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27 junho 2007

Contra a criminalidade

Ronaldo Marzagão fala de segurança pública no Contraponto

O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Ronaldo Marzagão, é o entrevistado desta semana no Contraponto. Enfrentando diariamente a crescente criatividade dos criminosos, o secretário aponta como a população deve agir e o que a Polícia vem fazendo para que não se posicione “a um passo atrás dos bandidos”.

Entre temas como presídios de segurança máxima, regimes disciplinares diferenciados e, como não poderia faltar, o PCC, ele explica a “Virada Social” — o novo e ousado plano do governo do Estado de São Paulo.

O Contraponto vai ao ar nesta quinta-feira (28/6), às 22h30 na TV Aberta de São Paulo, e na sexta-feira (29/6), às 20h30 na TV Justiça. A TV Justiça reprisará o programa no domingo (1º/7), às 9h, e na segunda-feira (2/7), às 16h.

O Contraponto é um programa institucional do Tribunal de Justiça de São Paulo e tem o apoio cultural do Banco Santander Banespa.

Revista Consultor Jurídico, 27 de junho de 2007

Comentários

Comentários de leitores: 3 comentários

27/06/2007 20:26 clau (Estagiário)
Concordo com o Dr. Pietro, pois sou esposa de D...
Concordo com o Dr. Pietro, pois sou esposa de Delegado de Polícia do Estado mais rico de nossa Nação e que menos paga a seus policiais, isto é uma vergonha e não perspectivas de melhora nesse Governo de José Serra, que inclusive não abre dialogo com as representações de classes do policiais
27/06/2007 20:08 pietro (Outros - Criminal)
Sou policial civil do estado de São Paulo não t...
Sou policial civil do estado de São Paulo não tenho motivação para trabalhar e nem sou respeitado por meu patrão que acha que vivo de "vento". afirmo: com o salário que ganho não dá pra viver, vou entrar em greve no dia 12.07.07. Recuso-me a pedir esmolas aos donos de "maquininhas".
27/06/2007 12:29 Armando do Prado (Professor)
Não basta falar, tem que agir, pois a segurança...
Não basta falar, tem que agir, pois a segurança em SP virou ficção. E ação, também, passa pela imediata ressucitação da educação que foi assassinada por aqui, principalmente a escola estadual.

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