Leia o voto que devolve cargo a policial homossexual

16/07/2007 15:30Neli (Procurador do Município)Fernando (Oficial do Exército O que deve ser ...
Fernando (Oficial do Exército O que deve ser afastado com toda energia possível em todos os setores da vida nacional,senhor,é a corrupção. Ser homossexual não é crime,vai dai que é preconceito proibir homossexual/ ou héterossexuial nas fileiras das FA...o que deve ser proibido ali,com toda energia possível é a pessoa indigna(homo ou hetero),e não somente o homossexual.
16/07/2007 15:27Neli (Procurador do Município)José Maria e Silva Senhor pare de ser preconce...
José Maria e Silva Senhor pare de ser preconceituoso..."doente de Aids" não é tirania homossexual. Desgraçadamente,hoje em dia,a AIDS está infestada em toda a sociedade,mais ainda em jovens,por não usar preservativos na relação sexual( hétero, bem como por compartilhar drogas). Qualquer pessoa que tem relação sexual ,sem o uso de preservativos,poderá ser infectada com o vírus,isso não é privilégio da "tirania homosexxual". Graças a Deus! Se se o senhor tiver jovens na família,e mesmo o senhor próprio, ao manter relação sexual(homo ou hétero), por favor,use preservativo...só assim evitará ser contaminado com o HIV. O senhor deve combater é a corrupção que se alastra tiranicamente no Brasil; esse sim é o vírus que merece ser combatido ;há uma tirania da corrupção em nosso País...combata-o,jornalista! Parabéns Tribunal...ser homossexual não é sinônimo de exclusão da vida militar.
21/05/2007 12:53José Maria e Silva (Jornalista)Caros(as) amigos(as), concordo com tudo o que R...
Caros(as) amigos(as), concordo com tudo o que Richard Smith escreveu. Vivemos sob a tirania homossexual, que já afeta a legislação e impera até nos concursos públicos. Em grandes parte dos concursos, o doente de chagas é preterido em benefício do portador do vírus da Aids. Vamos aos exemplos. Na Instrução Normativa 002, de 1º de fevereiro de 2005, o Ministério da Justiça exigiu o exame Machado Guerreiro para os candidatos ao cargo de agente penitenciário nacional, deixando claro que a “sorologia positiva para doença de chagas” incapacita o candidato para o exercício das atribuições do cargo. O que contraria os estudos científicos sobre chagas. Eles mostram que apenas a positividade do exame não é suficiente para declarar a pessoa incapacitada. Ou seja, do ponto de vista médico, apenas a sorologia positiva para chagas jamais pode ser uma prova de doença incapacitante, como quer o Ministério da Justiça. Entretanto, ainda mais grave é a diferença de tratamento que o Estado brasileiro dispensa aos pacientes de chagas e aos pacientes de Aids. Praticamente todos os concursos públicos realizados no Brasil — mesmo para funções que não exigirão nenhum esforço físico dos candidatos — tratam a simples detecção do Trypanossoma cruzi como incapacitante. Ao mesmo tempo, nenhum deles exige teste de HIV — usando dois pesos e duas medidas para um problema que mereceria tratamento igualitário. No caso dos cargos que vão exigir esforço físico de seus ocupantes, como o cargo de policial, é até compreensível que chagas seja considerada doença incapacitante. Mas a Aids também deveria sê-lo. Só que o próprio Ministério da Justiça barra candidatos a agentes penitenciários com doença de chagas, mas contrata os que tiverem Aids, porque não exige deles o teste de HIV. A Polícia Civil de Minas Gerais, em edital de 6 de fevereiro de 2004, também discriminou os pacientes de chagas no concurso para perito criminal, mas não se importou em contratar portadores de HIV. Ora, se tivesse de haver alguma diferença clínica na hora de contratar pacientes de chagas ou de Aids, essa diferença seria, sem dúvida, em favor dos pacientes de chagas. Porque a doença de chagas, ao contrário da Aids, não é um chamariz para males oportunistas. O agente penitenciário que tiver Aids, por exemplo, corre um sério risco de contrair tuberculose no ambiente insalubre dos presídios, gerando um círculo vicioso, porque vai retransmiti-la para terceiros. Só alguns concursos para policiais e bombeiros continuam exigindo teste de HIV, mesmo assim, quase às escondidas. Ocorre que o Conselho Federal de Medicina é contrário à realização desses exames e chega a condenar o Exército brasileiro por exigir o teste de Aids de seus candidatos a soldados. Ora, seria um absurdo se um soldado (que pode ensangüentar-se num tiroteio) não fosse obrigado a fazer exame de HIV, pondo em risco seus colegas de farda. Da mesma forma, o bombeiro que atende acidentados não pode ter doenças que são transmitidas pelo sangue. Mesmo assim, em face dessa pressão das autoridades de saúde em favor dos pacientes de Aids, até na área de segurança pública as autoridades estão com receio de exigir o teste de HIV, apesar de não terem o menor escrúpulo de descartar pacientes de chagas. O edital do concurso para oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, publicado em 8 de setembro de 2003, diz que a doença de chagas é incapacitante para o trabalho policial, mas afirma, categoricamente: “Não se constitui em condição incapacitante ser portador assintomático do vírus HIV”. Há base científica para tão absurda afirmação acerca de uma doença que só se conhece há pouco mais de 20 anos? Como garantir que um portador do HIV assintomático, hoje, não terá Aids amanhã? Mas não é apenas sob o aspecto técnico que a preferência por “aidéticos” em detrimento de “chagásicos” é um erro. Moralmente ela é injustificável. O lavrador que contraiu o Trypanossoma cruzi aos 3 anos de idade, por morar em condições precárias, é uma vítima do Estado. Merecia indenização do erário e não ser preterido, num concurso público, pelo drogado de classe média, que, como o cantor Cazuza, contraiu o HIV promovendo orgias homossexuais regadas a drogas injetáveis. Esse completa inversão de valores é ou não é uma tirania gay, como se depreende das corajosas e sábias afirmações de Richard Smith?
