Justiça condena seguradora por falhar com estudante

15/06/2007 08:44MFG (Engenheiro)Caro Wagner Pelo seu comentário parace que v...
Caro Wagner Pelo seu comentário parace que voce viveu fora do país se acidentou, não foi atendido e ficou por isso mesmo?
15/06/2007 08:44MFG (Engenheiro)Caro Wagner Pelo seu comentário parace que v...
Caro Wagner Pelo seu comentário parace que voce viveu fora do país se acidentou, não foi atendido e ficou por isso mesmo?
14/06/2007 16:01Lincoln (Advogado Autônomo - Tributária)Wagner, Fazendo um contraponto à sua posição...
Wagner, Fazendo um contraponto à sua posição: O problema é o tal "abalo psíquico" alegado pela moça. Não cola, só colou mesmo porque os magistrados (ou os oficiais de gabinetes que redigem votos, sentenças e acórdãos) certamente não analisam a questão com um pouquinho mais de profundidade, talvez preocupados em aplicar a lei apenas. Ninguém que se lança na aventura de morar em outro país, especialmente por intercâmbio, onde se configura uma verdadeira "adoção informal" do forasteiro pela família estrangeira, pode invocar abalo psíquico por se ver desamparado e longe da família. Sair do ninho familiar é, como eu disse, uma das primeiras decisões que o jovem tem de fazer quando considera esse tipo de empreendimento. Digo isso por experiência própria. Já o dano material é patente. Prometeu e não cumpriu o contratado, responde até onde ficar comprovada a responsabilidade. Que isso sirva de lição, agora que o câmbio está desvalorizado e as viagens internacionais ficaram mais fáceis. Melhor se informar sobre a política de cobertura e exceções à cobertura no exterior da seguradora. Caso contrário, o investimento, muitas vezes exigido como condição de emissão de vistos, poderá sair duas vezes caro... pelo preço e pela impossibilidade de ser acionado. Agora, essa de "abalo psíquico"... faz favor!
14/06/2007 12:33Wagner Souza (Advogado Autônomo - Administrativa)No meu ponto de vista a decisão foi acertada. A...
No meu ponto de vista a decisão foi acertada. A reparação tem que possuir um caráter educativo a fim de prevenir que esta "seguradora" firme contratos que não cumpre.
14/06/2007 09:17ERocha (Publicitário)Sem sacanagem. Se caberia dano moral no Brasil,...
Sem sacanagem. Se caberia dano moral no Brasil, porque não estando ela fora do país? Cotratar algo como um plano de saúde e não ter atendimento deveria ter uma multa muito mais pesada. Alias, as multas e danos tem que ser muito mais pesada para fazer as empresas se lembrarem de cumprir os contratos firmados.
14/06/2007 07:42Lincoln (Advogado Autônomo - Tributária)Fragilizada por estar sem a família num país es...
Fragilizada por estar sem a família num país estranho? Em intercâmbio? A justiça caiu nessa? Oras... é a glória para o jovem destes tempos individualistas que sai de casa e se lança para o outro lado do mundo, viver num país que é o reflexo melhorado do Brasil (imaginem um país com belezas naturais à altura mas sem os problemas do Brasil), de intercâmbio ainda mais, e está fragilizado, sem a família? Para quem sai de intercâmbio, a primeira decisão de peso que tem de fazer é desligar-se do vínculo familiar! Concebo o dano material, mas o resto... não sei não. Quanto ao mais, sinto que a jovem tenha escolhido uma seguradora no Brasil. Tivesse escolhido uma australiana, teria se dado melhor. Lá você paga o plano de saúde, paga o médico e o atendimento é ressarcido no balcão de uma farmácia conveniada, até certo valor. Basta uma conversa com o balconista, mostrar o recibo do médico, e esperar um fax.

Comentários encerrados em 22/06/2007

A seção de comentários de cada texto é encerrada 7 dias após a data da sua publicação.