Punição abusiva a militar homossexual gera indenização

1/06/2007 17:32denilson (Médico)Gostaria de saudar a todos. Antes preciso co...
Gostaria de saudar a todos. Antes preciso colocar alguns pontos aqui. sou medico, pesquisador, civil, CRISTÃO EVANGELICO E GAY. e estou aqui lendo alguns absurdos que me assusta, explico: como disse sou evangelico, e por vezes me pergunto o porque ainda. simplesmente pq a instituição igreja perdeu seu principal referencial cristão, que é o amor, o respeito e a misericordia. Lamentavel ver escrito aqui comentarios como de algumas pessoas que talvez nem consiga dar uma explicação clara do motivo de tanto odio, a ponto de usar termos tão populares, mas de pouco respeito ao seu proximo. Antes de tudo isso, vale lembrar sou um cidadão que pertenço a uma familia amorosa com um pai que é lider e uma mão exemplar onde os mesmos me ajudaram a estudar, adquirir um pouco de cultura e amor ao meu proximo como um bom cristão, não sou afeminado, mantenho um relacionamento fiel com respeito e com apoio de nossas familias.Enfim gostaria de saber uma coisas dos "Defensores da familia tradicional" o que te faz ser mais digno de respeito, ou de direitos que eu? apenas para lembrar voce generalizar algum grupo como sendo de carater suspeito eu tenho certeza de que é sinonimo de preconceito. Ao meu amigo e irmão cristão seria o mesmo que dizer que todos os padrs são pedofilos ou que todos os evangelicos são um bando de safados que so querem arrancar o dinheiro das vitmas da sociedade injusta e bem sabemos que não é verdade. abraço
30/05/2007 08:49paulo (Advogado da União)Um jornalista de Pernambuco disse: Antigamente ...
Um jornalista de Pernambuco disse: Antigamente o homossexualismo era reprimido; depois foi aceito; agora está sendo incentivado. Vamos embora antes que passe ser obrigatório.Homossexualimos é uma doença que somente foi retirada do CID em 1980 nos EUA por pressão dos grupos gays. Se amanhã os portadores de diabetes pressionarem para excluir a diabetes do CID ela deixará de ser doença?
21/05/2007 11:52Ivan Dario (Advogado Sócio de Escritório) Prezadíssimo Richard Smith, Muito bom dia....
Prezadíssimo Richard Smith, Muito bom dia. O que é a manipulação de nossa gramática, por parte da imprensa, não? Há para o caso em comento, além desta matéria, outra denominada "Tiro à Discriminação - Leia o voto que devolve cargo a policial homossexual" (http://conjur.estadao.com.br//static/text/55637,1). Na presente, o título é "Pena exagerada - Punição abusiva a militar homossexual gera indenização". Pois bem. Li o voto que devolveu o cargo ao policial e peço vênia para transcrever alguns trechos, à guisa de esclarecimento: "NÃO HÁ COMO AFIRMAR SE O AUTOR FOI VITIMADO PELO PRECONCEITO NO MEIO MILITAR EM VIRTUDE DE SE DIZER HOMOSSEXUAL OU ADEPTO DE DETERMINADA RELIGIÃO. Mas, a motivação utilizada para fundamentar as referidas punições levam a crer que, seguramente, o requerente não gozava da simpatia de seus superiores, o que sem sombra de dúvidas influenciou não só na aplicação das penalidades, como também na posterior exclusão." "Com efeito, reconheço que o PRINCIPAL FUNDAMENTO de FATO utilizado pelo autor em sua exordial para respaldar seu pedido é que a sua exclusão dos quadros da PM foi ocasionada por punições disciplinares relacionadas EXCLUSIVAMENTE À PERSEGUIÇÃO QUE SOFRIA EM RAZÃO DE SUA OPÇÃO SEXUAL e religiosa. ESSE PRESSUPOSTO FÁTICO, REALMENTE, NÃO GUARDA CORRELAÇÃO COM AQUELE DECLINADO NA R. SENTENÇA". Exare o exposto, é de clareza solar que a decisão judicial reintegrou o policial ao cargo e concedeu-lhe indenização TÃO SOMENTE POR CONSIDERAR ARBITRÁRIA A PENA DE EXCLUSÃO, NADA MENCIONANDO QUE TAL DECISÃO, PASSÍVEL DE RECURSO, TEVE COMO FUNDAMENTO A HOMOSSEXUALIDADE DO AUTOR. Muito pelo contrário, ficou claro que sequer houve comprovação de que existiu discriminação, "a maiori ad minus" preconceito contra o autor. Em outro trecho a sentença relata: "Mas, a motivação utilizada para fundamentar as referidas punições levam a crer que, seguramente, O REQUERENTE NÃO GOZAVA DA SIMPATIA DE SEUS SUPERIORES, o que sem sombra de dúvidas influenciou não só na aplicação das penalidades, como também na posterior exclusão". Sim, daí o autor deduziu que tal antipatia oriunda de sua homossexualidade, sentiu-se ultrajado, abalado, perdeu o sono, etc. Quer dizer, presumiu algo e sentiu-se ofendido. Sentiu-se discriminado sem provar a discriminação, como restou comprovado nos autos. Curioso as matérias terem sido redigidas com tais chamadas, vinculando a decisão judicial à homossexualidade. E depois há quem diga não existir lobby para favorecer a homossexualidade. Hoje em dia tudo vira fonte de lucro. Lamentável, não? No mais, o agradeço e felicito pelos comentários e cultura. Um abraço.
19/05/2007 19:25Richard Smith (Consultor) Peço vênia para republicação do "post" abaixo...
Peço vênia para republicação do "post" abaixo, pelos inúemros erros de digitação, de concordância e de inclusão de trechos sem a devida sinalização entre aspas (agora removidos) e que poderiam prejudicar o entendimento. Queiram desculpar-me. Em primeiro: erros de digitação acontecem. Agora, quanto às suas "experimentações" de discurso, bem...como eu disse, "o estilo é o homem"; Em segundo: Não ter "argumentos racionais". Hum. Por acaso o senhor é um PeTralha, daqueles que apontam os seus próprios defeitos, nos adversários? Não, não generalizo! Apenas apóio a minha opinião no que conheço e as exceções (reconheço que existam), a mim só confirmam a regra mais geral. Já havia dito isso duas vezes, aliás, por quê a insistência? Quanto a "estereótipo", desafio: consulte várias e várias pessoas por aí e verifique se os homossexuais, para uma boa parte delas, não possuem o mesmo "estereótipo". Por tudo isso, não aceito a sua noção de causa e efeito que, supostamente, "mostra o descabimento de seu [meu] argumento". Por favor amigo, não me faça rir você, porque estou recém-operado! A sua noção de "amor" gay, mercê de tudo o que eu já mencionei, não se estriba jamais em "Razão e Realidade" mas sim apenas em visões românticas e liberal-"idealistas", inclusive pautadas, draconianamente, pelo seu respeitado "políticamente correto", como também já mencionei; "Inúmeros casais gays estáveis, de relacionamentos de anos/décadas provam isso dia após dia". É mesmo? Que curioso. O senhor deve ser um especialista, um arguto e denodado pesquisador desses relacionamentos, que com tal cabedal se atreve a contestar, como mencionei, as inúmeras pesquisas de campo e estatísticas a respeito, inclusive de revistas voltadas ao público homossexual. Aliás, vários e vários gays com quem já tive a oportunidade de conversar sobre o assunto (minha cunhadinha tem um salão de cabeleireiro e estética!), concordam e afirmam, textualmente: "Ah, biba é tudo galinha!". Por quê a RAZÃO não está do meu lado, depois de tudo que eu expliquei, "tintim por tintim"? Só porquê o senhor não quer? Ah, então tá bom! Que, além da lógica, do bom-senso e da REALIDADE, vista como ela é, eu estribo os meus conceitos na Religião e na Doutrina da Igreja ("Mãe e Mestra") isso me parece que já ficou um tanto evidente, não? Conheço, como já tive a oportunidade de conhecer, alguns "casais" homoafetivos. Novamente o senhor insiste: "Promiscuidade não tem nenhuma relação com a sexualidade"?!!! Tem a ver com o quê então, com paixão futebolística? Não duvido de sua inteligência, caro Dr., senão não estaria me dirigindo a sua pessoa. "Quem tem que provar é quem alega"?!!! Uau, caro jurisconsulto, é mesmo? Se eu disser que a Giselle Bündchen é bonita, eu tenho que "provar" isso? Tenho que ficar esgrimindo argumentos estéticos e fisiológicos acerca? Se liga Dr., o que eu disse eu disse é a mais pura VERDADE. Se o senhor não concorda...paciência! A sua honestidade intelectual (e não o romantismo idealizador) deveria impelí-lo a se munir de um "grão de sal" de dúvida, pelo menos e procurar saber se o que eu disse é verdade ou não, não acha? "Médicos do passado"?! Hum, eu os prefiro aos "médicos" de hoje em dia, creia-me. "Pura realidade"(de que casais gays amam seus parceiros) hein? Ou o senhor vivencia pessoalmente essa situação e está falando de uma coisa que lhe é própria, com sinceridade, ainda que de forma "idealizada", puramente romantica, ou o senhor simplesmente dá "chutes", de acordo com as suas convicções e com a sua "visão" de