Gilmar Mendes acusa a Polícia Federal de canalhice

29/05/2007 18:36Zé Carioca ()El Carmo está certo.
El Carmo está certo.
29/05/2007 14:25themistocles.br (Advogado Sócio de Escritório - Administrativa)"CANALHICE"? Será que o termo não foi forte, es...
"CANALHICE"? Será que o termo não foi forte, especialmente para uma Polícia Federal que está mostrando valorosos resultados? Atenciosamente.
26/05/2007 02:19El Carmo (Advogado Autônomo - Trabalhista)É verdade que se deve investigar, investigar, o...
É verdade que se deve investigar, investigar, onvestigar. O que não se pode é permitir que polícia transforme uma investigação em uma condenação sumária, pois é isto que ela faz. Na ansia de aparecer como salvadores da pátria, porque todos querem aparecer como salvadores da pátria, expõe o cidadão à execração da sociedade, o que se não for condenado pela justiça, já o está pela sociedade, que não tem acuidade de saber o porque foi alguém solto, ou absolvido. A polícia se porta então como um algoz que investigas, acusa e condena. Num Estado Democrático de Direito não se há de permitir a execração pública. Os direitos fundamentais da pessoa humana, inscritos em nossa Constituição Federal não podem ser relegados ao esquecimento para se instalar um Estado Policialesco. Isto já se viu na Rússia Soviética, na Alemanha de Hitler e na Italia de Mussolini. O Brasil não há de trilhar esta senda. O Judiciário não há de ser o sustentáculo de ações truculentas. O judiciário deve saber que não tem armas e portanto, não pode controlar um poder armado. Mas sobretudo é de se perguntar: Quem investiga a polícia. Ela está acima de qualquer suspeita? É portanto, de se ter cuidado. E imprensa toda poderosa? por acaso já se procurou investigar suas próprias falcatruas? Ou é a Imprensa a única incorruptível neste país. Cuidado com a Imprensa. El carmo. hattp://el.carmo.blog.uol.com.br
26/05/2007 00:32Armando do Prado (Professor)25/05/2007 18:58h PF NÃO VAI RECUAR O pre...
25/05/2007 18:58h PF NÃO VAI RECUAR O presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal, Sandro Avelar, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta sexta-feira, dia 25, que a PF não vai recuar diante das acusações de “excessos” durante a Operação Navalha. “Vamos continuar a tocar a vida, temos certeza que estamos no caminho correto, agora não deixamos de ficar preocupados e eu acho que mais do que a Polícia Federal, toda a sociedade tem que ficar preocupante e vigilante”, disse Avelar. Segundo Avelar, o trabalho da PF é sempre acompanhado pelo Ministério Público, “que opina e dá parecer fundamentado aos pedidos da PF, que são autorizados pelo Judiciário”. “Esse trabalho é feito de uma forma conjugada por instituições de grande respeitabilidade por parte de toda a sociedade, são instituições sérias, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a magistratura tem trabalhado juntos e com um só intuito. Com o intuito de fazer com que ricos e pobres se tornem cada vez mais iguais perante a lei”, disse Avelar. Leia a íntegra da entrevista de Sandro Avelar: Paulo Henrique Amorim – Eu vou conversar agora com o delgado Sandro Avelar, ele é presidente da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal. Delegado, o senhor vai bem? Sandro Torres Avelar – Graças a Deus, Paulo Henrique, bem. Paulo Henrique Amorim – O senhor emitiu, a sua associação emitiu uma nota oficial registrando as críticas que têm sido feitas sobre os chamados excessos da Polícia Federal, nessa última Operação Navalha, sobretudo. Eu pergunto: quais são os argumentos básicos que o senhor usa para refutar a idéia de que os senhores da Polícia Federal cometeram excessos na Operação Navalha? Sandro Torres Avelar – Os fundamentos são muito simples. Todas as nossas ações são acompanhadas pelo Ministério Público, que opina e dá parecer fundamentado aos nossos pedidos e são autorizados pela autoridade judicial, que determina e expede os mandados de prisão que nós cumprimos. Então, esse trabalho é feito de uma forma conjugada por instituições de grande respeitabilidade por parte de toda a sociedade, são instituições sérias, a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a magistratura tem trabalhado juntos e com um só intuito. Com o intuito de fazer com que ricos e pobres se tornem cada vez mais iguais perante a lei. Então, é normal que nesse momento, nessa fase que nós estamos vivendo, onde pessoas de grande poder aquisitivo, de