20/05/2007 03:29Fernando (Oficial do Exército)Prezados amigos, Estive afastado das discussõe...
Prezados amigos, Estive afastado das discussões mas retorno com ânimo redobrado. Nem quero discutir sobre a hipótese da opção sexual. Só sei que o homossexualismo nas fileiras castrenses deve ser afastado com toda a energia possível por incompatível com as atividades e o modo de agir nas forças militares. Tenho essa experiência e vivência, posso lhes garantir. Por outro lado, esta excrecência do Princípio da razoabilidade e da proporcionalidade para justificar o indevido assalto do Poder Judiciário nos atos discricionários da admnistração, particularmente a militar, tem feito um mal tão grande aos não menos importantes princípios da hierarquia e da disciplina, que nossa sociedade vai senti-los não agora, mas daqui a uns vinte anos quando tais instituições tiverem se tornado uma babel de dondocas inconformadas com as mais comezinhas ordens de seus superiores. O julgador não pode querer fazer juízo de valor sobre determinada conduta se não a presenciou ou mesmo participou de sua avaliação (no momento que ocorreu) sentindo o ambiente e as condições em que foi praticada. O papel, a escrita, são insuficientes para descrever uma dada situação humana. Julgar distante no tempo e no espaço tem essa desvantagem - vislumbrar uma equivocada idéia de como tudo ocorreu. E assim, nossos nobres magistrados vão corroendo os pilares de sustentação das forças fardadas - a hierarquia e a disciplina. Não podemos esquecer que aquele que pode mandar alguém até para a morte - o superior hierárquico - não pode ter sua autoridade nem arranhada, principalmente por civis que têm pouca ou nenhuma vivência do que é a profissão militar. O tema é áspero e tenho certeza que muitos vão me criticar por minhas colocações. Estarão navegando na mesma senda do magistrado - a ignorância sobre a vida militar. Não é a tôa que a Justiça Militar funciona na forma de escabinado, onde parte dos juízes são militares. Isto se deve ao fato que só militares têm a condição de julgar condutas tidas como irregualres, isto porque só eles conhecem a vida castrense. Por fim, também entendo a posição em contrário de muitos. Mas, como disse, eles não são e nunca foram militares e portanto não estão equipados para abordar o assunto da forma que se deve.
18/05/2007 09:40Richard Smith (Consultor) À sua disposição. Outro abraço.
À sua disposição. Outro abraço.
17/05/2007 18:28Mauri (Funcionário público)Agradeço, Richard. Foi um debate interessant...
Agradeço, Richard. Foi um debate interessante, que amplia horizontes. Terei prazer em trocar idéias novamente com você. Um abraço.
17/05/2007 11:13Richard Smith (Consultor) Caro Mauri: Como crente, lastimo muito o c...
Caro Mauri: Como crente, lastimo muito o caminho que você acabou tomando, religiosamente falando, ainda mais face às suas origens católicas. Mas, nunca é tarde e estimo que o amigo, em algum momento da sua vida futura repense a sua posição. Nunca descri, mas tenho hoje a consciência de como fui chucro e imbecil, defensor de boa-fé, embora soberbo e arrogante, de idéias as mais estapafúrdias e anti-cristãs! Só vim a ter consciência disso, muito tarde, aos 26 anos, e por obra e graça de um amigo, meu verdadeiro pai na Fé, que suportou com imensa paciência as minhas idiossincrasias e idiotices do gênero: "e a inquisição?". Ele, verdadeiramente, "me deu de graça o que de graça tinha recebido" e eu nunca terei palavras nessa vida para agradecer-lhe o suficiente. Creia em mim. No mais agradeço a educação e gentileza de suas últimas palavras. Se puder serví-lo em alguma coisa, fico à sua disposição. richardsmith@ig.com.br Um abraço.
16/05/2007 21:12Mauri (Funcionário público)Caro Richard Concordo com vc em vários ponto...
Caro Richard Concordo com vc em vários pontos: devemos ser coerentes em nossas crenças, o cuidado com os filhos é de extrema importância e, por fim, a adequação do conteúdo dos programas televisivos em relação ao horário em que são exibidos está, no mínimo, relaxada. Quanto à minha educação, minha família é católica e fui criado como tal. Estudei até o término do segundo grau em colégio jesuíta, com toda a doutrinação religiosa incluída. Meus pais, no entanto, me ensinaram a pensar, criticar e tirar minhas próprias conclusões, o que me levou ao ateísmo. Dessa forma, em relação aos outros pontos abordados pelo Sr., em maior ou menor grau, concordaremos em discordar. Passar bem.