realidade. Não ver isso implica em fechar os olhos à realidade... Quanto à "ausência de alma" dos negros, pelo menos o senhor esclareceu que trata-se de racismo, praticado por cortes americanas e não de teorias e doutrina da Igreja Católica, como já tive o desprazer de ouvir certa vez. Esclarecido. "Casamento civil e casamento religioso não se confundem". Não acho. O Estado, como representante da Sociedade ("todo poder emana do povo e em seu nome é exercido", lembra?), entidades ambas POSTERIORES ao casamento, deveria acolher e privilegiar o casamento e não tratá-lo como mero "contrato", rescindível a qualquer momento, por mera vontade de uma das partes. Quanto à bestialidade, caro dr. acho que o senhor se escandalizou à toa, porque não entendeu: eu apenas levei o seu fuleiro argumento "igualitário", ao paroxismo! "Desesperado", esperneante, aqui, parece-me o senhor, e justamente pela falta de argumentos. Ok! Um livro a mais no mercado. "Amor" (bem entre aspas mesmo), hein Dr.? Coloquei entre aspas porque noto que a sua noção de amor é bem aquela do Ronatismo gnóstico alemão, de meados do século XIX. É aquela velha história, do "no coração ninguém manda" a cantar o mais puro irracionalismo, condutor de pulsões incontroláveis! "Amor" para tudo e para todas as ocasiões, desde que satisfaça a minha imaturidade emocional e os meus gostos insaciáveis, não é? "Amor" pela bunda da vizinha casada, de modo a justificar o meu adultério e o dela. "Amor" pela minha secretária boazuda, de modo a justificar o abandono do meu lar e o sofrimento da minha mulher e dos meus filhos; "amor" pela minha sobrinha adolescente, de modo a justificar o incesto e por aí, vai, "amores" inconseqüentes a não mais poder, não? Abrigados pela chamada "Lei-Piranha" e outras por aí. E o AMOR, Amor mesmo, exigente, renunciador? Tem algum espaço aí, dr.? "Em Direito não existem 'proibições implícitas', pois somente a lei pode obrigar a algo (art. 5o, inc. II da Constituição). Logo, é o sr que deveria estudar antes de falar comigo sobre o tema..." Ah, ah, ah, Dr.. Que argumento mais pueril! Voltemos então a duas de minhas historietas analógicas anteriores: a lei não proibe que tentemos sair voando pela janela do décimo andar, não é? Mas quantos,em seu bom juízo e de "boa-fé", sem intenções suicidas (crime, aliás) o fazem?! A lei não proíbe expressamente também, o casamento daquele gaúcho com a ovelhinha, proíbe? Ao senhor e a muita gente, um troço desses (a bestialidade) repudia, mas em nome da "tal" liberadade, deveriamos apoiar irrestritamente a paixão do rapaz pela sua "conjuge", não?! Quanto ao sofrimento dos homossexuais, caro Dr., sinto, mas o seu argumento tem pouca valia para mim, pois carece de isenção. A "vitimização" dos "pobres" homossexuais é uma bandeira do chamado "movimento gay" e dos esquerdistas já tão usada, que está em farrapos já. Essa história de "Sabe quantos gays foram assassinados no ano passado?" para mim não cola. Tá, e quantos pedreiros? Ou quantos lixeiros? ou negros? ou brancos? Ou chinêses? Pura lorota. Alguém por acaso pergunta quantos daqueles gays foram assaltados? Ou mortos em rixas? Quantos deles não foram mortos por outros gays? Quantos gays viram assassinos por ano? Então, querer insuflar uma noção, tão generalista quanto falsa, de "perseguição" cruel da Sociedade intolerante, contra os homossexuais é pura empulhação. Mas o senhor não me respondeu: será que a própria condição "marginal" da homossexualidade, os valores morais e religiosos, ainda que sobrelevados pelo vício erótico da pederastia, não influem em nada, "nadica"? "Fé não pressupõe comprovação", né dr.? E dois mil anos dela, sempre em estrita coerência com a Verdade revelada e com a Lógica, comprovam alguma coisa? Meu amigo, eu não "discordo por discordar", isso é ser infantil e voluntarioso. Eu discordo, porquê EU TENHO que discordar, porquê eu NÃO POSSO concordar, será que o senhor ainda não entendeu isso? Meu caro Dr., por favor, na medida do possível eu procuro não empregar palavras vãs e nem emitir considerações que não sejam o mais rigorosas e verdadeiras possível. Então, se eu disse que o senhor não entende (muito provavelmente porque jamais procurou entender!) de Igreja, foi isso o que eu, real e estritamente, quis dizer. E isso se mostra em duas de suas afirmações: primeira a de que a Igreja teria "preconceitos (ô, palavrinha insidiosa) contra os homossexuais. NÃO, amigo! A Igreja só tem UM ligeiro "preconceitozinho": contra o PECADO! Tão somente isso, reservando para os pecadores (quaisquer uns, de qualquer natureza) os braços abertos da ministração da Misercórdia Divina! Contanto que estes se ARREPENDAM, claro, pois não haverá de acontecer, como bem a visita recente do Santo Padre, o Papa, bem demonstrou, de a Igreja "passar a mão na cabeça" dos pecadores, apenas para ser "muderninha", tenha a certeza. A segunda afirmação é acerca dos "teólogos que acreditam que a bíblia não condena a homossexualidade em interpretação histórico-crítica". Meu caro amigo, existem "teólogos" em interpretação "histórico-crítica", que rejeitam a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo; outros que pregam a não-existência do Inferno ou do Demônio, etc. Portano, opiniões para todos os gostos e tudo de acordo com o freguês. Mas, tudo isso vai contra a Doutrina da Igreja, também conhecida como "Tradição Apostólica" da qual o Sumo Pontífice e os bispos a ele unidos, são guardiães fiéis. Embora sem conhecer o livro do Pe. Helminiak ao qual o senhor se refere, mas já suspeitando do seu conteúdo (quando um Padre vem a público pretendendo dizer o que "realmente" a Bíblia diz sobre um assunto, geralmente vai sair dali uma simples opinião pessoal, quase sempre carregada de soberba e desconforme à Doutrina, portanto, quase sempre vem uma heresia daí. Mas procurarei conhecer). Recomendo que o senhor procure, em qualquer livraria católica ou no site do Vaticano (www.vatican.va) a Instrução da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé acerca da pastoral e do cuidado da Igreja para com os fiéis homossexuais. Um texto muito bonito, abrangente, embora enxuto, e cheio de misericórdia. Consulte, depois então venha me falar de "hipocrisia" e "arbitrariedades" da Igreja, para com os homossexuais, por favor. Quer dizer que do "nada", assim de repente, uma certa ciência médica, já muito jovem, deu uma guinada de 180° nas suas posições, de apenas cinco ou seis décadas atrás? Hum, sei. Se eu sou advogado ou já cursei Direito? Não caro Dr., mas não sou ignorante. No Direito Romano, o chamado Direito Natural sempre foi considerado como fonte genética, a principal aliás. A aberração positivista, principalmente consubstanciada em Kelsen e outros relativistas por aí, é que passaram a ignorá-lo em um primeiro momento e depois - como bem cabe aos covardes "façanhudos" que pretendem a corrupção e a derrubada do "status quo" que não os agrada ou não acolhe as suas aberrações - desprezá-lo. Eu argumento com o fato INSOFISMÁVEL de o casamento ter surgido anteriomente à organização social e o senhor vem me dizer que "felizmente saímos do obscurantismo da mistura entre Direito e Religião". Que pobreza! que esquematismo mental que rechaça como obscurantista e indevido tudo o que venha de Deus e da Igreja! Que tolice a de um homem querer viver "sem Deus" ou sem "as algemas do obscurantismo religioso". Que mundo progressista e fraternal temos visto com o afastamento (a "libertação")de um cada vez maior numero de pessoas, de Deus, não?! Uau! Soberbinha bôba e panfletária de sua parte, Dr., queira desculpar-me de ter que lhe dizer isso. "A lógica e a racionalidade, que não estão a seu lado". Então tá então, como diz o outro. Não aplico jamais, dois pesos e deuas medidas! Site pornográficos, destinados às mais variadas taras, certamente existem, posto que existe público para eles. O que eu chamei à sua atenção é a NATUREZA do apelo erótico que permeia os sites "gays", apenas isso. Não são sites gays para pedofílos, para swingers ou gays sado-masoquistas, são sites gays SIMPLESMENTE, aonde há a louvação da carnalização, da multiplicidade de parceiros, da "ferveção" indecorosa e inconseqüente. Então amigo, não tergiverse, por favor. Por fim, de fato, concordo, "quem estiver acompanhando o debate, que tire suas conclusões". Passar bem.
19/05/2007 19:03Richard Smith (Consultor) Em primeiro: erros de digitação acontecem. Ag...