grande influencia política viveram muitas vezes colocadas nessa situação de responderem a inquéritos, a processos, tudo é novo no nosso país. E como tudo o que é novo assusta. Paulo Henrique Amorim – Delegado, uma pergunta. O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes repudiou o fato de ter havido vazamento de informações da investigação da PF em órgãos de imprensa – entre eles o próprio Conversa Afiada que agora está, digamos, ancorando essa nova conversa, além da TV Globo, além da TV Record, além de outros órgãos de imprensa escrita, ele considerou que isso, em alguns momentos, pareceu um ato de “canalhice”. O que o senhor acha disso? Sandro Torres Avelar – Veja bem, eu não sei em que contexto que o ministro usou essa expressão, mas se ele imputou essa pecha à Polícia Federal ele foi de uma infelicidade muito grande. Trata-se de uma instituição muito séria, que trabalha com respaldo da lei e com respaldo do próprio Poder Judiciário. Então, uma afronta à Polícia Federal é, neste momento, uma afronta aos próprios colegas de Poder do ministro. Tanto a Polícia Federal quanto o Ministério Público e o Poder Judiciário se sentem atacados com esse tipo de afirmação, uma vez que o nosso trabalho é feito de forma conjunta. Agora, com relação à indignação por um eventual vazamento, é preciso que se apure de onde é que saiu esse vazamento. Até porque, as informações relativas à Operação Navalha não ficaram restritas à Polícia Federal: advogados de defesa tiveram acesso a essa informação e também vários outros órgãos que compõem o sistema criminal. De forma que a indignação do ministro pode ser compreensível, mas não pode ser compreensível um ataque desta monta a uma instituição da credibilidade que tem a Polícia Federal. Paulo Henrique Amorim – Um outro assunto: o ministro Tarso Genro disse que, se houve excessos, eles terão que ser corrigidos. Eu pergunto: o senhor considera que ao apurar se houve excessos, existe possibilidade de que se os senhores tenham exacerbado as suas funções, inclusive essa questão muito discutida, tem um advogado conhecido chamado Toron reclamou que agora se submete as pessoas ao mesmo tratamento que era dado a pobres, pretos e prostitutas – ele usou uma outra palavra no lugar de prostitutas. Será que o senhor teme que agentes da Polícia Federal, funcionário da Polícia Federal sejam apanhados em atitudes que foram consideradas excessivas? Sandro Torres Avelar – Não. sinceramente eu não tenho visto excessos por parte da Polícia Federal. Muito pelo contrário: eu tenho visto a Polícia Federal agindo em conformidade com a lei, em conformidade com os demais Poderes do sistema. Excessos, se houver, são exceções e, eventualmente, um excesso cometido tem que ser apurado. Mas não vejo no caso da Operação Navalha, até o presente momento nenhum excesso que possa ser atribuído peremptoriamente à Polícia Federal. Paulo Henrique Amorim – Uma última pergunta, delegado: o senhor acha que essas expressões ou essas acusações, de “canalhice” ou que tenha sido “excesso”, isso pode vir a inibir o trabalho futuro da Polícia Federal? Ou a Polícia Federal vai continuar a tocar a vida como vejo até agora durante a gestão do doutor Paulo Lacerda? Sandro Torres Avelar – Vamos continuar a tocar a vida, temos certeza que estamos no caminho correto, agora não deixamos de ficar preocupados e eu acho que mais do que a Polícia Federal, toda a sociedade tem que ficar preocupante e vigilante. Nós estamos fazendo um trabalho sério e qualquer posição contrária a esse trabalho que não é só nosso – é um trabalho do sistema conforme nós já falamos aqui –, qualquer posição contrária a isso tem que ser visto com um certo cuidado porque esse período de mudanças é um período que toda a sociedade tem visto como uma mudança para melhor. E se tem algumas pessoas que estão sendo atingidas e outrora jamais se imaginaram nessa situação, essas pessoas têm influência política, têm o poder econômico muitas vezes ao seu lado e evidentemente preocupa porque nós não sabemos até que ponto essas pessoas podem influenciar órgãos que podem inclusive gerenciar e legislar os efeitos dessa matéria e prejudicar esse trabalho que vem sendo muito bem feito pelo Polícia Federal, pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário. Paulo Henrique Amorim – Muito obrigado, delegado. Foi um prazer falar com o senhor, como sempre. Sandro Torres Avelar – O prazer foi nosso. Um grande abraço.