16/05/2007 20:52Helena Fausta (Bacharel - Civil)Toda diecriminação deveria ser banida da terra,...
Toda diecriminação deveria ser banida da terra, qualquer que seja ela tem um quê de desprezo, não podemos querer as manifestações desses amores de qualquer jeito pelas ruas como querem alguns, no mais, cada um respeitando a individualidade do outro ja está bom demais....decisão corretíssima.
16/05/2007 18:06Richard Smith (Consultor) Caro Mauri, por partes: Não, eu não acho q...
Caro Mauri, por partes: Não, eu não acho que todos devam seguir a minha religião. Acho somente que quem deseja se achar Católico, deve ser coerente e seguir os ditâmes da sua religião. Até porque, e você haverá de concordar comigo, existe mais seriedade e fidelidade a um time de futebol do que aos preceitos da religião. Imagine um rapaz, torcedor do Corinthians desde moleque, andando pelo seu bairro com uma camisa do Palmeiras, apenas porque começou a namorar aquela gostosinha ali, que é palmeirense! Nossa, iria levar uma surra por dia, até de qum não é corintiano e estivesse apenas passando pelo local. Afinal de contas, com certas coisas não se brincam, não é mesmo? Então, por quê encarar a religião com menos seriedade? Em segundo lugar, ao contrário do que você disse, nos seus comentários, eu não considero que uma pessoa responsável ache os fatigantes trabalhos domésticos uma "condenação". Ao contrário. Até porque os do asseio, a limpeza, as roupas, etc. uma boa empregada pode se desincumbir deles com facilidade. Eu quis dizer da direção geral da casa e, principalmente, do cuidado, cada vez mais necessário (em todos os sentidos!) dos filhos. Você já tomou conhecimento de uma velha gangue juvenil, pertencente a um condomínio famoso perto de São Paulo? É composto de jovens enfastiados e tediosos, que se reuniram para cometer crimes pelo simples "barato" de cometê-los, posto que todos pertencentes a uma mesma e bem provida faixa socio-econômica. Chegaram até ao homicídio, para ocultar outros delitos e porque o receptador usual estava querendo dar um "banho" neles! E exemplos como este existem às mancheias, a começar por aquela patricinha Matricida/Parricida e os seus cúmplices manés. O mal levado ao extremo da banalidade! Outro dia liguei a televisão no canal GNT às duas horas da tarde e estava passando "Sex and the City", versão "light", (aonde a Sonia Braga estava ensinando a sua parceira lésbica americana a pronunciar o nome da vagina, em português, escandindo bem aquela palavra que que começa com "B"! (Imagine então se não fosse "light"!!!). Às duas horas da tarde! Então, se o amigo acho que os maiores cuidados com os filhos são despiciendos... Depois, não considero a mulher inadequada para o papel de policial, contanto que ela tenha verdadeira vocação (e estômago) para a função. Já ví muitas mulheres policiais muito mais corajosas e "de ver" do que os seus congêneres masculinos. (Questão de "culhões", que há mulheres que os tem mais, figuradamente falando, claro, do que muito homens). Aliás, quanto ao assunto acima, eu queria ver muitos machões por aí, numa sala de parto, deitados na cama! Quanto à mulher militar, em funções combatentes, hum, pelos motivos já explicados, sou contra. Você se lembra do caso da americana capturada no Iraque e que foi ameaçada de estupro (se é que não foi estuprada mesmo!) por seus captores? Ou a recente Fuzileira (oh, Deus!) inglesa que pagou o maior mico, de chador na cabeça, na frente das cameras iranianas? E do caso das marinheiras americanas que foram se queixar de terem sido vítimas de brincadeiras inconveniêntes (até ameaças de estupro, dizem) por parte de pilotos num porta-aviões americano? Agora uma coisa: sou cristão, católico, e como tal creio na existência de um Deus Criador, pessoal, que se interessa pela minha existência, bem como com a de todos os sers humanos, único e irrepetíveis, por Ele criados, por um ato de puro amor. Sendo um dos "atributos" desse mesmo Deus (atributos da nossa limitada mente humana, posto que Ele CONTÉM todas as definições e não é CONTIDO por nenhuma) a RACIONALIDADE, ao contrário do que muitos preconceituosos acham. Dessa forma, os meus conceitos não são limitados pela Religião, mas sim, antes pelo contrário, por ela ESCLARECIDOS e REFORÇADOS. Não existe nenhum preceito ou doutrina na Igreja, que não esteja de acordo com a VERDADE, por Deus diretamente revelada ou contra a Ciência (que se destina a investigar e explicar fenômenos visiveis, observáveis, da esfera NATURAL), contra a lógica e o bom-senso. Isso eu posso lhe garantir! Dessa forma, eu não sou nenhum beato fanatizado e nenhum "fundamentalista" (no mau sentido) furioso. Apenas defendo, com o maior vigor e virilidade possíveis, o que eu entendo como correto. Estando aberto a qualquer discussão leal, não-preconceituosa e esculhambativa. Dessa foram e jamais duvidando da sua honestidade e escorreição pessoal, me