldo José Lopes, do Portal G1: 'O que poderia ter sido apenas uma curiosidade - desvendar as origens genéticas de nove celebridades de origem negra - ajudou a confirmar que o DNA dos brasileiros guarda uma mistura ainda mais complexa do que a aparência física do nosso povo sugere. Segundo o geneticista Sergio Danilo Pena, pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Laboratório Gene responsável pelos testes, os afro-brasileiros famosos se encaixam perfeitamente no que se vê entre pessoas comuns que se definem como negras. 'É incrível, mas os resultados que obtivemos nas nove pessoas estudadas são um microcosmo dos resultados de nosso estudo com indivíduos autoclassificados como pretos em São Paulo', contou Pena ao G1. O pesquisador da UFMG fez os testes a pedido da rede BBC Brasil. O time de celebridades é integrado pelos cantores Milton Nascimento, Djavan, Seu Jorge e Sandra de Sá, pela ginasta Daiane dos Santos, pela atriz Ildi Silva, pelo puxador de samba Neguinho da Beija Flor, pelo jogador de futebol Obina e pelo religioso e ativista da causa negra Frei David Santos. (...) O primeiro, divulgado hoje, envolveu Daiane dos Santos e revelou que ela possui 39,7% de ancestralidade africana, 40,8% de ancestralidade européia e 19,6% de ancestralidade indígena.' Segundo informou o Jornal Nacional, Neguinho da Beija-Flor é inequivocamente mais europeu (67,1%) do que africano (31,5%) c) AUTORES DE LIVROS CONTRA COTAS SÃO AMEAÇADOS Por Marcelo Bortoloti, na Veja da semana passada: O poeta alemão Heinrich Heine cunhou, no século XIX, a seguinte frase a respeito da intolerância intelectual: 'Os que queimam livros acabam queimando homens'. Heine alertava para a existência de um caminho natural da censura ao pensamento, que levaria à barbárie. No Brasil, há grupos tentando criar um atalho. O debate em torno da Lei de Cotas e do Estatuto da Igualdade Racial tem provocado manifestações destemperadas de integrantes do movimento negro. A simples notícia do lançamento de um livro sobre o tema, Divisões Perigosas: Políticas Raciais no Brasil Contemporâneo, publicado pela editora Civilização Brasileira, fez com que seus organizadores começassem a sofrer ameaças. A obra traz 34 artigos que, no conjunto, questionam a racialização em curso no país. Atacam principalmente a idéia de que o preconceito racial é que define as desigualdades sociais. Imediatamente surgiram, na internet, textos que falam em guerra, sugerem ações organizadas no dia do lançamento do livro e chamam de 'escravos' dois dos autores, que são negros e militantes do movimento, mas têm opinião própria. 'Eu estou com medo', diz a antropóloga da UFRJ Yvonne Maggie, que está entre os organizadores. A discussão sobre as cotas vem gerando uma crescente exasperação. Em uma reportagem sobre o tema no jornal O Estado de S. Paulo, na semana passada, o antropólogo Júlio César de Tavares, militante do movimento negro, pregou a violência física. 'Chega um momento em que o diálogo se esgota', disse. 'Acho que o racista na rua tem de apanhar.' Frases assim são ainda mais assustadoras quando encontram respaldo no governo. Em março deste ano, a ministra Matilde Ribeiro, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, puxou o coro da intolerância em entrevista à BBC: 'Não é racismo quando um negro se insurge contra um branco', disse. Com manifestações desse tipo e ameaças cifradas, quem perde são todos os brasileiros. Sem distinção de cor. Gostaram? "Acho que o racista na rua tem de apanhar." O problema é que, quem decide quem é racista ou não e quem está tendo atitudes "racistas" é o próprio f.d.p. que se acha um "vítimo" de todo e qualquer branco, mesmo que esse "branco" tenha um "pé" na África maior do que o dele, como no caso dos dois gêmeos da notinha "A". E nós, vamos permitindo uma coisa dessas, calados?!