25/05/2007 16:54Washington Rodrigues de Oliveira (Advogado Autônomo)No Caminho, com Maiakóvski Assim como a cri...
No Caminho, com Maiakóvski Assim como a criança humildemente afaga a imagem do herói, assim me aproximo de ti, Maiakóvski. Não importa o que me possa acontecer por andar ombro a ombro com um poeta soviético. Lendo teus versos, aprendi a ter coragem. Tu sabes, conheces melhor do que eu a velha história. Na primeira noite eles se aproximam e roubam uma flor do nosso jardim. E não dizemos nada. Na segunda noite, já não se escondem: pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada. Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta. E já não podemos dizer nada. Nos dias que correm a ninguém é dado repousar a cabeça alheia ao terror. Os humildes baixam a cerviz; e nós, que não temos pacto algum com os senhores do mundo, por temor nos calamos. No silêncio de me quarto a ousadia me afogueia as faces e eu fantasio um levante; mas manhã, diante do juiz, talvez meus lábios calem a verdade como um foco de germes capaz de me destruir. Olho ao redor e o que vejo e acabo por repetir são mentiras. Mal sabe a criança dizer mãe e a propaganda lhe destrói a consciência. A mim, quase me arrastam pela gola do paletó à porta do templo e me pedem que aguarde até que a Democracia se digne aparecer no balcão. Mas eu sei, porque não estou amedrontado a ponto de cegar, que ela tem uma espada a lhe espetar as costelas e o riso que nos mostra é uma tênue cortina lançada sobre os arsenais. Vamos ao campo e não os vemos ao nosso lado, no plantio. Mas ao tempo da colheita lá estão e acabam por nos roubar até o último grão de trigo. Dizem-nos que de nós emana o poder mas sempre o temos contra nós. Dizem-nos que é preciso defender nossos lares mas se nos rebelamos contra a opressão é sobre nós que marcham os soldados. E por temor eu me calo, por temor aceito a condição de falso democrata e rotulo meus gestos com a palavra liberdade, procurando, num sorriso, esconder minha dor diante de meus superiores. Mas dentro de mim, com a potência de um milhão de vozes, o coração grita - MENTIRA! Eduardo Alves da Costa
25/05/2007 12:04Antonio Manoel Bandeira Cardoso (Advogado da União)O que o Ministro considera canalhice não é a pr...
O que o Ministro considera canalhice não é a prisão, mas o vazamento de trechos de gravação de conversas telefônicas feitas com autorização da Justiça como elemento de prova e não para exibição em telelevisão. A TV vive do espetáculo e do sensacionalismo. Daí não apresenta essas gravações na sua integridade e sem espetáculo. Enquanto a Judiciário tem compromisso com a Justiça e a Lei. As Emissoras de TV querem e buscam maneiras de ter grande audiência, e a notícia como espetáculo é uma forma de obter os índices de audiência pretendidos. O juiz decide com base na lei sem se preucupar com auditório. Da maneira sensacionalistica e bombástica com que são divulgados esses trechos de gravações, o que vai acontecer é o julgamento pela imprensa antes da Justiça. E se no rol de pessoas citadas houver inocentes. Nesse caso, depois da imagem e reputação destruídas não há como reparar.
25/05/2007 10:27Favão (Advogado Associado a Escritório - Civil)Eu lido com a lei a partir do principio que ela...
Eu lido com a lei a partir do principio que ela é cega e não distingue ninguem, então se é o Rei de Roma provocou um ilicito deve ser punido sob a forma da lei!! Numa situação dessa quem não deve não teme, aplaude e ainda na posição e membro do STF deveria ficar atento ao cumprimento da lei.
25/05/2007 08:53Luiz Garcia (Advogado Autônomo - Administrativa)O Ministro Gilmar Mendes é correto, cultíssimo,...