atrevo a dizer que você só é assim, porque teve educação em casa e que se lhe foram apresentadas as opções morais, as quais, pela graça de Deus (acredite!) você houve por bem optar. mais ainda, porque você vive numa Sociedade, que embora em grave entropia moral, se encontra ainda profundamente embebida dos valores cristãos (misericórdia, respeito, amor ao próximo, igualitarismo em dignidade para todos, proteção aos mais fracos, etc.). Portanto, caro amigo, não seja tão soberbo e ingrato assim. Quanto ao casal "casado ou não", dois aspectos: a) se se amam e pretendem um futuro em comum, responsável, por que não se casam? Contradição em termos e, para mim, insanável. b) Se "acabarem" de prazer um com o outro? Nenhum problema, desde que com respeito e consideração verdadeiros e não como utilização do outro como egoístico fetiche. Você se esqueçe que o casamento não é, ao contrário do que muitos gostam de propugnar, um mero contrato, mas tem orígens Naturais, muito anteriores ao próprio surgimento da Sociedade e, portanto, dos contratos em sí. E a sua função primeira é a geração e criação de filhos e o garantimento da Sociedade, com a formação de individuos capazes e aptos a agirem no seu aprimoramento e em função do bem-comum. Aonde entra o "amor" gay nessa equação? Não vejo. É claro que cada indivíduo é livre para agir de acordo com a sua consciência e livre-arbítrio, desde que não contrariamente à Lei. Mas, como de há muito definiu Aristóteles, chamado por Pascal de "o pai dos que sabem": "posso tudo, mas nem tudo me CONVÉM". Então, reitero: não me sinto aporrinhado pela existêcni deste ou daquele homossexual, mas apenas pelo seu proselitismo militante e agressivo. E pela leniência de uma Sociedade cada vez mais incapaz de defender os seus interesses. Por derradeiro, não julgo pessoas, mas sim atitudes. Em que pese as divergências que posso ter em relação ao Olavo de Carvalho, (a começar por ser um herege Gnóstico assumido) gostaria de saber o que existe de inverdade, de mistificação ou de empulhação no que ele escreveu? Amigo, um ser humano é um ser humano. Com 48 horas ou nove meses de gestação. As principais características, imanentes, ontológicas, do ser humano que irá se completar e nascer um dia (espero!) já estão ali presentes no zigoto, no blastoma. A seguir-se a gestação, não nascerá nada diferente de um SER HUMANO! Volta e mieo vem as falsas argumentações no sentido de que "ninguém sabe" quando começa a vida (?!). Então, na dúvida, zapt, retalha-se e suga-se a suposta "coisa"?! Que engraçado, o nosso ordenamento jurídico Latino preceitua claramente: "in dubio, pro reo". Menos para os fetos, INOCENTES e INDEFESOS, não? Hum, sei. Argumentos "de ocasião", na minha humilde opinião. Passar bem.
16/05/2007 15:05Mauri (Funcionário público)Olavo de Carvalho não passa de um boçal, porta ...
Olavo de Carvalho não passa de um boçal, porta voz da TFP. Até a formação do cérebro (por volta do quarto mês de gravidez) o feto é tão ser humano quanto uma planta o é. Enquanto o cérebro não estiver formado, o aborto deveria ser livre e o feto usado para pesquisas com células-tronco. Na maioria dos países do mundo o aborto é legal. É uma questão de tempo até que também seja dessa forma no Brasil. Só para demonstrar como a fé cega pode ser prejudicial à sociedade, basta lembrar que religiosos são contra qualquer aborto! Apenas fundamentalistas religiosos poderiam achar que obrigar uma mãe a dar à luz a um feto anencéfalo não é uma abominação.
16/05/2007 14:36Mauri (Funcionário público)Caro Richard, talvez seja hora de rever seus co...
Caro Richard, talvez seja hora de rever seus conceitos. Particularmente quando trata do papel da mulher em nossa sociedade. Tenho uma filha de 8 anos e tanto a mãe quanto eu cuidávamos dela ao voltar do serviço. A mesma retórica machista que considera a mulher inadequada ao trabalho policial ou militar é responsável por condená-la aos afazeres domésticos. Novamente sou obrigado a dizer que seus pontos de vista são limitados pela sua religião e não são partilhados por todos. Gostaria apenas de saber por que as pessoas que tem alguma religião acham que as demais (que não compartilham de suas crenças) são obrigadas a seguí-la. Não é suficiente que os adeptos a sigam? O que eu, que sou ateu, tenho a ver com isso? Sou uma pessoa honesta, que trata o próximo como gostaria de ser tratado e não preciso que uma religião me diga como me portar. No mais, qual é o problema com o sexo? Se um casal (casado ou não) é fiel, qual é o problema em praticarem o sexo por prazer? Não acho que o tecido social se desfiará porque as pessoas gostam de sexo. Se o sujeito gosta de homem, o que as outras pessoas tem a ver com isso? Viva e deixe viver, Richard. Temos leis para garantir que a liberdade de um não invada a do outro.
16/05/2007 14:24Richard Smith (Consultor) E para os abortistas e demais apologistas d...