31/05/2007 15:26Dr. Sobral (Bacharel - Trabalhista)Ainda bem que hoje vivemos num Estado Democráti...
Ainda bem que hoje vivemos num Estado Democrático de Direito no qual a todos é permitida a livre manifestação de pensamento. Pois bem, vou aqui expor minha opinião sobre o polêmico assunto das medidas afirmativas (ou política de cotas, como queiram chamar!). Vivemos num país cujos governantes sempre representaram os interesses das elites (econômica e conseqüentemente política), governos estes responsáveis por implementar a "missão de hobin hood às avessas", ou seja, tirar de quem tem pouco para encher o bolso de quem já tem muito. Isto também acontece na área da educação. Nesta área específica o governo das elites foi responsável por promover um verdadeiro sucateamento das escolas de ensino básico, enfatizando a qualidade do ensino particular. E a população pobre, alijada do acesso à educação de qualidade ministrada nas escolares particulares sempre ficou no prejuízo. Agora, quando surge um governante que tem a coragem de começar a tomar medidas efetivas para facilitar o acesso dos estudantes pobres e que sempre foram discriminados na sociedade, as elites mais uma vez se insurgem com discursos hipócritas e distorcidos. É claro que apenas a reserva de vagas para alunos oriundos das escolas públicas ou afrodescendentes ou indígenas, ou deficientes, não vai, por si só, corrigir toda esta desigualdade que hoje temos em nossa sociedade. Mas eu vejo a política de cotas como uma medida positiva, louvável e que, aliada a uma melhora substancial na educação básica, vai gerar bons resultados a médio e longo prazos. Sou bacharel em Direito, formado em universidade pública em cuja turma existiam 40 alunos. Apenas eu é que estudei integralmente em escola pública. Os demais 39 vieram de escolas particulares. Hoje, tenho obtido êxito em vários concursos públicos a que me submeti, sempre deixando para trás muitos candidatos que estudaram sempre em boas escolas particulares. Por isso, sou a favor da política de cotas como apenas uma das medidas de políticas de governo para diminuir a gritante desigualdade social que assola a sociedade brasileira.
31/05/2007 08:48Celsopin (Economista)cotas para cor da pele (risos) fariam sentido e...
cotas para cor da pele (risos) fariam sentido em um país onde os negros foram segregados (como eua e africa do sul, por exemplo). Aqui os negros nunca foram segregados; o problema é econômico e para solucionar isso, precisamos de cota classificada por renda e não por cor... eu não contratava quem não fez o finado provão a sério e não contratarei quem entrou pelo sistema de cotas... p.s. Sou descendente de africanos e nunca fui excluído pelo sistema, não pela minha cor... ou etnia ou seja lá como for que chama essa babaquice copiada dos eua...
31/05/2007 08:24ERocha (Publicitário)O engraçado é que os direitos são iguais, mas a...
O engraçado é que os direitos são iguais, mas as obrigações não. Se você disser 'não te contrato porque é negro' da uma confusão danada. Mas dizer 'as empresas são obrigadas a contrar x% de negros', bom, ai é diferente. É a chamada discriminação positiva, que de positiva tem apenas o nome. Discriminação é discriminação e não tem esta de positiva ou negativa.
31/05/2007 07:19paulo (Advogado da União)O CINISMO E A IDIOTICE DO SISTEMA DE QUOTAS VAI...
O CINISMO E A IDIOTICE DO SISTEMA DE QUOTAS VAI SE TRANSFORMAR EM FRUSTRAÇÃO DEPOIS DO QUOTISTA FORMADO. ALGUÉM CONSULTARIA COM UM MÉDICO, ENGENHEIRO OU ADVOGADO FORMADO PELO SISTEMA DE QUOTAS E NÃO POR MÉRITO ? NAS PROVAS DO VESTIBULAR COMUM CONSTAM A COR DA PELE PARA DIZER QUE HAVIA DISCRIMINAÇÃO ?

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