O Ministro Gilmar Mendes é correto, cultíssimo, corajoso e fiel à Lei. Quem o denigre são integrantes da "grande canalhada" imperante no País. Alguém no magistério da Faculdade de Direito da USP disse, certa vez, com propriedade: - "Zelo pelo Direito e pela Justiça, sempre, meus alunos, futuros advogados. Porém, cuidado sempre, e redobrado, com testemunha e Polícia, as grandes prostitutas da lei". De fato, aqueles que não são "corporativos", que conhecem realmente essas duas "espécies" que, na dura realidade do dia a dia, se tornaram males desgraçadamente necessários, não há de discordar do admirável e sincero professor. Pois aí está, a "Republicana" (hum!!!) "Polícia Federal do Lula" ("PFL")fazendo seu "carnaval" de violência nazi-fascista! Se existem corruptos (inclusive, e precedentemente, os da "cueca cheia de dólares", da turma do Marcos Valério, de vermes sanguessugas e safadagem de "colarinho branco") com a prova real, bem provada, inquérito legal, correto, justiça verdadeira e cadeia neles, sem dó. Agora é inaceitável, insuportável mesmo, deixar os cidadãos honestos, trabalhadores, jogados à sanha da bandidagem sanguinolenta, solta e triunfante pelas ruas, com a mentirada escandalosa de "Força Nacional de Segurança" (fazendo policiamento de trânsito e ganhando diárias, em turismo pelo Rio de Janeiro), deixando ao abandono total e irrecuperável a Segurança Pública dos Estados, é um descaramento mais bandido ainda, uma safadeza sem tamamho diante dessa "carnavalhada televisiva da PFL" que, depois dos "espetáculos na midia" sai de férias, em "greve"!!! Vamos lá, Judiciário correto, legal e decente: - Processo e cana nos corruptos verdadeiros e, sem esquecer, cadeia neles os fajutos, arbitrários, fingidos da polícia "especializada" com seus metidos e arrogantes "artistas" do samba-enredo montado pelo governo federal que, por serem "especialistas" (em farsas) deixam ao abandono total os cidadãos honestos e trabalhadores, entregues nas mãos dos bandidos de rua, dominantes e invencíveis.
25/05/2007 08:45Dr. Tarcisio (Advogado Autônomo)A questão em si, é a decretação de prisões de a...
A questão em si, é a decretação de prisões de alguns representantes do JUDICIÁRIO pela P.F. o que desagua em outra situação "criticada" pelo I. Ministro, taxando tais "atos" de metodo facista e canalhice. Não veja desta forma, salvo melhor juízo. O Estado em si, tem não apenas o dever, mas a obrigação, de investigar e punir, aqueles que se valem de cargos públicos para obter vantagens ilícitas. E no presente caso, ENTENDO EU, salvo melhor juízo, que HÁ PROVAS CONCRETAS, sobre as acusações que pesam sobre tais "acusados". Veja-se que, não se tratam de "meros indícios" ou "leves acusações" ao contrário, pesam sobre os acusados fortes e concretas ligações com o crime, inclusive com ESCUTAS TELEFÔNICAS devidamente autorizadas pelo JUDICIÁRIO. Assim, entendo que, A PRISÃO destes "acusados" num primeiro momento, É MAIS DO QUE ESSENCIAL e justifico: 1 - os "acusados" ocupando o cargo que possuem, tem "ao serem acusados" sem a "prisão" ficam livres para "AGIR" NO SENTIDO DE DESTRUIR OU ALTERAR PROVAS que estão sendo imputadas. (veja-se inclusive, um dos acusados que queimou papéis "talvez importantes" na churrasqueira da própria casa). Assim, evitando que toda a investigação "ACABE EM PIZZA" entendo que as prisões e afastamento dos cargos destes "acusados" é de suma relevância para as investigações possam ser concluidas. 2 - já dizia o ditado - quem não deve não teme - nenhum mal há, em prestar esclarecimentos numa delegacia, SEJA ELE "MIINISTRO" OU "cidadão comum". Ainda mais, quando pesam PROVAS "legalmente adquiridas" sobre envolvimento com crimes usando da função pública. 3 - Há ainda, que ser observado que estes "acusados" gozam de uma posição de vantagens sobre as investigãções. Enquanto a "investigação" judicial, leva tempo "burocrática" o "acusado" livre, mas sabendo dos passos da investigação, pode "TRABALHAR" PARA ENCOBRIR PROVAS E ATÉ, OBTER CONTATOS OUTROS POSSIVEIS INVESTIGADOS, criando assim, prejuízo para a descoberta da verdasde real. 4 - Finalmente, há ainda, o fator "FINANCEIRO" É SABIDO, POR TODOS, que os "recursos" financeiros ajudam e muito, todo aquele que é "acusado" de algum crime. Seja pela possibilidade de pagar "bons advogados" seja pela possibilidade de interpor "vários recursos" ou ainda, "agilizar financeiramente" pessoas para "encobrir" determinadas "provas" que porventura ainda não foram descobertas. É OBVIO - E CONCORDO PLENAMENTE - que a P.F. NÃO TEM O DIREITO, DE IR "PRENDENDO" NINGUÉM. Agora, uma vez tendo sido apresentado "provas' através de "escutas telefônicas" DEVIDAMNTE AUTORIZADAS, não determinar a "prisão" ou "busca e apreensão" de papéis e documentos destes "acusados" é sem dúvida, "frear" a própria investigação. Diante dessa situação, NÃO VEJO, SOB NENHUM ASPECTO, como FACISTA OU CANALHICE os atos da P.F. entendo sim, que dentro dos limites da LEI e dentro da supervisão do PODER JUDICIÁRIO, o ESTADO, como um todo, deve sim, TRATAR TODOS IGUALMENTE, perante a Lei, prendendo, investigando, punindo, doa à quem doer. TARCISIO OLIVEIRA DA SILVA OAB/SP 227.200 dr-tarcisio@dr-tarcisio.adv.br
25/05/2007 08:15allmirante (Advogado Autônomo)Fascismo é do corporativismo, não da decência e...