E para os abortistas e demais apologistas do aborto, inocentes úteis e "libertários", ofereço a trranscrição do artigo abaixo de OLAVO DE CARVALHO, da semana passada. "DEBATENDO COM O CRIME" Resumo: As alegações em favor da liberação do aborto são tão escandalosamente mentirosas que o simples fato de aceitar debatê-las já é conceder-lhes uma honra indevida. As alegações em favor da liberação do aborto são tão escandalosamente mentirosas que o simples fato de aceitar debatê-las já é conceder-lhes uma honra indevida. Não é a mesma coisa discutir com a pessoa honesta que tem uma idéia errada na cabeça e com vigaristas dispostos a impor suas decisões por meio de quantas fraudes e engodos lhes pareçam necessários para isso. Os abortistas, sob esse aspecto, já superaram a quota de mendacidade rotineira de qualquer movimento social ou político, tornando-se um perigo público que deve ser denunciado como tal. Mesmo porque a impunidade de que vêm desfrutando só os encoraja a usar a própria justiça como instrumento da fraude, perseguindo e acossando os discordantes por meio de trapaças jurídicas como aquela, já aqui denunciada, de tentar criminalizar o uso da palavra abortistas para designá-los, como se existisse termo melhor. À desonestidade permanente e sistemática da sua propaganda acrescenta-se ainda a brutalidade incomum de uma retórica baseada na intimidação e na chantagem psicológica, que inventa males sociais puramente imaginários para em seguida imputar sua culpa aos adversários do aborto, fazendo da fé religiosa um crime e assim legitimando implicitamente a matança de cristãos e as legislações repressoras que configuram de maneira cada vez mais nítida um deliberado e crescente genocídio cultural. Só a título de amostra, vejam alguns dos feitos notáveis do movimento abortista, e digam, com toda a franqueza, se essa gente merece um debate educado ou uma resposta judicial à altura. 1. As 'Católicas pelo Direito de Decidir' são uma organização pró-abortista fraudulenta que se finge de católica para ludibriar a população religiosa mas na verdade é explicitamente SATANISTA. Se isso não é propaganda enganosa e estelionato, a lei mudou sem que eu fosse avisado. Já acusei a organização em público por esses crimes, e a presidente da entidade, após uns rosnados de puro blefe, se recolheu a um silêncio altamente significativo. 2. O processo judicial Roe versus Wade , que produziu a legalização do aborto nos EUA, foi uma fraude completa. A própria autora da petição inicial, que solicitava permissão para abortar sob a alegação de estupro, já confessou que não sofreu estupro nenhum, que foi tudo uma invencionice tramada entre ela e os líderes do movimento abortista. 3. As estatísticas que procuravam impressionar o público americano com a alegação de milhões de abortos clandestinos realizados anualmente foram forjadas pelo líder abortista Bernard Natanson, que já confessou tudo. Natanson foi proprietário da maior clínica de abortos dos EUA, mas se arrependeu dos seus crimes, voltou à fé judaica da sua infância e hoje é um dos mais corajosos denunciadores do genocídio abortista. Ainda hoje essas estatísticas monstruosamente aumentadas são brandidas pela grande mídia nacional como argumentos sérios. 4. O financiamento bilionário da campanha abortista vem dos mesmos grupos multinacionais que há meio século tentam impor ao mundo o controle populacional por todos os meios lícitos e ilícitos. A desculpa da campanha era eliminar a miséria no Terceiro Mundo. Hoje está provado que o seu único resultado foi, ao contrário, diminuir a natalidade nos países ricos, desencadeando a onda de imigração ilegal que hoje ameaça destruir a sociedade européia e americana. Em vez de admitir o erro, os iluminados autores da idéia decidiram redobrar a aposta, adquirindo a peso de ouro o apoio dos partidos de esquerda por toda parte e investindo no controle indireto por meio do incentivo ao aborto e ao homossexualismo. Resultado: aqueles partidos, que na década de 60 denunciavam a campanha de controle populacional como intervenção imperialista, se tornaram os maiores defensores e apóstolos daquilo que condenavam. Se isso não é comércio de consciências, não sei o que é. 5. O comércio de fetos para a indústria de cosméticos é o beneficiário mais direto e óbvio da legalização do aborto, mas nem uma palavra sobre isso se admite nos 'debates' montados pela grande mídia, toda ela comprometida com a causa abortista."
16/05/2007 13:19Richard Smith (Consultor) Ah, desculpe-me, mas gostaria de fazer dois o...
