Oposição recorre no STF por vagas de deputados infiéis

9/05/2007 18:22Anselmo Duarte (Contabilista)A questão da fidelidade partidária jamais dever...
A questão da fidelidade partidária jamais deveria transcender ao âmbito dos partidos, bastaria usar de critério na seleção e na filiação dos seus membros e, muito mais na escolha de seus candidatos, o fato de um candidato eleito por um partido resolver transferir-se para outro partido, não ofende a descisão do eleitor, pois, seja por um ou outro partido ele deverá cumprir com os deveres assumidos pelo seu juramento em cumprir a "Constituição Brasileira". A fidelidade ao partido pelo qual se elegeu nada mais é que o retrato da insignificância que os partidos se dão ao aceitar, sem critério algum, qualquer pessoa como membro e principalmente como candidato.
6/05/2007 10:31vercil (Estudante de Direito)Acredito pieamente que o passo inicial para ten...
Acredito pieamente que o passo inicial para tentarmos chegar a um política próxima da decência será a fidelidade partidária, que passa necessariamente por o mandato ser da agremiação partidária e não do parlamentar.
5/05/2007 10:22Embira (Advogado Autônomo - Civil)Caro Armando, estou sabendo disso, obrigado. Em...
Caro Armando, estou sabendo disso, obrigado. Em 1989 saiu de cena o antigo PCB. Um grupo liderado por Roberto Freire, que contava ainda com Rodolfo Konder, depois Secretário da Cultura de Paulo Maluf, fundou o PPS. Outro, que contava com Oscar Niemeyer, manteve-se fiel aos velhos princípios. O atual PCB conseguiu seu registro com o mesmo nome da antiga sigla em 1996. Mas, vamos esquecer PCB e Roberto Freire. Aliás, o Roberto Freire que admiro é o escritor, que escreveu “Sem tesão não há solução”, entre vários outros livros. O político, ao contrário, acha que sem fidelidade não há solução.
5/05/2007 00:43Armando do Prado (Professor)Pequena correção, caro Embira: o PPS do oportun...
Pequena correção, caro Embira: o PPS do oportunista Freire, substituiu o PCB. O atual PCB (inexpressivo) foi constituido bem depois usando a antiga sigla do Partidão.
5/05/2007 00:41Armando do Prado (Professor)DEM de Demônio? Ou seria de Demos Em M...
DEM de Demônio? Ou seria de Demos Em M...
4/05/2007 21:51Embira (Advogado Autônomo - Civil)Mudar de partido pode ser um ato de consciência...
Mudar de partido pode ser um ato de consciência ou uma medida de conveniência. O senhor Roberto Freire, presidente do PPS, abandonou os ideais do antigo PCB para constituir o PPS. Pode ter sido um ato de consciência, se nenhuma conveniência esteve em jogo. Tem ele, entretanto, o direito de exigir que outros políticos não mudem de partido, seja por motivos de consciência ou de conveniência? Se a fidelidade aos ideais partidários é inarredável, como se justifica essa guinada do senhor Freire, da esquerda para a direita, dos comitês proletários do PCB para os salões da parceria com o DEM? O PPS não nasceu de uma dissidência do PCB? O PSDB não surgiu de um cisma do PMDB? E o DEM não é o herdeiro da ARENA? Então, se nada deve mudar, por que não restabelecermos a organização partidária criada quando da proclamação da República?

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