Fascismo é do corporativismo, não da decência e do cumprimento do dever.
25/05/2007 01:45Jesiel Nascimento (Advogado Autônomo - Criminal)A atual posição do Ministro é estranha em relaç...
A atual posição do Ministro é estranha em relação ao seu comportamento sempre pró a ideolida de um MP não garantista. Mas, sem dúvida não desejamos um Estado policial (ainda que infelizmente necessário, como comprovam as estranhas relações do poder). A toda sorte a PF e muito menos a justiça, não pode inverter a ordem constitucional, subvertendo o poder.
25/05/2007 01:06Ramiro. (Advogado Autônomo) Polícia "republicana" sim, de uma republiquet...
Polícia "republicana" sim, de uma republiqueta de bananas, polícia política, facista... Pior que os fatos ruins dependem de apenas uns poucos escalados para fazerem mídia. O Presidente Lula deveria se preocupar mais com o art. 85, incisos III e V, da Constituição Federal.
24/05/2007 22:50Armando do Prado (Professor)24/05/2007 14:45h ESTÁ TODO MUNDO A FIM DA CAB...
24/05/2007 14:45h ESTÁ TODO MUNDO A FIM DA CABEÇA DA PF Paulo Henrique Amorim . A Operação Furacão já tinha descido ao âmago da corrupção no Brasil: os juízes corruptos. . Agora, a Operação Navalha mostra um sub-capítulo muito importante da corrupção: o conluio de empreiteiros e políticos para assaltar o Erário. . Como dizia Leonel Brizola, a Polícia (Republicana) Federal está “costeando o alambrado”. . As instituições brasileiras – Judiciário, Legislativo e Executivo – talvez não saiam inteiras depois de a Polícia (Republicana) Federal entrar no “alambrado”. . O Presidente Lula está preocupado, porque a Operação Navalha cortou em todos os partidos (ou quase todos), mas acertou em cheio o PMDB, o partido central da coalizão que o apóia no Congresso. . É o PMDB de sempre, que desempenhou o mesmo papel altruísta no Governo do Farol de Alexandria. . Numa assembléia do PMDB, se alguém berrar “olha o rapa !”, vai ser uma grande confusão. . Por isso, segundo o Ministro Mares Guia, o Presidente Lula teme que a PF tenha mandado prender sem provas. . Data vênia, Presidente Lula, quem manda prender (como quem manda grampear) é a Justiça. . O Ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, acusa a Polícia (Republicana) Federal de canalhice. . O Ministro Gilmar Mendes soltou sete dos 48 presos na Operação Navalha: 1) José Reinaldo Tavares – Ex-governador do Maranhão. Recebeu Habeas Corpus no dia 20 de maio. Justificativa de Gilmar Mendes: http://www.stf.gov.br/noticias/imprensa/ultimas/ler.asp?CODIGO=233227&tip=UN¶m= 2) Roberto Figueiredo Guimarães – Presidente do Banco de Brasília. Recebeu Habeas Corpus no dia 20 de maio. Justificativa de Gilmar Mendes: http://www.stf.gov.br/noticias/imprensa/ultimas/ler.asp?CODIGO=233228&tip=UN¶m= 3) Márcio Fidelson Menezes – Ex-secretário de Infra-estrutura de Alagoas. Solto no dia 22 de maio. Justificativa de Gilmar Mendes: http://www.stf.gov.br/imprensa/pdf/hc91427.pdf 4) Pedro Passos – Deputado distrital. Solto no dia 22 de maio. Justificativa de Gilmar Mendes: http://www.stf.gov.br/imprensa/pdf/hc91435.pdf 5) Luiz Carlos Caetano – Prefeito de Camaçari (BA). Solto no dia 22 de