Ah, desculpe-me, mas gostaria de fazer dois outros comentários, respondendo ao seu "post": Em primeiro lugar: Sim, Deus, infinitamente Bom e Delicado, deus-nos o livre arbítrio, mas também a responsabilização pelas nossas ações. Ocorre que, pelas conseqüencias do Pecado Original, o nosso livre-arbítrio não é tão "livre" assim, ou seja, tomamos decisões e fazemos opções que não necessariamente orientadas para justiça e para o bem-comum. Ora, o amigo como cristão protestante, não haverá de discordar de mim até agora, imagino. E nem quando eu disser que a prática homossexual (e não, necessariamente, a INCLINAÇÃO homossexual) é essencialmente pecaminosa aos olhos de Deus (e deveria bastar isso!) e desconforme a natureza, que orienta o sexo para a procriação e, como brinde (jamais como essência principal) para a mútua doação entre os conjuges, casados legítimamente! Ou seja, o sexo "recreativo", extra-marital, já é um abuso, embora amplamente difundido pela nossa sociedade hedonista e de consumo. As mulheres (e os homens), são "coisificados", transformados em meras "ferramentas" de satisfação física. E que tratem de estar bem apresentáveis, serem "sexyes" e apresentar "desempenho", hein?! Ora, a satisfação sexual é aparentada à satisfação alimentar, razão pela qual os chamados "Padres da Igreja" sempre pregaram que a incontinência à mesa, vulgo "gula", acabava por levar, fatalmente, à incontinência sexual, vulgo "luxúria". E volto a perguntar: como seria tratado pela nossa sociedade cultora da forma física, a "ditadura da magreza", um chato que só pensasse em comer? Em satisfazer-se gustativamente? No entanto, um chato que só pense em sair "catando", "pegando", é tratado com leniência e até com admiração e simpatia! E dentre esses, os nossos amigos homossexuais estão liderando a fila! Ou não? Tal comportamenteo, essencialmente pecaminoso e promíscuo, com um viés de inegável neurose (que antigamente era bem definida como: a "relativização do absoluto e a absolutização do relativo) não sofre a menor oposição, a menor discordância! Ora, isso é correto? É instrinsecamente HONESTO? Um jovem adolescente ou mesmo pré-adolescente, com inclinações homossexuais, deve ser estimulado por todos os lados à "assumir" a prática? Que bem isso vai trazer a ele, necessariamente? A adequada colocação de todos os fatores, inclusive os morais e religiosos não pode e nem deve ser feita? Será que isso iria reprimí-lo tão selvagemente assim? Em todo o caso, repito: é uma atitude honesta essa indução à prática homossexual sem nenhum contraponto? Existe alguma coisa na vida que apresente somente aspectos bons, fáceis, sem exigências ou conseqüências? Em segundo lugar, a União Soviética, como diveras outras nações foram vítimas de selvagem agressão por parte das potências do Eixo. Graças ao seu tamanho, pode a Rússia se engajar numa defesa mais consistente, coisa que países como Noruega, Bélgica e muitos outros não puderam fazer, ante ao avanço da "Blitzkrieg". Se consideramos mais ainda, que o "genial" Stalin, muito se fiou no pacto de não-agressão Ribbentrop-Molotov e também que o Exército Vermelho estava em deploráveis condições depois do expurgos de 1937/38, houve a NECESSIDADE de engajar todos os esforços possíveis para tentar deter o avanço alemão. Compreensível então o recurso da utilização de mulheres em combate. Ademais, a mulher eslava, por formação, tinha as condições de dureza interior que as fizeram temíveis guerreiras, tanto na aviação de combate, como nos regimentos blindados. Mas isso é uma exceção. As mulheres de hoje em dia mantém uma nada saudável COMPETIÇÃO com os homens. Neste diapasão, temos visto mulheres cada vez mais agressivas na disputa por postos de trabalho. E nas forças armadas se dá o mesmo. Ocorre que homens e mulheres são DIFERENTES. Iguais em dignidade humana, mas essencialmente diferentes. Nenhuma mulher terá dor no saco, enquanto que nenhum homem jamais sofrerá com cólicas menstruais. Isso é uma REALIDADE inafastável. Tanto por isso, Deus criou homem e mulher diferentes entre si, mas absolutamente COMPLEMENTARES. A mulher tem características e qualidades que o homem não tem e vice-versa. A IGUALITARIZAÇÃO selvagem pretendida por vários grupos feministas, é pois, uma PERVERSÃO das naturezas de cada um. Estudos mantidos rigorosamente em sigilo (vale dizer CENSURADOS, pelo "politicamente correto"), feitos após a primeira Guerra do Golfo (1991) demonstraram cabalmente a inadequação das mulheres engajadas, para diversos tipos de função, principalmente de combate. E por quê? Ou por debilidade física ou pela "incapacidade" de sofrerem o condicionamento para matar, para terem atitudes destrutivas, impiedosamente, na "hora H". E isso é algum desdouro? Claro que não! A mulher dá a vida, é a propedeuta por excelência. O referencial de equilíbrio e de sabedoria no lar. Enfiar o gatilho de mísseis TOW de um helicóptero Apache ou a alavanca de um canhão ou uma simples baioneta na sua mão, é uma violência absurda contra a sua natureza, exceto em casos-limite, como foram as batalhas na Segunda Guerra Mundial, aonde esteja diretamente envolvida a defesa imediata da pátria. A mulher tem uma função insubstituível na formação da pessoa humana, na pessoa dos filhos, função esta cada vez mais desprezada, pelos irracionalistas e feministas de plantão (ou pelos inimigos de Deus, claro!). Então, em busca de uma "carreira", correm as mulheres para competir com os homens por postos de trabalho, para servirem de joguetes e massa