Em primeiro: erros de digitação acontecem. Agora, quanto às suas "experimentações" de discurso, bem...como eu disse, "o estilo é o homem"; Em segundo: Não ter "argumentos racionais". Hum. Por acaso o senhor é um PeTralha, daqueles que apontam os seus próprios defeitos, nos adversários? Não, não generalizo, apenas apóio a minha opinião no que conheço e as excecções (reconheço que existam) a mim, só confirma a regra mais geral. Já havia dito isso, duas vezes aliás, por quê a insistência? Quanto a "estereótipo", desafio: consulte várias e várias pessoas por aí e verifique se os homossexuais, para uma boa parte deles não possui o mesmo "estereótipo". Por tudo isso, não aceito a sua noção de causa e feito que, supostamente "mostra o descabimento de seu [meu]argumento" Por favor amigo, não me faça rir você, porque estou recém-operado! A sua noção de "amor" gay, mercê de tudo o que eu já mencionei, não se estriba jamais em "Razão e Realidade" mas sim apenas em visões românticas e liberal-"idealistas inclusive pautadas, draconianamente, pelo seu respeitado "políticamente correto", como já mencionei; "Inúmeros casais gays estáveis, de relacionamentos de anos/décadas provam isso dia após dia". É mesmo, que curioso? O senhor deve ser um especialista, um arguto e denodado pesquisador desses realacionamentos, que com tal cabedal se atrve a contestar, como mencionei inúemras pesquisas de campo e estatísticas a respeito, iclusive de revistas voltadas ao público homossexual. Aliás, vários e vários gays com quem já tive a oportuinidade de conversar (minha cunhadinha tem um salão de cabeleireiro e estética!), concordam e afirmam, textualmente: "Ah, biba é tudo galinha!". Por quê a RAZÃO não está do meu lado, depois de tudo que eu expliquei, "tintim por tintim"? Só por que o senhor não quer? Ah, então tá bom! Que além da lógica, do bom-senso e da REALIDADE, vista como ela é, eu estribo os meus conceitos na Religião e na Doutrina da Igreja ("Mãe e Mestra") isso, pareçe-me que já ficou um tanto evidente, não? Conheço, assim como já tive a oportunidade de conhecer, alguns "casais" homoafetivos. Novamente o senhro insiste: "Promiscuidade não tem nenhuma relação com a sexualidade"?!!! Tem a ver com o quê então, com paixão futebolística? Há muitos heterossexuais promíscuos, da mesma forma que há muitos homossexuais promíscuos. Homossexualidade não é sinônimo de santidade, da mesma forma que heterossexualidade não o é. Há inúmeros héteros promíscuos, essa é a prova cabal de que promiscuidade não tem nenhuma relação com sexualidade. Casais homossexuais são tão fiéis quanto casais héteros. Se conhecesse realmente casais homoafetivos, teria ciência disso. O sr fala de saunas gays – e os clubes de swing exclusivos de heterossexuais??? Os inúmeros prostíbulos heterossexuais??? É engraçado (tragicômico) o sr continuar aplicando dois pesos e duas medidas – saunas gays generalizariam a homossexualidade, mas clubes de swing heterossexuais não generalizariam a heterossexualidade... Ora Richard, poupe-me da sua arbitrariedade, Não duvido de sua inteligência, caro Dr. senão não estaria me dirigindo a sua pessoa. Quem tem que provar é quem alega"?!!! Uau, caro jurisconsulto, é mesmo? Se eu disser que a Giselle Bündchen é bonita eu tenho que "provar" isso? Tenho que ficar esgrimindo argumentos estéticos e fisiológicos acerca? Se liga Dr. o que eu disse eu disse e é a mais pura VERDADE. Se o senhor não concorda...paciência! A honestidade intlectual (e não o romantismo idealizdor) deveria impelí-lo a se mnir de um "grão de sal" de dúvida e procurar saber se o que eu disse é verdade ou não, não acha? "Médicos do passado"?! Hum eu os prefiro aos "médicos" de hoje em dia, creia-me. "Pura realidade"(de que casais gays amam seus parceiros) hein? Ou o senhor vivencia pessoalmente essa situação e está falando de uma coisa que lhe é própria, sincramente, ainda que de forma "idealizada", puramente romantica, ou o snehro simplesmente dá "chutes", de acordo com as suas convicções, a sua "visão" de realidade. Não ver isso implica em fechar os olhos à realidade... Quanto à "ausência de alma" dos negros, pelo menos o senhor esclareceu que trata-se de racismo, praticado por cortes americanas e não de teorias e doutrina da Igreja Católica, como já tive o desprazer de ouvir certa vez. Esclarecido. "Casamento civil e casamento religioso não se confundem". Não acho. O Estado, como representante da Sociedade ("todo poder emana do povo e em seu nome é exercido", lembra?), entidades ambas POSTERIORES ao casamento, deveria acolher e privilegiar o casamento e não tratá-lo como mero "contrato", rescindivel a qualquer momento por mera vontade de uma das partes. Quanto à bestialidade, caro dr. acho que o senhor se escandalizou à toa, porque não entendeu: eu apenas levei o seu fuleiro argumento "igualitário", ao paroxismo! "Desesperado", esperneante, aqui, parece-me o senhor, e justamente pela falta de argumentos. Ok! Um livro a mais no mercado "Amor" (bem entre aspas mesmo), hein Dr.? Coloquei entre aspas porque noto que a sua noção de amor é bem aquela do Ronatismo gnóstico alemão de emados do século XIX. É aquela velha história, do "no coração ninguém manda" a cantar o mais puro irracionalismo, condutor de pulsões incontroláveis! "Amor" para tudo e para todas as ocasiões, desde que satisfaça a minha imaturidade emocional e os meus gostos insaciáveis, não é? "Amor" epal bunda da vizinha casada de modo a justificar o meu adultério e o dela. "Amor" pela minha secretária biazuda, de modo a justificar o abandono do meu lar e o sofrimento da minha mulher e dos meus filhos; "amor" pela minha sobrinha adolescente, de modo a justificar o incesto e por aí, vai, "amores" inconseqüentes a não mais poder, não? Abrigados pela chamada "Lei-Piranha" e outras por aí. E o AMOR, Amor mesmo, exigente, renunciador? Tem algum espaço aí, dr.? "Em Direito não existem 'proibições implícitas', pois somente a lei pode obrigar a algo (art. 5o, inc. II da Constituição). Logo, é o sr que deveria estudar antes de falar comigo sobre o tema..." Ah, ah, ah, Dr.. Que argumento mais pueril! Voltemos então a duas de minhas historietas analogicas anteriores: a lei não proibe que tentemos sair voando pela janela do décimo andar, não é? Mas quantos,em seu bom juízo e de "boa-fé", sem intenções suicidas (crime, aliás) o fazem?! A lei não proíbe expressamente também, o casamento daquele gaúcho com a ovelhinha, proíbe? Ao senhor e a muita gente, um troço desses (a bestialidade) repudia, mas em nome da "tal" liberadade, deveriamos apoiar irrestritamente a paixão do rapaz pela sua "conjuge", não?! Quanto ao sofrimento dos homossexuais, caro Dr., sinto , mas o seu argumento tm pouca valia para mim, pois carece de isenção. A "vitimização" dos "pobres" homossexuais é uma bandeira do chamado "movimento gay" e dos esquerdistas já tão usada, que está em farrapos já. Essa história de "Sabe quantos gays foram assassinados no ano passado?" para mim não cola. Tá, e quantos pedreiros? Ou quantos lixeiros? ou negros? ou Brancos? Ou chinêses? Pura lorota. Alguém por acaso pergunta quantos daqueles gays foram assaltados? Ou mortos em rixas? Quantos deles não foram mortos por outros gays? Quantos gays viram assassinos por ano? Então, querer insuflar uma noção, tão generalista quanto falsa, de "perseguição" cruel da Sociedade intolerante, contra os homossexuais é pura empulhação. Mas o senhor não me respondeu: será que a própria condição "marginal" da homossexualidade, os valores morais e religiosos, ainda que sobrelevados pelo vício erótico da pederastia, não influem em nada, nadica? "Fé não pressupõe comprovação", né dr.? E dois mil anos dela, sempre em estrita coerência com a Verdade revelada e com a Lógica, comprovam alguma coisa? Quanto ao amor homoafetivo ser idêntico ao heteroafetivo, a convivência com qualquer casal gay demonstra isso. Casais gays se amam, da mesma forma que casais héteros. É muito comum que casais héteros tenham relacionamentos fracassados – isso é fato. Da mesma forma, muitos casais gays também fracassam, da mesma forma que muitos casais gays dão certo e ficam juntos a vida inteira. Isso também é fato. O sr vai discordar por discordar, mas isso não muda a realidade. Meu amigo, eu não "discordo por discordar", isso é ser infantil e voluntarioso. Eu discordo, porquê EU TENHO