maio. Justificativa de Gilmar Mendes: http://www.stf.gov.br/imprensa/pdf/hc91393.pdf 6) Ulisses Cesar Martins de Sousa – Ex-procurador-geral do Estado do Maranhão. Solto no dia 17 de maio. Justificativa de Gilmar Mendes: http://www.stf.gov.br/imprensa/PDF/hc91386gm.pdf 7) José Édson Vasconcellos Fontenelle – Empresário. Solto no dia 22 de maio. Justificativa de Gilmar Mendes: http://www.stf.gov.br/imprensa/pdf/hc91392.pdf . Superou o ministro César Peluzo, que mandou soltar quatro juízes presos na Operação Furacão. . O Ministro Gilmar Mendes, que não se notabiliza pela serenidade, tem um pequeno problema: ele pensa que está sentado à direita de Deus Padre. . Ministro do Supremo é pago pelos cidadãos para fazer Justiça. . E não para ser idolatrado. . Ministro do Supremo é cidadão. . Tanto quanto eu, quanto você e o Romário – é tudo igual perante a lei. . E perante a liberdade de imprensa. . O Ministro Mendes está preocupado com os “vazamentos” da Polícia (Republicana) Federal. . É um equivoco: ele deveria ter percebido que há órgãos de imprensa que conseguem e outros que não conseguem documentos das investigações da Polícia (Republicana) Federal. . É uma questão de competência e de CREDIBILIDADE. . O nome do ministro Mendes aparece numa gravação da Operação Furacão, aqui no Conversa Afiada reproduzida. . Se o cidadão Gilmar Mendes está preocupado com os vazamentos, o cidadão Paulo Henrique Amorim está preocupado com a falta de explicações do Ministro Gilmar Mendes para essa referência a ele nas gravações. . O cidadão Paulo Henrique Amorim também está preocupado, porque o nome do Ministro Marco Aurélio de Mello aparece numa gravação da Operação Furacão, como se tivesse recebido a visita do Juiz (preso e solto) Pinto Dória. . E o Ministro Mello, normalmente tão loquaz, não se pronunciou ainda sobre isso. . “Nem a lente do Fantástico, nem o disco de Paulo Simon/ Ninguém, ninguém é cidadão” ... dizia Caetano Velloso, quando o Haiti ERA aqui. . Quem também está uma fera com a Polícia (Republicana) Federal é o Estadão. . No editorial “As exorbitâncias da PF”, na página 3 de hoje, diz o Estadão: “Mas, nem a justa ansiedade por descobrir e desbaratar redes criminosas ... autoriza os órgãos do Estado ... a ultrapassar os limites ... do Estado Democrático de Direito...” E cita o ilustre advogado Alberto Zacharias Toron: “pior é ver a polícia dar informações à imprensa , que as divulga em horário nobre ...” . O ilustre advogado Toron – advogado do Juiz Lalau e de Daniel Dantas – é o mesmo que disse, nessa entrevista a que se refere o Estadão (embora o Estadão, inexplicavelmente, omita esse trecho), a frase inesquecível: isso de colocar algemas é coisa para “preto, pobre e p...”. . Pois é, esse é o problema do Dr. Toron e do Estadão: a Polícia Federal é republicana porque branco e rico também passaram a ser algemados. . Se o Presidente Lula estiver mesmo decidido a apoiar a Polícia (Republicana) Federal, “doa a quem doer”, como disse Lula, poderia anunciar que o Dr. Paulo Lacerda ficará no cargo até o último dia do mandato presidencial.
24/05/2007 21:20prudencio (Outros)Sempre que há uma "operação" da pf toda a impre...