de manobra de muitos políticos e empresários inescrupulosos. E, para em chegando em casa ainda terem de enfrentar a injusta e desgastante "dupla jornada", com os afazeres domésticos e a assistência aos filhos. E isso tudo para ganharem, muitas vezes, apenas 60%/70% do salário que é pago ao homem, na mesma função! Que grande "conquista", não?! Que triste sociedade que estimula o consumismo desenfreado, ao mesmo tempo que cria o mito da "carreira" e nega, a quem quiser, o direito de ser somente uma dona de casa e cuidar, ADEQUADMENTE, do bem mais precioso que podem ter, que são o filhos! Muitas e muitas mulheres são sozinhas e tem que arcar com a chefia da família. Muitas outras trabalham porque são OBRIGADAS, porque só o salário do marido não dá. A quantas dessa será, que se fosse oferecida outra condição, partiriam para o mercado do trabalho? E certamente que não se tratariam de doidivanas alienadas, mas pessoas que OPTARIAM, conscientemente, por outro investimento, na formação dos filhos e não na simples acumulação de dinheiro para ter outro carro, bolsas Fendi ou Prada, maquiagem Lancóme ou MAC, etc. que acabam, em última análise, muitas vezes sendo adquiridos para consumo no e para o próprio emprego! Será que o amigo e as demais pessoas já se aperceberam da verdadeira "ditadura" de costumes a qual estamos submetidos? Aonde o tal do "livre-arbítrio" é cada vez menos livre? Tem um casal de "japoneses" (sanseis, por certo) aqui no meu prédio. Eles são muito simpáticos e trabalham como loucos, embora tenham dois filhos pequenos, de uns seis ou sete anos. Quem cuida deles, de umas 8:00 até umas 19:00 hs. é uma empregada, de clara orígem nordestina. Outro dia a ví, no portão, indo buscar as crianças, da perua escolar. As crianças falavam com "sotaque" nordestino! Parecia novela da Globo. Em que pese o evidente carinho e desvelo dessa senhora pelas crianças, que a abraçavam e davam beijos, pergunta-se: quais são os valores que estão sendo passados para elas? Se a dita empregada é evangélica ou umbandista, se tem medo de mula-sem-cabeça, ou de assombração, como evitar que, num convívio tão próximo e constante, esses conceitos sejam absorvidos pelas crianças, eventualmente à revelia dos pais? Mais ainda, e se essa doce senhora, não fosse uma pessoa honesta e carinhosa? Não é muito complicado isso? Um outro abraço a você.
16/05/2007 12:05Richard Smith (Consultor) Caro Hwidger: Eu sei que você não é católi...
Caro Hwidger: Eu sei que você não é católico, mas sempre se mostrou respeitoso e equilibrado. Não pense que eu sou algum "fundamentalista" (no mau sentido, claro) vingador. Ao contrário, acolho todas as manifestações de pensamento, mesmo as mais bizarras e desconforme à lógica e ao bom-senso, com placidez e bonomia, EXCETO, quando vem pontificando e fazendo apologia imperativa e totalitária. E veja, defender pontos de vista, mesmo errados, de boa-fé, não é o problema. O problema é a arrogância agressiva de quem pensa que sabe tudo e não permite qualquer discussão acerca. Aí, eu saio "de sí", como diria o Homem do "ponto G" que freqüenta a Cadeira Presidencial, atualmente! No mais, se você quiser bater uma papo: richardsmith@ig.com.br. Um abraço.
16/05/2007 11:17Richard Smith (Consultor) Engano seu caro Mauri, aos olhos de Deus, e...
Engano seu caro Mauri, aos olhos de Deus, eu, com certeza, sou mais indigno e maior pecador do que quase todo mundo. Quanto à minha moral ser melhor do que a de "A" ou de "B", outro engano seu, eu não penso assim. Eu somente tenho a minha moral, a mim dada pelos meus pais, pela minha Fé e pela Graça de Deus, somente isso. Terapia, por terapia, hum.... Passar bem.
16/05/2007 11:07Mauri (Funcionário público)Coitado do Richard Smith, que em sua cegueira f...
Coitado do Richard Smith, que em sua cegueira fundamentalista ainda não percebeu que em um Estado democrático ninguém é obrigado a fazer nada que não seja em função da lei! Da mesma forma que não é obrigatório ser boiola ou filo-boiola, igualmente não é obrigatório acreditar em deus, na bíblia ou em qualquer outra forma de doutrinação, muito menos viver sob o jugo ditatorial de um grupo de pessoas que se julga donos da verdade e da virtude. Não tenho preconceitos contra cristãos, mas não admito que esses me digam como devo viver a minha vida. De "ad nauseam" só a enorme cobertura da mídia sobre a visita de um senhor que só interessa aos católicos. Acho que todos devem ser coerentes com suas crenças, mas não devemos impô-las aos outros. Imagine só se algum dia as testemunhas de jeová se tornem maioria ou consigam eleger um presidente. Aposto que todas as pessoas que precisam de uma transfusão de sangue vão lembrar de como é saudável um Estado laico! Cadeia é para quem comete crime! Se a discriminação é punida com cadeia, então tenha sua opinião, mas não discrimine. Aliás, é muita prepotência e arrogância considerar que a sua moral é melhor do que a dos outros. O homossexualismo pode ser imoral na sua concepção fanático-religiosa, mas como não é prerrogativa do senhor Smith dizer o que é ou não imoral, podemos desprezar esse preconceito. Pobre coitado do Richard Smith, que se julga melhor, mais íntegro, mais puro do que aqueles que pensam diferente dele, mas não passa de um reacionário de visão e mente estreita, pronto para julgar e condenar qualquer um que divirja da sua ditadura cristã. Sempre ouvi dizer que homofóbicos são, na realidade, homossexuais enrustidos. Talvez uma boa terapia ajude alguns comentaristas do conjur.