que discordar, porquê eu NÃO POSSO concordar, será que o senhor ainda não entendeu isso? Meu caro Dr., por favor, na medida do possível eu procuro não empregar palavras vãs e nem emitir considerações que não sejam o mais rigorosas e verdadeiras possível. Então, se eu disse que o senhor não entende (muito provavelmente porque jamais procurou entender!) de Igreja, foi isso o que eu, real e estritamente, quis dizer. E isso se mostra em duas de suas afirmações: primeira a de que a Igreja teria "preconceitos (ô, palavrinha insidiosa) contra os homossexuais. NÃO, amigo! A Igreja só tem um ligeiro "preconceitozinho", contra o PECADO! Tão somente isso, reservando para os pecadores (quaisquer uns, de qualquer natureza) os braços abertos da ministração da Misercórdia Divina! Contanto que estes se ARREPENDAM, claro, pois não haverá de acontecer, como bem a visita recente do Santo Padre, o Papa, bem demonstrou, de a Igreja "passar a mão na cabeça" dos pecadores, apenas para ser "muderninha", tenha a certeza. A segunda afirmação é acerca dos "teólogos que acreditam que a bíblia não condena a homossexualidade em interpretação histórico-crítica". Meu caro amigo, existem "teólogos" em interpretação "histórico-crítica", que rejeitam a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo; outros que pregam a não-existência do Inferno ou do Demônio, etc. Portano, opiniões para todos os gostos e tudo de acordo com o freguês. Mas, tudo isso vai contra a Doutrina da Igreja, também conhecida como "Tradição Apostólica" da qual o Sumo Pontífice e os bispos a ele unidos, são guardiães fiéis. Embora sem conhecer o livro do Pe. Helminiak ao qual o senhor se refere, mas já suspeitando do seu conteúdo (quando um Padre vem a público pretendendo dizer o que "realmente" a Bíblia diz sobre um assunto, geralmente vai sair dali uma simples opinião pessoal, quase sempre carregada de soberba e desconforme à Doutrina, portanto, quase sempre vem uma heresia daí. Mas procurarei conhecer) recomendo que o senhor procure, em qualquer livraria católica ou no site do Vaticano (www.vatican.va) a Instrução da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé acerca da pastoral e do cuidado da Igreja para com os fiéis homossexuais. Um texto muito bonito, abrangente, embora enxuto, e cheio de misericórdia. Consulte, depois então venha me falar de "hipocrisia" e "arbitrariedades" da Igreja, para com os homossexuais, por favor. Quer dizer que do "nada", assim de repente, uma certa ciência médica, muito jovem, deu uma guinada de 180° nas suas poisções de apenas cinco ou seis décadas atrás? Hum, sei. Se eu sou advogado ou já cursei Direito? Não caro Dr., mas não sou ignorante.No Direito Romano, o chamado Direito Natural sempre foi considerado como fonte genética, a principal aliás. A aberração positivista, principalmente consubstanciada em Kelsen e outros relativistas por aí é que passaram a ignorá-lo em um primeiro momento e depois - como bem cabe aos covardes "façanhudos" que pretendem a corrupção e a derrubada do "status quo" que não os agrada ou não acolhe as suas aberrações - desprezá-lo. Eu argumento com o fato INSOFISMÁVEL de o casamento ter surgido anteriomente à organização social e o senhor vem me dizer que "felizmente saímos do obscurantismo da mistura entre Direito e Religião". Que pobreza! que esquematismo mental que rechaça como obscurantista e indevido tudo o que venha de Deus e da Igreja! Que tolice a de um homem querer viver "sem Deus" ou sem "as algemas do obscurantismo religioso". Que mundo progressista e fraternal temos visto com o afastamento (a "libertação")de um cada vez maior numero de pessoas, de Deus, não?! Uau! Soberbinha bôba e panfletária de sua parte, Dr., queira desculpar-me de ter que lhe dizer isso. "A lógica e a racionalidade, que não estão a seu lado". Então tá então, como diz o outro. Não aplico jamais, dois pesos e deuas medidas! Site pornográficos, destinados às mais variadas taras, certamente existem, posto que existe público para eles. O que eu chamei à sua atenção é a NATUREZA do apelo erótico que permeia os sites "gays", apenas isso. Não são sites gays para pedofílos, para swingers ou gays sado-masoquistas, são sites gays SIMPLESMENTE, aonde há a louvação da carnalização, da multiplicidade de parceiros, da "ferveção" indecorosa e inconseqüente. Então amigo, não tergiverse, por favor. Por fim, de fato, "quem estiver acompanhando o debate que tire suas conclusões". Passar bem. richardsmith@ig.com.br
18/05/2007 18:08Richard Smith (Consultor) Caro Dr. Paulo Roberto, acho um pouco estra...
Caro Dr. Paulo Roberto, acho um pouco estranho e indelicado o senhor dirigir uma mensagem à minha pessoa começando na terceira pessoa do singular e depois passando para o discurso direto, na primeira pessoa. Na minha opinião, ou o senhor fala DE mim, ou fala PARA mim. Enfim, uma questão de estilo. Vamos então às suas novas assertivas: a) O senhor disse: "Richard continua generalizando a partir de suas experiências particulares... Se ele realmente considera tal foco válido (teoria empírica do conhecimento), então vou fazer o mesmo: a esmagadora maioria dos homossexuais que conheço ou conheci são pessoas que procuram relacionamentos sérios, monogâmicos, baseados no amor." Eu respondo: O senhor por acaso quereria, como tantos "intoxicados culturais" que existem por aí que eu baseasse a minha opinião no DIZER dos outros? Nos "slogans", frases feitas e "conhecimentos" estereotipados, adquiridos nas páginas da Folha, da Veja, de discursos do Sr. Mott, por acaso? Que eu "filtrasse os episóidios vivenciados pessoalmente pelo "politicamente correto"?! Acho que o senhor, desacostumado ao sentido explícito das palavras ou à honestidade intelectual das pessoas deve ter achado um mero modo de dizer, ou pior, uma patranha vulgar, quando eu disse que teria mais uma MEIA CENTENA de casos semelhantes aos três que eu descrevi, não? b) Continuando, o senhor disse: "E aí Richard, porque a sua visão deveria prevalecer sobre a minha??? Da mesma forma, conheci diversos heterossexuais promíscuos, que literalmente usavam as mulheres para fins puramente sexuais e as descartavam em seguida – aliás, a história humana é recheada de exemplos tais. Já vi casos inclusive de homens e mulheres héteros que tiveram as mais despropositadas atitudes por ciúmes doentios e possessividade – novamente, a história humana é recheada de exemplos tais. Será que posso generalizar isso a todos os heterossexuais??? Pelo seu raciocínio aparentemente poderia, mas é evidente que não – da mesma forma que não se generaliza quanto a homossexuais". Eu respondo: Em primeiro lugar, ninguém o obriga a pensar como eu, exceto o rigor da Razão e da Realidade! Ou se o senhor amanhã vier a me conhecer pessoalmente e verificar que eu gosto de, digamos, pizza, o senhor deixará de apreciar as "redondas" por causa disso? Se presos (no sentido figurado, claro) ambos embaixo de uma marquise por causa de uma tempestade e eu disser; "que chuva, hein?", o senhor vai duvidar e retrucar apenas porque EU o disse?! Pior ainda, se resolvermos enfrentar o aguaceiro e eu lhe disser: "Olhe, não vá por ali, porque eu sei que ontem furtaram a tampa do bueiro e ele está aberto!", o senhor vai arriscar, só porque o senhor "não pensa como eu"? Quanto aos heterossexuais, desculpe-me, Dr., mas vejo aí um mero e pobre sofisma. Algo semelhante a "José é negro e ladrão; Silvio é negro e ladrão. Eu não sou negro, logo não sou ladrão!" Quem disse que eu não sou um branco mais ladrão do que aqueles dois? As condutas depravadas e promíscuas de diversos heterossexuais (homens e mulheres!) não absolvem e nem apagam o fato OBJETIVO de que, numa relação neurótico-narcisista e, justamente pela ausência da doação ao OUTRO, o que prevalesce é a satisfação do mero prazer físico PESSOAL, exaltado ao paroxismo, ainda que partilhadamente. Nessas, a primeira coisa que vai para o "saco" é a fidelidade. Depois, a pura exaltação da sensualidade conduz a um relaxamento do rigor moral que também leva a promiscuidade, ao relacionamento "aberto" e não-hipócrita". Ou seriam as saunas gays, as boates ídem, o quê? Locais para oração e meditação, sem quaisquer carnalidades? c) Continuando ainda, o senhor disse: No mais, seus pseudo-conceitos estão superados pela ciência médica. Da mesma forma que se acreditava que