Sempre que há uma "operação" da pf toda a imprensa fica sabendo rapidinho. Quem será que avisa? Por que sempre trocam nomes nas escutas telefônicas?. Será que o agente que faz a transcrição não houve bem? Pois não é a primeira vez que isto acontece. Se querem exercer as funções do judiciário, por que não prestaram concurso para tal função? Toda vez que o um juiz julgar com independência, de acordo com os autos, será criticado, intimidado, ameaçado ou seja lá o que for? Cadê o estado democrático de direito? Que Deus nos acuda.
24/05/2007 20:47Luismar (Bacharel)Aliás, o César Herman que vive pedindo HC ao ST...
Aliás, o César Herman que vive pedindo HC ao STJ, sempre denegados, devia recorrer logo ao STF e ao ministro Gilmar Mendes. Não sei o que está esperando...
24/05/2007 20:07Embira (Advogado Autônomo - Civil)Doutor MMello. É inegável, sobretudo no aspecto...
Doutor MMello. É inegável, sobretudo no aspecto formal, a qualidade do texto de Valacir Marques Gonçalves, jornalista e bel.em Direito. Estou em uma fase, porém, em que já não acredito em tudo que ouço e leio. Lembro-me de quando foi construída a rodovia Castelo Branco. Meu irmão mais velho dizia: o governador Abreu Sodré construiu essa estrada para valorizar as terras do Melão, seu sogro. Ela liga nada a coisa nenhuma. Eu concordava com tudo. De fato, a monumental rodovia ligava lugarejos como Tatuí, Boituva, Iperó, Torre de Pedra e outras freguesias. Ninguém imaginava que a Castelo se transformaria no que é hoje. Assim, as pontes que ligam nada a coisa nenhuma, no sertão do Maranhão, podem ter serventia. São as chamadas “obras de arte”, que muitas vezes são construídas antes da pavimentação das rodovias. Nada impede que sejam aproveitadas. Veja, não estou defendendo ninguém, mesmo porque essa não é a minha praia. Prefiro sentar o relho nos políticos e até nos apolíticos. Apenas estou querendo ser honesto. Não devemos nos entregar ao que FHC (ou Ulisses Guimarães) chamava de catastrofismo. Não devemos acreditar que está tudo perdido. Precisamos de reformas políticas. Talvez, criar um TCU composto de membros concursados; acabar com as emendas parlamentares. Não podemos botar na cabeça que somos o pior país do mundo. Estamos longe disso. Precisamos é buscar solução para nossos problemas.
24/05/2007 18:32Márcio Alessandro Silvero Aquino (Advogado Autônomo)Como toda prisão preventiva tem a natureza caut...
Como toda prisão preventiva tem a natureza cautelar, não há necessidade de o Min. Gilmar Mendes analisar todo o inquérito policial. Basta, tão-somente, analisar a legalidade ou não da prisão processual. Caso fosse necessária a análise de toda a investigação efetuada pela PF, haveria uma análise de mérito, de pano de fundo, não de uma medida cautelar.
24/05/2007 18:11MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Quando a corrupção é estilo de vida Valaci...
Quando a corrupção é estilo de vida Valacir Marques Gonçalves* Depois das operações da Polícia Federal revelarem tantos escândalos, tenho a sensação de que o Brasil está nu. O país está fazendo um strip-tease sem classificação de faixa etária. Fico me perguntando que tipos de indignidades ainda vamos tolerar? Estão roubando, trapaceando, mentindo, adulterando, fraudando, enganando todo um povo que a tudo assiste estarrecido. Lembro o bordão de um humorista famoso, que dizia: "Fica vermelha cara sem-vergonha!" Hoje, ele pediria para essa gente algo que continua impossível: "Fiquem vermelhas caras sem-vergonhas...". Pobres brasileiros. Pobres de nós. Um dos acusados chegou a pedir que alguém lhe "conseguisse" um avião. Não precisa dizer quem atendeu o favor... Nada faz a cara deles ficar vermelha. Repetem, como papagaios amestrados, que não fizeram nada. Que é tudo "armação". Que as gravações não foram autorizadas... Que o esquema de assalto às verbas públicas é ficção. Que o empreiteiro que comprou a consciência deles é um cara "irresistível" e por aí afora. Mais: tenho a sensação de que se esses patéticos personagens forem filmados assassinando alguém, vão afirmar em seus "foros privilegiados" que o filme não foi "autorizado". Vão olhar suas caras-de-pau e repetir para si mesmos que o que estão vendo não é verdade. Vão dizer que cabe ao povo somente chorar seus mortos e enterrar os cadáveres. Certamente, eles logo estarão de volta, fazendo