16/05/2007 10:33Hwidger Lourenço (Advogado Sócio de Escritório - Eleitoral)Caro Richard, Já ví que sob o prisma religio...
Caro Richard, Já ví que sob o prisma religioso nossas posição são antagônicas....hehe....prefiro nem debater religião nesse espaço. Quem sabe um dia não o fazemmos no espaço adequado? Já quanto a novamente absurda participação do Sr. Lucas, citando "O lado rosa da força", seria comica se não fosse trágica... Se assim fosse, mulheres não pedraim ser militares. Tenho certeza que desconhece isso, mas uma das 10 maiores snipers (atiradora de elite) de todos os tempos foi uma mulher, Liudmila Pavlichenko, russa, que matou 309 alemães em combate...uma a um..... Já seus comentários sobre as mulheres são dignos de cadeia. Curioso. Deus nos deu livre-arbítrio. E o Sr. Lucas pretende cassá-lo....
16/05/2007 10:30Richard Smith (Consultor) O coitado do sr. Mauri, que provavelmente d...
O coitado do sr. Mauri, que provavelmente deve se achar muito liberal e sem preconceitos (exceto contra os cristãos, claro) exuda todo um rancor e intolerância comuns a certo tipo de pessoas e que demosntrou "ad nauseam" durante a visita recente do Sumo Pontífice. Para ele, ter religião e ser coerente com ela é HERESIA! Ser boilola ou filo-boiola, é OBRIGATÓRIA, para sacrificar no altar da "tolerância" e da "não-discriminação"! É o "duplipensar" denunciado por George Orwell, que nunm futuro não muito distante, haveria de conduzir a "raciocínios" inversos ao real significado das coisas. Cadeia para os que pensam "diferente"! Para os que não são a favor da imoralidade e da sua apologia! Eis o seu brado "tolerante" e nada "discriminatório". E depois querem repreender e condenar o Lucas no seu verdadeiro e realístico raciocínio! É a ditadura do "politicamente correto" e uma intoxicação cultural tão severa, que leva uma boa parte das pessoas de hoje em dia à desorientação e a não enxergarem coisas claras e evidentes! Pobre coitado!
16/05/2007 10:22Richard Smith (Consultor) Caro Hwidger: A história que você me conto...
Caro Hwidger: A história que você me contou revela o despreparo ou o facciosismo da freira em questão, para o ensino religioso. Mas, se formos analisar a doutrina budista (não caberia neste espaço), você acha que se trata de melhor coisa do que um alienante código de conduta pessoal? No mais, amigo, reitero: o chamado "Estado laico" foi uma criação da revolução francesa para afastar da sociedade, do poder, qualquer influência religiosa (católica, é claro!). O grande sonho dos maçons, instigadores da "revolução" regicida, era o da domesticação da verdeira religião, reduzindo-a, ou a uma simples prática moral, nada transcendental, ou relegando-a a uma prática ritualista de caráter eminentemente privado, sem qualquer influência no dia-a-dia e na esfera pública, entendida esta como o coletivo de cidadãos! Ora, amigo, raciocinemos: a quem interessa essa oposição à Religião? Porquê, necessariamente, os valores religiosos e morais (estes derivados daqueles) são "inconvenientes" e "opostos" aos interesses públicos, coletivos? Aos maçons interessa a criação de uma religião "Universal", única, aparentemente subordinada à razão e, futuramente, de pertença obrigatória. Então sustento, como idealizado por eles, "Estado laico" significa, necessariamente, Estado anti-religioso, anti-católico, precipuamente. O Estado, entendido como uma estrutura dirigente, legalmente eleita pelo povo, pela Sociedade, para dirigí-la, não pode ser "laico", anti-religioso - até porque a Sociedade da qual ele deriva e a qual representa NÃO O É - mas sim "neutral", garantidor da plena liberdade religiosa, dos direitos e garantias individuais e o encaminhador de ações com vistas à promoção do ser humano e do BEM COMUM. Nesse diapasão, as atitudes do "Estado laico" do Abortista/Excomungado que nos flagela, com vistas à maliciosa liberação TOTAL do aborto no Brasil, mediante a simples revogação dos artigos do Código Penal que o punem, é correta? A permissão do ASSASSINATO de infantes em gestação, INOCENTES e INDEFESOS, guarda algum interesse social? É querido e apoiado pela maioria do povo brasileiro? Então caro amigo, podemos ver, com essas atitudes e mais todas as aberrações que pudemos ler e assitir durante a visita do Papa, ultimamente, para onde a tal noção de "estado laico", pode nos conduzir. É o velhissimo preceito de Nosso Senhor: "Pelos frutos conhecereis a árvore". Um outro abração a você, amigo.

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