homossexuais seriam “doentes” no passado, já se acreditou que a mulher fosse estérica por natureza, incapaz de atuar na vida social da mesma forma que o homem quanto ao mercado de trabalho (inclusive por questões religiosas...), já se acreditou que o negro não teria alma (questão religiosa...), já se acreditou que o negro seria menos digno que o branco etc..." Eu respondo: Uau! Quanta coisa! Em primeiro lugar, não são conceitos "pseudo"-científicos, mas CIENTÍFICOS sim. E que NÃO VALEM mais para os dias de hoje, poucas décadas após a sua formulação! Que estranho não? Em segundo lugar: "superados pela ciência médica" é? Então aonde estão os trabalhos cientificos SÉRIOS (e não puramente um "tra-lá-lá politicamente correto") que serviram para contradizer o diagnóstico anterior, este sim, amparado por todo um arcabouço metodológico e científico, hein? Em terceiro lugar: A mulher foi considerada HISTÉRICA (e não "estérica") por alguma correntes da medicina influenciadas pelo Positivismo e pela Antroposofia, e não por todo o mundo científico. Pinel e, posteriormente, Freud vieram a dissociar a "histeria" de uma condição puramente feminina. Freud, lembra-se, o mesmo fundador da psicanálise que diagnosticou a pederastia como desvio de personalidade? Em quarto lugar: "(...)o negro não teria alma (questão religiosa...)"?! Que proposição interessante! Aonde o senhro ouviu isso? Quem e de qual religião teria dito tal coisa? O senhor poderia me responder? d) Continuando, o senhor disse: "Ou seja, não é porque no passado se acreditava em algo que isso era correto e por "pressões" (?!) foi alterado... O movimento homossexual não tem essa força meu caro – se tivesse, o casamento civil homoafetivo (casamento civil diverge de casamento religioso – aquele é um direito ao passo que este é um dogma, e direitos devem respeitar o ordenamento jurídico, que veda a arbitrariedade pela isonomia) já teria sido aprovado no mundo inteiro, ou pelo menos nos países ditos civilizados" Eu respondo: CASAMENTO meu caro é entre duas pessoas de sexos diferentes, ou seja, entre um homem e uma mulher. O casamento não é um simples contrato, mas sim uma instituição ANTERIOR à formação do próprio Estado, da Sociedade e, portanto dos contratos! O senhor é advogado e não aprendeu isso? Depois, CASAMENTO, no sentido religioso não é um "dogma", mas sim um SACRAMENTO, criado pelo próprio Deus e o único sacramento aonde a matéria dele são as próprias pessoas que o recebem, tamanha a sua importância! Portanto, não sai por aí expendendo opiniões sobre coisas que o senhor provavelmente desconhece! "Arbitrariedade pela isonomia"?! Bem, confesso que a minha limitação fez com que eu não conseguisse alcançar o significado da expressão, mas pelo o que eu entendi, para o senhor, o "direito" de se casar deve ser amplo, irrestrito, sem sofrer "discriminação arbitrária" alguma, que possa atacar a "isonomia" das pessoas nubentes? Ora, então eu pergunto, pretendendo ser o mais liberal possível: Mas porque casamento enbtão só entre pessaos do mesmo sexo? Porquê não avançamos bravamente e, nos consagrando definitivamente como farol para as nações, emitimos os nossos raios iluminadores para todas as demais sociedades, retrógradas e reacionárias, e consagramos o casamento entre um guapo rapaz dos pampas e sua ovelinha (por quem ele deve ter um estremado amor, não duvido!) ou entre uma rainha do funk e um jegue galudão? Acabemos de uma vez com essas discriminações odiosas, que atentam contra a isonomia das espécies!!! e) Depois o senhor disse: "Seu comentário sobre a AIDS é lamentável... Nunca houve prova (“fundadas razões clínicas”) de que a homossexualidade fosse doença, acreditou-se nisso apenas pelo passado de pregações religiosas contrárias à homossexualidade antes da laicização (tardia) do pensamento humano. O que era chamado de pecado passou a ser chamado de doença, automaticamente, sem nenhum senso crítico... Ignoraram que o homossexual sofre não por sua homossexualidade, mas pelo preconceito social que sofre... Sofre pelo medo de ser agredido física e psicologicamente, não por sua sexualidade. Eu respondo: Ah é?! Além da sua confusão entre "pecado " e "doença" (PECADO é pecado, hoje, ontem e ha dois mil anos atrás, com també daqui há dois mil anos. Não existe margem para qualquer relativismo neste aspecto), quer dizer que o senhor agora é o porta-voz telepático de todos os homossexuais, que segredaram no seu cerebelo, o quanto sofrem pelo medo de se encontrarem com um "homofóbico" furioso como eu que os destrate, espanque ou apenas olhe feio? Hum. O senhor tem certeza então, que uma vida conflituosa, recheada de pulsões mal-controladas ou descontroladas mesmo, não tem "nadica de nada" a ver com isso? Ufa, vou ficar bastante mais tranqüilo agora, que fui finalmente esclarecido. Vou me compungir, fazer o ato de contrição e renegar toda essa minha "estérica" bobajada homofóbica! f) Adiante o senhor disse: "Entendo por amor romântico (o aqui debatido) o sentimento nutrido por uma pessoa que deseja desenvolver uma comunhão plena de vida com outra, de forma pública, contínua e duradoura, visto ser este o elemento formador da família contemporânea. Esse amor existe nas uniões homoafetivas da mesma forma que nas heteroafetivas, sendo isto NOTÓRIO" (grifo meu). Eu respondo: "Notório", hein? Eu gostaria que o senhor demonstrasse essa suposta "notoriedade". De onde o senhor tirou que a PATACOADA de que "homoafetividade" é igual à "heteroafetividade"? De algum manual gay? De alguma "constituição de princípios"? De romances consagrados àquele público? Por fim, caro amigo, o senhor disse: "apenas religiosos dizem o contrário, baseados em SUBJETIVISMOS PESSOAIS (GRIFO MEU). Ninguém discute que o amor existente nas uniões homoafetivas é o mesmo que nas heteroafetivas" Eu respondo: "Subjetivismos pessoais", hein? "Ninguém discute". EU DISCUTO!!! Pelo tudo acima já mencionado acerca da neurose-narcisista, nada a acrescentar, senão as estatísticas de revistas americanas para o público "gay", que demonstram a ENORME infidelidade e promiscuidade (viu?) que grassam no meio homossexual masculino (com as lésbicas é bastante diferente!) com a pequenissima sobrevida dos vínculos homossexuais, passados cinco, dez e quinze anos! Devem estar erradas tais estatísticas, não? g) Mais à frente, pude colecionar duas aformações suas: "No mais, é muito hipócrita dizer-se que não se tem preconceito com o homossexual mas apenas à homossexualidade... É hipocrisia de quem discrimina homossexuais mas não quer soar politicamente incorreto por discriminar arbitrariamente" Eu respondo: "Hipócrita" meu caro, é um velho jargão usado pelos imorais e pelos esquerdistas, quando querem desqualificar, liminarmente, as idéías e a imagem de um opositor. Sim, porque supostamente, aquele um estaria "dando de bom", agindo de forma fingida, quando defendia essa ou aquele a proposição. Como isso envolve, necessariamente, uma avaliação do íntimo, do pensamento da pessoa, acaba ficando uma acusação sem prova, ams que macula a imagem daquela uma perante terceiros. Hipócrita eu seria, se criticasse a homossexualidade e saísse por aí, em saunas gays, procurando travestis, etc. Como o senhor não tem provas alguma desse tipo de comportamento de minha parte, reputo como mero "blá-blá-blá" a sua acusação de hipocrisia. Quem diz "odeie o pecado e ame o pecador" é a doutrina apostólica da minha Igreja, que procuro, com todas as minhas falhas e fraquezas, seguir fielmente. Simples assim. Quanto ao fato de eu não querer contrariar ou quere agradar ao chamado "politicamente correto" ah, dr., por favor, pelo menos não ofenda! Para as noções e conceitos da verdadeira ditadura do "politicamente correto", hum, digamos que eu "evacuo e caminho" (para não dizer "c... e ando", que é feio!) para eles, viu? h) depois: "Essa afirmação [da neurose narcisita] não passa de um achismo de psicanalistas do passado que não é nem nunca foi comprovado como regra ou mesmo como comportamento majoritário" e "Ignorância fantasiada de cientificidade..." Eu respondo: Nossa dr. muito coerentemente com o relativismo de nossos dias, o senhor quando quer, acolhe como "científicas" certas proposições, ainda que furadas e desguarnecidas de qualquer substrato lógico ou fático e esculhamba, despreza, achincalha, outras, hein? É o cientificismo "de ocasião", de supermercado ("Hum, essa tese me interessa, essa lei é boa, essa pesquisa é legal. Eca, essa verdade está "podre", essa lei é azeda e esse fato não me agrada!"). Sei, sei... E Sexualidade não se escolhe, se descobre: ninguém “opta” por nada, o que se prova pelos inúmeros homossexuais que desejam se tornar heterossexuais para fugir do preconceito (desejam sinceramente mudar de orientação sexual) mas não conseguem – justamente pela sexualidade independer de opção. Outra obviedade que inacreditavelmente tem que ser dita. Quá, quá, quá, quá. Ah, Dr. tenha dó. Não conseguem porque está acima do seu controle emocional. Simples assim. A p´ratica homossexual que não deve desparzaeirosa, senão não teria tantos adeptos, convenhamos, é um VÍCIO e como tal, de difícil, senão quase impossível abandono. assim cmo não existem, rigorosamente, "ex-alcoolatras", mas sim alcoolotras em sobriedade, não existem "ex-homossexuais", mas sim apenas pessoas de inclinação desordenada que resolveram afrontar os "imperqativos da carne" e viver em castidade, para agradar a Deus. Agora convenha, amigo, no meio de uma sociedade como essa, na qual a pederestia é apontada como virtude, como bem, como emoção/sentimento igual e de mesma dignidade do que a "outra", cá entre náo, fica um tanto difícil, não?! i) Se o sr. considera abominável o comportamento homoafetivo, então deve considerar abominável também comer frutos do mar, trabalhar aos sábados, deve admitir a escravidão e diversas outras questões. Eu respondo: Em primeiro lugar, não sou judeu e nem sabatista (Adventista) para guardar o Sábado. A minha Igreja, fiel à tradição dos Apóstolos, guarda o Domingo ("Dia do Senhor"). E eu também! Em segundo lugar, quem diz que o homossexualismo é ABOMINÁVEL é Deus, Criador de todos nós e que haverá de nos julgar, punir ou recompensar, de acordo com o nosso amor por Ele, consubstanciado pricipalmente no seguimento dos Seus Mandamentos. Para mim isso basta. k) Adiante o senhor disse: "Se o sr. faz uma interpretação literal, e não histórico-crítica da Bíblia, então vai ter mesmo uma série de compreensões equivocadas da realidade... Mas não estamos discutindo teologia: o Estado é Laico, logo fundamentações religiosas são inaceitáveis para fundamentar questões jurídicas e políticas. Se o sr. acha que sua religião condena a homossexualidade, o problema é seu, felizmente já saímos do obscurantismo da teocracia que extra-oficialmente regulou o mundo por muito tempo, em especial na Idade das Trevas, digo, na Idade Média... EU respondo: Não misture "alhos com bugalhos" caro Dr.. Teologia é uma coisa e diz respeito ao estudo da divindade e das nossa forma de com Ele nos relacionarmos, Direito é outra coisa. Mas ainda assim, ocorre que, como ensinado na faculdade, o direito tem as suas fontes genéticas. E entre elas o Direito Natural, que procura copiar, ainda que imperfeitamente, os mandamentos de Deus. Exemplos disso são as leis que proibem o homicídio, o infanticidio, o furto e o engano doloso, etc. Ou que promovem a igualdade em dignidade, a proteção aos mais fracos, etc. o senhor acha que esses dispositivos vem de onde? De um conciliábulo de gênios humanos, que num belo dia, e inspirados pela mais absoluta moral e ética humanas, os definiram? Acorde dr.! Depois, meu amigo, que grande equívoco o seu! Eu acho sim que a homossexualidade é um desvio, uma psico-patalogia (portanto uma doença), que traz males físicos, morais, sociais e espirituais a quem a pratica. Acho mesmo, como já disse, é ABOMINÁVEL sim aos olhos de Deus e um PECADO de natureza GRAVÍSSIMA, posto que inseridos naqueles CONTRA A NATUREZA, piores do que o estupro, o incesto e a pedofilia, que são taras horrendas, mas que pelo menos se orientam para a conjunção NATURAL (embora ilícitas, criminosas e também gravemente pecaminosas, claro) entre um homem e uma mulher. Cruel? Absurdo? Mas é a verdade. Procure conhecer a Doutrina Moral da Igreja, se quiser saber mais. Então amigo, quem quis rebatê-la, se achou muito "politicamente correto" e quis me convencer, FOI O SENHOR! Eu já tenho a minha opinião! E a exponho com franqueza (e com certa prolixidade, como o senhor pode ver). l) O senhor também disse: "o homossexual é tão digno quanto o heterossexual. Dizer o contrário afronta o bom senso e se pauta em teologias que não são aceitáveis em Direito. Eu respondo: Sobre "teologia " e "direito" já lhe respondi acima. No mais, entendo que o Homossexual, enquanto pessoa humana, tem absolutamente a mesma dignidade do que qualquer outro ser humano. E a tem, por ser um SER HUMANO e não por ser HOMOSSEXUAL! Porque naquela circunstância, ele está no erro e no pecado e merece, ao menos conhecer a verdade acerca de sua condição, para uma mais livre e honesta possível, tomada de posição. A estimulação à pratica e às condutas homossexuais de nossa sociedade, o VERDADEIRO endeusamento da pederastia e dos seus praticantes, iludem a pessoa humana e escravizam-na, ao invés de libertar. Pense nisso. m) O senhor disse: "Interessante o sr. não ter falado nada sobre minhas considerações sobre a promiscuidade de heterossexuais – realmente, não há o que falar, o que eu disse é a realidade social, sem nenhuma valoração. Logo, a verificação de que muitos héteros são promíscuos deixa ainda mais claro que promiscuidade não tem nenhuma relação com sexualidade." Eu respondo: Sobre isso já falei acima. Em segundo lugar, em que pese a existência de milhares de sites destinados à promoção do "swing", do "ménage-a-trois" e outras barbaridades piores, o senhor já teve algum dia a curiosidade (e o estômago também!) ainda que inocente e passageira, de folhear alguma dessas revistas "gays" ou alguma página dessas na internet? E examinar, um pouquinho mais detalhadamente, o viés da eroticidade que elas propugnam? Se não, caro Dr., faça isso (mas uma "olhadinha" só, hein) e depois nós poderemos conversar acerca da sua tese genial de que "promiscuidade não tem nenhuma relação com sexualidade", OK? Passar bem.
18/05/2007 10:13Richard Smith (Consultor) Em primeiro lugar, obrigado caro Nakazato, ...
Em primeiro lugar, obrigado caro Nakazato, pelas suas recomendações, as quais, quero crer, se orientam, desinteressada e sinceramente, para o meu bem-estar. Em segundo lugar, "dislexia"? É, com certeza. Associada à afoiteza na digitação e à falta de um corretor ortográfico. Em terceiro lugar, "fugindo do foco"? Acho que não, pois toda essa discussão acerca da punição ao cabo, tem uma orígem e é essa que estamos discutindo. Pode-se dizer então, que estamos comentando acerca do "pano de fundo" da coisa e não somente sobre a circunstância em sí que atingiu aquela pessoa. Acho que você, ou não percebeu isso (quero crer que não, em homenagem à sua inteligência), ou está, isso sim, promovendo o seu "escapismo" do assunto. Sim, porque e quanto à adequada crítica ao conteúdo dos meus comentários, amigo? Volto a dizer: por quê não se rebaixar um pouquinho, ao nível do boçal, carola, fanatizado e furioso homofóbico aqui e tentar me insuflar um tantinho de racionalidade, de esclarecimento e de amor ao próximo, hein? Obrigações, creio eu, de quem se despede usando a saudação dos filhos diletos do Seráfico Pai (às quais, acolho e sinceramente retribuo), você não acha? Ou, como já disse, se eu for um caso perdido, incorrigível, declinar dessa correção fraterna, porém expondo CLARAMENTE isso? Não vi nada disso até agora, senão vazias e propagandisticas impugnações "genéricas"! Por derradeiro, fala-se "psiquê", mas escreve-se "psique". O acento circunflexo, realmente foi por minha conta. Um abraço.
18/05/2007 06:45Thiago Rodrigues (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Caro Richard, Acredito que esteja saindo do ...
Caro Richard, Acredito que esteja saindo do "foco" do assunto, mas compreendo, também, que “escapismos” são sintomas de uma inépcia argumentativa. Agradeço sua preocupação com minha memória, que vai muito bem obrigado, e com minha “psique” e não “psiquê” (como escreveu) atrapalhada, mas isso não contribui em nada para o debate democrático. Agradeço, também, a recomendação de um psicólogo e aproveito o ensejo para lhe aconselhar um professor de gramática para tratar de sua dislexia. Paz & bem.
17/05/2007 18:48Richard Smith (Consultor)Caro Dr. Paulo Roberto: Perdoe-me corrigí-lo...