tudo de novo e dizendo que foram injustiçados, quase exigindo desculpas. Olhei as matérias mostradas pelos veículos de comunicação e fiquei impressionado. Uma ponte (filmada e fotografada) foi feita, segundo a imprensa, para levar do nada a lugar nenhum... Estão fazendo pouco caso da nossa inteligência, estão subestimando nossa capacidade de percepção (leia-se: estão nos fazendo de otários). Grampos revelam negociatas. Emissários levam pastas e envelopes em salas de autoridades. Saem de lá sem eles e nos dizem que isso é coisa normal. Só falta dizerem que os envelopes foram passear. Foram dar uma volta em Brasília, pegar um ar no Planalto Central... Um alto funcionário é acusado de corrupção. Em viagem com o presidente no exterior, é chamado para explicar a situação. A imprensa revela que ele, depois de conversar com o chefe da nação, saiu de cabeça baixa e com os olhos cheios de lágrimas... Um país como o Brasil, com uma das maiores economias do mundo e uma população de duzentos milhões de habitantes, tem como dirigente esse tipo de gente, que é admoestado tal qual um menino... Até quando vamos aturar esse tipo de indicação? Sei! Foi pedido do fulano. É da "cota" do cacique de uma tribo muito poderosa ou foi orientação de um pai de santo que não pode ser contrariado... Está demais! Nosso país precisa ser consertado. O exemplo que essa gente dá acaba sendo assimilado por uma grande parte da população que não acredita mais em nada e acaba adotando o dito famoso que ensinou "ou restaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos..." - a corrupção acaba tornando-se estilo de vida, imitada e aperfeiçoada. Qualquer um percebe que esse estilo está acabando com a gente, pois tudo fica parecendo normal. Parece que matar e queimar viva uma família inteira é algo aceitável, que arrastar em vias públicas uma indefesa criança até a morte é coisa que pode ser tolerada, que colocar armas na cara de aterrorizados motoristas faz parte do cotidiano, pois tudo passa, tudo é esquecido e logo outra atrocidade é cometida. Certamente, uma nova indignação tomará conta das consciências. Capas de revista, editoriais e comentários - tudo será repetido, todos dormirão mais leves, achando que isso é suficiente para resolver a tragédia que nos assola. Por tudo isso é que acho que precisamos, tal qual a Itália, fazermos um movimento tipo "Operação Mãos Limpas". Está na cara que a origem dos nossos males passa pela corrupção, o dinheiro investido nela é o mesmo que falta para educação, saúde e segurança. O dinheiro roubado pela corrupção é o mesmo que falta para investimentos em projetos decisivos na geração de empregos, que poderiam retirar os miseráveis das ruas e impedir que brasileiros comam lixo debaixo de viadutos. Intelectuais e artistas que assinaram manifestos em momentos dramáticos da vida nacional, trabalhadores que cruzaram os braços em lutas históricas (certa vez, liderados por um metalúrgico barbudo), estudantes que pintaram as caras mostrando indignação e um povo que se uniu, juntando milhões de pessoas para exigir eleições diretas, precisam fazer tudo de novo; está na hora, não pode mais ser adiado. Chega de corrupção! * Valacir Marques Gonçalves é Jornalista e Bel.em Direito. E-mail: vala1@uol.com.br Mais textos: Leiam no Leiam no "Blog do Vala" - www.valacir.com
24/05/2007 18:02MMello (Promotor de Justiça de 1ª. Instância)Enquanto isso no túnel do tempo 24/05/2007...
Enquanto isso no túnel do tempo 24/05/2007 O Ano era 2001 e a revista Isto É Dinheiro registrava as palavras do então Advogado Geral da União, Gilmar Mendes. "O Advogado Geral da União, Gilmar Mendes, derrapou feio ao comparar a justiça brasileira a um manicômio judiciário, depois que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou ao Ministério da Educação o pagamento dos salários dos professores universitários em greve. Coisa de R$ 122 milhões para o mês de outubro. Antes considerado “aguerrido” pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, Mendes, que enviou carta com pedido de desculpas, foi taxado de “voz isolada”. É no STF que será julgado o recurso governista contra a sentença do STJ". Fonte: Coluna Poder Revista Isto É Dinheiro de 23 de Novembro de 2001
24/05/2007 17:41olhovivo (Outros)digo, há.
digo, há.

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