Caro Dr. Paulo Roberto: Perdoe-me corrigí-lo, mas ao contrário do que o senhor diz, eu tenho CONCEITOS, entendidos estes como opiniões, que eu defendo e sustento, sem o menor medo de ser routulado, como o senhor mesmo pode ter percebido de contários anteriores. Dessa forma, posso garantir-lhe que a pecha, politicamente correta, de "preconceituoso" não diz absolutamente nada para mim. Em superada essa preliminar, passemos a uma análise dos seu comentários: a) o senhor diz: "Os dois generalizam todos os homossexuais por causa de alguns poucos que aparentemente conhecem, lembrando-se que a generalização é inerente ao preconceito..." Eu respondo: o senhro me cham de preconceituos e generalista, mas se atreve, sabe-se lá com que poder mediúnico, a supor que eu e o amigo Lucas, que não tive ainda o prazer de conhecer pessoalmente, conheçamos poucos homossexuais e ainda assim, "aparentemente"! Bem, quem revelou essa "verdades" ao senhor? Eu freqüentei os mais variados ambientes e circulos sociais ao longo dos meus 47 anos de vida. Cursei escolas, fiz teatro amador, entre muitas outras atividades. Nessas todas conheci (não "biblicamente", graças a Deus!) muitas e muitas pessoas de "orientação" (desorientação, na realidade!) homossexual, de ambos os sexos! Como exemplos, tive um colega de teatro, de 16 anos, que tentou se matar (eu mesmo o socorri, levando-o ao hospital) porque um dos patrocinadores da peça não quis "namorá-lo" (uma pessoa casada); A mãe de uma amiga de minha esposa (então namorada) largou filahe marido, para montar uma boate gay na Major Sertório junto com a sua "namorada". O office boy do escritório de advocacia do qual eu era gerente, uma vez tentou pular pela janela (15º andar!) porque foi repreendido pelo advogado chefe, por causa das suas atitudes vulgarmente escandalosas. E assim por diante. Histórias assim eu teria uma meia centena ou mais para contar. As pessoas homossexuais que eu tive o przer de conviver e que não se enquadravam nestes padrões de conduta foram muito poucas, geralmente pessoas de mais idade, mais vividas e com a chamada "educação de berço" (a qual as drags e outros "bichos pertencentes à fauna que forma o núcleo da "Parada Gay" certamente chamariam de "REPRESSORA") Lastimavelmente, as chamadas "exceções que confirmam a regra". b) O senhor disse: "Richard não aceita o atual posicionamento da ciência médica mundial que afirma peremptoriamente não ser a homossexualidade doença nem nada do gênero, sendo tão normal quanto a heterossexualidade (CID 10/1993, Resolução CFP 01/99, Assoc. Americ. Psiqu. desde 1973)..." Eu respondo: Uau! E daí?! E se amanhã a AIDS for declarada uma não-doença? Ou se os maiores luminares da ciência, reunidos em assembléia no prédio da OUNU decalrarem revogada a Lei da Gravidade, por ser uma coisa burguesa, autoritária e que impede a liberdade dos povos d se locomover livremente pelo ar? O senhro se sentiria autorizdo a deixar um edifício pela janela do 10º. andar? Este espaço é muito pequeno para a transcrição de uma história bastante incrível e sórdida, da ação do "lobby" homossexual para essa importante vitória, a exclusão da homossexualidade do CID. Está em inglês e de outra feita posso incluí-la. Para mim vale a lógica e o bom senso. Se a homossexualidade já foi classificada como psico-patologia, por FUNDADAS razões clínicas, como é que ela perde essa classificação tempos depois? De se recordar que a própria psicanálise é uma ciência muito nova. Então, princípios de classificação mental válidos, FUNDADAMENTE, por várias décadas, de repente não valem mais? Hum, isso para mim está parecendo o (des) governo "que aí está", com a sua reconceituação das coisas: desvio de dinheiro público = "caixa 2"; Caixa 2 = "recursos não-contabilizados"; crimes = "erros", criminosos = "aloprados", etc. Sinto muito caro amigo, mas essa não me desce nem com "Gourmet". c) Continuando, o senhor disse: "Contudo, aceita o posicionamento antigo/anterior, que a patologizava mesmo sem nenhuma prova concreta de que o AMOR entre pessoas do mesmo sexo seria algo errado... Certamente o faz por sua aparente formação religiosa, deixando claro que o faz por pura ideologia desprovida de embasamento científico, visto que a ciência médica (...) oficialmente não patologiza o AMOR entre pessoas do mesmo sexo. Eu respondo: bem, bem, em primeiro lugar: "AMOR"! O que o senhor entende por essa palavra? Eu para mim, entendo ao capacidade de um ser de ter desprendimento, afinidade e empenho tão absolutos na felicidade do ser amado que chegue a dar a própria vida por ele. COmo fez Nosso senhor Jesus Cristo, por todos nós; como fazem as mães para os seus filhos; como fazem alguns casais entre sí. Ora, na tal "antiga/anterior" classificação, o homossexualismo era tido como um transtôrno de personalidade de natureza neurótico-narcisista, por iandequada formação a personalidade, mormente quanto ao amadurecimento da psique no tocante à masculinidade (mães autoritárias x pais omissos/ausentes). Decorre diretamente disso pois a INCAPACIDADE do homossexual de se fixar em um relacionamento maduro, equilibrado, justamente porque ele busca no outro, de maneira reflexa e narcisista a sua própria masculina (isso essencialmente, entre outras definições bem amis complexas) a própria reflexão do seu papel masculino imaturo. Em outras palavras: ao contrário do despreendido e altruísta AMOR VERDADEIRO, há, via de rgra, na relação hmossexual masculina, o AMOR POR SI MESMO, na figura do outro. Quanto ao aspecto religioso. Bingo! Se as Escrituras dizem que o relacionamento homossexual é ABOMINÁVEL a Deus, isso por sí só já me seria suficiente. Quanto à decisão em sí, a notícia não dá detalhes suficientes quanto à eventual culpa ou não do militar. Se foi vítima de perseguição injusta ou não, etc. A questão então, não é quanto ao direito ou adequação do homossexual para o exercício de função policial ou militar. Conheci delegados de polícia (do DOPS inclusive) e um militar homossexual que no entanto, não EXERCITAVAM a sua opção sexual de forma ostensiva. A prática homossexual é que é proibida no âmbito militar (e por fundadas razões!) e não a orientação interior da pessoa. Quanto à promiscuidade... Hum. Passar bem.
17/05/2007 11:30Richard Smith (Consultor) Caro Nacasato: Primeiramente deixe-me dize...
Caro Nacasato: Primeiramente deixe-me dizer-lhe que eu acho que você deve ter algum problema com os nomes da pessoas("Leônico", "Ricardo", etc.). Em segundo lugar, "promiscuidade"? "Lúdico"? Eu acho que não deve ser apenas com nomes próprios não. Em terceiro lugar, você não precisaria ter mencionado, porque eu já havia notado você deve ter problemas com a palavra (e o conceito) "moralidade", também. Em quarto lugar: por quê será que um homofóbico ou um fascista ou um pedófilo, no ambiente de trabalho ou até aqui mesmo no CONJUR, haveriam de me perturbar, se sou liberal, democrata e nem sou uma criancinha, não?! O fato de uma pessoa se insurgir contra a onda de promiscuidade, de imoralidade e de obrigatoriedade do filo-homossexualismo, o torna um indesejável? Um inconveniente? Um "homofóbico" ou até um "gay" enrustido? Hum. Só se for na sua psiquê atrapalhada! E com um "raciocínio" desses, eu é que devo recomendar-lhe um psicólogo e com urgência! Passar bem.
17/05/2007 11:18Richard Smith (Consultor) Eh, amigo Leôncio, que sacanagem! Não qu...
Eh, amigo Leôncio, que sacanagem! Não quis e acho que não mereço nenhum crédito por ser prolixo, mas, convenha, eu acho que explico direitinho minha posição, não? Então, o que eu quis dizer (disse, aliás), se você não concorda, retruque. Se você acha que sequer vale a pena, mencione isso claramente. Agora, pretender, "PeTralhisticamente", fazer uma impugnação genérica, simplesmente alegando que eu não digo "coisa com coisa", para mim é falta de argumento! Eu defendo as minhas posições, com argumentos. E Você? Tem os seus? Ou somente uma sensibilidade "liberal" e "politicamente correta" ultrajada! Passar bem.
17/05/2007 10:00Thiago Rodrigues (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Caro Leônico, Assim como vc, queria pode as...
Caro Leônico, Assim como vc, queria pode assimilar o que habita por detrás de toda essa promiscuidade de palavras expostas, ludicamente, pelo Ricardo e seus companheiros. Será alguma frustração? Será por desejo ou puro sadismo? Por que um homossexual no ambiente de trabalho seria capaz de me perturbar tanto, se estou tão seguro de minha sexualidade? Não sei. Queria pode entender esses gênios da moralidade, mas não dá. E é só!
16/05/2007 22:33Leôncio Mário Jardim Neto (Serventuário)Richard, De fato, Vc escreve muito. Quanto m...
Richard, De fato, Vc escreve muito. Quanto mérito, não? Que belo texto, que idéias inovadoras, quanta e tamanha é a contribuição literária que nos oferece! Parabéns. Vc é o máximo!
16/05/2007 20:50Richard Smith (Consultor) Caro Leôncio: Se eu articulo "coisa com co...
Caro Leôncio: Se eu articulo "coisa com coisa", eu não sei, mas que ninguém pode me acusar de escrever pouquinho, não pode,né? Então, por quê você com a mesma paciência que eu tenho, não pega as "coisas" e as "coisas" e, com argumentação pausada e honesta, não coloca os seus pontos de discordância e oposição? Não seria melhor, inclusive para uma mais eficaz defesa dos boiolinhos e para o esclarecimento dos demais leitores desse site, contra um "homofóbico" feroz e delirante como eu? No mais, agradeço a todo o seu interesse pelo meu equilíbrio e sanidade mental. Passar bem. p.s. Sim, eu acho que foi integralmente recepcionado pelo novo ordenamento constitucional.
16/05/2007 20:09Leôncio Mário Jardim Neto (Serventuário)Richard, Vc acha mesmo que o Código Penal Mi...
Richard, Vc acha mesmo que o Código Penal Militar foi recepcionado integralmente pela nova Constituição. Se assim fora, o desfecho do caso teria sido outro, não? Ademais, Vc é apenas mais um homofóbico virulento que não articula "coisa com coisa". Saiba, entretanto, que homofobia antes que apenas um crime trata-se de deseguilíbrio emocional... Trate-se; é para o seu próprio bem!
16/05/2007 10:59Richard Smith (Consultor) Caro Nacasato: "Homofobia é crime"? Uau, "...
Caro Nacasato: "Homofobia é crime"? Uau, "que mêda"! Espero então, pelo menos, que a homofilia não seja obrigatória! No mais, "a tese exposta é incrivelmente cômica, quase teatral, e talvez até excessivamente lunática, pela sua prolixidade." Puxa, mas por quê?! Ainda assim, que bom que tenho atentos e pacientes leitores. É mais do que posso merecer. Em primeiro lugar, se o senhor é um relativista moral, isso é um problema seu e não meu, que tenho as minhas opiniões e as sustento com vigor. Em segundo lugar e ao contrário do que o senhor afirma, já rotulando, eu não sou "homofóbico", Isso porque, seguindo um preceito cristão, eu odeio o pecado, mas amo ao pecador. Nada tenho contra os homossexuais, mas apenas contra as suas práticas (que não tenho nada a ver com isso, contanto que feitas de forma privada, no recôndito de cada um). Tenho sim, e muito, contra o endeusamento da imoralidade, da sordidez e do pecado, como exemplo de conduta moral. Hoje, a chamada "opção" homossexual, conta com mais simpatia, com mais proteção e INCENTIVO, do que a prática NATURAL, entre homem e mulher regularmente casados. Ora, mas para o senhor, sujeito ao "dictat" do Politicamente Correto e intoxicado culturalmente, isso é um conceito "medieval" (Oh! "Medieval", que vergonha!). Tsk, tsk, tsk! A que ponto chegamos. No mais caro Nacasato, "dura lex sed lex", não é? Se o Código Penal Militar proibe a PRÁTICA da homossexualidade no seio das corporações militares (e a PM o é), sujeitou-se o cabo em questão aos seus ditâmes e punições, não é mesmo? Se o camarada quer dar o que é dele, deve fazê-lo de forma discreta, nos períodos fora de serviço, porque o tal Código não é tão leniênte com a boiolagem como o amigo. É "homofóbico" como eu. Passar bem.
16/05/2007 08:04Thiago Rodrigues (Advogado Sócio de Escritório - Criminal)Caro Ricardo, Com a devida vênia, a tese ex...
Caro Ricardo, Com a devida vênia, a tese exposta é incrivelmente cômica, quase teatral, e talvez até excessivamente lunática, pela sua prolixidade, nada mais do que isso. Antes de discutir a permanência ou não dos homossexuais nas corporações militares, deveríamos acabar com as medievais mazelas que agregam há séculos essa corporação: 1 - Deveríamos, antes, acabar com o preconceito contra os negros militares que são, aviltantemente, segregados a postos inferiores. 2 - Deveríamos exterminar a corrupção que assola as altas patentes. 3 - Deveríamos impedir as punições arbitrárias, os desrespeitos aos direitos humanos e a falta de humanidade que, sempre, floriam a mídia dos tempos atuais. 4 - Deveríamos nos preocupar com os baixos salários, com a falta de progressão na carreira e com o descaso do Governo Federal. 5 - Deveríamos discutir a inconstitucionalidade da proibição do Habeas Corpus nas punições disciplinares militares, remédio heróico, fruto de uma conquista democrática e humana, mas que foi solapado da corporação militar. Isso sim, é motivo para discussão, o resto é poesia. Agora, por derradeiro, para acabar com toda essa democrática discussão, reitero: A tese do Ricardo e seus companheiros do movimento "anti-biolagem", lamentável expressão, é apenas uma quimera, nada além disso! Ainda que existisse uma lei proibindo o acesso de homossexuais nas corporações militares, isso só seria eficaz em face dos homossexuais assumidos que compõem os 30% da classe. Os outros 70%, homossexuais discretos, continuariam entre os militares, crescendo e progredindo como qualquer outro cidadão brasileiro. Um último lembrete: homofobia é crime. Paz & Bem.
16/05/2007 01:20Richard Smith (Consultor) Caro Dr. Marco (médico), muito bem educado e ...
Caro Dr. Marco (médico), muito bem educado e nada intolerante: Como eu fui uma das duas pessoas que expressaram sua opinião "anti-boiolagem" (e não "anti-boiolas", frise-se) neste espaço, presumo que seja eu, na sua opinião, um dos "desclassificados", com cérebro "unicelular", "intolerante", odiento, de comentário "deprezível" e "desclassificado". Puxa, mas como compensação a tudo isso, temos o senhor, que, através dos seus comentários bem demosntra que não é de forma alguma, um índividuo intolerante, odiento, e portador de comentários desclassificados e odientos, não? Folgo em saber da existência de uma pessoa tão calma e generosa como o senhor. Ademais, intúo, o senhor, um pseudo-libertário, ficou muito incomodado com as minhas palavras, não? Mas bem, o senhor, que como médico (deve ser formado há menos de uma década, eu presumo) deveria saber a diferença, pergunta, em tom desafiador: "exatamente o quê um indivíduo heterossexual é melhor que um homossexual?" Eu respondo: em dignidade humana? Nada. Em amor de Deus para com ele? Nada também, ao contrário! Isso porque Deus tem muito mais compaixão e misericórdia por um pecador do que por um justo. Agora, se o senhor fosse médico há muito tempo, saberia que o homossexualismo foi removido, por pressão da mídia "enragée", no começo da década de 70 do CID aonde era classificado como "transtorno de personalidade". Então, caro doutor, temos pois que pelo menos uma diferença essencial entre um homossexual e um heterossexual, malgrado outras psico-patologias, é justamente a sua condição de personalidade. Ah, dirá o facultativo proto-jurisconsulto, mas isso é uma visão ultrapassada, preconceituosa! Ah é?! Então tá então, como diria o outro. Como definiam os clássicos da literatura médica antigamente, o homossexual projeta a sua própria masculinidade imatura (pais omissos e mães dominadoras) no outro. Pelo o que então, temos um verdadeiro amar a si mesmo no outro, simplesmente o oposto do verdadeiro amor. Razão essencial da alta ocorrencia de promiscuidade e de "infifelidade" entre "casais" homossexuais. Isso para não falarmos das fixações eróticas, que permeiam quase todos os atos do quotidiano. Um heterossexual que só falasse de sexo e da sua condição sexual o dia inteiro, como seria classificado pelas pessoas? Um tarado! Um libertino, um neurótico! Certo? Mas o auxiliar lá do escritório, "gay", que exprime a sua condição por gestos e posturas o dia inteiro. O camarada que assina a revista "G" e vai a boates e saunas, o que ele é? "Ah, uma pessoa meiga e saudável que exprime a sua opção sexual com intensidade"! Essa é a moral dos nossos dias. E foi contra ela que ousei, "impertinente" e "boçalmente" fazer os meus comentários. Fique com o seu liberalismo e a sua moral de boteco, porque para mim o senhor não passa de um ignorante, intoxicado culturalmente. E pior, um que pensa que sabe! Isso se coisa outra também não for, dada à virulência dos seus comentários, claro. Passar bem. p.s. O senhor fez bochechos com água sanitária antes de se referir àquele "senhor", o Santo Padre, o Papa? Teria sido de bom alvitre.
16/05/2007 00:15Richard Smith (Consultor) Caro Régis, cada um fala do que lhe é próprio...
Caro Régis, cada um fala do que lhe é próprio. Passar bem.
16/05/2007 00:14Richard Smith (Consultor) Cara Lú (estudante) eu não disse que o cabo e...
Cara Lú (estudante) eu não disse que o cabo em questão era assim ou assado. No mais, com efeito, neuróticos, neurastênicos e portadores de todo o tipo de psico-patologias, temos por aí aos montes, trombando uns com os outros, todos os dias. Mas que a neurose e o narcissimo campeiam à solta entre os homossexuais, você não pode negar, ou pode? Então, cuidado com os sofismas baratos. O objeto da minha crítica, e não sei se você pode compreender isso bem, foi o verdadeiro "apostolado" da pederastia feito pela mídia "engajada". Os homossexuais gozam de uma "aura" de santidade, frivolidade e intocabilidade que não socorre a outras "minorias" da nossa Sociedade. Antes, bem ao contrário. E para isso, basta você ter uma isenta e interessada atenção para poder constatar facilmente. No mais, e ao contrário do que você pensa, homossexuais e "congeneres", não me causam medo algum, apenas pena, pois estão num caminho de promiscuidade e dissipação, com inúmeras outras pessoas, de igual condição ou apenas "simpatizantes" a lhes dizer que estão certas, que "tudo bem". Fico triste mesmo. Quanto ao seu "cuidado", hum. Projeção? Um abraço para você, menina.

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